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POUCO HOJE.... MAIS AMANHÃ

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Crianças são colocadas separadas em várias salas. Um pesquisador dá um doce a cada uma e diz: "Você pode comê-lo agora, se quiser. Mas se esperar um pouco, eu sairei por um momento e quando voltar, eu lhe darei outro doce, e você terá os dois pra você".

Algumas comem a primeira porção imediatamente. Outras esperam um pouco, e cedem à tentação. Há aquelas que fecham os olhos, cantam, brincam com o doce e até cochilam, mas resistem. 

O pesquisador retorna e dá a estas últimas o segundo doce que conquistaram.

Depois de anos de acompanhamento, o estudo comprova que as crianças que ganharam a segunda guloseima cresceram mais arrojadas e confiantes.

Poupar dinheiro para pagar à vista uma compra é um hábito comum na Alemanha. As únicas dívidas que muitos alemães têm são sua casa e carro. Eles preferem poupar e aguardar até conseguirem o que querem. Quando conseguem, recomeçam a poupar para o seu próximo item, ou para uma viagem de férias. Não têm interesse numa gratificação instantânea. 

Já nos Estados Unidos e Brasil, por exemplo, é comum o abuso do crédito para tudo. Pena que histórias tristes de endividamentos vêm em igual proporção.

Ter paciência para adiar uma gratificação atual em favor de um benefício maior no futuro é atrituto importante de quem tem sucesso. 

Como se consege poupar? É como levar a sério uma dieta alimentar: esforço e persistência. 

Sofra um pouco e não gaste. Poupando agora, a sua condição de investimento será, amanhã, melhor e maior do que hoje. 

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NÃO TRANSFORME A SUA EMPRESA NUM INFERNO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Quantas vezes você acompanhou a implantação de um Software de Sistema de Gestão? – aquela ferramenta também chamada de “ERP”... 

Eu várias vezes.  A maioria delas foi o verdadeiro Inferno de Dante.

Vi empresa pecando mortalmente por acreditar que o sistema resolveria todos seus problemas. Mentira! Pensar assim custou-lhes algumas barras de ouro cravejadas de diamante! 

Algumas quase quebraram de verdade. Vendas, faturamento, produção e outras áreas desapareceram do dia para a noite. Viram-se perdidas no meio de uma floresta, à noite, sem lanterna, sem mapa nem bússola, açoitadas pelos raios e trovoadas de uma tenebrosa tempestade. 

Em um só caso eu vi o sistema rodar desde sua implantação com eficiência e sem problemas. Foi numa empresa que anteriormente se organizou muito bem, e envolveu todos seus funcionários no processo de conhecimento e adaptação da ferramenta à realidade da organização.

Este artigo é uma advertência. 

O sucesso de um sistema de gestão não é competência exclusiva do software ou da prestadora dos serviços de implantação e manutenção. Todas elas, aliás, prometem que tudo acabará bem, mas não fazem a menor ideia de quando. E se você for estúpido, vai acreditar em tudo o que elas dizem sem buscar referências de outros que passaram pela experiência antes de você, e com o mesmo software.

O bom êxito de um Sistema de Gestão jamais dependerá exclusivamente da marca, mas da boa vontade sua e da sua equipe em arregaçar as mangas, pôr a mão na massa e suar muito.... muito mesmo até que ele seja incorporado ao modo de produção de todos. 

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CONCORRÊNCIA RIMA COM INTELIGÊNCIA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


Todos viram a chegada ao Brasil de uma empresa multinacional norte-americana de serviços eletrônicos na área do transporte privado urbano através de um aplicativo de celular que oferece atendimento similar ao táxi tradicional, popularmente conhecida como serviços de carona remunerada, ou simplesmente: Uber.

Quem não se lembra dos conflitos, passeatas e outros protestos violentos que os taxistas promoveram em reação à novidade? Teve até ameaça de morte. 

Acontece que todo aquele movimento acabou servindo como uma valiosa e  gigantesca promoção ou propaganda que só fez fortalecer o recém-chegado concorrente. Um erro fenomenal!

Os usuários assistiam a tudo e sentiam-se tentados a conhecer a inovação. Quando provavam seu funcionamento, a diferenciada política de preços e demais vantagens, sentiam-se seduzidos e, por conseguinte, juravam fidelidade até a morte.

Em muitas cidades, vários profissionais de táxis perceberam a fragilidade do conflito e adotaram a  tática de conceder desconto de vinte, trinta, quarenta por cento ou mais para atrair clientes evadidos.  Não funcionou, até porque alguns deles, agindo de má fé, faziam percursos mais longos a fim de tirar a diferença do preço.

Analisando os fatos, vê-se que tudo podia ser diferente e o prejuízo amargado pela massa de motoristas que atua na modalidade tradicional minimizado. Bastava um cuidadoso estudo das fraquezas que o novo serviço oferecia, seguido de uma estratégia profissional e inteligente, em lugar de violência precipitada e fanática. 

Nesta vida, tanto as boas coisas como as ‘não boas’ exigem avaliação calma e prudente.  Qualquer atitude impetuosa, por si só, provoca perdas. E se assim é para a vida, quão não será para os negócios? Até porque todo radicalismo desperta rejeição. 

Jamais subestime um concorrente. Concorrência não se vence pela força, mas com sabedoria, pois “quem tem pressa, come cru”. E mais sofrível que isso, será ficar sem o que comer por ter estragado tudo.

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NEM SEMPRE UMA BÚSSOLA AJUDA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Um diretor reune os colaboradores de sua empresa para anunciar uma grande mudança de rumo. Diz que passarão a perseguir metas mais arrojadas. A reunião dura mais de noventa minutos e aqui vão duas de suas falas:

- “Vamos reduzir o uso de bancos em 40% no ano que vem”, 

- “Vamos aumentar a nossa produtividade em 50%”. 

Todos o aplaudem efusivamente. No entanto, ele nada falou sobre um plano real de como atingir estas mudanças. 

E eu penso comigo: “Nada vai acontecer, por mais que ele e outros se esforcem.” 

Sabe por quê?

Definir expectativas que levem a um desempenho máximo é coisa que executivos sabem fazer bem. Estabelecem e até orientam suas equipes mostrando para que lado devem seguir. Isso qualquer bússola faz. 

Abraham Lincoln disse, certa vez, que “Saber onde está o Norte não basta para se chegar lá. Mais importante do que isso é saber quais precipícios, montanhas e vales estão no caminho para serem superados.”

Dizer o que deve ser feito e insinuar que é possível é tão útil quanto água com açúcar para curar ataque nervoso.

O que fazer? 

Defina o que precisa ser feito.  Mostre aonde se deseja chegar. E depois, sem ansiedade, conduza a elaboração de um plano factível e viável para que a mudança seja executada passo a passo e alcançada. 

Tudo de que as pessoas menos precisam é que alguém chegue dizendo: “Precisamos disso ou daquilo, mexam-se!”.

Sem engajamento real, as pessoas lhe darão aplausos. Mas depois, todas as desculpas para o fato delas não terem conseguido é o que você receberá em resposta.

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NINGUÉM PENSA EM VOCÊ... ENTÃO VIVA!

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Acabo de ler um livro que clareou muitas dificuldades pessoais e de clientes com as quais me defronto como consultor. 

O livro diz: 

“O que quer que aconteça com você, não tome como pessoal. Se eu o vir na rua e disser: ‘Você é um estúpido’ sem conhecê-lo, não estarei falando de você. Na verdade estou falando de mim mesmo. Se você levar para o lado pessoal, talvez acredite ser estúpido e diga a si mesmo: ‘Como ele sabe? Será que todos percebem que sou estúpido?’.

Quando você concorda com o que lhe dizem, você o confirma. 

Saiba de uma coisa definitivamente: nada do que os outros fazem é motivado por você, e sim por causa deles mesmos. Todas as pessoas vivem em seu próprio mundo, em sua nuvem mental pessoal. Elas estão num universo completamente diferente daquele no qual você e eu vivemos. Quando leva algo para o lado pessoal, você presume que os outros sabem o que se passa no seu universo e tenta impor o seu universo ao deles.

Mesmo quando uma situação parece pessoal ou que os outros o insultem diretamente, não tem nada a ver com você. O que eles dizem, o que fazem e as opiniões que emitem, estão de acordo com os pensamentos e desejos deles.”

O livro se chama: Os Quatro Acordos, e o autor é Miguel Ruiz.

Se me permite, vou concluir: levar as coisas para o lado pessoal é tomar o lixo emocional de outrem para si. Não se permita intoxicar-se.  

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QUER QUE TODOS ENTENDAM? ABRA CAMINHO NA FLORESTA MENTAL

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Há poucos dias participei de uma reunião na qual o diretor comunicou a todos os presentes que certo gerente apresentaria um plano. O tal gerente chegou, sentou-se à mesa, e para surpresa geral não tinha conhecimento algum da incumbência mencionada.  Estava completamente por fora. 

Quantas vezes isso acontece em muitas empresas!

Eu me sentiria desconfortável se tivesse de ensinar a um diretor os passos recomendados para a transmissão de uma ideia a seu staff. Isso é coisa muito básica que ele devia saber com maestria. Mas desgraçadamente não é assim. O fato de ser um diretor muitas vezes nada diz sobre competência.

É infeliz e triste constatar que o sujeito pensa, e no instante seguinte, imagina que suas ideias foram transmitidas por telepatia aos demais, como em bons filmes de ficção. Não é assim. Nunca foi. 

Por favor, conheça a seguir uma sabedoria maravilhosa, e você jamais incorrerá nessa tola ilusão. A sua mente, assim como a da maioria dos seres humanos, é uma nuvem de pensamentos onde mais de mil vozes falam ao mesmo tempo. Imagine, então, como será com indivíduos que não têm objetividade, nem interesse e nem foco!  

Se você deseja ser ouvido em qualquer ocasião, antes de tudo abra caminho na densa floresta mental do seu interlocutor.  A ferramenta ideal para isso chama-se clareza. E depois prepare-se para talvez ter que repetir mais uma ou duas vezes absolutamente tudo o que tiver dito. 

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O QUE FAZER COM CRÍTICAS?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Eu trabalho há muitos anos na interpretação de pesquisas de satisfação de clientes. Nesta caminhada, encontrei gestores que acatam críticas e gestores que detestam quaisquer observações negativas.

Aqueles que ouvem reclamações e trabalham sobre elas, prosperam. Os outros, invariavelmente acabam mal. Isto não é novidade. Aliás, foi previsto que assim seria por um Rei há mais de 2.500 anos. Seu nome era Salomão. Disse ele:

"Quem ama instruções, ama o conhecimento. Mas o que odeia a correção é um tolo". 

Em três palavras:  devemos ser humildes. 

Quando o orgulho entra no caminho do sucesso, o fracasso está garantido. 

Todos cometemos erros. Sempre que você acreditar estar certo o tempo todo, já estará errado desde aí. Então aceite e incentive críticas dos seus clientes e dos seus funcionários –  que podem entender do seu negócio melhor do que qualquer outro. 

As melhores ideias que já tive na vida profissional vieram de clientes. Eu tive de aprender a acatar todas as sugestões que recebo e compreendê-las com cuidado e submissão. Aqueles diretores e gerentes que não escutam sugestões e críticas estão enganados, eu posso garantir. 

Criar um ambiente que encoraje sugestões e críticas é a via de mais fácil acesso ao desenvolvimento da empresa e a seu posicionamento sólido no mercado. Os clientes e funcionários se sentirão bem quando perceberem que fazem parte disso e não vão querer trocá-lo por outro que não lhes considera e valoriza.

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GRANDES DILEMAS DOS NEGÓCIOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Ser empresário nos dias de hoje significa, além de todas as situações adversas – especialmente no Brasil –, enfrentar grandes e efetivos dilemas éticos.  Alguns dos que eu mais ouvi ao longo de vinte anos de consultoria são:

- “Devemos entregar exatamente o que foi encomendado? Ou algo menor para aumentar os nossos lucros?”

- “Damos um pouco menos do que o cliente pensa estar pagando? Isto garantirá os nossos ganhos.”

- “Diminuímos a qualidade do acabamento contratado a fim de vencer a inflação do período?”

Qual é a sua visão sobre isso? Responder a estas e outras perguntas congêneres será fácil ou difícil, a depender dos seus valores éticos e do quanto os pratica, é claro.

Um dos padrões que eu adoto como base para a vida e o trabalho é uma herança que recebi da Torá, a Lei de Moisés, que diz: “Tenha balanças justas e pesos justos”. Seu significado prático? Mesmo que os seus clientes nunca descubram, não os engane. Não se aproveite quando a outra parte não sabe ou não vê o que está sendo feito. Cumpra o combinado, opte pelo benefício moral impalpável e renuncie ao enganoso lucro imediato.

Acontece que o mundo à nossa volta está repleto de gente cujas elevadas ideias de honestidade e justiça figuram em quadros dependurados na recepção de suas empresas,  mas não saem dali. Eles realizam o oposto do que escrevem e pregam. E justificam seus atos. Eles dirão: “Por que não aumentar o lucro usando um material mais barato ou enviando um produto usado quando os impostos que pagamos são tão altos?”. “Utilizem componentes de menor qualidade, mesmo que o cliente acredite que usamos os melhores, pois, as vendas caíram demais nesta crise”. “Faça de qualquer jeito; o cliente já pagou, não  verá os detalhes e ele é mais rico do que nós”. São estas racionalizações que os fazem sentir-se justos, éticos e de consciência limpa.

Não trapaceie os seus clientes, parceiros, fornecedores, funcionários ou quem quer que seja – mesmo que não saibam. Isto será uma fonte de energia invisível que se converterá em honra e dignidade, pois, ao final das contas, fazer o certo – a despeito de quaisquer perdas potenciais – é o que, de fato, faz os seus negócios irem bem. Hoje e sempre.

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O MAIS PERFEITO ATENDIMENTO AO CLIENTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O setor de turismo é um dos que mais apresentam problemas de atendimento ao cliente. Atrasos de voo, extravio de bagagem, salas apinhadas de gente e barulhentas e muito mais. 

Mas não é o único. Existem empresas em outros setores que querem ganhar dinheiro fácil e não estão nem aí com a satisfação dos usuários, sem mencionar as que se aproveitam do sistema.

Eu emprego um modelo muito simples para a ótima prestação de serviço ao cliente. E é por ele que eu também oriento todas as empresas às quais ministro consultoria: 

"Ame o seu próximo como você mesmo".

Coloque-se no lugar do cliente. Trate-o como você gostaria de ser tratado. 

Enquanto muitas companhias debatem políticas complicadas de atendimento e, na maioria das vezes, impraticáveis, seguir este padrão é a melhor forma de construir uma base de clientes leal a médio e longo prazos.

Todos nós preferimos ser clientes de empresas que tenham uma política direta e que nos trate bem. Falamos delas aos nossos amigos com prazer e boa referência. 

Eu conheço empresas que oferecem serviços excelentes ao cliente, cobram bem mais caro do que seus concorrentes e “papam” a maior fatia do mercado. Nelas ninguém esta preocupado em reduzir  preço para ter competividade porque a alta qualidade dos serviços é que constroi uma base de clientes leais. 

Quer fazer certo? Trate os seus clientes como você gostaria que eles o tratassem.

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TRABALHO E JUSTIÇA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

A área mais difícil de administrar em qualquer negócio? Funcionários.

Exigências relacionadas aos Recursos Humanos são um tanto complexas: salários, férias, despesas, conflitos, premiações e muitas outras. 

A Bíblia faz referências ao relacionamento ‘patrão empregado’ de modo objetivo e muito claro.  

"O salário de um trabalhador não ficará no seu poder até pela manhã". 

Também existe no Sagrado Livro um apelo evidente a não tirar proveito de um funcionário: 

“Não oprima o trabalhador pobre e necessitado dentro das suas portas, seja ele do seu país ou estrangeiro.  No mesmo dia pague seu salário antes que o sol se ponha, porque ele está contando com isso para seu sustento”.

Igualdade e justiça são as regras básicas de relacionamento entre patrão e empregados há mais de 3.300 anos. E aplicam-se a todos os níveis. Pagar salário condizente ao mercado,  cumprir obrigações legais, não fazer qualquer acepção com base no nível social, cultural, racial ou religioso, são orientações mínimas para se conseguir ordem dentro da empresa. 

Além de tudo, dizer "não" é uma das atitudes mais difíceis para qualquer patrão. Mas quando você constrói uma reputação correta e justa junto aos seus funcionários, eles o respeitam, e sabem que estão recebendo dignidade. Isto é o que faz de você um empresário confiável e honrado mesmo quando deve dar uma resposta negativa, desagradável ou dura.

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NÃO COMPITA COM GENTE BAIXA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Minha amiga Carla chegou ao consultório médico, dirigiu-se ao balcão e identificou-se. A secretária não estava num bom dia e disponsou-lhe  um tratamento grosseiro e nada cortês.

Carla tem a personalidade expressiva. Ela não se conteve e respondeu num tom que julgou estar à altura do que a moça do atendimento merecia. 

A secretária engrossou ainda mais, e o resto da história você pode imaginar não ter sido nada agradável.

Todo comportamento agudo pode se transformar em conflito tão facilmente quanto incendiar capim seco.  Esse aumento progressivo da intensidade de um conflito ou uma crise se chama “comportamento de escalada” 

Eu preciso dar-lhe  uma dica prática sobre isso. Por experiência própria, quando você for  tratado com grosseria, contenha-se. Engula seco, pense por alguns segundos antes de se pronunciar, baixe o tom de voz e esqueça os seus direitos, porque nessa hora de nada adianta buscar defesa. Respire fundo  e mantenha o seu interesse à vista. Exponha a sua necessidade pessoal,  porque é melhor contar com a pouca vontade que a outra pessoa ainda tenha para fazer sua obrigação, do que criar um clima de desvantagens que se converterá em prejuízo para você.

Não compita com gente baixa. As perdas serão todas e exclusivamente suas. E você vai se arrepender muito depois.

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UM CONCEITO PERFEITO PARA O TRABALHO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Eu ouço discursos em muitas empresas – inaugurações, homenagens, lançamento de produtos etc. Em todos eles, sempre há algum louvor ao trabalho em equipe.

Todo mundo tem alguma definição pessoal de equipe. Mas a que eu aprendi de um mestre com quem estudei é definitivamente a melhor de todas. 

“Equipe é um grupo de pessoas que precisam umas das outras para agir”. 

Não é perfeita? 

As equipes são as unidades-chaves dentro de qualquer organização. O futebol precisa de equipe; voos espaciais; trapezistas num circo; a lista é tão grande quantas são as atividades humanas.

Eu confio num grupo que se esforça até chegar a ser uma equipe segundo o conceito do meu mestre.

Organizações onde não existe o espírito de equipe estão perdendo muito nesse momento. Elas são ineficientes e improdutivas. E isto vai aparecer no demonstrativo de resultados. 

Uma orquestra com os melhores músicos possivelmente poderá não interpretar bem a partitura. Mas o maestro que conseguir fazer desaparecer a individualidade de cada músico e obtiver a unidade do trabalho em equipe fará, sem dúvida, um só ritmo, uma só harmonia, e consequentemente a melhor interpretação.

Juntar pessoas é fácil. Pô-las na mesma página e convencê-las a buscar, juntas, o interesse comum é a prova dos nove de um verdadeiro líder.

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O SEGREDO DA FELICIDADE DE EINSTEIN

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


Há um mês, num leilão em Jerusalém, capital do Estado de Israel, um comprador anônimo arrematou por US$ 1,56 milhões uma breve nota escrita à mão por Albert Einstein –  preço recorde para a venda de um documento naquele país.

A história por trás desta nota conta um pouco da perspectiva de Einstein sobre como alcançar a verdadeira felicidade. É fascinante.

Em 1922, ao publicar seu primeiro trabalho sobre a Teoria do Campo Unificado, ele acabara de saber que ganhou o Prêmio Nobel de Física. Em vez de ir à Estocolmo onde tem lugar a cerimônia usual do prêmio, Einstein sentiu-se obrigado a cumprir um compromisso já assumido de ministrar palestras no Japão. Já em Tóquio, ele hospedou-se no famoso Hotel Imperial.

Durante sua visita, um emissário foi a seu quarto para entregar-lhe um pacote. Sentindo-se envergonhado por não ter moeda japonesa para dar gorjeta, Einstein decidiu, em troca, escrever algumas palavras numa folha de papel timbrado do hotel e pediu ao jovem para aceitá-lo em vez de dinheiro, dizendo-lhe: "Guarde isto com você; talvez um dia valha alguma coisa" –  e acrescentou  que o breve texto deveria servir como um bom conselho para o resto da vida do rapaz.

As palavras naquele papel eram:  "Uma vida calma e modesta traz mais felicidade do que a busca de sucesso e riquezas, que quase sempre implica em constante descontentamento".

A pessoa que vendeu a agora famosa nota do Hotel Imperial é um neto do irmão daquele emissário, que vive atualmente na Alemanha.  O porta-voz da casa de leilões, Meni Chadad, disse ao The New York Times que a estimativa de valor do manuscrito situava-se  entre 5 mil e 8 mil dólares.  Quando a venda foi anunciada, o salão explodiu em aplausos incontidos.

Não posso garantir que Einstein estivesse certo em seu ponto de vista. Mas que os muitos bens trazem consigo preocupações demais, isto qualquer pessoa que os tenha poderá testemunhar. E onde entram as preocupações, sai a felicidade.

Seria interessante ponderar a esse respeito e optar por uma alternativa diferente de viver a vida como loucos  em busca apenas de ter coisas.

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NUNCA TENHA 100% DE CERTEZA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Pirro de Élida foi um filósofo que viveu há 2.300 anos.  Ele dizia que ninguém pode ter certeza alguma sobre a verdade. Eu não concordo cem porcento com ele. Mas em negócios, estou fechado com Pirro; e não abro de jeito nenhum. Primeiro, porque as aparências enganam. Segundo, porque propagandas, projetos e propostas também. É precisamente como o meu avô dizia: “O papel aceita tudo!” 

Conheço um sujeito que gasta uma fábula em dinheiro comprando itens inúteis ou difíceis de vender em sua loja. Por que ele compra? O representante o procura, faz que ele sinta-se importante, passa  um belo discurso e o convence a ficar rico com a oportunidade.  Ele acredita. E depois que os produtos encalham, culpa os funcionários por não saberem vender, mesmo que todos saibam tratar-se de um imenso engano.

O que se aprende daqui? 

Fique longe de crenças fortes e pontos de vista inflexíveis. Só lhe darão prejuízos. Mesmo porque, ao olhar de perto, muitas das nossas certezas e convicções são irracionais e tolas. Só as mantemos porque aliviam alguma dor psicológica ou eleva o ego.

Você confia totalmente nos seus sentidos? Eles o enganam muitas vezes. Você acha ter ouvido uma voz quando o som não passou de vento soprando entre os galhos de uma árvore.

Questione sobre tudo. E questione-se em tudo. É um direito seu. Aceitar coisas sem questionar é tão firme quanto um castelo de cartas ou um mastro fincado no leito de um rio. 

Pior do que alguém querer lhe fazer de tolo é você enganar-se a si próprio e não deixar nenhuma dúvida de que você o é. 

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VAIAS OU APLAUSOS? COMO DECIDIR?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Na entrada, todo mundo aplaude. E ao final? (Isso é o que ineressa.)

Foi ministrado um treinamento na empresa. Todos os funcionários adoraram. Mas depois, nada mudou. 

Deixemos claro um detalhe. O objetivo de um treinamento é “mudar o comportamento de quem será treinado”.  Sem mudança de atitude, nada foi abstraído ou aprendido. Logo, este treinamento foi nulo. O que vale é o resultado. E mensurável!

Existem palestras que realmente injetam energia, alegria e entusiasmo na audiência. Todavia, logo depois todos estes efeitos passam, evaporam ou saem no suor.  Melhor seria assistir a um filme.  Há tantos que ajudam a mudar pontos de vista e deixam as pessoas alegres. E custam bem mais barato.

Treinamentos devem ser formulados de acordo com a necessidade e a realidade das pessoas que deles carecem a fim de ser melhores. As mudanças que eles deverão promover são seu propósito –   seja uma simples prática de atendimento ao telefone ou balcão até o pilotar de uma nave espacial.  Se após o treino não houver essas mudanças, tudo não passou de mais uma inútil sessão de bla bla bla.

O que importa não são os aplausos na entrada - isso é comum e gentil da parte de todos.   De meus vinte anos em consultoria, raros foram os palestrantes e treinadores que mereceram, de fato, aplausos por efetivamente mudar comportamentos. A grande e massacrante maioria deles devia, sim, ter sido vaiada ao final.  

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A FALSIDADE DAS PESSOAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Quanto vale uma joia falsa? E uma obra de arte falsa? Um homem falso quanto vale? Ou melhor: "o que" ele vale?

Um ser humano falso é alguém que expressa crítica, ponto de vista, opinião ou comentário intrigante sobre certa pessoa a outros, e oculta o que tenha dito de quem ele fala.

É o patrão que pontua defeitos do funcionário aos colegas dele.

É o marido que divulga as falhas da esposa na roda de amigos, e acha-se leal.

É o pai que fala mal do filho a seus irmãos.

É, enfim, o sujeito que faz fofoca ou mexerico.  

No coração e na mente de um ser humano desse tipo o que existe em maior quantidade e frequência é covardia, insegurança, conveniência, prazer com o mal, fraqueza de caráter e tantas outras péssimas características.

Realmente é difícil calcular o valor de alguém que semeia ou prolifera a maldade entre os indivíduos e acredita, apesar disso, estar fazendo a coisa certa. A sociedade atual está repleta de gente assim.

Se todas empresas que investem dinheiro em consultores para resolverem seu  clima organizacional promovessem um pacto com os funcionários a fim de eliminar a fofoca, a vida e o trabalho de cada um se transformaria de modo maravilhoso e perceptível no momento seguinte a todos o colocarem emprática. Então, e só então, estas pessoas prestariam o fabuloso tesouro que vale um ser humano original! 

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O TREINAMENTO NA EMPRESA E SEU PROPÓSITO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Fala-se muito em ‘treinamento’ nas empresas. Há um grande risco de ser este mais um de tantos conceitos que a maioria das pessoas finge saber, mas está longe de dominar.

Treinar um funcionário é muito mais que transmitir conhecimento,  procedimentos ou dar uma palestra. É antes e acima de tudo, atuar com metodologia para que ele produza resultados. 

O propósito do treinamento é elevar o nível de desempenho do colaborador e fazê-lo sentir a motivação que nasce de saber ‘o que fazer’ e ‘como fazer’. 

A etapa seguinte – obrigatória e indispensável, diga-se – é a avaliação. Refiro-me a medir o aproveitamento por meio de uma  verificação adequada e objetiva – e não subjetiva.  Trata-se de conferir o nível de incorporação das práticas treinadas ao acervo mental do colaborador, respondendo à pergunta: “Ele adquiriu a habilidade que se desejava desenvolver através do treinamento?” 

Ao final do processo, ele deverá ser capaz de assumir, com domínio, as responsabilidades que a organização espera ou determina que assuma. 

Um treinamento bem direcionado dará ao gestor condições de dedicar-se às tarefas estratégicas e aos temas que fazem diferença em seu desempenho. Isto é quase impossível com uma equipe despreparada.  

Qualquer pessoa só terá aprendido o que quer que seja quando seu comportamento mudar em relação ao que foi ensinado. Sem mudança de atitude, o treinamento não foi efetivo. Talvez apenas um razoável meio de informação.

 

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DESPEÇA O RH INCOMPETENTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

A pressão para encontrar talentos na empresa faz os profissionais não capacitados do RH vulneráveis ao encanto irresistível de certos candidatos. E não fica nisso.  Eles não são capazes de enxergar talentos internos que poderiam contribuir muito ao ocupar funções de maior responsabilidade.

Francamente, é um enorme problema  ter profissionais sem aptidão na “Gestão de Pessoas” – a mais estratégica de todas as áreas.

Vou dizer sem medo: se você suspeita de que o seu RH está ruim, isto significa que a situação já é bem pior do que você calcula, e já afeta os seus lucros.

Tome providências. Construa o seu time de RH com profissionais que  tenham prática comprovada e referenciada. Refiro-me a gente que saiba claramente o que é o seu negócio ou aprenda rapidamente. Evite o perfil romântico de quem fala coisas incríveis, põe defeito em tudo e só consegue resolver problemas depois que a empresa gasta uma fortuna com consultorias – muitas delas inúteis.

Levaram um consultor para uma empresa de varejo. Ele iniciou seu trabalho pela leitura de um livro com os gerentes. O livro era complexo e nada tinha com a situação para a qual ele fora chamado. Todos perceberam isso, exceto o RH que insistiu em praticar as instruções da literatura. Ao final, a coisa se complicou. Foram obrigados a voltar atrás e o grupo perdeu o engajamento em outras atividades importantes que a diretoria mantinha. O tempo de recuperação foi longo e custoso. Tudo aconteceu por conta de um RH fantasioso que, inepto para resolver questões por si,  saiu em busca de um consultor caça-níquel.

Até aqui, falei do grupo de RH. Para completar, se o gestor não for muito bom – muito bom, eu disse –, dificilmente você terá uma equipe que atenda às suas necessidades. Aliás, um “gerentinho” como tantos que se consegue por aí pode destruir uma empresa com suas atitudes fora de propósito ou por nenhuma atitude.

A regra sobre o RH é clara: demita os sonhadores e os ineficientes. Na sua e em qualquer empresa, tudo precisa convergir para objetivos mensuráveis e transparentes. Não há lugar e nem recursos financeiros para intuições, especialmente quando a margem de lucro está achatada, a concorrência  enlouquecida e a exigência de clientes por qualidade na medida em que jamais esteve ao longo de toda a História da Humanidade.

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TER PENA DE SI MESMO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Em tempos de crise econômica, parece que o número de pessoas com autopiedade cresce exponencialmente. Ter pena de si mesmo às vezes é até confortante. Mas há um perigo por trás disso. 

O que, de fato, é a autopiedade? 

É um consolo disfarçado. Chega devagar, nos coloca como vítimas de uma situação, agrada o nosso ego, exalta as nossas qualidades, estampa os defeitos dos outros e camufla os nossos próprios.

Será isso bom?

A autopiedade é prima-irmã da autodestruição. E sabe de que modo ela fala com a pessoa?  

- “Você é assim. Olhe como tudo vai mal. Você está pior do que qualquer outro no mundo.  Tudo está tão ruim para você que é impossível mudar. E como não há nada a fazer, você está livre da responsabilidade de limpar ou arrumar a situação. Ninguém poderá culpá-lo por nada”.

Isso é o que a autopiedade faz. Ela mente, porque todo ser humano tem o poder de “arrumar sua própria bagunça”, desde que tente e se esforce. E além de tudo, ela rouba os dias que você poderia viver com plenitude e alegria.

Vá para longe deste sentimento. Mude a sua situação. Não tenha pena de si.   Se não conseguir sozinho, busque ajuda, mas prospere. Melhore cada dia mais.

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REFLEXÃO SOBRE O QUE NÃO É MARKETING

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Deixe-me fazer uma reflexão com  você sobre um assunto de poderosa importância.  Já tratei dele aqui, mas preciso enfatizar.

Aquele rapazinho ou moça bonitinha, de óculos coloridos e roupas esquisitas que você trouxe pensando em fazer marketing na sua empresa, pode não ser exatamente o que você precisa. 

Ele sabe disso e tem medo de perder o emprego. Por isso inventa coisas que nascem dessa  'pressão interior'  em vez de criar soluções que irão resolver os problemas e as necessidades do seu negócio.  Provavelmente ele não saiba como desenvolver  soluções,   e como talvez você também não,  todos ficam no clima daquela música do Roberto Carlos: “Você não sabe.... e nunca procurou saber!”

Isso explica o fato de que você investe em tudo o que ele  inventa, só que não traz os resultados esperados. E sabe aonde é que vai parar a maior parte desses impressos, folders  etc? No lixo, quando não  ficam empilhados na prateleira daquela sala de suprimentos juntando poeira. 

Acorde! Isto não é Marketing. Nunca foi. É uma simplesa atadura pra curar perna quebrada.

Procure ajuda profissional bem referenciada e ponha em prática o que for orientado em lugar de iludir-se com paliativos que só consomem recursos e não fazem bem algum. 

Valor se constrói com ações racionais e calculadas de quem sabe fazer. Não é tentativa pra ver no que vai dar!

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