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INSANIDADE DE TODOS?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Um homem foi consultar um psiquiatra.

- “Qual é o seu problema?” – o médico perguntou.

- “Eu não tenho problema nenhum, doutor”.

- “Então por que veio me procurar?”

E o homem diz:

- “a minha família insistiu que eu viesse.”

- “Bem, então o que a sua família acha que há de errado com você?” –  questiona o  médico.

- “Eles acham que há algo errado comigo só porque eu gosto de pizzas”.

- “Isso é absurdo”, exclama o psiquiatra, “Não há problema em gostar de pizza. Eu mesmo gosto muito!”.

Os olhos do homem brilham de alegria ao ouvir isso. Aí ele diz:

- “É mesmo? Então venha me visitar e você verá as centenas de caixas cheias de pizzas que tenho guardadas no porão de casa”.

Vamos entender.

A finalidade das pizzas é servir de alimento. Colecioná-las é insano.

Insanidade acontece sempre que algo que devia ser apenas um meio torna-se um fim.

Você identifica algo parecido na sua vida? Talvez não com pizzas, panquecas ou pastéis.

Mas abstraia este conceito. E depois pesquise bem.... muito bem, porque por este critério,  talvez nenhum de nós, de fato,  esteja totalmente isento.

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NÃO PASSE SEDE AO LADO DE UMA FONTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Ter de resolver problemas sem conhecer os recursos disponíveis é como passar sede ao lado de um poço de água fresca. Este é o caso das empresas que “dão um duro tremendo” quando têm necessidade de substituir funcionários por curto período de tempo –  seja por demanda de tarefas extraordinárias, urgentes ou mesmo quando ocorrem picos de sazonalidade.

Isto seria fácil resolver com mão de obra temporária. Ocorre que estas empresas  talvez não saibam o que é trabalho temporário e seus benefícios.

Para começar, o custo compensa demais para a empresa tomadora dos serviços.

Depois,  a seleção do trabalhador conforme o perfil, a burocracia da contratação, o desembolso da rescisão e tudo mais são itens da responsabilidade da agência prestadora, o que representa agilidade sem a dor de cabeça típica destas etapas.

A lei trabalhista atual prevê que um temporário pode atuar até nove meses nesta modalidade. E se ao longo do período ele tiver bom desempenho, a empresa contratante poderá efetivá-lo.

Eu levanto somente uma ressalva. Existem várias agências oferecendo serviços de mão de obra temporária no mercado. Poucas, no entanto, reúnem experiência, assertividade e tempo de atuação suficientes para proporcionar segurança. Então tome referências.

Trabalho Temporário:  um recurso acessível, viável e que ajuda o empresário a ter foco sobre  a estratégia de seus negócios.

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QUANDO NEM O GÊNIO DA LÂMPADA RESOLVE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Contam a história de dois prisioneiros condenados à morte que já estavam a seis meses na prisão. No dia da execução, o tenente os leva pelo corredor até o pátio onde tudo acontecerá.

Chegam ao paredão, recebem um trago de bebida, um padre reza e o tenente se coloca em prontidão para comandar os soldados, já a postos:

- “Pelotão! Apontar....”

e então, surpreendentemente, naquele instante,  um dos prisioneiros vira-se ao outro e lhe diz:

- “Ei amigo. Preste bem atenção. Tenho um plano fantástico para nós!”

Serei muito franco com você, querido leitor, querida leitora. Sabe de uma coisa? Eu vejo diariamente “n” situações semelhantes e tão absurdas quanto esta em muitas empresas. Gestores resolvem agir sobre grandes problemas quando já não há mais nada a fazer. Não tiveram interesse e visão clara enquanto o mal se alastrava. Agora, que  é tarde, acham que terão algum domínio ou controle quando plano algum reverte ou modifica a situação.

Mas eles acreditam. E eu pergunto: “De que adianta?”

Morrer de diabetes ou hipertensão, hoje em dia, é pura falta de disciplina e obediência a um  tratamento médico. Quanto antes um diagnóstico for realizado, maior chance de cura haverá, desde que seguida a prescrição médica. Boas consultorias são também assim. Quanto mais preventivas, melhor funcionam para o cliente que as seguir.

Pois então, acorde logo para os problemas da sua vida,  da sua empresa,  dos seus relacionamentos e tudo o mais, porque, como diz a sabedoria caipira:  “marmelada na hora da morte, mata o moribundo de congestão”.

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TEMPO SEM EMPRESA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Proissão Atitude

Eu acreditava que em tempos de crise econômica nacional as pessoas se tornassem mais tolerantes e pacientes. Mas não.

Em muitos lugares vejo gente reclamando do patrão, de treinamentos, de processos, de relatórios, dos colegas, do salário e até, sem exagero, dos clientes. Você acredita?

A culpa é sempre de alguém. Ou de algo. É a naturza humana.

Ao mesmo tempo,  quase nunca encontro quem diga de si mesmo: “Preciso ser mais produtivo!”; ou “Vou fazer um curso para aumentar a minha eficiência”.

Não! A culpa do erro e do fracasso é sempre do outro.

Um pouco de autocrítica faz bem a qualquer situação. Não me refiro a culpar-se ou condenar-se, mas a conhecer os próprios pontos fortes a fim de reforçá-los e os fracos para melhorá-los.  É um dever profissional, uma exigência da vida.

Por favor, você que me lê, atente-se para este alerta. Não deixe que o seu tempo na empresa lhe faça insensível a ponto de esquecer-se do seu tempo sem empresa.

Avance, melhore, progrida e desenvolva-se.  O homem é como a terra: se não produz frutos e verduras, o que nasce são ervas daninhas e mato.

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ASSIM É QUE SE É COERENTE DE VERDADE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Em 2011, o então primeiro ministro do Japão, Naoto Kan, renunciou ao mais importante cargo daquele país. Sua declaração me impressionou. Ele veio a público, e disse: “Percebi a minha incapacidade”.

Uau! “Percebi a minha incapacidade”? É assustador ouvir isso da boca de um político.

Era fato que seu governo não conseguiu evitar a crise na usina nuclear de Fukushima como consequência do terremoto que a atingiu. Mas foi um terremoto, um fenômeno natural! Em qualquer outro canto do planeta o governo apenas se declararia chocado, choraria com o povo e tudo bem.

Não é nem um pouco comum alguém à cabeça de uma potência econômica mundial dizer: “Eu percebi a minha incapacidade”.  Mas Naoto Kan foi coerente em relação aos fatos e à ausência das soluções que estavam no centro das expectativa de seu povo.  Por isso renunciou e assumiu suas limitações.

Há mais ou menos um mês, eu vi o gestor de vendas de uma empresa ser demitido porque não atingia as metas establecidas pela diretoria para sua equipe há mais de um ano.  Encontrei-o esta semana e ele se sente injustiçado. Acha que não merecia ser mandado embora.

Eu aprendo uma enorme lição destes dois eventos.

A maior parte dos problemas mais atuais das empresas – baixo nível das vendas, perda da fatia de mercado, alta rotatividade de funcionários, e outros –  deve-se mais à incompetência e à incoerência dos gestores do que à razões externas. O mesmo se passa nos governos de  todas esferas e poderes. Eles mesmos, contudo, nunca se responsabilizam.

“Percebi a minha incapacidade” é um exemplo de nobreza e decência que lamentavelmente está reservado a pessoas conscientes de seu papel e de seus resultados, e não a gente presunçosa e arrogante.

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NÃO SOFRA EM VÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Dois amigos estavam hospedados num mesmo quarto de hotel.  Já deitados para dormir, um deles falou desde sua cama:

- “Uau, está quente aqui. Preciso de mais ar para pegar no sono”.

Levantou-se, e abriu a janela.

Minutos depois, o outro disse sentir frio. Foi e fechou-a.

Isso continuou durante algum tempo: um abria a janela e o outro fechava.

De repente, o homem que queria mais ar ficou nervoso e, no escuro,  simplesmente atirou um pé de sapato na direção da janela. O som de vidro quebrado indicou que a janela estava definitivamente aberta, e assim continuaria pelo resto da noite.  Ele logo adormeceu, satisfeito, enquanto o outro se virava de um lado para outro na cama preocupado com o frio que sentiria e amargurado pela derrota na questão, calculando que, a essa altura, nada mais podia fazer. Passou a noite acordado, frustrado e raivoso.

Quando amanheceu, ambos se surpreenderam. Não era a janela que estava quebrada,  mas o espelho que ficava ao lado. Os dois se decepcionaram.

Agora pare um instante e reflita neste caso.

Quantas situações da vida nada mais são que frutos do nosso pensamento!?! Não seria mais inteligente conhecer os fatos antes de reagir sobre eles?

Saia fora de sentir-se vítima das circunstâncias. Conheça, mensure, certifique-se de tudo o que for possível e só depois defina a sua opinião.

Sofrer é, em si mesmo, algo indesejável e muitas vezes inútil. Sofrer por mero efeito da imaginação é muito pior.

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UM PLANO NÃO É GARANTIA ALGUMA DE SUCESSO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

A dona de um sítio tinha uma galinha que punha um ovo por dia.  Todas as manhãs, a senhora ia ao galinheiro certa de encontrar um lindo ovo no ninho.

Dia após dia assim era.

Com aquela regularidade toda, ela começou a imaginar um jeito de que a galinha pusesse dois ovos por dia, em vez de apenas um. Pensou, planejou e concluiu que, dando à ave o dobro de ração,  um ovo a mais apareceria lá.

No dia seguinte, havia dose dupla de comida no galinheiro.

A dona fez o investimento com certeza tal que  calculava ansiosamente o aumento da produção. Porém, não foi o que aconteceu.

De tanto comer, a galinha engordou muito e tornou-se preguiçosa a ponto de nunca mais botar ovo algum.

É uma historieta simplória, mas contém uma lição enormemente prática.

Antes de fazer planos e lançar-se em sua efetivação achando que o resultado será certo pelo simples fato de ter gasto energia num belo plano, trate de entender bem o processo de como tudo irá acontecer.

Cálculos, certeza, sonho e pensamento positivo não são garantia alguma de que você alcançará o que quer. Não deixe de conhecer, invistir tempo e recursos a fim de entender a estrutura antes de arriscar um palpite de como as coisas irão funcionar – especialmente quando há riscos de que as condições com que você conta mudem.

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A GIGANTESCA DISTÂNCIA ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Empresa nenhuma é brincadeira. Todos deviam saber disso.

Pelo contrário. Empresa é algo sério, difícil de ser mantido, complicado e exige conhecimento e clareza para tudo.

Ocorre que é lá, em cada empresa deste planeta, que todo mundo se julga apto a propor solução a problemas ou a discutir qualquer pauta.

Ouvi uma fábula sobre um grupo de ratos que vivia com medo de um gato esperto e capcioso. Eles resolveram promover uma assembléia a fim de encontrar um modo eficiente de acabar com o transtorno da constante perseguição do felino.

Vários planos foram considerados, discutidos e logo abandonados por não entusiasmar os participantes. Após horas de debates,  um jovem rato levantou-se e sugeriu dependurar uma sineta no pescoço do gato. Assim, sempre que ele se aproximasse, o som seria o aviso para fuga.

Todos vibraram e bateram palmas. A estratégia era, de fato, fabulosa.

Vendo o cenário efusivo, um velho e experimentado rato que havia permanecido quieto o tempo todo, levantou-se de seu canto, pediu a palavra e declarou apreciar a inteligente proposta que  certamente resolveria a grande questão. Restava apenas um pequeno e definitivo detalhe. Quem iria botar o sino no pescoço do gato?

Moral da história: Teoria é apenas teoria. Se você acha que ser empreendedor ou desenvolver um plano é a coisa mais respeitável e simples que existe, espere até ver de perto o que será preciso para pô-lo em prática.

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NÃO SAIA DERROTADO ANTES DE LUTAR

ABRAHAM SHPIRO para o Portal Profissão Atitude

O complexo de inferioridade faz o fracasso de muita gente que não merece. Elas se sentem insuficientes mesmo tendo boas condições de ser ou de realizar coisas. Então projetam a visão negativa de si mesmas à visão dos outros e depois sofrem por achar que eles as veem assim.

O indivíduo que padece do complexo de inferioridade é violentado pela imaginação nociva que cultiva de si mesmo.

Todos sabem que na disputa por um campeonato esportivo, a decisão acontece antes do jogo e dependerá, em grande parte, da condição psicológica de cada jogador.  É real! Muitos dos grandes desportistas foram derrotados por sua autovisão, mesmo estando devidamente preparados e à altura de enfrentar seus adversários.

Decorre daí uma regra à qual devíamos permanecer conectados todo o tempo. Evite pensar que você é um derrotado sem que tenha enfrentado a sua luta pessoal. Não seja rápido em reputar-se negativamente. Seja realista quanto a conhecer os seus pontos fortes e fracos. Mas aplique-se a melhorar o que não estiver bem.

Tenha coragem. Decida-se a ser melhor. Trabalhe nisso. 

Sobretudo, convença-se de que você pode aprender e conquistar o que lhe falta. Esforce-se!

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VOCÊ OUVE A SUA INTUIÇÃO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Algo que sempre deixa as pessoas em dúvida é aquela voz interior que recebe o nome de intuição.

Muitos acham que ela seja independente de qualquer processo de raciocínio. Não é!

Estudiosos acreditam que a intuição seja um processo de associação inconsciente e contínuo, como um quebra-cabeça mental. Você observa algo, aí o cérebro vai até seus arquivos e faz a combinação entre o que você observou e as suas memórias, conhecimentos e experiências lá registrados. A partir de então, isto se transforma na voz que você passará a ouvir no seu pensamento quando se deparar com outras observações posteriores.

Às vezes, a intuição nos diz o que desejamos saber.

Outras vezes ela apenas informa que precisamos de mais dados ou de mais raciocínio e análise. Este último caso nunca nos agrada porque tudo o que queremos é ter a certeza e a garantia de uma resposta segura senão ficamos com medo. Na ausência desta resposta do modo como nos agrada, saímos em busca da confirmação dos outros – seja para dividir responsabilidade ou culpa. A verdade é que ninguém se dá bem com o fato de não saber.

Lembre-se, portanto, que nem sempre a intuição dará respostas.  Ela poderá dizer que você não sabe o bastante para decidir sem que investigue mais.

Se isto vier a aconteça, adquira mais conhecimento e aprenda o que falta. Aprimore-se e a sua voz interior será cada vez mais confiável em vez de silenciar.

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QUER FAZER BEM? NÃO ACELERE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Velocidade não é essencial para conseguir eficiência. Qualidade sim.

Já observou que grande parte das tarefas mais difíceis acaba nunca sendo feita? Só de pensar em realizar o trabalho todo e na energia de que iremos precisar, já ficamos desmotivados.

Aí é que entra em cena uma proposta prática e inteligente do grande Henry Ford. Ele dizia “não haver trabalho que não possa ser executado, contanto que seja decomposto em pequenas partes”.

Olhe que dica incrível!

Quando você pensa em fazer algo difícil ou que demandará tempo demais, a primeira coisa que sente é falta de vontade de encarar a tarefa. É uma certa rejeição.

Vou explicar.

A imagem mental dessa atividade lhe causa a impressão de que terá de executá-la de modo rápido e intenso. E esta não é uma visão feliz.  Logo, você começa a pensar em evitá-la até abandonar por completo.

O que fazer, então?

Comece devagar. Será mais agradável. Vá cumprindo etapa por etapa e você verá que a sua velocidade vai aumentar sem forçar.  Em pouco tempo, o seu ritmo interno natural irá colocá-lo em sintonia com a tarefa e você perceberá que a mente está liberando energia e vontade crescentes.

Tome o tempo que for necessário. Mas comece devagar, sem pressa, passo a passo e  logo você estará no ritmo necessário para chegar à conclusão com qualidade.

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UMA HORA PARA O PLANEJAMENTO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Princípio dos mais práticos para qualquer área:

“Uma hora de planejamento economiza três horas de execução.”

Poucas pessoas acreditam nisso. Elas pensam que não têm tempo para esta “hora de planejamento”. Como consequência, perdem-se em meio aos problemas de ontem e de hoje  que, curiosamente, foram causados pela falta de planejamento. Você as verá de lá para cá no escritório reagindo à crises e ‘apagando incêndios’.

O trabalho planejado traz propósito para o que será feito. Sem ele, a pessoa sofre de uma forma estranha de falta de intenção sem saber aonde está indo nem o que, de fato, está fazendo.

Uma reunião planejada com cuidado pode eliminar um terço do tempo que se leva para solucionar os males do improviso e corrigir gambiarras.

O meu amigo Paulo Barion gerenciava a equipe de vendas de uma indústria de embalagens. Seu sucesso era modesto. Certo dia, ele descobriu o princípio do trabalho planejado e passou a aplicá-lo. Passou a  dedicar duas horas de seu fim de semana planejando a semana seguinte.

Ele me disse:

-  “Isto fez toda a diferença do mundo: aumentou o meu domínio sobre um volume de trabalho três vezes maior do que antes e  me deu mais controle sobre todas as minhas obrigações. A semana passou a ser minha.”

Eu tenho certeza disso!

Quando o trabalho tem propósito e medidas claras, é impossível ficar perdido. O trabalho planejado é o que motiva a produzir mais e a preocupar-se menos.

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ISTO É PARA O SEU PROGRESSO NOS NEGÓCIOS E NA CARREIRA

Querido leitor, Cara leitora,

Eu tenho lido o blog e os sites dos principais consultores de empresas e de negócios do mundo. Muitos deles são realmente bons. Mas vejo que a maioria tenta ensinar seus leitores a terem mais respostas. Eu encontro neles técnicas e métodos dos mais variados.

Você está lendo agora um texto da minha autoria. Eu o publiquei no Blog do meu Portal Profissão Atitude, cujo endereço é

http://www.profissaoatitude.com.br/Blog

No meu Blog as coisas são diferentes desde quando nascem. Nele eu faço publicações diárias dos textos que escrevo galgado na filosofia de não dar respostas, mas provocar os leitores a fazerem boas perguntas.

Na verdade, saber o que tem importância crítica em cada negócio ou carreira é o primeiro passo para se tomar boas decisões. E é por isso que quanto mais você souber sobre as perguntas essenciais a serem feitas na sua situação atual, mais rápido você será capaz de encontrar as respostas das quais precisa para avançar, para desenvolver e crescer.

Para melhorar as suas habilidades empresariais ou profissionais não é preciso que você curse uma pós-graduação ou um MBA. Você se surpreenderá ao ver até onde é capaz de chegar quando dominar os fundamentos, a base, os conceitos básicos daquilo a que você se propõe fazer.  Isto sim é o que pode criar um quadro sólido de referência para as suas tomadas de decisões certas.

Então busque conhecer o básico, concentre-se, aprenda bem, aplique-o na prática, observe os resultados obtidos e prossiga melhorando a cada passo. O dia a dia exige que você aja exatamente assim.

E se você quiser uma reflexão sobre negócios a cada dia, mande-me um Whatsapp agora com o seu nome. O meu número é: 

43988141473 

Será uma honra inclui-lo(a) nas minhas listas de envio.  

Um abraço e os meus votos de boa e próspera semana!

 

Abraham Shapiro

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COMO LIBERTAR-SE UM MODELO MENTAL

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Pense no ato de dirigir um carro.  O que você espera acontecer ao pisar no pedal da direita? Se o carro frear, você vai se surpreender. Este pedal devia ser o acelerador.  Sabe por que você tem tanta certeza? Por causa do modelo mental de carros que está gravado no seu cérebro.

Modelo mental é o que aprendemos de como as coisas são no mundo real e como elas funcionam.

O seu cérebro forma modelos mentais automaticamente quando observa e vivencia padrões em todas as experiências do dia a dia. Com frequência estes modelos mentais não são completamente precisos porque somos seres humano limitados tanto no conhecimento quanto na experiência.

A educação é uma das formas de reduzir as nossas limitações e consequentemente elevar o nível dos nossos modelos mentais. É pela educação que internalizamos conhecimento e experiências que outras pessoas coletaram ao longo de suas vidas. Então quando leio um livro e pratico seus ensinamentos, eu passo a ver o mundo de um modo novo.

Um exemplo interessante. Muitos recém-formados em um curso superior acreditam em ideias falsas, como: “A minha profissão não tem nada a ver com venda”.

Tão logo entram no exercício profissional prático, com toda certeza são obrigados a corrigir este modelo mental, pois, venda é um quesito presente em absolutamente tudo: do amor a uma viagem espacial, e condição básica de sobrevivência.

Aonde quero chegar? À necessidade de questionar.

Sempre que questionamos os nossos modelos mentais, alcançamos benefícios. Eu aprendi a fazer boas perguntas com os meus mestres, e ultimamente deparei-me com uma obra do filósofo Bertrand Russell  que dizia: “Uma das coisas mais saudáveis da vida é, de vez em quando, colocar um ponto de interrogação naquilo que você naturalmente aceita como verdadeiro”. Não foi coincidência.

Experimente!

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A FALÁCIA DE ENCONTRAR PAIXÃO NO TRABALHO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

- “Encontre a sua paixão. Trabalhe com o que você ama.”

- “Faça o que gosta e o seu trabalho será uma diversão!”

Já ouviu algum destes conselhos antes? Eu, muitas vezes.

“Siga a sua paixão no trabalho” é uma expressão que tem sido crescente e vertiginosamente mencionada nos livros em inglês, desde 1990. E muita gente a aceita com facilidade porque é “fofa” e parece gostoso vivenciá-la!

A má notícia é que pesquisadores avaliaram as consequências disso e seus estudos já aparecem com evidência na literatura especializada dando conta de que se trata de mais uma ilusão ou modismo corporativo.

A ideia de “procurar paixão” apresenta problemas. Um deles – muito grave – é que, diante das dificuldades naturais de qualquer profissão, as pessoas que vão por esta via tendem a desistir. Elas pensam: “Ora, se está díficil, é porque eu não me identifico; logo, não deve ser a minha paixão.” E pulam para outra atividade.

Os pesquisadores descobriram que paixão pelo trabalho não é algo que se encontra definido, mas se desenvolve. Prazer, gosto e satisfação são benefícios obtidos pela dedicação a aprender, a desenvolver habilidades e a superar limitações. Não é mágica, milagre e nem força do destino.

Se você está em fase de escolher uma profissão ou em busca do emprego dos seus sonhos, não espere encontrar amor, sentimentos ou resultados já prontos. Tudo isso irá depender do foco, do esforço e da sua disposição em melhorar continuamente. Aliás,  como sempre foi – desde os tempos de Adão e Eva.

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NÃO SE PERMITA "EMBURRECER"

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Pense no ato de dirigir um carro.  O que você espera acontecer ao pisar no pedal da direita? Se o carro frear, você vai se surpreender. Este pedal devia ser o acelerador.  Você pensa assim por causa do modelo mental de carros que está gravado no seu cérebro.

Modelo mental é o que aprendemos de como as coisas são no mundo real e como funcionam.

O seu cérebro forma modelos mentais automaticamente ao observar e vivenciar padrões em todas as experiências do dia a dia.

Com frequência os modelos mentais que você e eu formamos sozinhos não são completamente precisos. É fácil entender. Somos seres humano, isto é, limitados tanto no conhecimento quanto na experiência.

A educação é uma das formas de elevar o nível dos nossos modelos mentais. Por este meio, internalizamos conhecimento e experiências que outras pessoas coletaram ao longo de suas vidas. Daí, ao ler um livro e praticá-lo, você e eu passamos a ver o mundo de um modo novo.

Um exemplo interessante. Muitos recém-formados numa faculdade, por exemplo, acreditam em ideias falsas, como: “a minha profissão não tem nada a ver com venda”.

Assim que entram no exercício prático profissional, com toda certeza são obrigados a corrigir este modelo mental, pois, venda está presente em absolutamente tudo: do amor a uma viagem espacial.

Onde quero chegar? À necessidade de se questionar. Quando questionamos os nossos modelos mentais alcançamos grande benefício. Eu aprendi a vantagem que há em fazer boas perguntas com os meus mestres. Ultimamente, não por coincidência, deparei-me com o filósofo Bertrand Russell e tudo se confirmou. É dele a frase: “Uma das coisas mais saudáveis da vida é, de vez em quando, colocar um ponto de interrogação naquilo que você naturalmente aceita como verdadeiro.”

Experimente!

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PAÍS EMPREENDEDOR? MENTIRA!!!

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

As pessoas se orgulham de algumas afirmações sem nada saberem a respeito. Uma delas é que o Brasil é um país empreendedor.

Acho que é sim, pois, está no DNA do brasileiro querer ter negócio próprio e não depender de emprego e patrão.

Mas sabe por que um percentual enorme de empresas brasileiras vai muito mal e tem vida curta? Não é por culpa do governo, mas porque os tais empreendedores se convencem de que sabem de tudo e não vão à busca da capacitação de que necessitam. Eles presumem saber o que é uma empresa, o que ela faz, como funciona e que tudo é fácil e simples, carecendo só de energia e tempo.  Mas não é!

O mundo dos negócios constitui um dos campos mais complexos da experiência humana. Compreender como as empresas funcionam pode ser muito difícil.  Mas elas estão por toda parte. Dia após dia elas entregam o que queremos com rapidez, eficiência e pouco estardalhaço.

Olhe a seu redor. Quase todo bem material que o cerca neste momento foi criado e entregue a você por alguma empresa. São tantas coisas diferentes que ninguém imagina o que geléia de mixirica tem em comum com companhias aéreas. Mas tem. Se forem empresas de sucesso e com histórico de anos, há em comum entre elas o conhecimento de gestão e suas variantes, além de profissionais que sabem o que fazer e o que decidir em cada área.

Não entre num negócio sem conhecimento. Aprenda antes.  Profissionalize-se. O seu sucesso depende disso e não só de motivação, boa vontade e desejo de vencer.

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CUIDADOS EM UMA SOCIEDADE FRAUDULENTA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Esta semana eu vi um vídeo com a entrevista de um especialista em fraudes. Ele explicava que hoje em dia não há como clonar um cartão de crédito. Todos possuem um chip com informações e isso não é fácil falsificar.

Mas ele alertava que os golpes com cartões ocorrem quando o funcionário de má índole de estabelecimentos comerciais tem acesso visual e memoriza os três algarismos do código de segurança do cartão. Ele pode copiar as informações que ficaram registradas no recibo da empresa e, de posse destes dados e do código de segurança, passar a alguém que realiza “n” transações sem necessidade alguma da senha pela Internet.

Muita gente não acredita que isso possa ocorrer. Talvez você mesmo.

É da natureza humana achar improvável que seja enganado em determinada transação, pelo menos até que tenha algum motivo para acreditar no contrário. Ponderamos o risco e, em seguida, na maior parte das vezes, damos às pessoas o ‘benefício da dúvida’ acreditando que elas são boas. Muito bom! Assim são as pessoas civilizadas... pelo menos as pessoas civilizadas que nunca foram enganadas, manipuladas ou trapaceadas numa soma grande em dinheiro.

Quando éramos crianças, os nossos pais nos ensinaram a não confiar em estranhos. Talvez todos devêssemos adotar este princípio hoje, especialmente num país onde a maior parte das notícias falam de bandidos gentilmente libertados da prisão por altos tribunais, sem que restituam as fortunas roubadas e com reputação de inocentes perante toda a sociedade.

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CHEGA DA BESTEIRA DO COPO MEIO CHEIO OU MEIO VAZIO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Li recentemente um texto de autoria do escritor Mark Manson. Ele diz que, no início da década de 1960, virou moda desenvolver uma ‘autoestima alta’ — ter boa autoimagem e se sentir bem consigo mesmo. Naqueles dias, os psicólogos concluíram que as pessoas que se consideravam admiráveis tendiam a se sair melhor e ter menos problemas.

Estudiosos e legisladores da época acreditaram que aumentar a autoestima da população traria benefícios sociais como: redução da criminalidade, melhora no desempenho acadêmico, geração de empregos e até redução do deficit no orçamento.

Em 1970, as práticas relacionadas à autoestima começaram a se alastrar.

As notas escolares dos estudantes com baixo desempenho eram elevadas artificialmente para que não se sentissem tão mal. As crianças recebiam deveres de casa inúteis, como escrever as características que as tornavam especiais. Pastores e sacerdotes diziam a suas congregações que cada um ali era especial aos olhos de Deus, que todos estavam destinados a se destacar e a superar a mediocridade. Seminários empresariais e motivacionais ensinavam que cada um de nós pode ser excepcional e extremamente bem-sucedido.

Hoje, somos a geração que colheu os frutos daquele “show”. Não somos todos excepcionais e sentir-se bem consigo mesmo não significa nada, a não ser que você tenha um bom motivo para isso.

O que sabemos, sim, é que adversidade e fracasso são úteis e até necessários para o desenvolvimento de adultos determinados e bem-sucedidos.

O verdadeiro valor de uma pessoa não é medido pelo modo como ela vê as experiências positivas, e sim as negativas. Quem nutre uma boa autoestima verdadeira enxerga com honestidade suas partes negativas e age a fim de se aprimorar.

O que quero dizer é: chega daquela ilusão imbecil de só enxergar a parte cheia do copo, afinal, em qualquer ponto do Planeta onde exista ar, o copo jamais estará vazio.

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O LADO POSITIVO DA AMBIÇÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Eu gosto de pensar na ambição como a insatisfação que sinto com a minha situação atual  e o desejo de melhorar por iniciativa própria.

Você deve aspirar ir além do patamar que já conseguiu alcançar. Não há mal algum nisso porque estar satisfeito com a sua situação atual pode ser comodismo.

Pense como é importante investir esta energia que se renova a cada dia dentro de nós para irmos um pouco mais adiante, para conquistar novas fronteiras e superar o que já conseguimos ser  como profissionais, como pessoas de negócios, como seres humanos!

Isto não é uma crítica ao status quo. Pessoas passivas ou acomodadas gostam de seu estado atual. Elas já criaram raízes, não desejam sair de onde estão e não questionam absolutamente nada de sua condição:

- Fazem uma faculdade porque os outros esperam isso delas, e não por querer aprender algo. 

- Não tentam aprender outra língua. 

- Pensam em abrir um negócio, porém nunca decidem realizá-lo.

- Desejam escrever um livro, mas jamais o escrevem.

E assim vão ‘existindo’ em vez de ‘viver’.

É certo que o acomodado está livre de desafios e de riscos. Mas ele experimenta um desespero silencioso que o deixa frequentemente diante das inquietantes perguntas: “Isso é tudo o que eu posso? Será que não estou perdendo alguma coisa?”

Por favor, entenda! Não há nada de errado com a ambição – desde que seja um sentimento que se converta na luta para ser melhor.

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