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QUEM ESTÁ NO CONTROLE?

Abraham Shapiro para o Blog Profissão Atitude

Você toma o controle remoto na mão, aponta para a tela da tevê e clica. Então vive aquela sensação de estar no comando. Porém, o que não percebe é que, tão logo apareça a imagem e nela você se detenha, você é que está sendo controlado.

Certo programa, noite dessas, mostrava cenas de uma cidade na Grécia onde as pessoas vivem, em média, mais de 80 anos. Então aparece um velhinho de 95 anos servindo à repórter ovos fritos e salada de tomates com cebolas navegando em azeite de oliva. No dia seguinte, o cardápio de milhões de telespectadores foi ovos fritos com aquela salada e um monte de azeite. Eles acreditaram, sem nenhum questionamento, ser este o segredo da longevidade daquele idoso e dosdemais habitantes daquele lugar.

Isto é realmente terrível.  E reflete-se no hábito de pessoas que deviam decidir mediante processos inteligentes te escolha e decisão. Quer um exemplo?

O empresário ouve as notícias econômicas do país e, como não são nada boas, transfere aquele estado de coisas para seu negócio imediatamente. Ele acaba de decretar em seu cérebro que sua empresa também vai mal.

E para piorar, aonde quer que olhe, ele encontra confirmação para o que pensa, pois o mundo é assim: se você se levantar da cama achando que tudo é bom, vai obter mil confirmações disso. E o contrário também.

O que fazer? 

Faça a sua opção e viva, trabalhe, esforce-se para realizar o que quer que tenha escolhido. Não se deixe influenciar por notícias. Elas são divulgadas com o propósito de atrair atenção do máximo número de ouvintes, leitores ou telespectadores, afinal, eles vivem disso. Largue mão de relacionar os rombos da economia nacional aos seus negócios. Basta raciocinar quão grande deveria ser uma empresa para que a macroeconomia a afetasse na proporção apresentada nos noticiários. Você não pode controlar o mundo inteiro e nem a Nação. Mas a sua empresa e os seus negócios, sim. Portanto, centre-se nisso!

Finalmente, por pior que esteja o país, existe marcado para todos. Só não para quem deseja que as coisas aconteçam de modo fácil, sem esforço algum e nem inteligência. Mas aí, nem para a Alice no País das Maravilhas. 

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COMO APRENDER MAIS E MELHOR

Abraham Shapiro - para o Blog Profissão Atitude
 

Os sábios da Babilônia disseram: “Uma pessoa acanhada não consegue aprender bem porque se envergonha de fazer perguntas”. 

A modéstia é boa. Mas não na hora de estudar. A aprendizagem requer uma relação aberta e generosa entre professor e aluno. Quando o aluno não entende um conceito, deve pedir explicação imediatamente. Se não o fizer, não será capaz de prosseguir acompanhando a aula. 

Isto lhe parece óbvio? 

Muitas vezes a natureza ou a personalidade do indivíduo atrapalha muito a que este desprendimento aconteça, e ele se intimida em lugar de abrir-se.

Imagine, por exemplo, um funcionário que participa de um treinamento sobre Planejamento. O treinador está explicando a técnica do 5W2H –  uma das mais eficazes para criar Planos de Ação.  Se este funcionário não estiver familiarizado com a sequência em que consiste esta técnica:  “O que será feito?”, “Como será executado?”, “Quando?”, “Quem irá desempenhar?” e todas as demais, ele não conseguirá absorver a receita. O melhor, portanto, seria revelar ao treinador sua limitação pessoal para que fosse conduzido corretamente até o máximo entendimento possível neste primeiro momento. 

É claro que o sentimento de desconforto em expôr seu problema ou fazer uma pergunta é compreensível. A pessoa sente uma vergonha natural, especialmente quando todos parecem entender, exceto ela. Provavelmente qualquer já experimentou isso. Mas apesar de um tanto natural, isto é uma alta barreira para a aprendizagem. Se não for transposta, irá comprometer muito o processo.

A minha dica é considerar o professor, o treinador ou o palestrante como “facilitador do acesso ao conhecimento”, ou melhor, um  ajudante importante do processo. E por ser um “ajudante”, ele certamente não desperdiçará seus recursos, mas estárá interessado em empregá-los na causa em que está engajado. Ele quer e precisa compartilhar o que sabe.

Quanto a nós, podemos e devemos fazer todas as questões, sempre com respeito e educação –  e não importa quão ‘tolas’ nos pareçam ser. 

Coragem para perguntar é o meio mais prático de chegar ao “nível bom” de profissionalismo. Daí para o ótimo dependerá muito do nosso esforço e interesse. 

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DAR PALPITE

Abraham Shapiro

Palpite é coisa que todo mundo sabe dar. É fácil. E sempre vem com uma desculpa até convincente: “Eu só quero ajudar!”

Pare um pouco e analise o que são palpites e o que eles fazem. Quase sempre só atrapalham. Por quê? Palpites são subjetivos, são opiniões ou pontos de vista pessoais e, por isso, inúteis a maior parte das vezes.

Normalmente as situações que exigem discussão carecem de objetividade, de palavras diretas que permitam ao responsável traduzi-las em prática e execução.

Vou dar um exemplo. Quando eu estudava música, certo dia tive de interpretar uma partitura a um grande professor cujo comentário foi: “Está faltando vida!”

Eu então lhe pedi que me dissesse exatamente qual era o problema. Ritmo? Afinação?  Eu carecia saber com clareza, pois, tão logo soubesse, poderia realizar um desempenho adicionando sua orientação.

Foi então que ele me pediu mais velocidade em determinado trecho, especificando os compassos aos quais se referia.

Eu entendi, pratiquei e insisti até chegar à sua instrução. Ao final até mereci um elogio.

É preciso entender vez por todas que uma opinião objetiva, bem refletida e fundamentada sobre um aspecto lógico pode ajudar. Mas só pessoas preparadas têm competência de fazê-lo. Se este não é o seu caso, por favor, cale-se e cuide de fazer bem o trabalho que lhe foi confiado em vez de complicar a vida dos outros.

Em tempo de carnaval, aproveito a oportunidade para homenagear o grande Noel Rosa, compositor brasileiro, por seu samba cuja letra comunica uma sabedoria indispensável sobre este tema: “Quem é você que não sabe o que diz? Meu Deus do Céu, que palpite infeliz!”

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INTERROMPA A MALDADE

Abraham Shapiro

- “Sabia que o marido dela é um chato?”, 

- “Ela não sabe se vestir“, 

- “Ele não é especialista coisa nenhuma!”, 

Você e eu já ouvimos expressões dessa categoria muitas vezes – sobre conhecidos, amigos, parentes, colegas de trabalho etc. 

Pesquisas mostram que 80% da conversa de gente comum são depreciativas em relação a outras pessoas.

Então cabe perguntar: por que é tão gostoso fazer fofoca?

Os psicólogos apontam como motivo o desejo de estabelecer vínculos sociais de modo mais rápido e fácil.  Funciona assim:  José descobre que a antipatia que sente por João, o Antonio também sente. Então José calcula que conseguirá trazer o Antonio para seu lado mencionando o sentimento pelo João. E isso é como lançar fogo em capim seco. 

Além do mais, é excitante conhecer informações confidenciais sobre terceiros. As pessoas comuns sentem prazer em saber os atributos negativos alheios porque isso as faz sentirem-se mais inteligentes e imaginam que não cometem e nem cometerão os mesmos erros.

Se você deseja afastar esse mal da sua vida, siga a instrução que lhe darei a seguir.

Quando alguém tentar envolver você numa conversa negativa sobre outro, faça apenas a seguinte pergunta a ele: "Por que você está me contando isso?"

Esta pequena questão é eficaz. Primeiro, ela frustra o motivo egoísta do fofoqueiro. E segundo,  deixa claro que você não está interessado em ser seu cúmplice. 

Toda fofoca é destrutiva: destrói quem fala, quem ouve e a pessoa de quem se fala.  

Espalhar  fofocas, mentiras ou boatos afeta reputações e a saúde emocional de todos os envolvidos. 

“Pessoas baixas falam de pessoas. Pessoas médias, de coisas. Pessoas elevadas falam de ideias.”  

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SALVAÇÃO OU DESGRAÇA - DO QUE DEPENDE?

Abraham Shapiro

Um peixe foi submetido a uma experiência científica e colocado num aquário com muita comida a sua volta. Depois de se acostumar com este ambiente os pesquisadores puseram um vidro separando-o do alimento. Quando sentia fome, ele tentava comer, mas batia com a cabeça no vidro. Sua busca por comida era cada vez mais intensa, até que desistiu. Quando os cientistas retiraram a separação de vidro, havia novamente alimento de sobra, mas o peixe achava que tomaria novas pancadas na cabeça e, por isso, não comeu mais. Acabou morrendo de fome num ambiente farto de alimento. 

Isso pode acontecer conosco.

Dependendo de como estamos, é possível perceber a mesma realidade de modo bom ou de modo ruim. 

Nessa experiência do peixe, ele atuou conforme sua percepção da realidade, e não como ela realmente era. Assim também os fatos da vida são a realidade objetiva, mas a maneira como os encaramos é sempre subjetiva, isto é, depende da nossa interpretação individual.  

Então cabe aqui uma pergunta. Olhe para o que você está sentindo agora frente à sua vida. Será que o seu sentimento não resulta de algo parecido ao que ocorreu com aquele peixe? Se sim, o que pode ser feito? 

Interpretar os fatos de outra forma é uma oportunidade muito positiva, porque na maior parte das situações, a desgraça ou a salvação pode só estar no jeito como você enxerga. 

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BONS SÃO OS DESAFIOS

Prefere ouvir? Clique aqui: https://soundcloud.com/profissaoatitude/bons-sao-os-desafios

 

Abraham Shapiro

Um professor me disse, certa vez: “Eu aprendi muito com os meus pais, mestres e colegas. Mas foi dos meus alunos que eu mais aprendi”.

Eu adorei ouvir isso. 

Dos mestres e dos pais é normal aprender. Mas um professor se vê desafiado por seus alunos por causa das perguntas e dúvidas. Esses desafios não estão em livros e nem na faculdade. O desconforto que causam transforma-se em oportunidades para que o professor suba novos degraus na escada do conhecimento e da sabedoria, aonde ele não havia chegado até então.  Foi o aperto, foram aqueles  obstáculos, as questões difíceis propostas pelos estudantes que produziram isso ao professor.

Na vida, na empresa e na carreira profissional todos nós nos deparamos com problemas. Alguns são simples, mas difíceis. Outros, complicados.  E eles incomodam. A tal ponto que há muita gente que os detesta. Talvez pelo medo de que o fracasso arranhe sua imagem ou status.

Mas as pessoas de caráter e que entendem o que é viver, não fogem dos problemas. Elas sabem que não há vida sem eles e, por isso, dedicaram-se a tomar decisões para resolvê-los. E aprendem com cada um. 

A conclusão é que roblemas e crises são importantes. Eles desenvolvem as habilidades e visão de consequências.   Um diploma, que não é difícil se conseguir hoje, não habilita ninguém a superar problemas e obstáculos.  Não consta em disciplina alguma das universidades um método para se resolver problemas. Assim, só os persistentes e bravos é que conseguem, porque  se esforçam.  Isto é a vida real.  É fruto da batalha e da experiência.

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CONSTÂNCIA

Abraham Shapiro

Uma das lições mais importantes que aprendi na vida é o sucesso contido na constância, no foco permanente e frequente, na jornada sem desvios. 

Pare e pense em quantas pessoas nesse momento estão iniciando uma dieta com ânimo total; ou decidiram parar de comer açúcar; ou começaram um programa de condicionamento físico; ou propuseram-se a ler um livro para melhorar a carreira profissional etc.

- Quantas vão persistir nessa proposta? 

- Até que ponto irão? 

- Quantas persistirão no processo que começaram? 

Agora responda, por favor: “O que vale mais? Fazer 1 hora de caminhada a 10 km/h, três vezes por semana durante dois ou três meses, e depois abandonar? Ou a 5 km/h, três vezes por semana, durante anos, sem romper o propósito contido nessa prática?” 

Inconstância e falta de foco têm feito mais derrotados e falidos no mundo do que todas as crises econômicas que nos sobrevieram. Por outro lado, os americanos dizem: “Qualquer sucesso repentino levou ao menos quinze anos para a contecer”.

Implantar um negócio e desejar resultados imediatos, superar algum desafio de carreira e esperar que a recompensa venha logo a seguir são expectativas tão prováveis quanto fazer um bebê tornar-se adulto em poucos meses. 

Aquele que vai no ritmo “devagar e sempre” obterá ótimos resultados.  Sua experiência vai se desenvolver ao longo do tempo.  Depois de um período de persistência,  errando e aprendendo, ele será conhecerá bem os pontos fortes e fracos de seu negócio ou tarefa, assim como as  ameaças e oportunidades do mercado  ou segmento em que atua. Isto é o que traz ganhos reais. 

A grandeza não está em iniciar, mas em concluir ou chegar ao destino. Conseguir tal mérito requer  foco e perseverança.

A genialidade não produz frutos, geralmente. A constância sim. 

 

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TODOS ESTÃO DE OLHOS ABERTOS

Abraham Shapiro

Algumas gafes relacionadas ao trabalho dariam para encher um manual inteiro de comportamento sobre “o que fazer” e “o que evitar”. Mas poucos se preocupam com isso. Os demais estão viciados em seu jeito de ser a tal ponto, que talvez já nem façam autoanálise.

Quantos chefes repreendem funcionários em público ou falam mal de um subordinado a outro? Isso deve ser evitado a todo custo. Aliás, dispensa comentários. Não temo afirmar que só chefes com problemas psicológicos se apegam a comportamentos com o fim de se autoafirmar sobre a parte mais fraca – que geralmente é o empregado.

A quanto a humilhar pessoas?  Qualquer advertência requer calma, educação e ambiente privado, local onde se possa explicar qual atitude não  condiz ao que se espera do advertido.

É Igualmente inadequado criticar um colega para outro de seu grupo de trabalho. É possível que se tenha problema de relacionamento. Mas caso ocorra, há de ser tratado diretamente entre as partes,  e com respeito.

E falando em atitude pública, vou aproveitar: cuidado com a superexposição nas Mídias Sociais. Qualquer funcionário tem a empresa como seu sobrenome, como: “José da Construtora X”.   Ao assumir posturas questionáveis nesses meios, você destaca a si próprio e em certo nível também à companhia em que trabalha. É jogar com a sorte. E mesmo que joge, você não está ganhando na loteria toda semana, está?

Observe a quantas anda a sua consciência e trate de ampliar o seu autojulgamento sobre o que  fala, como fala e, por fim, não ceder à tentação de apresentar-se de modo suspeito frente aos outros.

O mundo todo está de olho em você.

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CONFLITOS NO TRÂNSITO E O ÍNDICE DE INTELIÊNCIA

Abraham Shapiro – de Jerusalém, Israel

Já observou a frequência com que muitos motoristas se colocam em risco só para dar uma lição a outros? 

- É comum acelerar para mostrar que o outro está errado em mudar de pista. 

- Grudar atrás de quem vai devagar ou não deixar espaço para o carro que forçou a entrada à frente depois de uma ultrapassagem perigosa. 

Quantas barbaridades acontecem a cada minuto no trânsito. E os que assim agem só ficam satisfeitos se o outro motorista der sinal de que entendeu o “recado”.

Uma pergunta que me faço é: quem são estes indivíduos? Resposta: Eles se veem como  "justiceiros". Mas na verdade são tolos ou imbecis. Imaginam estar dando lições de comportamento certo aos outros sendo que eles mesmos não são exemplo algum. E eu me envergonho de dizer que algumas vezes já me incluí entre estes.

Que vantagem há na truculência ou brutalidade? É ausência de inteligência, e este é o problema. Pressionar não muda ninguém. Ao contrário: gera uma escalada de violência. Ninguém sabe aonde ou quando isso acaba. 

Ninguém, em tempo algum, tornou-se melhor ser humano ou mais educado através de maltratos ou imposição do medo. Todos reagem negativamente a isso.  E é por esta razão que não adianta adotar medidas de violência no trânsito.

Deseja ensinar algo efetivo a alguém? Então saiba que jamais existiu fórmula diferente e mais eficaz do que  “dar exemplo”. Esta, aliás, é infalível!

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ASSUMA O SEU PAPEL

Abraham Shapiro – de Jerusalém, Israel

Todos nós queremos viver coisas boas na vida, como a verdade e a paz. Mas as mensagens que recebemos o tempo todo nos empurram a uma intensa batalha. Por exemplo: 

- "Fique ressentido com o seu passado".  

Outra: 

- "Seja ansioso em relação ao futuro". 

Mais uma: 

- "O que você tem é pouco; vá em busca de mais e mais". 

E a última: 

- "Sinta muita culpa por aquilo que você fez errado".

Mas tudo é uma questão de ponto de vista. 

Cuecas espalhadas no chão podem acabar com um casamento, concorda? Mas para um cachorrinho seria uma verdadeira festa.

Sempre que desejamos que as pessoas mudem ou que as circunstâncias nos sejam favoráveis incondicionalmente, estamos, de alguma forma, nos livrando da responsabilidade sobre aquilo que sentimos ou passamos. Estamos, assim, assumindo o papel de vítimas e torcendo para sermos poupados.  Eu sei que existem vítimas de verdade em relação a tantos problemas nessa vida, mas, em geral, nós nos colocamos desnecessariamente neste papel. 

Ser vítima resolve alguma coisa? 

O risco disso está em esquecer o principal. Sabe o que? Nós somos os protagonistas. Nós somos o ator principal deste “filme” que se chama A VIDA REAL.  

Você e eu temos o poder de agir, de atuar e de fazer acontecer. Portanto, aja. 

Você poderá descobrir o seu real valor a partir do instante em que assumir a responsabilidade total primeiro sobre si e depois sobre tudo o que lhe sobrevém.

Nada de se vimitizar. Em tudo o que você tem a fazer, faça questão de ser o ator principal e atue. Seja hoje e sempre o protagonista da sua própria vida. 

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O QUE VOCÊ FARIA NESTA SITUAÇÃO?

Abraham Shapiro

Imagine uma vizinha de apartamento, no seu prédio, cujo tubo do ar-condicionado pinga diretamente sobre o seu carro, no estacionamento. Você já pediu delicadamente para desviar o  tubinho, mas ela sempre se esquece. Todas as manhãs seu carro está coberto por uma pasta marrom de poeira e a água. Já lhe perguntaram até se se trata de “arte moderna”.

O que você faria? Gritaria? Diria "poucas e boas"?

Isto aconteceu com um amigo meu. 

Mas sabe o que ele fez? Bem, quem o conhece sabe que é um excelente vendedor e, mais que isso,  é um assíduo estudioso da arte de se relacionar com pessoas. 

Ele foi muito esperto. Comprou um pequeno ramalhete de flores! 

Chegou à porta do apartamento dela e acionou a campaínha. 

Quando a vizinha atendeu, ficou toda desconcertada  ao vê-lo com um buquê na mão. 

- "Por que você traz estas flores?" – ela pergunta.

E ele:

-  "Eu apreciaria muito o seu esforço de evitar que a água do seu ar condicionado caia sobre o meu carro".

Meio confusa, a mulher pegou as flores, sorriu, agradeceu,  fechou a porta  e nunca mais se esqueceu de mover a bendita mangueira. Afinal, você há de concordar que é fácil se lembrar do pedido de alguém que lhe pede algo lhe trazendo um presente surpresa, concorda?

A vida é interessante. Eu diria que ela é uma série quase interminável de dificuldades. Quase porque quando morremos essas dificuldades cessam.  

Aliás, com quase 56 anos, já sei que grande parte dessas dificuldadaes está nos relacionamentos com as pessoas. Então a pergunta de 1 milhão de dólares é: “Como superar isso?”

Para mim não é só questão de ciência, mas de criatividade sobretudo.

Já observou que a nossa primeira reação frente aos problemas é pensar: 

- “Isso não é justo. O que foi que eu fiz para merecer isto?” 

Então no momento seguinte nós procuramos culpar alguém. Mas será que há culpados? Esta, exatamente,  é a dificuldade de que estou falando.

Eu julgo que uma regra bacana pra se resolver atritos é tentar descobrir  “O que devo aprender? O que é necessário aprender disso?”;   “Qual é o propósito que eu não estou conseguindo ver por trás desse obstáculo?” 

Eu acho que a perspectiva é essa. E ela é boa, até porque esfria as emoções de querer fazer justiça. E se elas não esfriarem, acabam nos empurrando na direção da vingança. E aí, em vez do resultado satisfatório, temos algo destrutivo. 

Diz o ditado: “Quem procura vingança deve cavar duas sepulturas”. 

Vingança é a pior das opções. 

E a melhor? É uma que eu ainda não sei bem: o autodomínio. É dar um tempo e não reagir ao calor da raiva, mas deixar a pressão do orgulho passar.

O Rei Salomão disse: “Aquela pessoa  que é tardia em se enervar é superior a um homem poderoso”.

Procure entender a sabedoria. Nós não viemos a este mundo pra termos conforto o tempo todo, mas para enfrentar desafios. E eles vêmtodos os dias. Basta botar o pé fora da cama e eles já te pegam. Porém, são eles que nos desenvolvem. 

E as pessoas fazem parte desses desafios. Portanto, enxergar as oportunidade de melhorar a relação com elas  como paredes ou degraus é uma escolha que depende de cada um fazer!

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OS DANOS DO FRIO INTERIOR

Abraham Shapiro

Uma linda história que me foi contada há muitos anos.

Seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.

Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.

O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, raciocinou consigo mesmo: "aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: "eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso", nem pensar.

O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático: "é bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: "esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.”

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos".

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.

No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: "o frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.”

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COMO SE CONSEGUE VALOR PESSOAL?

Abraham Shapiro

A palavra “valor” tem muito valor hoje em dia. Porém, poucos entendem seu significado prático. Valor é uma percepção subjetiva – quer dizer, depende de cada pessoa, de como ela vê, ouve, sente, enfim, de como recebe o que quer que seja com seus cinco sentidos e,em sguida, o que sente a respeito.

Ouça o que aconteceu comigo. 

Eu e dois clientes estávamos num restaurante, esperando os nossos pratos, quando sentimos um aroma de pão quente. E se há algo que realmente mexe comigo e o meu apetite, isto é pão no forno. De algum modo, o garçom percebeu a nossa reação. 

Passados poucos minutos, surge ele com uma pequena cesta  repleta de pães quentinhos. Não havíamos dito nada a ele. Pôs a cesta sobre a mesa e disse: 

- “A fornada que acabou de sair é para atender a uma encomenda externa. Mas vi que os senhores gostaram  e tirei estes só para vocês experimentarem”.

Eu fiquei encantado. E sabe o que mais? Ele não incluiu a gentileza na conta. 

Deixamos uma gorda gorjeta, e, desde então, eu e meus amigos temos recomendado o restaurante.

Eu acho que a coisa que compreende o maior poder de aumentar o nosso valor pessoal pode ser dita em uma só palavra. E ela é “atitude”. Em duas, seria: “atitude deliberada”, ou esforço planejado e consciente. Isto faz verdadeiras  maravilhas e, consequentemente soma valor a quem o faz e ao que se faz. 

Talvez devêssemos aprender um postulado de que pouco se fala, mas que, sem dúvida, é definitivo para conferir significado e propósito à existência de qualquer indivíduo debaixo do Sol:  “Quem tem a atitude certa na hora certa é sempre alguém de muito valor”.

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QUATRO ATITUDES PARA SALVAR A SUA CARREIRA

Abraham Shapiro

Uma amiga que trabalha numa grande loja veio desabafar comigo, dizendo: “Estou desanimada com o meu trabalho. Os clientes nunca querem comprar comigo. Saio de casa todas as manhãs sabendo que vou sofrer o dia inteiro”.

Eu compreendo o que ela está passando. Mas a expectativa elevada nem sempre é algo bom. 

Em lugar da expectativa, eu pontuo quatro ações que irão superar qualquer cenário semelhante ao da minha amiga.

A primeira: Seja qual for o negócio no qual você trabalhe, nunca deixe se apagar a chama do seu entusiasmo. E esta é uma iniciativa ou atitude sua – não pode e não deve depender de fatores externos. Faça o que puder para ter disposição boa sempre. Procure razões para estar alegre e deixe que o seu rosto mostre isso.

A segunda ação: Não fique esperando ser escolhido. Sorria para quem entra no seu local de trabalho. Um sorriso e o semblante aberto acolhem as pessoas.

A terceita: Nada de passar a vida esperando os finais de semana. Os vagabundos é que são assim, não você. Todas as pessoas percebem quem trabalha com boa vontade e farão fila para serem atendidas por estes.

Finalmente, o quarto ponto. Elimine a negatividade. Ela pode destruir a sua carreira. Tenha amor pelo seu trabalho e desempenhe as tarefas com a máxima satisfação. 

Alguém me disse, certa vez, que se dermos o mapa de um tesouro a uma pessoa negativa, é bem provável que ela o use para calçar uma mesa manca. Se você quer vencer, lembre-se de que nada grandioso jamais foi inventado sem entusiasmo. Mesmo D-us se alegrou com a criação do mundo e ao final de cada dia, viu que era bom tudo o que fez. 

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SER OU PARECER?

Abraham Shapiro

Um asno encontrou uma pele de leão deixada na floresta por um caçador.  Ele vestiu-se nela, e começou a se divertir escondendo-se numa moita e saltando diante dos animais que passavam por ali.  Todos se assustavam, batiam em fuga e ele gostava tanto de pregar essa peça que, não contendo seu prazer, saltava e zurrava de alegria cada vez que a representava.  

Mas acontece que entre todos os animais estava a ardilosa raposa. Por longo tempo ela pôs-se a espreitar ao longe e presenciou o festejo do asno. Ela entendeu o teatro e resolveu revelar sua descoberta. 

Chegando-se ao asno com toda aquela calma e segurança própria dos espertalhões, ela então lhe diz: 

- "Caro  amigo asno. Se tivesses mantido a boca fechada,  até a mim terias enganado. Mas o que  te entregou foram aqueles relinchos com que celebravas o sucesso da tua tolice.”

O mundo está repleto de pessoas tão focadas em “parecer”,  que elas se esquecem de “ser”. Assim, elas conseguem enganar a quase todos com seus carrões, joias, roupas e ambientes elegantes que frequentam. Mas ao abrirem a boca e revelar aquilo de que sua mente e coração estão repletos,  torna-se difícil permanecer por perto, pois realmente cheira mal. 

O velho Mark Twain dizia: “É melhor manter a boca fechada e parecer estúpido do que abri-la e não deixar nenhuma dúvida”. O exterior pode disfarçar. Mas as atitudes e as palavras revelam a natureza e o caráter de qualquer indivíduo – por mais dissimulado que seja. 

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CLAREZA TOTAL FAZ BEM

Abraham Shapiro

O Rodolfo deixou um emprego importante para aceitar o convite de outra empresa. Na proposta de admissão, o diretor lhe concedeu carta branca para atuar sobre a equipe que ele gerenciaria.

Na primeira demissão que o Rodolfo precisou fazer, o novo diretor o interceptou solicitando que fosse consultado antes de qualquer decisão de corte no pessoal.

Ele me encaminhou um email indignado questionando o que devia fazer. 

Eu  perguntei se durante a negociação ele havia pedido ao diretor que definisse o que é “carta branca”.

- “É claro que não! – ele respondeu. “Todo mundo sabe o que é.”

E eu repliquei: 

- “Todo mundo? Parece que o seu diretor sabe diferente de você!”

Aí está um caso típico gerador de conflitos. 

Muita gente fala coisas que nascem do senso comum e parte do princípio de que todos as interpretam do mesmo modo que elas. Mas não é assim.

Daí ser prudente solicitar esclarecimento – sempre –  sobre o significado dessas palavras para que se obtenha clareza total. 

Cuidado com conceitos relativos ou subjetivos, como: “carta-branca”, “autonomia”, “confiança total”, “cobertura de todas despesas”, “a casa é sua” e muitas... muitas outras são apenas exemplos esparsos de expressões que frequentemente criam problemas terríveis entre a intenção de quem falou e interpretação de quem ouviu. 

A regra é: jamais acredite que você entendeu 100% do que os outros disseram. Você não sabe o que eles pensam. Por isso, peça explicação. Converse bem. Seja analítico antes de sair fazendo. Você vai ganhar muito.

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UMA FÁBULA SOBRE PARCERIA

Abraham Shapiro

Dois burros caminhavam juntos. Um deles ia sem nenhuma carga no dorso porque dizia ser o preferido de seu dono para a montaria. O outro carregava injustamente toda a mercadoria, o que significava peso maior do que suas forças permitiam.

Em vão este coitado implorava ao colega que lhe fosse parceiro e o aliviasse de uma parte da carga. Mas o outro apenas zombava correndo livremente de lá para cá e ignorando a súplica e a dor do animal carregado. E para gabar-se, dizia que a parceria entre eles tratava-se apenas de dividir a água e o feno com que se alimentavam.

Assim passaram horas e horas até que o pobre burro carregado, extenuado e enfraquecido estrebuchou-se, e sucumbiu morto.

O que fez o dono? Transferiu às costas do primeiro toda a carga. E não só, como também juntou a sela do burro morto a toda a mercadoria.

Moral da história:  Parceria é o que acontece quando dois ou mais indivíduos justos se reúnem para alcançar um objetivo comum. "Indivíduos justos" subentendem que dividir as tarefas e oferecer ajuda mútua não se trata de ato de bondade, mas da premissa básica para que haja parceria e seja duradoura.  

É o mínimo a fazer para que existam benefícios. E, por que não dizer até:  para que todos sobrevivam?

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HOJE EM DIA, QUASE TUDO É LIXO

Abraham Shapiro

Houve um norte-americano chamado Theodore Sturgeon que fez fama por suas frases inteligentes e provocativas. Uma delas, conhecida como “A lei de Sturgeon”, diz que “90% de qualquer coisa é lixo”.

Vamos pensar. Arquitetura, música, marketing, design, gastronomia, moda e tudo o que se produz no dia a dia...  é 90% lixo. 

Talvez seja difícil entender a abordagem de Sturgeon. Mas vamos incluir na lista uma área que não deixaria dúvida em nenhum brasileiro. Que tal política?  Agora 90% de lixo é pouco, não?

A bem da verdade, o ser humano em seu estado natural nada tem de bom gosto e sensibilidade refinada. É a educação e o esforço pelo desenvolvimento pessoal que proveem essas e outras características positivas. Sem um processo criterioso, qualquer indivíduo será, na melhor das hipóteses,  “por fora: bela viola, por dentro: pão bolorento”.

Bom gosto não é virtude inata; e nem dom Divino. 

Bom gosto se adquire pela observação, pela disciplina, imitando, com criatividade, errando e aprendendo com os erros, porque educação é o único diferencial que a fortuna e a sorte não garantem em momento algum.  

Eu particularmente penso que, hoje em dia, aqueles 90% de lixo de que  Mr Sturgeon falou estar presente em tudo sejam quase 100%, infelizmente. Qualquer porcaria vira moda, produto, modelo e as pessoas comuns os tomam para si como padrão. 

Concluo com uma frase de Jean de La Bruyère, filósofo francês cujo pensamento me sensibiliza por seus 100% de beleza e reflexão: "Entre o bom senso e o bom gosto a diferença é de causa para efeito".

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DIMINUA A DISTÂNCIA SOCIAL

Abraham Shapiro

Ninguém consegue obter a concordância de todo mundo nos relacionamentos. Sempre há e haverá alguma discordância de ponto de vista.

É claro que comportamento é questão de educação. Mas o temperamento às vezes se sobrepõe às regras que os nossos pais e professores tentaram nos ensinar. É aí que avançamos a linha atrás da qual devíamos nos manter.

Quando isso acontece, o orgulho próprio tende a fazer uma série de atentados terroristas na nossa mente. Ficamos ressentidos, achamos que estamos certos, que o outro está errado... e  pensamentos assim são o fermento que nos põe sempre a perder. 

Como sair no lucro? 

Regra de ouro: Não lute para ter razão.

Situações desagradáveis no relacionamento, clima negativo com o outro, requerem que você tome a iniciativa de reduzir a distância social que se implantou aí. 

Tome apenas a iniciativa de procurar aquela pessoa e de propor o fim do mal-estar através de uma conversa curta, objetiva e sem esmiuçar detalhes do ocorrido.  Peça desculpas. 

Depois, não perca a oportunidade de dar atencão a ele ou ela sempre que possível a fim de promover um novo clima positivo entre vocês. Se você souber de seu aniversário, por exemplo, escreva uma mensagem.

A lição prática é: reduza sempre que possível a distância social entre você e todos com quem se relaciona no trabalho e na vida.  Só não confunda as “bolas”. Trabalho não é lugar para se ter amigos, mas colegas.  Não é preciso intimidade, puxa-saquismo e nem outras tendências do comportamento tipicamente latino.  

Procure ser uma fonte de entendimento e compreensão. Praticando isso, todos farão questão da sua presença sempre. 

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AUTODESENVOLVIMENTO: VOCÊ TAMBÉM PODE!

Abraham Shapiro

Era uma vez um homem que decidiu esconder suas valiosas moedas de ouro no fundo de um jarro de vinho. O recipiente tinha a boca estreita e se alargava até o fundo. Ele estava certo de que ali elas não seriam encontradas. Mas seu filho viu o que ele fez e assim que o pai saiu de casa, pegou o jarro, comprimiu os dedos juntos e enfiou a mão em seu interior, mesmo sendo apertado até mesmo para uma mão pequena. Finalmente, ele conseguiu alcançar as moedas. O garoto agarrou quantas pôde e tentou tirá-las. Mas de nada adiantava torcer e movimentar o pulso, ele não conseguia tirar a mão de dentro do jarro. Sem opção, chamou sua mãe.

Ela disse:

- “Filho, você não será capaz de tirar a mão aí de dentro, a menos que largue as moedas que pegou. O pescoço desse jarro só permite passar a sua mão comprimida. Mas segurando as moedas, você não irá tirá-la daí”. 

E assim foi. Só quando o garoto largou a última moeda é que conseguiu retirar a mão do recipiente.

A vida e o trabalho são como essa história. Tudo o que é preciso para o nosso desenvolvimento e  melhoria pessoal é “largar” os nossos erros. 

Quando fazemos o propósito de mudar o comportamento para assumir novas competências, é preciso o esforço para não ‘escorregar’ mais em coisas que se opõem a este propósito. E então, quando largamos “todas essas moedas”, estamos, enfim, livres dos obstáculos reais que nos impedem de ser melhores! 

Não há dúvida alguma. Isso... exatamente isso é que é autodesenvolver-se.

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