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COMO CURAR DEFINITIVAMENTE O ESTRESSE DO TRABALHO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Pessoas que trabalham sob pressão buscam tirar para si um tempo para relaxar e distanciar-se de tudo, já que acreditam ser este o procedimento padrão para aliviar os efeitos da tensão.

Uma pesquisa publicada no Wall Street Journal menciona clara e objetivamente que um ciclo de forte tensão seguido por uma relaxação absoluta não faz mais que prejudicar a saúde física e mental de quem sofre estresse crônico.

Relaxar, em si, não cura a tensão. A única receita que ajuda a resolver realmente o estresse do trabalho é tornar-se eficaz frente às situações que podem produzir tensão, e executá-las com total domínio. Em português simples e fácil: “treinar”, “superar as deficiências”, “desenvolver expertise”.

Além de tudo, melhorar o desempenho se traduz em qualidade de vida.

Esta é mais uma das grandes confusões no  pensamento das pessoas causada pela distância dos conceitos importantes. Isso ocorre em muitas áreas da vida.

Pensemos, por exemplo, na liberdade. O que é a liberdade? O senso comum diz: “é estar livre de preocupações, isento de dar atenção e das cargas normais do dia a dia”.  No entanto, liberdade, de fato, significa ter a capacidade de usar o livre-arbítrio para se desenvolver e ser melhor continuamente.

A confusão de conceitos sobre a liberdade – é só um exemplo – faz que exista uma multidão de pessoas escravizadas pelo interesse único de satisfazer a opinião da sociedade,  enquanto outras sabem viver sua liberdade de modo pleno, mesmo trabalhando em ritmo alucinante.

Voltando ao tema “estresse”, trabalhar não faz mal a ninguém.  Não ser eficiente, sim, faz muito mal.

O poder fantástico da vida em conformidade ao propósito de estarmos aqui e agora não se encontra em “o que fazemos”, mas em “como fazemos” e, depois, em produzir valor pelo bom desempenho. 

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A BARBIE E A MULHER IDEAL

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Um homem tem um ótimo trabalho, é um bom pai, tem saúde e atinge seus objetivos.  Mas suas pretensões são o dobro do que ele consegue. Os estudiosos dirão que sua autoestima é de 50%. Para eles, autoestima é o sucesso real dividido pela pretensão.

AUTOESTIMA = [SUCESSO REAL] / [PRETENSÃO]

Este homem não enxerga o sucesso que já possui, mas somente o que ainda pretende ter – que no caso é o dobro.   Se sua pretensão fosse próxima ao sucesso real, sua autoestima estaria equilibrada.

Na verdade, ele é o efeito do  bombardeio constante que todos nós sofremos em todas as direções a que olhamos. Tudo visa elevar as nossas pretensões individuais às estrelas. 

A boneca Barbie existe há quase sessenta anos. Bilhões de exemplares foram vendidos.  As medidas com que esta boneca foi desenhada e construída não são humanas.  Se você projetar suas dimensões para a escala de uma mulher com 1,70 m de altura, sua cintura, busto e todos demais atributos não serão compatíveis a ser humano nenhum.

Olhe para as oito ou dez “Top Models” desfilando para as grandes grifes de moda em todo o mundo. Se os quatro bilhões de mulheres deste planeta pretenderem mirar-se nelas como protótipo do corpo de seus sonhos, isto talvez  garanta a venda de mais botox, mais próteses, dietas, suplementos e uma infinidade de outros produtos e serviços que só se traduzem em efeitos especiais.  Mas também e infelizmente aumentará o consumo de drogas, de bebida alcoólica e a tendência geral à distorção e a declarações do tipo: “Você é incompetente”,  “Eu sou horrível” ou “Você não é a pessoa com que sonhei!”.

Gostar do que se tem e calibrar as pretensões às realizações pode ser mais útil e prazeroso do que todos os falsos meios que o consumismo propõe  como meios para se chegar à felicidade.

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O QUE VOCÊ SABE DA SUA BELEZA?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Você acha que toda mulher é vaidosa?

Uma pesquisa constatou que apenas 4% delas, em todo o mundo, se consideram belas.

Há algum tempo, a Dove –  marca de produtos de higiene pessoal pertencente à companhia Unilever – lançou um slogan:

“Você é muito mais bonita do que pensa”.

Fez enorme sucesso nas redes sociais.

Eles contrataram um especialista em retratos falados do FBI e convidaram algumas mulheres para descreverem o próprio rosto a este profissional desde uma câmara fechada para que ele não as visse.

Após isto, o especialista fazia o segundo retrato da mesma mulher, só que desta seguindo as descrições de um estranho que tivesse sido apresentado e conversado com ela pelo tempo suficiente para gravar seus traços.

O resultado foi impressionante.

O desenho feito pelas descrições do estranho mostrava um rosto muito mais bonito e real do que a autodescrição das mulheres.

Em geral, as pessoas sofrem com a baixa autoestima pela falta de aceitação pessoal. Muitas devido ao corpo e seus atributos físicos. Outras preferem odiar sua estrutura natural – que é única –  e tentar adequar-se a padrões estéticos ditados pela moda.  Contudo, a autoconfiança e a satisfação pessoal produzem mais beleza e autorrealização do que a ansiedade ou o desejo de agradar aos outros.

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"NÃO HÁ VAGAS"

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Um homem passou todo o dia na estrada dirigindo seu carro. Já era noite e ele havia feito tudo o que podia para não dormir ao volante, quando vê um neon brilhando a certa distância. Ele olha melhor. Trata-se de um hotel. 
- “Graças a Deus. Durmo aqui uma noite e prossigo amanhã!”, ele pensou. 
Chega mais perto e lê no letreiro a frase: “Não há vagas”. 
Mesmo assim, vai à recepção e diz que precisa de um quarto. 
A moça o trata com cortesia e diz: 
- “Não temos vagas, senhor.”
E ele: 
- “Sim, eu li o letreiro. Mas se o presidente da república estiver no carro comigo a senhora não vai nos hospedar?”
A moça responde:
- O presidente? Uau! Isso é um grande problema para nós num dia como hoje. Mas temos de dar um jeito. Penso em acordar um hóspede, juntá-lo num quarto com outro e fazer qualquer coisa para acomodar o presidente e o senhor.
Aí ele responde:
- Tenho boas notícias para a senhora. Hoje é o seu dia de sorte. O presidente não está comigo. Então, por favor, arrume um quarto para mim porque eu preciso descansar.
Pessoas que têm boa e equilibrada visão de si próprias não são orgulhosas e nem arrogantes. Mas elas não desistem de suas lutas por falta de cooperação. Elas persistem e conquistam o que é possível, pois acreditam em si e batalham por seus ideais.

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A LEI DO SILÊNCIO QUASE NUNCA RESOLVE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

O gerente de uma empresa me questionou, dia desses, sobre um colega de seu lado que o incomoda por ter um jeito expansivo de se relacionar com as pessoas que chegam a sua mesa. Ele perguntou se em vez de declarar seu incômodo não seria melhor parar de conversar com o tal colega até que ele “se tocasse” e mudasse seu comportamento.
Definitivamente não. 
Embora o desejo de evitar brigas seja nobre, o "tratamento silencioso" nunca foi e jamais será uma forma louvável ou eficaz de lidar com alguém que nos incomoda.
Quando uma pessoa faz algo contra outra, a vítima não deve se ressentir e usar meios que podem aumentar o ódio. Ficar em silêncio só criará ressentimentos e, sim, poderá virar ódio. Caminho improdutivo. Pelo contrário, ele deve chamar o fulano e abrir um diálogo, dizendo o que o incomoda. Isso é ter clareza. 
É claro que o tom deve ser respeitoso e calmo a fim de não incendiar a situação. O propósito é dar ao colega a oportunidade de se explicar. Ele pode estar completamente inconsciente de que  suas atitudes perturbam.  E se por acaso ele estiver agindo por desconsideração consciente, a sua repreensão poderá fazê-lo pedir desculpas por seu comportamento.
Isto vale tanto para o trabalho quanto para a relação entre vizinhos,  cônjuges, pais e filhos, sócios etc. Muitas relações tensas poderão ser evitadas desde que a parte lesada tenha coragem para enfrentar pelo bem em vez de deixar o silêncio provocar raiva e mais desacertos.

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DIREITO À PRIVACIDADE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

O leitor Renato Oppenheim  enviou-me um email em que dizia: “Eu tenho uma agenda muito ocupada durante o dia e espero ter a noite tranquila em casa, quando posso ler um pouco e usufruir da minha família. Mas sempre chegam chamadas telefônicas comerciais ou sociais que não tenho interesse em responder. É certo pedir a um membro da família que atenda dizendo que não estou em casa?”
E aqui vai a minha resposta.
Caro Renato. A título de curiosidade apenas, certa vez ouvi a palestra de um mestre na Lei de Moisés sobre um mandamento Bíblico que diz: "Distancie-se da mentira".  Este comando, dizia ele, alerta contra faltar ao cumprimento do dever por interesse ou má-fé de qualquer modo, independentemente de quão justificável seja.
Portanto, o melhor é não mentir. E se você instruir o seu filho a dizer uma mentira por você,  estará cometendo o segundo erro: treinando um mentiroso.  Amanhã ele poderá ser um especialista nisso.
Pois bem. Vamos então ao que você pode fazer.
Uma atitude correta é desligar o celular durante o seu descanso. Caso não possa, solicite a alguém que o atenda e informe ao chamador que você não está disponível. Isto é verdade, não? Peça que a pessoa ligue de volta numa determinada hora do dia seguinte.
Cuidado com os maus hábitos cuja prática frequente os faz parecerem normais. São maus e, por isso, propagam o mal. Melhor e certo é enfrentar a realidade em favor de agir pelo bem, fortalecê-lo e multiplicá-lo. Esta é a atitude que resolve o seu problema e faz um mundo melhor.

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PROCURA-SE MARIDO RICO

Deu no Financial Times. Uma moça escreveu um email para o jornal pedindo dicas sobre “como arrumar um marido rico”. Contudo, mais inacreditável que o “pedido” da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada. Sensacional!

SEGUE O E-MAIL DA MOÇA:
“Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West. Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela?" 
Assinado: Raphaella S

RESPOSTA DO EDITOR DO JORNAL:
“Li a sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa… Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas : Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Mas tem um problema. Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta! Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco. Isto é, hoje você está em ‘alta’, na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como ‘trading position’ (posição para comercializar) e não como ‘buy and hold’ (compre e retenha), que é para o quê você se oferece… Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um ‘buy and hold’) com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.
Cogitar… mas, já cogitando, e para certificar-me do quão articulada, com classe e maravilhosamente linda’ seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa ‘máquina’, quero tão somente o que é de praxe: fazer um ‘test drive’ antes de fechar o negócio… podemos marcar?”
Assinado: Philip Stephens, Associate Editor of The Financial Times

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RESPEITO E FONE CELULAR

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

A falta de discrição ligada ao uso abusivo do fone celular é crescente na sociedade. Uma história verídica ilustra isso.
O funeral terminou e os amigos e parentes que participaram da cerimônia estavam prestes a partir. Então, de dentro do túmulo recém-fechado, ouviu-se o som de um telefone tocando. Depois de um breve momento de choque, ao pensar que o Dia da Ressurreição havia chegado, um dos membros da família mete a mão no bolso e percebe que havia deixado seu aparelho cair no túmulo.
Situações como esta levam cada vez mais templos religiosos, locais de reuniões e encontros públicos a alertar os que adentram suas instalações a desligarem seus celulares.
Mesmo em lugares públicos, sem restrição ao uso de fones, como ônibus, trens e outros, as pessoas precisam de alguma privacidade para suas conversas. Falar ao telefone em voz alta perturba quem nada tem a ver. 
A questão central é: o que está acontecendo com o respeito? 
Será preciso que todos saibam o que cada um faz da vida? 
Eu penso que não. Mas há um mundo de gente que não está nem aí com isso. E para eles, o celular é apenas mais uma maneira de se mostrarem aos demais. 

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TER INICIATIVA PRÁTICA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Enquanto pintava, percebeu que a tinta aplicada vazava por um buraco no casco. Aproveitou e  decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu pagamento e se foi.
No dia seguinte, o dono do barco  o procurou e o presenteou  com um cheque de grande valor. O pintor ficou surpreso:
- “O senhor já me pagou pela pintura do barco" - disse ele ao senhor.
- “Isto não é pela pintura, mas por você ter consertado o vazamento”, – indagou o dono do barco
E o pintor:
- “Foi um serviço tão pequeno que eu não podia cobrar. O senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!”
E então, o proprietário explicou:
- “Você não entendeu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Assim que o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria enquanto eu não estava em casa. Quando voltei,  notei que haviam saído com o barco. Fiquei desesperado lembrando que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Fui examinar e constatei que você havia feito o conserto! Percebe agora o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro bastante para pagá-lo pela sua "pequena" boa ação.”
Essa história é um incentivo imenso para mim. 
Você tem iniciativa? Pois saiba que tomar uma iniciativa positiva frente a uma necessidade tem o poder de fazer muito mais do que imaginamos. Então vamos agir!

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FAÇA DE CONTA QUE NÃO OUVIU ANTES

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Todo mundo quer ter o prazer de ser o primeiro a dar uma notícia ou contar uma história interessante aos amigos.  E se você já tiver conhecimento anterior, o que faz? 

Desde que não seja uma fofoca ou calúnia – coisas que você deveria se proibir de dar ouvidos –, sacrifique alguns minutos a fim de fazer esta pessoa se sentir bem. Isto é muito importante para o relacionamento interpessoal. 

Comediantes profissionais do passado costumavam apresentar suas piadas seguindo a linha "pode me interromper se você já conhece esta". Mas é raro que um amigo seu lhe dê esta saída. Então, é cabível que você reflita sobre uma sabedoria que diz: “um sorriso é mais apreciado  do que água fresca num dia de verão”. Este princípio nos instrui sobre o valor de fazer os outros se sentirem bem, coisa que você irá conseguir fazendo o seu amigo acreditar que você nunca ouviu a notícia ou a história antes. A sua carreira profissional e os seus negócios dependem de você proporcionar relacionamento de bom nível às pessoas. 

E lembre-se de não fazer aos outros o que você não quer que seja feito com você. Pense, portanto, em como você se sentiria se alguém o interrompesse dizendo: "Pode parar porque estou careca de ter saber disso".

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É CERTO RESPONDER A CANDIDATOS DESCLASSIFICADOS A VAGAS DE EMPREGO?

Abraham Shapiro para o Portal Profissão Atitude

Você abre o seu email e vê que uma pessoa lhe mandou um currículo espontaneamente. Caso você não tenha uma vaga para ela na sua empresa, o que você fará? 
Se esta pessoa lhe enviou seu currículo, significa que ele ou ela investiu algum esforço e muita esperança. A falta de uma resposta a deixará com a impressão desencorajadora de que você não levou em conta suas qualificações.
Aceite um conselho.  Faça o possível  para responder. Diga  que lamenta o fato de que, no momento, não há uma vaga aberta. 
Conheço uma gestora de RH que, quando não tem vaga, porém vê-se impressionada com as qualificações de um candidato, ela sugere outra empresa ou segmento de negócio em que o candidato possa buscar colocação.
Não tenho receio algum de afirmar que o Rh da sua empresa devia ter no processo de Recrutamento & Seleção o objetivo de dar resposta aos candidatos a vagas para as quais não foram selecionados.  É importante porque 1º) comunica o valor da sua empresa e 2º) mostra às pessoas que vocês lhes  dão consideração. Aliás, esta é só mais uma daquelas situações em que “Não se faz aos outros o que seria odioso para você”, até porque nenhum de nós quer ser ignorado quando damos um passo na vida

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MOTIVO E SENTIDO DA VIDA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Em 1967, paraquedistas israelenses capturaram a Cidade Velha de Jerusalém e abriram caminho até o Muro das Lamentações.  Este lugar é o ponto focal da fé judaica. É a muralha cujas pedras compuseram o local mais sagrado de seu povo, o Templo de Salomão. 
Muitos dos soldados religiosos daquele pelotão, tomados de emoção poderosa, encostaram-se no Muro e começaram a rezar e a chorar. Um pouco afastado deles havia um soldado não religioso que também chorava. Seus colegas acharam estranho que um não observante das leis estivesse aparentemente na mesma sintonia dos religiosos, e lhe perguntaram: 
- “Por que você está chorando?” 
E o soldado respondeu: 
- “Eu choro por não saber por quê eu devia chorar!”

Uma das situações com que mais me deparo na orientação e aconselhamento de executivos é a dissonância entre vida e trabalho. Mesmo com evidente sucesso profissional e financeiro, alguns olham pela janela de seus jatos particulares e se perguntam: “Para que serve tudo isso?”. Outros, após horas em reunião, dizem: "O que estou fazendo aqui? Onde foi parar a esperança que eu sentia antes?"
O que eu lhes mostro é que, sem significado ou propósito que traga grandeza a seu destino,  os problemas que enfrentam ao deparar-se consigo mesmos e com as questões existenciais serão sempre maiores e mais difíceis do que traçar uma estratégia para seus negócios. E não por acaso, quando encontram esta razão,  tornam-se  mais eficientes como executivos e como seres humanos também. 
Aquela cena do paraquedista em Jerusalém é uma realidade intrigante e simbólica. Sem razão e sentido de viver, o homem chora pelo simples fato de não saber sequer se a vida tem ou não motivos porque chorar.

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A PARÁBOLA DA VERDADE E A MENTIRA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Parábola que recebi de um querido amigo.

Certa vez, a mentira e a verdade se encontraram.
A mentira disse para a verdade: 
- Bom dia, dona Verdade.
E a verdade foi conferir se realmente era um bom dia. Olhou para o alto, não viu nuvens de chuva e havia pássaros cantando. Ao ver que realmente tratava-se de um bom dia, respondeu à  mentira:
- Bom dia, dona mentira. 
A mentira prosseguiu:
- Está muito calor hoje.
E a verdade percebendo que a mentira estava certa pela segunda vez, relaxou. 
A mentira então convidou a verdade para um banho no rio. Despiu-se de suas vestes, pulou na água e disse:
- Venha Verdade, a água está uma delícia. 
E assim que a verdade, sem suspeitar, tirou suas vestes e mergulhou, a mentira saiu da água,  vestiu-se com as roupas da verdade e foi-se embora.
A verdade, por sua vez, recusou-se a vestir-se com as vestes da mentira. E por não ter do que se envergonhar, saiu nua a caminhar pelas ruas e vilas. 
E desde então, é por isso que, aos olhos de muita gente, é mais fácil aceitar a mentira vestida de verdade, do que a verdade nua e crua.

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ESQUECEU-SE DO NOME DO AMIGO QUE NÃO VIA HÁ TEMPOS?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O ouvinte Flávio Destro encaminhou-me um email com uma pergunta. Ouça:

“Alguém a quem não via há anos me encontrou outro dia e me saudou com um grande sorriso e um caloroso aperto de mão. Era um amigo perdido. Embora ele se lembrasse de mim, eu não conseguia lembrar seu nome e tinha receio de perguntar para não envergonhá-lo. Qual é a coisa certa a fazer nessa hora?”

Flávio. Quase todos nós já nos vimos nessa situação. Existem  “n” maneiras de resolvê-la, até porque seria perfeitamente possível manter uma conversa sem revelar que você não se lembra do nome deste amigo.

Talvez a melhor opção seja a franqueza.  Confesse que o tempo fez você esquecer quem ele é, apesar de lhe parecer familiar. É claro que isso normalmente desperta uma reação de orgulho pelo fato de que ele se lembrou, e você não. Mas saiba que as pessoas geralmente não esperam que você se lembre delas antes de se identificarem, até porque o tempo muda a aparência e enfraquece a memória. 

Uma vez que ele lhe diga seu nome, a sua lembrança trará fatos à sua mente e você poderá fazer perguntas que provem a sua reconexão com ele e com qualquer pessoa a quem não via há anos.

Vá em frente e desculpe-se por esquecer o nome do seu amigo. Mas mantenha o clima de alegria e aproveite o reencontro.

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A ARROGÂNCIA E SEUS EFEITOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

- O gerente prejudicou o diretor.

- O vendedor recusou-se a fechar um pedido para que a meta do mês não seja atingida.

- O engenheiro concorreu com o encarregado da producão.

- O estagiário introduziu um vírus na rede de computadores para travar o Sistema de Gerenciamento.

- A recepcionista maltratou um visitante ou cliente ao telefone, após ter sido repreendida por seu chefe.

Descontada a falta de treinamento, pode apostar: a razão da maior parte destes desvios de comportamento deve-se à arrogância.

Veja como o Dicionário Houaiss define arrogância: “qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros. É orgulho ostensivo. Arrogância é altivez”.

A arrogância é uma importante causa de problemas e conflitos em empresas, famílias e outros meios. Não tenho  tempo aqui de indicar tratamento para este mal, mas posso lhe alertar, querido leitor, para que o evite, sim.

Cuide-se! Trabalhe sobre si e esforce-se para não se achar superior aos seus próprios olhos, em situação nenhuma. E saiba que, quando surge a arrogância, o que se segue a ela e´ uma crise, uma queda desastrosa ou mesmo a falência.

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ABRA O SEU CAMINHO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Você, que está iniciando um negócio, preste atenção.
Remova obstáculos a fim de reduzir os riscos objetivos do seu empreendimento dar errado. 
Não se puna por erros básicos.  Transforme os seus erros em lições úteis. 
Contrarie o velho mito de que o empreendedor é um jogador inconsequente.  Não é verdade.
Correr riscos é um aspecto natural da inovação. É importante saber que cometer erros pequenos logo cedo é normal. Cuide apenas para que eles sejam baratos porque, sendo baratos, não causam constrangimento ou vergonha. 
Para que as coisas deem certo, procure ajuda especializada e não se oriente apenas pela intuição ou sentimentos. Intuição é importante. Mas o que dará corpo ao seu negócio é a base técnica e o posicionamento no mercado em que você vai atuar: 
- produto, 
- praça, 
- preço, 
- promoção e... 
- pessoas. 
Não enfrente o mundo dos negócios só com certezas emocionais ou pensamento positivo. Busque ajuda referenciada de gente experiente e de entidades que podem fazer algo efetivo além de tirar dinheiro do seu caixa. 
Aprenda uma lição tão antiga quanto as Pirâmides do Egito:  “O arquiteto imagina. O engenheiro descobre como fazer. O construtor executa. Grandes estruturas surgem somente quando há trabalho conjunto e cooperação.”

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MEDO E ANSIEDADE - COMO SUPERAR?

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Ansiedade é quando a pessoa reage irracionalmente a um mero galho de árvore como se fosse uma cobra venenosa. Medo é quando ela reage a uma cobra venenosa como se ela fosse exatamente isso, venenosa. Sigmund Freud disse isto.
A ansiedade é prejudicial. 
O medo pode ser bom. Ele ajuda a nos proteger de coisas perigosas — como assumir riscos. 
Uma das ideias que ajudam um empresário consciente a equilibrar o medo do fracasso é aceitar o fato de que fracasso é parte natural da atividade empresarial. 
Em países hiperempreendedores – como Israel, China e Islândia –  é comum um negócio que ainda engatinha errar. E eles costumam dizer: “O fracasso vem cedo; o sucesso é que leva tempo”. 
Errar logo no início é importante porque produz um aprendizado sistêmico sobre onde estão – ou não –  as oportunidades, e como lidar com elas.  
É errado achar que os insucessos de uma empresa em fase inicial sejam um indicador de que não dará certo. Pelo contrário. Estes são os erros que, sendo suas causas bem trabalhadas, produzirão os músculos necessários para superar desafios futuros.
Até onde eu sei, empreendedores desenvolvem um saudável medo daquilo que pode dar errado. Os que têm sucesso, no entanto, são aqueles que não se deixam paralisar e enfrentam, sem ansiedade, todos seus medos.

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DUAS HISTÓRIAS QUE FAZEM PENSAR... OU CHORAR

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude 

História Número 1

Há muitos anos, Al Capone “possuía” Chicago. Possuía, sim, sem exagero. 

Capone não era famoso por algum ato heróico. Foi notório por empastar a cidade com contrabando, bebida, prostituição, assassinatos e toda sorte de crimes.

Capone tinha um advogado cujo apelido era "Easy Eddie". Eddie era um profissional muito bom! Sua habilidade em manobrar as brechas da lei foi a razão de Al Capone manter-se fora da prisão por muito tempo.

Para mostrar apreço, Capone lhe pagava muito bem. Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais. Ele e a família, por exemplo, moravam em uma mansão super protegida e dotada de todas as conveniências possíveis. A propriedade ocupava um quarteirão inteiro de Chicago.

Eddie vivia a vida social da alta roda da cidade, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta. No entanto, tinha um ponto fraco: um filho a quem amava intensamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação. Nada poupava pelo rapaz. Preço nunca foi impedimento. E, apesar de seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou ensinar o certo e o errado ao filho. Queria que seu filho se tornasse um homem melhor do que ele. Assim mesmo, com toda riqueza e influência, ele estava consciente de que não podia dar duas coisas ao filho: um bom nome e bons exemplos.

Certo dia, Easy Eddie chegou a uma difícil decisão pela qual acreditou corrigir as injustiças de que tinha participado. Decidiu que iria às autoridades e contaria toda a verdade sobre Al ‘Scarface’ Capone, limpando seu nome manchado e oferecendo ao filho algo próximo da integridade. Para isso, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria alto. Ainda assim, ele testemunhou.

Poucos dias após, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio numa rua de Chicago. A seus próprios olhos, porém, ele dera ao filho o maior de todos os presentes que podia, ao  mais elevado preço. 

A polícia encontrou em seus bolsos um rosário, uma medalha religiosa e um poema recortado de uma revista que dizia: "O relógio de vida recebe corda apenas uma vez, e nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão –  se mais cedo ou mais tarde. Agora é o único tempo que você possui. Viva, ame e trabalhe com vontade. Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento".


História Número 2

A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis. Um deles foi o Comandante Butch O'Hare. Ele era um piloto de caça operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul.

Certo dia, seu esquadrão foi enviado a uma missão. Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém havia esquecido de encher os tanques. Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio.

O líder do voo o instruiu a voltar ao porta-aviões. Relutante, ele saiu da formação e iniciou o percurso de volta à frota. 

Quando voltava ao navio-mãe, viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana.

Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque. Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do inimigo.

Havia apenas uma coisa a fazer. Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira. Afastando todos os pensamentos sobre  sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses. Seus canhões de calibre 50 mm, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro.

Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou. Ainda assim, ele continuou a agressão. Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios a voar.

Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção. 

Profundamente aliviado, Butch O'Hare e  seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões. Logo à sua chegada, ele informou seus superiores sobre o acontecido. O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes. Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota. Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas.

Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942.  

Por aquela ação, Butch se tornou o primeiro ás da Marinha Americana na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra.

No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo, com apenas 29 anos de idade. Sua cidade natal não permitiria que a memória deste autêntico herói da 2ª Guerra desaparecesse. Hoje, o Aeroporto O'Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem.

Assim, se por ventura você passar pelo  O'Hare International, pense nele e vá ao Museu comemorativo sobre Butch, visitando sua estátua e sua Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2.

O que estas duas histórias têm em comum? Butch O'Hare era o amado filho de Easy Eddie. Ou seja: somos o espelho para os nossos filhos. Somos, na verdade,  o exemplo para todos com quem lideramos e influenciamos através dos nossos atos.

 

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O ELIXIR DA EFICÁCIA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Eu me espanto com a frequência com que ouço a palavra ‘motivação’. No casamento, nos estudos, no trabalho, nas relações em geral. E o contexto de sempre é que falta motivação.

Mas será que isso é verdade?

Em 99% dos casos não é.

Antigamente, todo mundo tinha em casa um remédio milagroso. Os químicos que estudavam ervas criavam chás combinando várias delas e os vendiam como solução definitiva para todos os problemas mais simples e frequentes de saúde: dores de cabeça, indigestão etc. Mas as pessoas tendem sempre a aderir à moda. E querem benefícios.  Por isso, elas usavam essas drogas para absolutamente tudo, até para resolver problemas sentimentais e paixões não correspondidas. Ilusão? Ou estupidez?

Acontece que a medicina desenvolveu muito. E também a tecnologia. Mas não tanto o bom senso dos homens.

Motivação é só mais uma daquelas palavras que, por seu uso indiscriminado e sentido ignorado, acabam fazendo papel similar ao “elixir cura-tudo”. Muitos acham que ela resolverá qualquer dificuldade na empresa e na vida.

Mas toda vez que se vão diagnosticar os problemas a que os gerentes, coordenadores e até diretores atribuem à falta de motivação, o que se descobre invariavelmente é gente mal treinada ou sem treinamento algum, com escasso conhecimento das funções para as quais foi contratada, confusa a respeito de como deve exercê-las e ignorante de todos os padrões de desempenho que esperam dela.

Não poucas vezes, elas sabem, de fato, o que têm de fazer, e o declaram corretamente. Porém, quase nunca sabem “como fazê-lo” com eficiência e produtividade. Nestas horas: fé, esperança e boas intenções fazem tanto quanto uma boa injeção de água destilada na veia.

É que havia um gerente que saiu. Veio outro, ficou alguns meses e já se foi. O atual ainda não está bem ajustado. E como nenhum deles descreveu o processo de sua área, ele mesmo e seus funcionários estão mais por fora que as pessoas que trabalhavam na Torre de Babel. O pior é que em algum lugar desta empresa há alguém acreditando que, a qualquer hora, os resultados planejados vão acontecer.

E você? O que acha?

Bem, depois disso, eu espero que você faça uma autoanálise franca e olhe com os olhos da  realidade as tantas desculpas de “falta de motivação” com que o pessoal justifica baixa venda, má qualidade de produtos e o atendimento infernal que a sua telefonista dá aos que ligam para a empresa.

 

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MÃO NA MASSA É A RESPOSTA

ABRAHAM SHAPIRO, de Jerusalém, capital de Israel, para o Blog Profissão Atitude


Contam que durante uma entrevista, o repórter perguntou a Bill Gates, fundador da Microsoft, como ele ficou rico e importante. Gates deu uma resposta clichê ou politicamente correta, do tipo :"Fiz a coisa certa, no lugar certo e na hora certa." Depois de alguns segundos, no entanto, ele refletiu e completou sua resposta, dizendo:

- “Quando eu tive as minhas ideias e visões, havia centenas de pessoas em todo o mundo que pensavam e desejavam fazer o mesmo que eu. Mas a minha energia me impulsionou a tomar uma atitude rápida, e o meu entusiasmo me fez agir na prática. Eu acredito ser esta a explicação mais real do meu sucesso”.

Energia elevada pode não ser tudo na solução dos problemas, mas somada ao entusiasmo e depois canalizados à ação é a única receita de como realizar coisas incríveis neste mundo.

Nós somos facilmente induzidos a pensar que um bom plano ou estratégia é o que faz tudo acontecer. Não. Isso não é verdade. E pensar assim faz mal.

O planejamento é parte importante de muitas coisas da vida e do trabalho. Mas a concretização depende de agir, de pôr esforço em efetivar o que se planejou. E me permita a insistência, refiro-me a muito esforço.

Lembro-me da história de certa pessoa que chegou a um fazendeiro cujas vacas leiteiras eram campeãs de produtividade em seu estado, e lhe perguntou:

- “Quantos litros de leite, em média, as suas vacas dão por dia?”

E o produtor respondeu:

- “Elas não dão nem um litro. Eu é que tenho de acordar muito cedo - esteja frio, chovendo ou fazendo calor - e ordenhar uma por uma. Se não a produção é zero”.

Creio incondicionalmente em que tudo na vida enquadra-se à resposta deste produtor leiteiro.  

Se você pensa que realização e sucesso são um presente do destino, desfaça-se deste viés agora mesmo. É o que eu disse: um viés. E pernicioso. Você é quem terá de lutar por sucesso em tudo o que imaginar e fizer, com energia, entusiasmo, suor e persistência. Haverá quedas e você terá de levantar-se depois de cada queda. Terá de acordar cedo, dormir tarde, planejar, refazer os planos nas etapas que não derem certo etc. Não sendo assim, nada acontecerá. 

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