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PREVISÕES ECONÔMICAS NÃO SÃO COMIGO

Abraham Shapiro

Esses dias, após a publicação de um dos meus artigos numa revista de negócios, fui procurado por várias rádios interessadas em conhecer a minha visão sobre a situação econômica nacional. 

Eu lhes disse que evito falar de cenários econômicos. Primeiro porque não os entendo bem. E segundo, porque os economistas também não os entendem bem. 

Um cenário econômico em si tem nenhum ou pouquíssimos elementos passíveis de análise racional.

John Kenneth Galbraith, economista de Harvard, diz que: “a única função das previsões econômicas é fazer a astrologia parecer respeitável”.

Você talvez conheça a anedota de um físico, um químico e um economista que naufragaram e chegam a uma ilha deserta. Ali eles encontram centenas de latas de atum, porém  nada que sirvisse para abri-las. Famintos, eles discutem entre si o que fazer. 

O físico propõe: 

- “Vamos pegar uma pedra e golpear a lata no ângulo correto. Ela se abrirá.” 

O químico retruca: 

- “Isso exige cálculo demais. Vamos pôr as latas na água salgada. O metal irá se oxidar e será fácil abri-las”. 

Então o economista conclui: 

- “Nada de tanta confusão, pessoal. Vamos supor que temos um abridor de latas, e o problema acabou”.

Eu acredito que nesta e em qualquer crise  econômica só há uma coisa a fazer tanto na pessoa jurídica quanto na física. Em duas palavras? “Faça caixa!”  Poupar do modo certo é vital para a sobrevivência da empresa. Como? Acelere recebimentos, estique pagamentos, reduza estoques e aumente o controle sobre fraudes e roubos.

Se você souber de algo que seja mais eficaz, mande um email para shapiro@profissaoatitude.com.br. Estarei aberto para considerar após agradecê-lo(a).  

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DISCURSO BONITO NÃO PROVA APTIDÃO

Abraham Shapiro

A constelação de webempreendedores que surgem todos os dias oferecendo técnicas e modelos de como ganhar muito dinheiro fácil e rápido na Internet é imensa.

Vi recentemente um farmacêutico dando dicas de negócios. Fui pesquisar e descobri que ele nunca teve uma empresa antes,  até criar esta com que se apresenta nas mídias sociais vendendo seus cursos.

Vi também um camelô que anuncia dicas de Marketing num site. Será que ele já ouviu falar nos 4 P's? E em Planejamento? 

O que impressiona é o fato da grande maioria deles ter sido um enorme fracasso em suas profissões e aproveitar a onda de desemprego no país e a atração das pessoas pelo mundo digital para divulgar que ganharão muito dinheiro se lhes pagarem o que eles pedem.

Reflita comigo. Se alguém se apresentasse como médico e fizesse um discurso empolgado de suas habilidades, isso bastaria para que você se submetesse a uma cirurgia com ele? Bem, talvez com médicos não funcionasse. Mas qualquer principiante que fale bonito, que grave um vídeo e se apresente como consultor, webempreededor, coach, conselheiro .... tem funcionado sim... e muito. Inclusive eles entram em empresas como resolvedores de problemas do RH, da gestão de negócios, vendas, etc. 

Sonhar com lucro rápido é fácil. Difícil será acordar suando frio no meio da noite quando este sonho virar pesadelo.  E vira, sempre que se acredita em propostas ilusórias de pessoas que chegam sem referências concretas e sem capacidade para realizar o que prometem. 

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SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA SOBRETUDO

Abraham Shapiro

A escravidão durou séculos.  Hoje, Nelson Mandela é cultuado em todo o mundo e os Estados Unidos têm um afrodescendente na presidência.  Existe uma lei na História da Humanidade. Primeiro vem a abolição. Depois o caos. E por fim, a evolução.

Nesta crise, eu sei que a sua empresa está no encalço da produtividade do chão de fábrica. E também da equipe de vendas. Estou certo? E como vai a turma que passa o dia no ar condicionado e sentada em cadeiras estofadas?

Qualidade e produtividade devem atingir os burocratas. Urgentemente. Porque geralmente eles são lentos e complicados.

Simplicidade e eficiência são os ingredientes que fazem qualquer negócio sustentável. E agora mais ainda.

Fazer o que? 

Simplifique o site da sua empresa, o jeito de negociar, os processos, as pesquisas... tudo! E aumente a eficiência disso também.

Imprima um banner com estas duas palavras: SIMPLICIDADE e EFICIÊNCIA. Pendure na sala de reuniões.

Sabe de quanto mudou a necessidade de intervenção de um corretor junto a novos investidores na Bolsa de Valores? Caiu na proporção de 10 para 1 em menos de 5 anos. As mudanças que irão atingir os escritórios nos próximos anos terão de obedecer a mesma proporção. Será uma revolução! Você não verá mais aquelas centenas de pessoas apinhadas. E como é óbvio,  só ficarão os melhores, os mais ágeis e os que aprenderem a decidir em conformidade aos clientes, ao mercado e à missão, visão e valores da empresa.

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A FORMAÇÃO DO SUCESSOR FORA DA EMPRESA DA FAMÍLIA

Abraham Shapiro

Independente de ser uma tendência, os herdeiros e sucessores de empresas familiares que passam por uma experiência profissional fora da família tornam-se mais conscientes de seu papel e melhores líderes – tanto na gestão de pessoas quanto nos negócios. 

Há várias vantagens nessa trajetória. A mais importante está no desenvolvimento pessoal. Uma diferença psicológica fundamental encontra-se em viver uma experiência de trabalho dentro e fora do ambiente da família – independente de ser ou não parte de um processo de sucessão. 

A necessidade de submeter-se a uma liderança sem vínculos sanguíneos e isenta da proteção ou segurança natural na empresa da família conduz o herdeiro ou sucessor a vivenciar a subordinação – que é sempre salutar. Ele sentirá na própria pele o que outros sentirão sob sua chefia,  com um ponto importante a seu favor: o exercício da empatia.

Outro aspecto positivo é o feedback. Ser avaliado por um superior hierárquico e receber pontuações de forças e fraquezas em seu desempenho desde uma visão imparcial é uma prática cujo benefício reverte em responsabilidade e decência no trato a outros indivíduos.

Ver-se como ser humano normal fará melhor a este futuro sucessor do que vestir-se daquela crença perniciosa que, em tantos casos, aproxima-se muito de uma visão feudal ou tirânica de herdar o trono de um reino absolutista. 

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O FUTURO DA ECONOMIA

Abraham Shapiro

Nostradamus dizia ver o futuro numa bacia de água. 

Nesta crise econômica os videntes estão à solta fazendo previsões das mais variadas. Contudo, modelos econômicos são mais complexos do que dois litros de água numa bacia. O problema é que, por mais sofisticado, experiente ou graduado que seja, economista nenhum consegue antever as mudanças que as decisões de milhões de pessoas têm o poder de causar à economia de um país. 

Quando se trata de comportamento econômico, as pessoas não são racionais o tempo todo. Qualquer análise de cenário terá mais suposições do que realidade.

Mas eu dou a minha contribuição humilde; e com prazer, afinal, os meus leitores são pessoas da minha mais alta consideração. 

A crise porque estamos passando ensina algo que os nossos avós diziam há 50, 80 ou 100 anos. E você sabe (só não sei se pratica)! Eis a sabedoria:  “Dinheiro vivo é tão importante para uma empresa quanto o oxigênio é para o sangue.” 

Em 2016 continue cortando despesas não essenciais – ou pelo menos daquelas que não proveem o seu fluxo de caixa – a fim de garantir o andamento das atividades mais lucrativas da sua empresa.  Mas cuidado! Corte gordura e não músculos. Não corte os investimentos em comunicação e propaganda. Ataque os seus concorrentes mais fracos e tome clientes deles. Agora é hora de você se fortalecer no seu segmento. 

Vou concluir lembrando com uma frase do saudoso Joelmir Beting: “Em economia é fácil explicar o passado. Mais fácil ainda é predizer o futuro. Difícil, mesmo, é entender o presente".

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DO QUE DEPENDE O COMPROMETIMENTO DOS SEUS FUNCIONÁRIOS

Abraham Shapiro

Estávamos esperando vagar uma mesa no restaurante quando um garçom quis nos agradar e apareceu carregando uma mesinha sobre a cabeça. De repente, um estrondo. Ele se esqueceu de que um dos ventiladores de teto era mais baixo que os demais. E ele trabalhava ali há vários anos.

Por que é tão difícil conseguir que funcionários se comprometam totalmente com o trabalho que fazem e não façam bobagens de modo tão corriqueiro? 

Depois de vinte anos em consultoria, eu entendi que isso não é só questão de aprendizagem dos empregados, mas de exemplo dos gestores. 

Eu vejo empresas fazerem o que podem em treinamentos. Mas parece que não basta. Falam sobre “o que” fazer, mas não ensinam “como fazer”. E geralmente, os gerentes não são coerentes com o que tentam ensinar.

Um chefe que grita e impõe sua vontade, que retorno terá de seus subordinados?  Não, eles não se sentirão motivados a fazerem o que ele quer, mesmo que depois ele traga as melhores palestras para que assistam. 

É um absurdo que ainda haja gerentes acreditando que um contador de piadas ou de historinhas emocionantes irá aumentar a produtividade e as vendas. É insano! As pessoas querem entender o que é esperado delas. E depois que entendenderem, o exemplo é que as fará comprometidas com a causa.

Todo mundo está cansado do ultrapassado estilo: “Não sei cantar, mas entendo do assunto”. Isso já não serve nem para críticos de ópera.

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O SEGREDO DAS MELHORES VAGAS DO MERCADO DE TRABALHO

Eu estava no carro com três gerentes de uma grande empresa regional. O rádio estava ligado quando entrou a notícia de que um centro de pesquisas de petróleo realizava prospecções geológicas no Golfo do México e as chances de encontrar hidrocarbonetos na área eram de 60%.

Então os gerentes começaram a fazer suas considerações. O primeiro disse:

- “Golfo do México? Onde fica isso?”

O segundo:

- “Hidrocarboneto não é aquela comida que engorda?”, referindo-se a carbo-hidratos.

E o terceiro:

- “Por que dão uma notícia dessas? A quem interessa saber sobre petróleo no México?”

Nunca eu havia visto tanta ignorância em tão poucos metros quadrados.

Muitos profissionais à cabeça de grandes negócios não reúnem condições sequer de fazer perguntas. Quando falam, apenas falam, tão aleatoriamente quanto uma aposta na loteria.

O desastre dessa realidade visível é que, apesar de informação ter-se tornado um item abundante,  muitos permanecem desinformados por opção ou preguiça. Por outro lado, grande parte dos que se informam não sabe integrar informação a seu papel profissional de modo útil.

O lado bom é que os que souberem fazê-lo terão mais e maiores oportunidades. Conquistar uma excelente vaga de emprego ou uma promoção é só o começo delas. 

O caminho é simples, porém difícil. Enquanto tantos correm atrás de um diploma ou MBA sem saberem o que fazer com isso, você pode se diferenciar e estudar. Torne-se primeiro um CDF. Depois busque praticar o que você aprender através de um estágio – remunerado ou não, se lhe for possível.  Só não duvide de que este é o esforço que realizará o futuro com que você sonha! 

Eu estava no carro com três gerentes de uma grande empresa regional. O rádio estava ligado quando entrou a notícia de que um centro de pesquisas de petróleo realizava prospecções geológicas no Golfo do México e as chances de encontrar hidrocarbonetos na área eram de 60%.

Então os gerentes começaram a fazer suas considerações. O primeiro disse:

- “Golfo do México? Onde fica isso?”

O segundo:

- “Hidrocarboneto não é aquela comida que engorda?”, referindo-se a carbo-hidratos.

E o terceiro:

- “Por que dão uma notícia dessas? A quem interessa saber sobre petróleo no México?”

Nunca eu havia visto tanta ignorância em tão poucos metros quadrados.

Muitos profissionais à cabeça de grandes negócios não reúnem condições sequer de fazer perguntas. Quando falam, apenas falam, tão aleatoriamente quanto uma aposta na loteria.

O desastre dessa realidade visível é que, apesar de informação ter-se tornado um item abundante,  muitos permanecem desinformados por opção ou preguiça. Por outro lado, grande parte dos que se informam não sabe integrar informação a seu papel profissional de modo útil.

O lado bom é que os que souberem fazê-lo terão mais e maiores oportunidades. Conquistar uma excelente vaga de emprego ou uma promoção é só o começo delas. 

O caminho é simples, porém difícil. Enquanto tantos correm atrás de um diploma ou MBA sem saberem o que fazer com isso, você pode se diferenciar e estudar. Torne-se primeiro um CDF. Depois busque praticar o que você aprender através de um estágio – remunerado ou não, se lhe for possível.  Só não duvide de que este é o esforço que realizará o futuro com que você sonha! 

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VER A CRISE DESDE OUTRA ÓTICA

Abraham Shapiro

Os últimos três anos neste País dão a impressão de que passou um tsunami por aqui.  

Primeiro vivemos quase uma década achando que “tudo era possível”. Agora, chegamos ao tempo em que "alguns vão longe demais para conseguir uma oportunidade magra”. 

A causa é lamentável. Muita gente infringiu a lei e a ética. Egos se projetaram de modo bizarro. No fim das contas espera-se que todos eles sofram as penas legais.

Eu quero ter olhos para ver algo muito bom e grande em curso a despeito da crise. E isso está além das notícias. 

Estamos redescobrindo o jeito de criar valor nos negócios e de construir uma carreira profissional. É a redefinição do conceito de empresa.

Vivemos algo semelhante a cerca de quinze anos. Você se lembra da remuneração dos executivos na primeira década de 2000? Aquilo se tratava de uma farra irresponsável à qual deu-se o nome de “cultura”. Cultura uma ova! Foi pura falta de juízo.

Agora, precisamos aproveitar esta crise econômica para estabelecer as nossas empresas sobre bases consistentes. Uma das medidas, sem nenhuma dúvida, adentra o RH. Mais do que buscar talentos técnicos, precisamos nos preocupar com o comportamento de quem trazemos para dentro das nossas organizações. Devemos entender como estas pessoas agem sob pressão, como atuam quando os recursos são reduzidos ou escassos, como decidem e se relacionam debaixo de exigências elevadas, como processam a responsabilidade quando o entorno parece derreter. É por aí que devemos eleger quem irá compor a nossa equipe de trabalho daqui em diante. 

O tempo atual é uma epifania que traz evolução e inspira a redefinição. Não perca esta oportunidade. 

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VAMOS FALAR DE QUALIDADE

Abraham Shapiro

Qualidade é o quesito mais importante das organizações europeias e norteamericanas nas últimas duas décadas. Eles entendem ser o argumento número um para as vendas acontecerem e o atributo que mais gera preferência de compra nos consumidores.

O mais curioso é que qualidade para aqueles empresários também é um dos principais meios de redução de custos dos processos produtivos. Eles entendem ser o meio mais eficaz de incrementar flexibilidade à linha de produção.

Hoje em dia, na Europa, mais de 85% dos executivos consideram a Gestão da Qualidade no topo de suas prioridades, equiparando à Gestão Ambiental.

No Brasil o tema ainda é confuso. Há empresas que não elegeram “qualidade” como sua vantagem competitiva, ainda que a utilizem como selo a ser colado em catálogos e impresso nas embalagens. 

Uma das possíveis causas é o fato de que muitos gestores da área encaram os problemas de qualidade sob a ótica da culpa, e não da oportunidade. Eles carecem de visão sistêmica. Refiro-me ao conhecimento e vivência prática desde o desenvolvimento dos projetos e produção até o pós-vendas, passando, é claro, por vendas e marketing. Isto os faria aptos a dar respostas coerentes aos desafios impostos pelas rigorosas exigências do cliente. 

Convém lembrar aos RH’s e executivos estratégicos: competência advém da prática intensa, e não de histórico escolar de boas notas. Muitos universitários saem de faculdades cujos professores jamais enfrentaram a área de produção ou puseram qualquer processo em marcha. Selecionem corretamente. Estabeleçam critérios de clareza e objetividade. Sem isso, é quase impossível conseguir resultados plausíveis! Especialmente na delicada e definitiva área da qualidade.

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EMPRESA FAMILIAR NÃO É UM REINO

Abraham Shapiro

Conheci sucessores de empresas familiares que eram perfeitos idiotas quando assumiram seu posto. Viam-se como reis assumindo um trono. Não tinham formação, nem experiência. Não haveria problema se soubessem usar o par de ouvidos que normalmente têm. Mas é que, além de tudo, eles agiam como tiranos e, desconhecendo o significado do verbo planejar, exigiam seus desejos “para ontem”. Alguns movidos por psicopatologias crônicas pressionavam seus empregados como gritos e ofensas.

Isso não ocorreria se tivessem passado por uma boa e real experiência longe dos negócios da família.

Estudiosos do comportamento humano nas organizações declaram que o gestor que pretenda “manejar” sua equipe da mesma forma como maneja seus braços ou pernas não irá longe. Embora autoridade possa, sim, gerar certo grau de desempenho, pressão e ameaças são inúteis para conseguir o compromisso do pessoal. 

O Xá da Pérsia foi o último monarca cujos poderes chegavam a ponto de decidir sobre a vida e a morte dos súditos. As leis não o restringiam sobre nada. No entanto, mesmo com fabulosos poderes ele jamais conseguiu que as obras públicas de seu país fossem entregues dentro do prazo estabelecido. Nem matando ele obtinha a pontualidade dos cidadãos de seu país.

O que se conclui é que duas ações são igualmente importantes quando se planeja o futuro de uma empresa familiar. A primeira é a formação do sucessor. E a segunda: sua experiência e vivência em negócios e na gestão de pessoas, preferivelmente em empresas que não sejam da família.

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CHEGA DE SER O PAÍS DO FUTEBOL

Abraham Shapiro

Basta! Depois da derrota por 7x1 para a Alemanha na última Copa e a recente eliminação na primeira fase da Copa América está mais que provado que não somos o país do futebol há muito tempo. Não adianta nos iludirmos mais com isso. 

O tempo passou o esporte que um dia pareceu monopólio nacional converteu-se em alvo de treino intenso e sistemático de jogadores e times inteiros em outros pontos do globo. Eles foram humildes, treinaram e aprenderam. Nós fomos orgulhosos, dormimos pensando sermos bons e, ao acordar, havíamos perdido a soberania. História óbvia em qualquer área. Pura questão de causa e efeito!

Isso foi ótimo!

Não é justo que um jogador que faça um trabalho pífio - como o da seleção brasileira nos últimos anos - fature o mesmo que o difícil e explorado lucro líquido de  empresas geradoras de emprego e pagadoras de  tributos além dos que deveriam para um estado corrupto como o Brasil. Não é justo que um desportista ganhe milhares de vezes o salário de fome de um professor ou de um cientista. Não é justo que ele seja mais admirado que o agricultor, que sofre e se desdobra pelo alimento dos que estão perto e dos que estão longe. 

Além de tudo, é infeliz e desafortunado constatar que a mídia incite as nossas crianças a desejarem  ser jogadores de futebol pela fama e pelos salários milionários quando muitos desses astros fabricados por interesses pontuais são sonegadores  de impostos e mestres em dar boas desculpas por seu mau desempenho. Trata-se, antes,  de um estrelato incoerente e inconsistente.

A verdade é que devíamos ter a honradez e o brio de buscar outras titulações nacionais merecidas, porém, não interessantes à nossa gente por seu   baixo nível cultural. Poderíamos lutar por sermos  "O país da educação", por exemplo. ou talvez: "O país do empreendedorismo". Há outros tanto ou mais significativos.  Isto seria, sim, um orgulho à altura do trabalho e do esforço de todos os brasileiros já cansados e surrados por tanta roubalheira e enganação de governos e outros ilusionistas que comungam  dessa humilhante política do pão e circo!

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COMUNIQUE O VALOR DO SEU NEGÓCIO DO JEITO CERTO

Abraham Shapiro

Vejo propagandas na tevê. Tenho sempre interesse de aprender algo. As dos canais fechados são superiores às dos abertos. Em geral eu lamento quanto dinheiro se paga por uma péssima comunicação. 

Gente inepta à frente das empresas acha que qualquer besteira escrita ao lado de uma foto ou uma voz bonita sobre um vídeo basta para comunicar o negócio e gerar demanda em seu público-alvo.

Primeiro, a maioria nem calcula quem seja seu público-alvo, de fato. E depois, todo mundo já está farto do bla bla bla fútil e inútil das propagandas.

Por exemplo: de novembro em diante, qualquer frase escrita em outdoors que contenha as palavras “Feliz” e “Próspero” mal é lida. Suponha que o texto seja: “Feliz é o tonto que ler isto... e próspero é quem atirar uma pedra nesta placa”, provavelmente ninguém irá protestar ou cumprir a  instrução, porque invariavelmente apenas dão uma olhadela e já deduzem tratar-se de "Feliz Natal e Próspero Ano Novo". E tal obviedade já está nauseante.

Não se vê nada novo. Nem decente. 

Culpa de quem? Sei lá. Talvez dos amadores à frente de tantas agências por aí que saem a vender serviços a troco de sobrevivência – sem análise, nem dados e muito menos critério. Sabem quem é Philip Kotler? E o que dizer dos que adquirem essas artes sem qualquer avaliação prévia do sucesso ou fracasso do que eles realizaram até então?

Valorize o seu negócio. Contrate profissionais referenciados. Compre o serviço de quem sabe 'o que', 'para quem' e 'como' expressar o que é preciso para incrementar valor à sua empresa.

Faça propaganda! Do jeito certo. E com quem entende disso!

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VENCER GIGANTES

Abraham Shapiro

Dizem que quando o Rei Saul, o primeiro rei de Israel, viu Golias, disse: 

- “Ele é grande demais. Não há como vencer.”

Mas quando David o viu, disse: 

- “Ele é grande demais, não há como errar”.

E você bem sabe quem derrotou o famigerado gigante.

Pequenas empresas que competem com as gigantes do mercado adotam um modelo que contém uma característica peculiar: oferecer a seu público-alvo facilidade de realizar negócios com elas. E quando conseguem, comunicam isso.  Elas tornam-se mais acessíveis e simples de entender os anseios de quem as procura. E depois do primeiro contato, elas dão um valor imenso ao relacionamento que acaba de nascer.

Empresa alguma devia esquecer  ou legar a segundo plano que proporcionar uma experiência positiva e memomrável ao consumidor é  o fator decisivo sobre a decisão que ele irá tomar para voltar.  Mas isso envolve atenção, cuidado, pesquisa e, mais que tudo, trabalho duro. E quem quer trabalhar duro hoje em dia? 

O consumidor quer atendimento e rapidez, agilidade. E uma experiência positiva tem como prerrogativa a oferta de soluções exclusivas ou individuais. Vou explicar. 

Se você vende carros igual a todas outras concessionárias, por que eu compraria de você?  Mas se além de carros você tem atenção e cuidado para me dar, conhecimento útil dos produtos e transmite segurança e confiança na negociação, é óbvio que esse conjunto de atributos funcionando juntos são os diferenciais que farão a minha preferência por você.

Cada indivíduo é como um floco de neve: não existem dois iguais. Mas no fundo, todos queremos as mesmas coisas: amor, perdão e chocolate. Esta sabedoria lhe fará apto a se posicionar com sucesso no seu segmento. E por ela você há de derrotar qualquer gigante que o ameaçar. Eu garanto!

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OTIMISMO SUPERESTIMADO OU O VIÉS DA SOBREVIVÊNCIA

Abraham Shapiro

Viés da sobrevivência. De que se trata? É o que faz superestimar a perspectiva de sucesso daquilo que as pessoas fazem.

Imagine um jovem de 20 anos que navegue na Internet e conheça uma dúzia de Youtubers com milhões de visualizações em seus vídeos e ganhando uma fortuna. Ele descobre que são pessoas comuns, sem nenhuma formação, que começaram produzindo seus vídeos em casa e moram na mesma cidade que ele. Estes caras inclusive se tornaram astros na mídia.

Animado por este sucesso, ele compra uma câmera e começa a gravar e postar vídeos pessoais na Rede Mundial. Será que vai conseguir o sucesso que almeja? 

A probabilidade é algo em torno de 0,00000001%. Infinitesimalmente maior que zero. Como tantos e tantos nesse País, ele irá gastar dinheiro. E após gastá-lo, o que ele fizer será nada. 

Mas o viés da sobrevivência está implantado em sua mente. E para agravar,  no dia a dia o sucesso produz maior visibilidade do que o fracasso. Assim, ele superestima sua perspectiva de sucesso. Ele alimenta uma poderosa ilusão e se esquece de que por trás de todo Youtuber que deu certo escondem-se outros mil cujos vídeos são vistos por não mais que uma dezena de pessoas. E por trás de cada um desses mil, estão outros milhares que não conseguiram nem que os próprios colegas de sala vissem suas postagens. Isso também vale para fotógrafos, artistas, designers, esportistas, arquitetos, cientistas e... empresários.

Acha que estou dizendo que não se devem correr riscos? Jamais eu diria isso. Mas é bom corrê-los tendo consciência de que o “viés da sobrevivência” deforma as probabilidades como um oleiro faz com o barro. 

O que fazer?

Meu conselho: visite o cemitério dos projetos, das carreiras, das ideias e dos investimentos que um dia foram promissores antes de tomar a sua decisão de entrar de cabeça em qualquer área. É um passeio triste, mas saudável.  

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ENQUANTO A SUCESSÃO É CONTROLÁVEL

Abraham Shapiro

Preconceitos podem causar perdas rápidas e enormes de bens que demandaram décadas para juntar. Eu lamento por grandes empreendedores que ainda não se deram conta de que existe remédio para tudo hoje em dia, inclusive para potenciais problemas em sua sucessão na empresa.  

Falei sobre isso a um importante empresário da região, que conta já com setenta anosde idade, e para a minha surpresa, ele respondeu:

- “Deixe estar, Dr Shapiro. Depois vemos como fica”.

E eu lhe respondi:

- “Não, senhor. Não fica. Hoje o senhor tem ainda algum controle sobre o entendimento entre os seus filhos. Caso venha a falecer,  não terá mais controle nenhum.”

Ele diz “deixe estar”. Postura insana, especialmente de quem não é dono de seu próprio destino.  

Eu vi o caso de o fundador já muito idoso ter de retornar à ativa para tentar salvar o que restava do negócio legado ao filho tolo. Vi outro em que o velho fundador assumiu a responsabilidade subsidiária dos sucessores por dívidas não pagas. Vi também gente sem forças enfrentar o desgastante resgate do que sobrou do incêndio da má gestão de seus herdeiros idiotas e despreparados. 

Tudo por quê? Não houve o planejamento da sucessão. 

O processo de sucessão em uma empresa familiar será tanto melhor quanto for o envolvimento de seus sócios fundadores na questão do planejamento. O motivo? Eles estão vivos, atuantes e respeitados. Eles continuam na “regência da orquestra” e ainda gozam da consideração suficiente de todos para impor ritmo e andamento. Não sendo assim, quase todas tentativas disponíveis falharão.

O que eu desejava dizer àquele empresário que mencionei no início é que qualquer transmissão planejada de propriedade ‘inter-vivos’ é infinitamente superior, mais eficaz e menos onerosa do que a transferência via ‘causa-mortis’. Mas provavelmente ele tivesse intenção de ser eterno... quando até o dono da funerária sabe ser isto uma grande besteira!

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PARA MUITOS PLANEJAR É UM TERROR

Abraham Shapiro

- "Seo Shapiro, o meu planejamento está na minha cabeça. Vamos tocando para ver no que vai dar".

Quando ouvi estas palavras daquele empresário, arrepiei. E também soube instantaneamente que ele podia ser experiente em muita coisa, exceto em administração. 

- “Planejamento na cabeça?” – eu respondi. “Só se for da rota da sua casa ao trabalho.”

Negócios têm de ter um traçado de como seus objetivos serão alcançados. E tem de ser do conhecimento dos funcionários. Se não, a própria equipe estará por fora do que seja a razão de existência da empresa em que trabalham. E quanto existe disso por aí. É medonho. 

No entanto, pior do que esconder um planejamento dos funcionários é dizer que ele está na cabeça só para esconder o fato de que o chefe não sabe fazer ou não tem um. 

O que é planejamento? 

É uma ferramenta que possibilita perceber a realidade, avaliar alternativas, construir um referencial futuro, um processo adequado para atingi-lo e, quando atingido ou não, avaliar a eficiência das ações empreendidas. 

Planejar é raciocinar na ação para se chegar a um objetivo antes dela ser posta em prática. 

Acontece que neste país, grande parte do empresariado precisaria da energia de uma bomba atômica para romper sua tendência natural de não planejar. Brasileiro tem medo de planejamento. Ou preguiça. 

Não importa. A verdade é que, quem não se planeja não prospera. Vá aprender a planejar. Sem isso, está fora!

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O QUE MAIS NOS FALTA HOJE

Abraham Shapiro

A grandeza das realizações do homem é reflexo de sua grandeza interior. Isto não é filosofia.

Quando o indivíduo é interiormente grande, suas visões são grandes e também seu entendimento, suas escolhas, decisões e atitudes. 

Estes atributos não se comprovam por um demonstrativo contábil de resultados, por uma relação de bens ou pela declaração de renda à Receita Federal,  mas pela qualidade de tudo o que faz.

Eu não temo afirmar que estamos vivendo a pior crise de liderança de todos os tempos, neste País. Vivemos uma escassez preocupante de gente virtuosa.

Os discursos e as propostas são vazios. Não há compromisso, nem sentimento de coletividade ou espírito de equipe. Quase todos parecem ávidos por viver um típico final de novela das nove em suas vidas, como se fosse possível. 

As pessoas querem ganhar dinheiro sem trabalho, gozando férias imensas, feriados constantes e vida fácil.

Os efeitos dos desvios e da corrupção dos últimos governos já custam o preço moral e social mais altos que uma nação já pagou em toda a História.  Triste é não haver punições à altura que sirvam de exemplo. Bilhões de reais roubados ou desviados permanecem em poder dos ladrões após dois ou três anos de prisão, dando impressão de que vale a pena roubar.

A última verdade que temos a enfrentar, o único remédio com poder de salvar o presente e o futuro, chama-se educação.

Ou quebramos essa esterilidade de grandeza – a começar por nós –, ou teremos a lamentar no futuro o lastimável e irrevogável fato de termos sido inúteis quando os nossos filhos e o resto do Planeta mais precisaram de nós.

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MUDE DE ACORDO COM AS MUDANÇAS

“Se alguma coisa estiver sendo feita de modo errado, supõe-se que inevitavelmente aparecerá, pois, não há erro que consiga justificar sua existência.” – Frase de um livro de Gestão da Qualidade  


Abraham Shapiro

Quais são os sintomas de que há algo errado na sua empresa?

Há uma pergunta bastante reveladora: “Por que você faz o que faz?”

Se a resposta for: “Porque me ensinaram assim. Disseram que eu devia fazer deste modo, eu obedeço e ponto final”; isso mostra que provavelmente erros cometidos estão sendo ignorados. As chances de que evoluam para sérios problemas são realmente grandes. 

Eu já me deparei com pessoas que se gloriam em dizer: "Meu avô fazia assim, meu pai fazia assim e eu também faço". É lindo. Parece um epitáfio. Devia mesmo ser escrita num túmulo.

Geralmente, quase ninguém gosta de mudanças. Talvez por isso a reengenharia durou tão pouco.

O que trouxe uma empresa até aqui não é garantia alguma de que a levará adiante. O ambiente muda. O mundo muda. E junto deles, muda também o consumo de produtos e serviços. Continuar fazendo tudo igual ao que deu certo no passado pode ser a mais tola das decisões. 

Um empresário consciente e sintonizado em seu tempo irá manter a essência de seu negócio, mas também olhar para dentro de seu modelo de gestão. Ele estará preocupado em calibrar eficiência, qualidade e outros parâmetros aos hábitos de consumo de seus clientes ainda que seu avô e pai tenham se saído bem no que fizeram em seu lugar.

Quem quer sucesso em negócios deve conhecer o sentido da palavra mudança e praticá-lo como necessidade, pois a  mente é como um para-quedas... só funciona se abrir!

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MANIFESTO CONTRA WEB-EMPREENDEDORES FRAUDULENTOS

Amigos,

A constelação de webempreendedores que aparece na Internet todos os dias oferecendo técnicas e modelos de como ganhar muito dinheiro é vertiginosamente grande. Tem de tudo entre eles.

Vi, dia desses, um farmacêutico dando dicas de negócios - curioso: ele nunca teve um.... somente este com que se apresenta agora nas mídias sociais.

Vi um camelô que dava dicas de Marketing - será que ele já ouviu falar nos 4 P's ou em Philip Kotler?

Vi também um médico veterinário que vendia um "Programa Motivacional" infalível. Ele prometia motivar pessoas em quaisquer condições - com a palavra: o Conselho Regional de Psicologia. E por aí vai!

Um ponto curioso: todos eles não se saíram bem em suas profissões.Por isso, agarraram-se a uma onda de enorme atração popular, especialmente entre os mais jovens e pequenos empresários malsucedidos.

Há décadas se sabe que, em momentos de crise econômica, duas áreas ganham grande notoriedade: igrejas e negócios encantadores - aqueles que prometem ganhos fabulosos em pouco tempo. Sobre  igrejas não posso falar. Falta-me conhecimento das religiões. Mas na área de negócios e de pessoas, estamos nisso há mais de vinte anos, e já vimos muito.

Acontece que sorriso bonito, boas ideias e otimismo servem para bem pouco na administração de empresas de quaisquer tamanhos. É claro que as emoções exercem papel essencial em  negociações e nas decisões humanas. Mas estes tais webempreededores, motivadores, gente que coloca em vídeos planos fantásticos, nunca testados, sobre como juntar milhões rapidamente, são, antes de tudo, interesseiros e oportunistas. E o pior: minimizam  um campo que requer alto nível de capacitação, aptidão e aprofundamento, por ser demais complexo.

Que experiência  têm? Quão longa tem sido sua vivência naquilo que ensinam? De onde adquiriram conhecimento e domínio para orientar? Quais estudos realizaram e debaixo das diretrizes de quem?

Se alguém se apresentasse como médico e testemunhasse de si  uma narrativa empolgante e convincente de suas habilidades em curar, isso bastaria para que você se submetesse a uma cirurgia com ele? Bem, graças a D-us, a Medicina conta com um poderoso Conselho Federal que regulamenta o exercício profissional de todos os médicos. Mas em negócios, qualquer principiante se apresenta como consultor, webempreededor, como coach, conselheiro etc. Qualquer recém-formado em Administração converte-se em professor com igual facilidade. E por não existir regulamentação, o que eles dizem fica como fato.  Mas é bom frisar que os que  aplicam suas "dicas" fazem-no por sua própria conta e risco.

A depender da promoção que fazem, eles alcançam índices excepcionais de seguidores. Estes seguidores constroem o sucesso que eles buscam sem que exijam comprovação, referências ou prática. Aí é fácil! Uma lábia, uma câmera, um e-mails... e eles tornaram-se webempreededores!

Faça um teste. Busque  seus endereços, telefones e outros dados pessoais ou profissionais. Você não  encontra.

Eu venho a público advertir todos os leitores a precaverem-se contra esse golpe. Não o fomentem. Não incentivem sua proliferação.  Não deem-lhes audiência. E caso vocês não saibam, o pelo simples clicar do seu mouse sobre suas promoções e vídeos lhes concede ganhos em dinheiro, ganhos esses remunerados pelas plataformas de hospedagem de suas publicações.

Pense bem. É como cigarro ou drogas: os que o consomem começam por um prazer. Mas depois do viciados, a dependência os destrói por ser maléfica desde sua origem. Evitar é a melhor atitude... e a mais inteligente!

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PROPAGANDA E ÁGUA DOCE

Abraham Shapiro

Há empresários que não investem em propaganda, divulgação e comunicação de seu negócio porque imaginam não ter concorrentes. Então vão para a cama e se levantam todas as manhãs com esta certeza. 

Pode até ser que um negócio seja único e ofereça um produto ou serviço aparentemente exclusivo em sua região. Mas, olhando melhor, é possível ver que outros vendem a mesma solução ou algo que a substitua.

Há uma regra que diz: “Se você quer fazer o seu negócio conhecido, comunique suas vantagens e benefícios a seu público alvo.” Não sendo assim, a conquista de clientes será tão lenta que, qualquer investidor no mesmo segmento que fizer publicidade irá ocupar a primeira posição na mente das pessoas. E quem chegar primeiro aí, tem muitas, muitas vantagens competitivas.

Excelentes negócios que não foram suficientemente comunicados viram com frustração seus potenciais clientes os ignorar até seu total desaparecimento,  mesmo com mercado de sobra. Não foram poucas vezes que isso ocorreu.

Fazer a divulgação do produto e destacar seus diferenciais é obrigatório. Faz parte inequívoca e indispensável do processo de conquista de mercado. 

Apegar-se à ilusão de que não há concorrência e interromper ou não fazer comunicaçãoé um erro grosseiro  e imperdoável. Em pouco tempo  este negócio dará lugar a outro que cumpra a regra básica, usufruindo do sucesso que seria do primeiro.

Água salgada não mata a sede. Propaganda é a água doce e fresca que satisfaz a sede da empresa por clientes e traz o lucro que a nutre. 

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