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VOCÊ SABE QUAL É O SEU PAPEL?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Qual é o seu papel?

A palavra “papel” já é de uso comum em muitos contextos, e tem origem na dramaturgia. Ela indica a parte assumida por um ator em uma peça teatral,  ou filme.

No dia a dia, o seu papel é o que você demonstra através das suas atitudes  e, igualmente importante, o que as pessoas conseguem interpretar  do seu modo de agir.

Imagine, por exemplo, que um policial pare o seu carro numa rodovia, e ao se aproximar, quando você já preparou o documento do veículo e a sua carteira de habilitação, ele lhe pergunte:

- “Você já ouviu a piada do papagaio?”.

O que você sentiria diante disso?

A maioria de nós não iria se divertir nem um pouco. Este policial se desviou de seu objetivo profissional e frustrou a nossa expectativa. Nós esperávamos que ele se desempenhasse de outra forma.

Então, repito a pergunta: “qual é o seu papel?” No trabalho você o desempenha como esperam? Você está consciente dele e mantém essa consciência? Ou perde a linha em meio a comportamentos que confundem as pessoas,  como aquele policial piadista?

Descubra qual é o seu papel e viva-o com assertividade e seriedade, jamais por atitudes duvidosas. Se você não está bem informado sobre como fazer isto, procure  ajuda.  Só não se apegue às suas próprias conclusões, especialmente quando se sentir em dúvida, porque, hora dessas, o que você acha poderá provocar grandes perdas.

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CIRURGIÃO ATRAVÉS DE LIVROS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Ouvi um empresário dizer a um de seus funcionários:

- “Eu não preciso de formação alguma. Aprendo e faço qualquer coisa que eu desejar ou precisar. Se tiver de fazer uma cirurgia cardíaca, por exemplo, eu vou descobrir quais são os dez melhores livros do mundo desta área, estudá-los e  farei a tal cirurgia!”.

Eu não suportei tamanha petulância. E mesmo convicto de que nunca devo permanecer diante de um bode, atrás de um jumento, ou a qualquer lado de um tolo, dei o meu palpite:

- “Creio que, mesmo lendo todos os livros já escritos nesse planeta sobre como tocar piano, você jamais interpretaria uma sonata de Beethoven ou uma Fuga  de Bach. Nem  a mais simples delas!”

Eu acredito no autodidata – pessoa que tem a capacidade de aprender algo sem um professor ou mestre lhe ensinando ou ministrando aulas. O próprio indivíduo, com seu esforço particular intui, busca e pesquisa o material necessário para sua aprendizagem.

O autodidatismo é alvo de estudos acadêmicos devido especialmente à expansão dos sistemas educacionais online. Tais estudos visam a compreensão das práticas pedagógicas, a relação entre o uso de tecnologia e a concepção de conhecimento e educação envolvidas no processo.

Dentre autodidatas famosos, podem ser citados o 16º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, os escritores Ray Bradbury, Machado de Assis e o polímata Leonardo da Vinci.

Gosto muito de ler e fui criado no meio de montanhas  de livros. Mas já vivi bastante para saber que tudo o que se faz neste mundo requer teoria, prática, sensibilidade e uma boa dose de repetição, de modo a levar os resultados desde o nível medíocre até ao da máxima expertise. É assim com o cirurgião, com o músico instrumentista, com o lapidador de diamantes, com o designer, o pedreiro, o marceneiro ou o mecânico.

E por estes comentários, acabo de declarar a razão por que não vejo com bons olhos jovens recém-formados ocuparem a posição de professores universitários. Se eles realmente forem bons, só o serão na teoria. E teoria nas áreas profissionais, como todos sabem,  é, na melhor hipótese, a terça parte de tudo o que se deve saber.

 

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APRENDA A SER O MELHOR NEGOCIANTE DA PRAÇA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Numa de suas batalha, Napoleão Bonaparte  pessoalmente dirige-se a seus homens.  Emocionado, o general faz um discurso pela pátria, e diz:

- “Soldados. Chegou a hora definitiva! Vamos atacar o inimigo. Agora será um combate homem a homem, corpo a corpo!”

Naquele batalhão havia um soldado Judeu, pertencente a uma família de tradicionais negociantes. Ele detestava guerras. Ingênuo em assuntos militares, mas excelente nos negócios, não se envergonha em levantar sua voz dirigindo-se a Napoleão, e faz-lhe uma proposta:

- “Perdoe-me a pergunta, senhor. Seria possível indicar-me qual homem será o meu? É que talvez eu possa negociar diretamente com ele e evitar maiores encrencas”.

Todo bom negociador tem um objetivo.

Imagine-se, por exemplo, comprando uma geladeira. Se você tem dinheiro vivo para pagar, você não é um fulano qualquer.  Todo mundo, hoje, compra a crédito. Não você nesta ocasião.

Vamos analisar este fato sob outra ótica. Você está “vendendo” o seu dinheiro. O lojista deseja o seu din-din mais que qualquer outra mercadoria no mundo. Ele vai lhe pagar com uma geladeira.

Então, negocie! Crie uma concorrência, pois, quanto mais pessoas quiserem o seu dinheiro, mais valor terá.

Como fazer isso? Vá a outras lojas. Veja o que elas fazem para ficar com o seu dinheiro dando em troca uma geladeira. Depois mostre àquele primeiro lojista o que ele já sabe: que as outras lojas estão loucas pela sua grana. É assim que você aumenta o seu poder.

Prossiga até conseguir a melhor geladeira que o seu dinheiro pode comprar.

Mas lembre-se que para ser um ótimo negociador você precisa de muita prática. Esta prática assídua e progressiva lhe dará autoconfiança na medida.

Para ser um negociador de sucesso você terá de conseguirá andar sobre as águas. Não se surpreenda com esta minha dica. O segredo de andar sobre as águas – desde quando alguém fez isto e ficou famoso – é saber, de antemão, onde é que estão as pedras sobre as quais você irá pisar e estabelecer o caminho mágico aos olhos de todos os que o virem.

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ESCREVER BEM É DIFERENCIAL DE SUCESSO NA CARREIRA

AVRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Houve um escritor que declarou haver três regras para escrever um bom romance. E completou: “o problema é que ninguém sabe quais são”. Escrever um bom relatório ou uma proposta eficaz também é assim. A questão não são as regras, mas sobretudo “o que funciona” e “o que não funciona”.

A maior satisfação da vida profissional é constatar que aquilo que você escreveu causou o impacto que desejava, e foi persuasivo. Isto acontece quando as pessoas usam o seu texto para algum fim. Eu me sinto com a minha missão cumprida quando os meus textos servem para ajudar as pessoas a serem melhores ou a trabalhar com mais assertividade.

Um texto bem escrito consiste de palavras simples e curtas, e de parágrafos breves, fáceis de ler.

Sempre é possível transformar tudo numa linguagem clara, legível e objetiva. Exige conhecimento e treinamento.

Escrever é uma habilidade pouco desenvolvida entre jovens recém-formados, já que a maior parte das universidades dá pouca prioridade à escrita em seus cursos. Alguns professores, infelizmente, só criticam ou fazem piadas sobre as expressões ridículas de trabalhos e provas de seus alunos.

Profissionais bem-sucedidos em quaisquer áreas se comunicam bem quando escrevem. Aliás, eles não teriam chegado aí sem dominar esta arte. E os que têm dificuldades, contratam o auxílio de tutores ou coaches para lhes dar conhecimento de gramática e redação.  

E quanto a você? Se a sua escrita não é satisfatória, o que está esperando? Mexa-se. Sua vida profissional pode estar em apuros. Comece a estudar português e redação hoje mesmo. Invista naquilo a que poucos dão valor. As suas chances de sucesso se ampliarão exponencialmente. Eu garanto.

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COMO AZARAR A VIDA DO FUNCIONÁRIO COM UM FEEDBACK

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Se você ignora uma criança, ela chamará a sua atenção de leve.   Caso ela não consiga seu intento, então fará barulho, vai chorar ou gritar.

Com adultos também é assim. Um prisioneiro confinado na solitária é capaz de qualquer coisa para sair dali, incluindo melhorar seu comportamento por um tempo,  só para evitar a situação com pouca ou nenhuma interação com outros.

Na administração, um recurso importante no relacionamento construtivo chama-se “feedback”.  É a ferramenta que permite a uma pessoa conhecer como seus superiores avaliam seu desempenho e conduta com o objetivo de reorientar ou estimular comportamentos mais adequados dali em diante.

Dar feedback não é gentileza, é necessidade. Por isso algumas empresas instituem o feedback periódico do gestor a seus subordinados – o que requer acompanhamento e entendimento real de todas as situações que se passam com os membros de sua equipe, o que nem sempre acontece.

Chega a data do feedback. Lá vai este “gerentão banana” abrir  a boca para falar aleatoriedades e platitudes – coisas que acabam por prejudicar o desempenho do subordinado em vez de fortalecê-lo. E cá entre nós, é imenso o número de gerentes incompetentes e tolos que, por estarem a um passo de ser vistos como tais, fazem o que fazem somente para justificar seu cargo e salário.

Sim, os estragos que estes imbecis podem causar por falar besteiras em seus feedbacks são bem piores do que feedback nenhum.

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SER LÍDER DE VERDADE: O QUE É? COMO É?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Empresas não precisam de líderes. O que elas precisam é de liderança.

É um erro fixar o pensamento na imagem estereotipada do líder como uma figura cheia de capacidades, sentado numa mesa ampla, com poderes de fazer colocações maravilhosas  e oratória brilhante para resolver todos os problemas. Isto não é real. É fantasia. Fantasia nociva.

A força verdadeira de um líder nada tem com sua imagem, e menos ainda com uma genética rara. Líder é aquele que é capaz de fortalecer um grupo a ponto de fazê-lo tornar-se uma equipe.

Se cada um busca seus próprios interesses e tem opção de “ficar na sua” isto não passa de um amontoado de gente, um grupo. Eles estarão fisicamente próximos, sim, porém, somente quando partilham de um objetivo comum  é que serão uma equipe.  Eis aí o maior e mais revelador desafio de qualquer líder. E este "objetivo comum" é, obrigatoriamente, a missão e a visão da empresa - nutrido por seus valores.

Qualquer empresa necessita de muitas pessoas que tenham esta capacidade, e não somente de uma, pois não se trata de um reino, mas de um negócio.

As pessoas imaginam liderança da mesma forma como pensam em sucesso porque esperam chegar o mais alto possível, subir a ladeira e conseguir a posição mais alta para seu talento. Mas acredito piamente que, em liderança, o resultado final não é “a que ponto conseguimos chegar”, mas “a que ponto levamos os outros”.

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COMO ACABAR COM AS PANELINHAS DE FUNCIONÁRIOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Funcionários passam muitas horas trabalhando juntos nas empresas. Seus relacionamentos tendem a virar amizades. Parece normal. Não é. Amizade no trabalho merece tanto cuidado quanto manejar explosivos.

Empresa é lugar para se ter colegas, não amigos. Amizade pode converter-se em cumplicidade, quando não em “rabo preso” – situação em que um indivíduo deve favor a outro e não tem como denunciá-lo por causa justa.

Já vi de tudo na vida de consultor empresarial. Vi diretores protegerem gerentes. Vi gerentes acobertarem supervisores. E essas histórias horrorosas  só aconteceram devido ao excesso de sentimentalismo com que o dono tratava os funcionários. Ninguém se empenhava em cumprir os processos que resultavam em lucro. Mas para criar “panelinhas” ou feudos pessoais, essa gente era perita. 

Quando chefes saem com subordinados para a cervejinha pós-expediente e permitem regalias, mostram ser gente que devia pensar melhor sobre a seriedade que seu cargo requer. Atitudes como esta tendem a  virar confusão na cabeça dos subordinados.

Eu o aconselho a mudar o incentivo à amizade na sua empresa. Motive o coleguismo e a cooperação em função da missão, visão e valores. Deixe claro a todos quais sejam seus papéis.  E que os gestores saibam como inspirar respeito nos subordinados já que o gestor que aprende sempre e se cuida, sabe se comportar. E comportamento bom e adequado é 99% do valor real de qualquer ambiente.

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PARA QUÊ EXISTEM AS EMPRESAS?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Tem empresa demais obcecada por dinheiro. Parecem mais interessadas em vender e ter lucro do que em clientes. De onde pensam que os lucros vêm?

De que adianta um diretor estar o tempo todo preocupado com seu cargo e com as metas dos vendedores se não lhe sobra tempo algum para pensar em clientes?

Imagine uma empresa feita para atender, projetada para melhorar a vida das pessoas em algum aspecto específico. Isto não significa e jamais significará que tenha de ser uma instituição de caridade.  É justo que  tenha lucro e sucesso.

Eu sou consultor de empresas a fim de ajudá-las a vender mais e a ganhar dinheiro.  E confesso que adoro quando encontro empresários preocupados com o atendimento, em fazer bem à gente  que se beneficia de seus serviços ou produtos e que essa gente pague bem por isso.  Não é exatamente este  – ou deveria ser – o propósito de todo negócio – seja emissora de tevê, concessionária de veículos, agência de viagem ou hospital?

Eu e o resto dos habitantes do planeta queremos receber aquilo por que pagamos em qualquer estabelecimento comercial. Cliente algum quer ser enganado ou ficar em segundo plano. Por isso, ele se sentirá muito melhor ao constatar este esforço por parte da empresa do que vê-la fazendo tudo para apenas ser a maior ou a melhor da cidade.

O consumidor se derrete todo pela empresa cuja proposta o ajude a fazer coisas que ele nunca pensou serem possíveis. Ele voltará para comprar mais... muitas vezes!

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PARA QUE O CLIENTE VOLTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Não existe outra saída. As empresas precisam tratar as pessoas de modo mais personalizado e, se possível, individual. As “de dentro” e “as de fora” também.

Quero falar um pouco mais sobre clientes. Com a sua permissão.

É melhor conhecer bem poucos clientes do que conhecer muitos superficialmente.

É melhor ter alguns insights profundos do que planilhas e mais planilhas de médias numéricas.

É melhor satisfazer desejos reais do que muitas necessidades imaginárias.

A menos que você seja uma empresa com um cliente só, você terá de administrar um dilema. Que dilema? Ter porte e ganhar escala para ter lucros sem perder a intimidade com as pessoas.

Isto exige que se encontre o ponto de equilíbrio entre customização e padronização,  buscando novos clientes e atendendo melhor aos já existentes. Não é fácil e nem simples. Exige olhos de águia para não deixar passar nenhum detalhe.

Assim, o nosso grande desafio é redefinir a proposta, o objetivo, os processos que desempenhamos e o impacto do negócio desde a ótica do cliente. Sim, porque o ponto de vista do cliente é mais amplo e rico do que 99% das empresas conseguem saber.  E, para piorar, ele exige um mix de produtos e serviços maior à medida que o tempo passa.

Não perca de vista todas as oportunidades de venda.  Porém, busque a construção de relacionamentos sadios e vantajosos, ainda que isto requeira de você e do seu pessoal mais atenção, mais cuidado e mais suporte. Você vai precisar de recursos para investir em capacitação para que todos correspondam a este propósito.

Conheço uma empresa que está morrendo. Seu diretor comercial e o gerente de vendas pressionam sua equipe para trazer números apenas. Estipulam metas a partir de sonhos impossíveis com que  desejam fazer bonito aos olhos do patrão para não perderem o emprego. Não estão nem aí com os relacionamentos que dão sustentabilidade, com a satisfação dos clientes, com as sugestões que clientes antigos oferecem para melhoria etc. Esta combinação de atitudes destrutivas só tem acelerado a desgraça iminente. E o fim chega todos os dias, pois, mais e mais clientes se desligam da empresa conscientemente – e não voltam para comprar. E aqueles “ogros dos negócios” culpam a modernidade, a tecnologia, o mercado, só não a si mesmos.  É claro. Seus salários estão garantidos, por enquanto. "Danem-se os clientes!", eles dizem de si para si mesmos!

Não mude as regras. Pense no cliente e coloque-o em seu devido lugar! Tente ver o que você faz desde o modo como ele vê. De nada adianta ter um negócio que pareça bom, se o cliente não sentir-se atraído a ponto de voltar para comprar mais. Esta é a lei da sustentabilidade de qualquer negócio debaixo do Sol.

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DEPOIS DE GANHAR TUDO, O QUE REALMENTE IMPORTA?

TEXTO DE ABERTURA DA SÉRIE ZEITGEIST, O FILME*

Minha avó era uma pessoa maravilhosa. Ela me ensinou a jogar banco imobiliário.

Ela percebeu que o objetivo do jogo é adquirir.

Acumulava tudo o que conseguia até se tornar dona do tabuleiro. E então me dizia sempre a mesma coisa:

- “Um dia você vai aprender a jogar...”

Certo verão, joguei Banco Imobiliário quase todos os dias, o dia inteiro. E naquele verão aprendi a jogar. Percebi que só podemos ganhar se nos dedicarmos totalmente à aquisição. Percebi que o dinheiro e a propriedade são a única forma de marcar pontos. E no final daquele verão já era mais impiedoso do que a minha avó. Estava pronto para ganhar o jogo de qualquer um.

No outono, sentei-me com ela para jogar. Fiquei com tudo o que ela tinha.  Eu a vi dar-me, para o meu maior prazer, seu último dólar e desistir, totalmente derrotada.

E então ela tinha mais uma coisa para me ensinar. Ela disse:

- "Agora tudo vai voltar para caixa: todas essas casas e hotéis; todas as ferrovias e empresas públicas; todas essas propriedades e todo esse maravilhoso dinheiro vai tudo voltar pra caixa. Nada disso foi realmente seu. Você ficou todo orgulhoso por causa disso. Mas o jogo já estava aqui muito antes de você decidir jogar. E vai estar aqui depois de você partir. Jogadores vão e vêm. Casas e carros, títulos e roupas, até mesmo o seu corpo. Porque o fato é que tudo o que consigo, consumo e acumulo vai voltar para caixa e eu vou perder tudo. Por isso você tem que perguntar para si próprio quando finalmente conseguir a maior das promoções, quando comprar o maior dos bens, quando comprar a maior das casas, quando tiver acumulado segurança financeira e subido a escada do sucesso até o mais alto degrau a que lhe é possível chegar, e a emoção se acabar – e vai acabar – ...e depois? Até onde você precisa ir para perceber aonde esse caminho leva? Com certeza você compreende que nunca terá o suficiente. Por isso, terá que perguntar-se a si mesmo: o que realmente importa?”

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Filme de 2007 produzido por Peter Joseph que aborda temas como cristianismo, os ataques de 11 de setembro e a fundação do Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve).  Foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007. 

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TEM CERTEZA DE QUE VOCÊ É FELIZ?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Um dos mais famosos caçadores de tesouros submersos do mundo é o norteamericano Mel Fisher. Ele passou quatorze anos de sua vida procurando tesouros no fundo do mar e encontrou muitos. Ele contava que após cada descoberta, ele sentia-se extremamente feliz, mas depois vinha uma depressão que o lançava uma nova ‘caçada’.

Lendo sua história, eu pensei: por que nos esforçamos para conseguir mais e mais coisas na vida e mesmo quando as conseguimos  acabamos por achar que não são satisfatórias ou suficientes?

A Cultura Ocidental parece considerar a felicidade como a meta final da vida, e define felicidade como ‘estar livre de qualquer aflição ou problema’ e ‘curtir todos os prazeres que aparecerem pela frente’.

Mas a nossa vida humana tem um propósito. Se ‘ficar contente’ fosse a única coisa a se buscar, uma pessoa dotada de inteligência e inúmeras potencialidades seria contraprodutiva, já que vacas num pasto são, com certeza, mais contentes do que seres humanos sofisticados.

Para que uma pessoa tenha autoestima. A palavra ‘estima’ vem do latim. Significa avaliar ou ‘medir o valor’.

Já observou como atribuímos valor às coisas?

Eu tenho um belo relógio de parede. Seu mecanismo está quebrado há muito tempo e não tem conserto. Mas eu o mantenho ali porque é uma peça que tem valor estético. Combina com a mobília da minha sala.

Mas quando o  meu abridor de latas quebra, eu me livro dele imediatamente. Não tem nenhum valor estético e, como não serve para seu propósito funcional, não vale mais nada para mim.

Eu acho que maioria de nós não pode realmente pensar em si próprio como tendo um grande valor estético. Assim, só temos a oportunidade de sermos ‘funcionais’ para que façamos a nossa autoavaliação.

Então: “Qual é a nossa função?” “Para que servimos?”

O modo de vida que determina o prazer como bem supremo ou finalidade e fundamento da vida chama-se Hedonismo.  Será que alguém conseguiria gratificar seus desejos físicos de modo a que isso fosse o sentido de sua existência por toda a vida?

Em outras palavras, o que poderia um hedonista fazer quando a questão de encontrar um propósito na vida se intrometesse em sua consciência? Seu único recurso seria tentar se esquivar destes pensamentos, talvez usando algum entorpecente, álcool etc.

Portanto, se não existe um significado ou sentido intrínseco no conforto, como podemos preencher a nossa vida com um verdadeiro significado?

Eu tenho para mim que uma das respostas encontra-se numa questão. E ela é: “pelo que vale a pena morrer?” Só quando sabemos isso é que temos claro e inequivocamente “pelo que vale a pena viver”.

E a minhca convicção é de a única meta que preenche esta inquietante pergunta é espiritual.

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VOCÊ QUER SER PALESTRANTE?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Uma elegante jovem aproximou-se de mim, no café, e me questionou:

-  Terminei o curso de administração e já iniciei uma pós-graduação. Quero tornar-me palestrante para grandes empresas. O senhor acha que eu vou conseguir?

Na minha simplicidade, eu respondi:

- A pergunta correta não é “se você vai”, mas “quando você conseguiria ser uma palestrante”.  Está bem. Eu lhe direi o que fazer. Trabalhe na sua área por pelo menos dez anos. Leia tudo o que for possível, pratique rigorosamente o que aprender e torne-se uma “maluca apaixonada” por entender como são as pessoas. Só então você terá juntado o acervo mínimo para falar coisas com sentido e começar a ser ouvida.

Então ela me devolveu:

- E se eu fizer o curso de palestrantes que está super famoso, em São Paulo?

E eu:

- Neste caso, você poderá seguir a carreira de atriz.

Sabe qual a interpretação do que eu disse àquela iludida moça? Uma palestra não é uma peça teatral. Um palestrante corporativo precisa ter fundamento para abrir a boca:  ideias consistentes, conhecimento e, acima de tudo, experiência.

Treinamentos, consultoria, palestras etc...  tudo isso só pode ser fruto de muito estudo e muita, muita prática. 

O que não for assim, será apenas uma produção barata. E quem contratar acabará jogando dinheiro no lixo!

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COMO ALCANÇAR ENTENDIMENTO EM TODAS AS SITUAÇÕES

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Eu cheguei ao responsável por Recrutamento e Seleção daquela indústria e perguntei:

- “Como você escolhe o melhor candidato para uma vaga da sua empresa?”.

Ele começou a explicar. Eu esperei terminar e então falei:

- Eu esperava que você me perguntasse o que eu entendo por ‘melhor candidato’. Mas você não perguntou.

Ele me olhou surpreso. Aí eu expliquei:

- Sabe o que é? “O melhor candidato” é algo que varia de tempos em tempos.  Há alguns anos, nós vivemos uma escassez de profissionais. Naquela época,  ‘o melhor candidato’  era um profissional com perfil muito inferior ao que hoje é possível selecionar, porque o cenário mudou.

Tudo bem. Se você entendeu, prezado leitor, ótimo. Mas eu não quero falar sobre seleção de funcionários. O tema  é só um gancho para que eu desperte em você a capacidade e a curiosidade de fazer boas perguntas.

Quem faz perguntas inteligentes traz luz  sobre a situação em foco. 

Questionar é vital para que exista entendimento pleno. Aquilo em que se acredita, hoje, poderá mudar amanhã.  E muda! Hábitos, costumes, o senso comum, filosofia de vida...

Imagine alguém dizer:

- Quantas vezes você surra o seu  filho  durante a semana?

Você não iria exigir mais detalhes?

- “Surrar o meu filho? Do que você está falando?”

É isso. Não só nas  situações em que a sua reputação estiver em jogo, mas em qualquer ocasião, faça perguntas. Faça boas perguntas. Investigue antes de responder.  Você proporcionará para si mais condições de discernimento e de usar a sua inteligência de modo mais útil.

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É PARA MOTIVAR. MAS PODE DEPRIMIR

REVISTA  ÉPOCA NEGÓCIOS - 05/06/2013 

Construção de times, coaching, desenvolvimento mental, programa de liderança... Que grande empresa nunca passou por isso? A ideia é estimular a comunicação, reforçar a identidade da equipe e, claro, melhorar o desempenho do pessoal. Mas nem sempre dá certo. Que o diga F.M., gerente de uma grande organização. Ela procurou o psiquiatra Frederico Porto, de Belo Horizonte, com sintomas de depressão. Havia acabado de passar por uma dinâmica dessas, promovida por uma consultoria de RH.

A proposta do encontro era que os altos executivos expusessem suas vulnerabilidades e desenvolvessem intimidade uns com os outros. O resultado, diziam os consultores, aumentaria o nível de confiança entre os membros da equipe. Mais empatia levaria a mais cooperação e a resultados melhores.

F., a princípio, não se sentiu confortável em falar de sua vida pessoal nem de ressentimentos em relação aos colegas. Mas o ápice de seu mal-estar foi quando o consultor pediu para que as mulheres ficassem de um lado da sala e os homens de outro. Em seguida, pediu à turma masculina que opinasse sobre cada mulher, em público, com ênfase no aspecto sexual.

O resultado foi um fracasso completo. “Em seguida, ela pediu uma licença médica à empresa”, diz Porto, um psiquiatra que também atua como consultor organizacional. “Ficou tão envergonhada e mexida que dizia que, na volta ao trabalho, pediria demissão.”

Desastres como esse são raros. O mais comum, quando a empresa embarca em dinâmicas de grupo heterodoxas, é uma leve sensação de tempo perdido. Há casos em que o treinamento dá muito certo, e formam-se laços onde antes havia rixas. Mas pode acontecer o oposto: formarem-se rixas onde antes não havia nada.

Em geral, consultores que aplicam treinamentos assim acreditam que as pessoas devem ser autênticas no trabalho. A premissa é válida, mas há limites. E cada um deve saber o seu. Se você for passar por um treinamento desses, convém aplicar uma dose de hipocrisia e cinismo – não a ponto de boicotar a iniciativa, mas o suficiente para se preservar.

Outro problema potencial dessas atividades é a alta expectativa que geram, diz Claudio Garcia, presidente para a América Latina da consultoria de recursos humanos LHH/DBM. “Muitas organizações nivelam a atividade pelos executivos mais avançados no processo de autoconhecimento”, diz. Para quem não está nesse nível, podem acabar aflorando emoções para as quais a pessoa não está preparada. “Eles podem travar, frustrar-se, entrar em crise existencial”, diz.

Gutemberg de Macêdo, presidente da Gutemberg Associados, outra consultoria de aconselhamento de executivos, sugere a proatividade. “Nunca deixe nada mal resolvido na empresa. Se tem um problema com seu chefe, converse com ele. Repasse o que quer dizer e pergunte-se quais as consequências, antes de falar”, diz. Mas fale – enquanto pode escolher o contexto.

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BASTA DE DINÂMICAS DE GRUPO MAL APLICADAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Outro dia, vi numa mídia social uma ilustração curiosa. Mostrava um homem sentado na poltrona de um avião,  quando alguém anuncia pelo alto falante: “vamos fazer uma dinâmica de grupo para que a gente se conheça melhor”.  Ao ouvir isto, o homem se levanta, dirige-se à porta e salta aeronave afora. Segue-se à postagem uma quantidade enorme de opiniões negativas sobre as dinâmicas de grupo – algumas até radicais e inescrupulosas.

Para quem não sabe, Dinâmica de Grupo é uma ferramenta de estudo de grupos e também um termo geral para a análise comportamental em processos que envolvam pessoas socialmente conectadas. Várias modalidades deste recurso foram e ainda são bastante usadas em etapas seletivas para a contratação de funcionários nas empresas ou para a prospecção de potenciais líderes entre colaboradores.

Quem for estudar em profundidade, verá que os melhores livros do tema advertem sobre a habilidade e o profissionalismo requeridos de quem aplica dinâmicas.  É preciso que este facilitador tenha conhecimento e cuidado máximos quanto à escolha da técnica apropriada,  com as pessoas participantes  e logicamente com o fim que se deseja atingir.  

É aí que se encontra o xis da questão ora exposta.

Por décadas a fio, as dinâmicas de grupo foram banalizadas  por gente que as aplicou sem a devida qualificação.  E como se não bastasse isso, muitos desses incompetentes desgastaram a prática em contextos  fúteis, banalizando sua importância e valor aos olhos de um imenso volume de pessoas que viram-se ridicularizadas ou abusadas pelos excessos. 

Muito distantes da realidade e eficiência das dinâmicas de grupo, aquelas críticas escritas junto à imagem na mídia social que acessei provinham de gente traumatizada. De fato, com coisa séria não se brinca. Cedo ou tarde, as consequências aparecem e o preço que se paga  quase sempre é muito mais caro do que se foi capaz de calcular previamente.

 

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A CHAVE É SURPREENDER O CLIENTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Tantas vezes temos tratado aqui sobre o RH estratégico. Em que cosnsite o RH estratético? É a área de Recursos Humanos que cuida das pessoas dentro de uma organização,  porém movido pelo interesse de alinhá-las aos objetivos do negócio.

O RH estratégico é o oposto daquele antigo RH que só pensava em passar a mão na cabeça do funcionário e de conhecer seus desejos a fim de realizá-los a qualquer custo. Não! Isso já passou, apesar de ainda restar alguns profissionais que fazem questão deste corporativismo em algumas companhias. 

Veja, por exemplo, o que o responsável pelo RH de uma indústria realiza cada vez que a empresa recebe um cliente para visita de suas instalações.

Eles fazem um resumo – briefing – sobre o cliente com nome,  função e  outros detalhes e o divulga entre todos os colaboradores.

Quando o cliente chega, até a responsável pelo cafezinha o chama pelo nome e lhe expressa as boas vindas.

Agora, por favor, ponha-se no lugar deste cliente e responda: como você se sentiria diante de tamanha atenção e importância?

Pois é. Atender um cliente é tarefa para quem tem agilidade e assertividade – todos sabem. Mas se for possível adicionar a isso pequenos detalhes que nada custam e que o façam sentir-se único, decerto o resultado será sua fidelidade ou, muito melhor, sua lealdade à empresa.  Em outras palavras: é amor eterno. E isso tem tudo a ver com o pessoal dos Recursos Humanos.

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FAÇA A ESCOLHA CERTA

Em tudo quanto temos controle, podemos escolher a coisa certa desde que calculemos as consequências sobre nós mesmos, sobre as pessoas e tambémsobre o ambiente. Depende de nós! É como o pão e o recheio de um sanduíche.

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O GRANDE ERRO DOS TREINAMENTOS CORPORATIVOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Treinar pessoas não é fácil.  Treinar não é só informar, não é só ensinar a fazer.

Treinar é um processo construtivo que envolve etapas a ser ensinadas, implantadas, assimiladas e depois, dominadas pelo treinando

Uma história engraçada traz luz sobre o que é treinamento. Leia.

“A nossa filha adotou um gatinho de rua. Para minha angústia, ele começou a afiar as unhas no encosto do sofá novo.

- ‘Não se preocupe’, disse meu marido, ‘vou treiná-lo rapidinho’.

Observei durante vários dias o meu marido  ‘treinar’ o bichano. Sempre que o gato arranhava o sofá, ele o punha para fora de castigo. O gato aprendeu depressa. Durante os dez anos seguintes, sempre que queria ir lá pra fora, o lindo bichinho arranhava o encosto do sofá”.

Conclusão. Nem sempre um processo que se acredita ser eficaz atinge o objetivo. E tem mais. Gente que só sabe o que está em livros pode até responder questões importantes, mas um treinamento prático significa “ensinar a fazer” e não falar ou saber discorrer a respeito.

Uma rede de lojas contratou um palestrante para melhorar o atendimento sem jamais verificar se ele tinha expertise prática. Jogou dinheiro fora, porque só consegue treinar quem, de fato, sabe fazer.  É como diz o pesquisador Malcolm Gladwell em um de seus livros: “Treinar não é o que a gente faz quando é bom, mas é o que faz a gente SER bom”.

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VELHOS E TERRÍVEIS PROBLEMAS DE ATENDIMENTO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Eu precisava comprar uma  luminária e um ventilador. Entrei numa grande loja de uma rede de supermercados e fui à sessão específica. Havia várias opções de luminárias lá. Gostei de uma e queria testar para verificar se me atendia. Chamei a encarregada e pedi a ela que testasse. Sua resposta foi:

- “Nós só testamos depois que o senhor pagar”.

Eu estranhei. Procurei o gerente e expus a minha indignação.  Ele disse que a moça estava enganada. E completou:

- “Ela é novata”.

- “Ok”, eu lhe disse. “E é também muito mal treinada.”

Saí dali e fui a outra loja.  Um senhor de cabelos brancos e aparentando experiência comercial mostrou-me exatamente a luminária que eu vira no supermercado. Conectou à energia e ... eu adorei. Mas era o último daquele ítem na loja e estava sujo. Decidi não levar uma peça usada.

Perguntei a ele por ventiladores. Ele olhou-me nos olhos e disse:

- “Ihhh! Nós só temos ventiladores de mesa”.

Fiquei confuso. Sua expressão facial foi tão negativa que só restou-me agradecer e sair. No corredor passei por uma pilha de caixas sobre as quais havia ventiladores. Eram os que eu queria. Mas a negatividade do atendente me induziu a pensar que talvez não fossem bons.

Finalmente, encontrei tudo o que precisava numa loja de variedades para casa e construção... e por excelente preço – com atendimento de primeiríssima.

Quem pensa que psicologia não faz diferença no processo de venda não sabe nada de venda; vai camelar a vida toda e jamais conseguirá bons resultados.  

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POR QUE GRANDES MUDANÇAS NÃO TÊM ÊXITO NAS EMPRESAS?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Presidentes das 500 melhores e maiores empresas brasileiras confessaram que a grande parte dos casos de mudanças revolucionárias implantadas em suas companhias não atingiu o resultado esperado. 

Segundo o depoimento de 64% deles, as grandes mudanças agitam muito o ambiente e submetem as pessoas a pressões emocionais desnecessárias. Benefício, que é bom, dificilmente vem!

A pergunta cabível aqui é “Por que isso ocorre?”

Fácil e simples responder. Inúmeros programas de mudança buscam respostas prontas para questões e situações mal formuladas ou superficialmente analisadas.   Seus promotores querem provocar transformações positivas, sim. Mas não sabem bem o que mudar, porque tais situações requereriam longo tempo e energia para se chegar ao diagnóstico correto que determinasse onde pisar e como fazê-lo. Ou seja, aqui também estamos diante do típico caso em que a pressa é inimiga da perfeição.

Assim, o mundo corporativo converteu-se num ambiente viciado em mudanças.  Elas consomem recursos volumosos e, não raro geram alto nível de estresse nas pessoas vez que, antes mesmo da consolidação do programa atualmente em curso, novas propostas são louvadas e implantadas.

Mudar por mudar? Que valor há nisso? O melhor é tirar proveito máximo daquilo que se tem de bom; espremer a laranja para obter todo o sumo. 

Existem apenas duas atividades que jamais se deveria interromper em qualquer organização. A primeira é “conhecer o cliente a fim de fazer o melhor em atendimento à necessidade que a empresa se propõe satisfazer”; e a segunda: “trabalhar duramente para engajar todos os colaboradores na missão, visão e valores da empresa”.  O que passar disso merece cautela.

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