COMO LIDAR COM TALENTOS VERDADEIROS

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ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

O que estamos fazendo com os grandes talentos que recrutamos? 

Há processos de seleção fantásticos, eu vejo.  Mas depois, os contratados  são postos num canto qualquer da empresa para executar tarefas vazias e sem nenhum propósito. Aí eles se perdem.

Então, permita-me repetir: “O que estamos fazendo com os grandes talentos que recrutamos?” 

Minha resposta é clara: dê a eles missões inspiradoras! 

Um gestor bemsucedido, para mim, é aquele que busca fazer com que sua coleção de talentos o surpreenda e encante (ou espante) ao buscar territórios inexplorados que ninguém poderia imaginar. Se esse gerente não for rotineiramente surpreendido pelos lugares aonde seus funcionários talentosos o levam, ele  não é um selecionador de talentos que valha a pena.

Em seu extraordinário livro “Os Gênios da Organização”, Warren Bennis e Patricia Ward Biederman fazem duas afirmações: 

A primeira:  

“Os grupos só se tornam grandes quando todos neles, líderes e membros igualmente, são livres para dar absolutamente o melhor de si”, 

e a segunda: 

“A melhor coisa que um líder pode fazer para um grande grupo é permitir que seus membros descubram a própria grandeza”.

Em 99% das organizações as pessoas quase nunca são “livres” para “dar absolutamente o melhor de si” e “descobrir grandeza”. 

Então restam a qualquer gerente apenas duas opções: ou transforma esta prática em seu mantra, ou aceita a desmotivação e a trivialidade. E dependendo da escolha, será bom saber que nenhuma estratégia, não importa quão inteligente ou sábia, poderá salvar sua empresa.

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