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SAIBA PORQUÊ VOCÊ CONTINUA VIVO

Abraham Shapiro

Atenção, pessoas que atuam em vendas. 

É essencial procurar novas possibilidades na sua área de atuação. Não, não. É vital!

Como? 

Estude novos meios de fazer o que você já faz. Recrie-se. Desenvolva novas formas de abordagem a clientes. Versatilize outros assuntos durante as suas visitas e mostre mais maturidade. Aprenda uma nova técnica de apresentar os seus produtos e de expôr o que ele irá ganhar de fato com o que você vende. 

Não peça uma oportunidade. Ofereça.

Isto o colocará em um novo ponto de vista e eliminará os dois inimigos mortais de qualquer profissional que já se familiarizou com suas ferramentas de trabalho: a monotonia e o tédio.

Já foram descobertos muitos ótimos clientes que no espaço de três anos não haviam sido visitados por nenhum vendedor! Você acredita? Então, esteja certo de que há um cliente desses na sua região. E foi você, sim,  você que não o visitou!

E, por favor,  não negue. Se você for um profissional de vendas verdadeiro e positivo, você apenas irá procurar e vai achar este cliente! Com certeza! E depois, irá se admirar com a quantidade de bons negócios que ainda vai realizar. É só conduzir-se bem. 

Deixe-se dominar por uma boa ideia de sucesso e mude o seu ponto de vista. Fuja dos pressupostos antigos. 

Você é muito, muito mais do que conseguiu ser até hoje. Então lute por esta missão. É exatamente para isso que você continua vivo!

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A CAUSA-MÃE DO SUCESSO E DO FRACASSO EM VENDAS

Abraham Shapiro

Um vendedor percorre a mesma região há anos. Ele vê os mesmos clientes e efetua frequentemente vendas muito parecidas.  Isto o convence de que as possibilidades de sua área são exatamente as que ele enxerga. 

Porém, quando este vendedor é substituído por outro de igual potencial, além de descobrir novos clientes na mesma área, o novato aumenta o volume das vendas sobre o quanto o antigo realizava. 

O que explica isto?

Nós construímos julgamentos partindo dos nossos próprios pontos de vista. E pensamos de modo absoluto, isto é, sem relativizar – opção que tanto pode produzir sucesso quanto fracasso. 

Por outro lado, ser capaz de colocar-se em um novo ponto de vista é uma habilidade bombástica,  de grande efetividade e alto poder de promover mudanças para melhor, especialmente quando existe a tendência à acomodação.

Olhe para aquele novo vendedor e você o verá conversar com todos os clientes potenciais de sua área. Ele não tem ideias pré-concebidas. Ele não sabe quem compra muito ou pouco e nem quem é bom ou mau cliente.  Ele simplesmente assume uma atitude mental positiva e indistinta em relação a todos e sem pressuposições, o que abre suas chances de excelentes pedidos.

Já o veterano é viciado e move-se sobre a convicção firme de que “este cliente não compra”, “aquele não compensa visitar” etc. 

A postura definitivamente vantajosa é a neutralidade, isto é, anule pontos de vista pré-concebidos e abandonar situações não prováveis. 

Se o esforço recompensa, esforce-se por atuar sem pressupostos. 

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A BOA ESCRITA NOS NEGÓCIOS

Abraham Shapiro

Nos Estados Unidos, um terço dos executivos escrevem mal. Li isto na Revista de Negócios de Harvard em sua edição americana. Desconheço as estatísticas brasileiras. Mas a julgar pelos emails que leio, é provável que estejamos piores.

Leia bem o que declaro a seguir. 

Preocupe-se demais com a sua expressão escrita. 

Muitos de nós nos atrapalhamos ao buscar as palavras certas em um texto de negócios. 

Quantas vezes você esteve confiante em relação à ideia, e na hora de digitar ou escrever não conseguiu expressá-la em palavras? 

Não tem que ser assim. Isto pode mudar. Não só pode como tem que mudar!

Se você fugiu das aulas de Língua Portuguesa ou aproveitou-se dos colegas quando teve de redigir os trabalhos da faculdade, jogue luz sobre esta área sombria do seu currículo. Contrate um bom professor e aprenda tudo o que não sabe. Estude  e pratique redação. Caso ainda não tenha recursos para investir, busque cursos e dicas no YouTube. Há muitos lá. E gratuitos. 

Não deixe a sua escrita limitar o seu potencial. Quando você está pressionado pelo tempo e se atrapalha com as palavras, a tendência é descartar a boa escrita achando que escrever certo seja um luxo. Não é nada disso. 

Escrever corretamente é uma habilidade de que o seu sucesso depende crucialmente, sem contar a perda de tempo, dinheiro e influência que se acumulam quando os seus e-mails, propostas e outros documentos importantes não convencem as pessoas que deviam.

Direto ao ponto: melhore a sua escrita. Isso conta no seu desempenho muito mais do que você calcula.

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TENHA CRITÉRIOS PARA CONCEDER CRÉDITO

Abraham Shapiro

Antonio devia para João R$ 300 mil quando faliu. Quebrou “no talo”.

João sabia das reais circunstâncias do devedor e não tinha esperanças de receber mais.

Certa noite, quase uma da manhã, Antonio liga para João dizendo estar interessado em acertar sua dívida.

João o recebe em casa àquela hora. A conversa se estende por mais de trinta minutos e Antonio propõe um acerto do débito por 50% do total. 

João pensa:

- “Entre perder tudo e receber apenas a metade.... está excelente.”

Mas Antonio prossegue o debate.  Chora mais um pouco, explica sua penúria e os dois acabam fechando tudo por 60 mil, que seriam pagos às 11 hs do dia seguinte.

Chega a hora. João está no escritório de Antonio ávido por receber os 20% da dívida original.  Está conformado, porque já considerava prejuízo, mesmo!

Antonio aparece e diz:

- Você vai me desculpar, mas estou sem condições de pagar o que acordamos.

- “Mas como assim?” – responde João, indignado.  “Você aparece em casa à uma da manhã, falamos por quase sessenta minutos, fazemos um acordo e agora você diz que não irá pagar? Por que fez tudo isso, então?”

E Antonio conclui:

-  Sabe o que é? Eu não consigo dormir enquanto devo 300 mil reais a um amigo. Mas já com uma dívida de R$ 60 mil é mais fácil pegar no sono. 

A lição? Amigos, amigos; negócios à parte! Ao fazer qualquer negócio, ancore-o sobre uma base segura. Tenha critérios para conceder crédito. Se não, você será vítima de todas as circunstâncias.... e não terá a quem reclamar.

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BOA HORA PARA INVESTIR

Abraham Shapiro

A situação em que todos os indivíduos reagem da mesma forma, embora não exista planejamento da direção, chama-se Efeito Manada. 

Esse é um termo que se refere originalmente a um comportamento animal e que, por similaridade, também se aplica a seres humanos em situações de crise, especulação e outras.

Estamos numa crise econômica – você já sabe e os noticiários não o deixam esquecer. Além do dinheiro mais curto e desvalorizado pela inflação, o desemprego só cresce.

Surge lá uma notícia de que a venda de imóveis nesse período teve uma queda em relação ao mesmo período de anos anteriores. 

Se você tem dinheiro e decide não investir por influência dessa notícia, este é um típico comportamento de manada. Muitas pessoas também agirão assim. Só não as inteligentes. É que elas sabem ser este um momento de boas e grandes oportunidades e, por isso, elas caminham no sentido contrário à manada. Como consequência, elas ganham mais hoje e potencializam ganhos maiores no futuro do que em tempos normais. 

Pois bem. Você tem dinheiro? Esse dinheiro não compromete a sua subsistência? Deseja investi-lo? O momento é já. Mexa-se. Pesquise. Conheça. Busque profissionais que o orientem. Depois, dê o passo. Decida-se. 

Permita-se influenciar pela sua inteligência e nunca pelo instinto passivo da turba que não pensa e só se deixa manipular. 

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A RESPONSABILIDADE SOBRE OS NEGÓCIOS É TODA SUA

Abraham Shapiro

Se você está em vendas, preste atenção. Serei totalmente franco no que colocarei aqui. 

Quando algo dá errado na negociação com o seu cliente, você está ferrado, certo? Daí podemos concluir algo óbvio: todos os problemas do cliente são problemas seus! Então, pelo amor de D-us, nunca –  eu vou repetir: nunca – culpe perante o cliente as pessoas da logística, da expedição ou quem quer que seja por uma entrega atrasada ou qualquer outro problema.

Você é o vendedor! Então é você “sozinho” quem lidera o processo. Você é quem representa a empresa nesse momento. Na mente do cliente ele fala com você só porque você é a própria empresa diante dele. E não há como mudar isso. 

É claro que você tem o direito de tratar da situação diretamente com as "pessoas da logística" ou “da expedição”  se, de fato, elas erraram.  Mas diante do cliente jamais mencione essa gente. Ele não quer saber. 

Não transmita a sua ira para o cliente. Se o fizer, a sua reputação irá por água abaixo no mesmo instante.

Assuma a responsabilidade sobre o problema. Depois,  dê a melhor solução de modo a proporcionar o bem estar e a felicidade que ele busca todas as vezes que negocia com você, pois, o cliente fecha negócios com você, e não com a empresa ou a marca abstrata que você representa... por mais poderosas que elas sejam.

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BOA VONTADE E SEU PAPEL NO CENTRO DOS NEGÓCIOS

Abraham Shapiro

Você pode ter um bom negócio, com as melhores estratégias, mas sem disposição e energia, você não se mantém em pé. E nada irá funcionar, creia-me.

Um amigo – dono de uma loja de shopping – veio desabafar comigo:

- “Shapiro, estou desanimado com o meu negócio. Poucos clientes entram na minha loja. Saio de casa todas as manhãs sabendo que vou sofrer o dia todo, e quando o dia termina, eu me arrasto para casa tentando esquecer o que passei”.
O que, de fato, ocorre a este meu amigo? Eu direi. Sua chama interior se apagou.

Entenda. A falta de “querer” é como a falta de oxigênio! Vontade é o que nos mantém vivos.

Eu acho realmente curioso o fato de que o trabalho e a vida precisem diariamente de inspiração.  E sabe o que significa a palavra inspiração? Literalmente é “inalação”. Ou seja, inspirar é injetar ar novo dentro dos pulmões. Você acha coincidência? Não há coincidência para quem sabe que a vida tem um propósito.

Se algo parecido ao que se passou com aquele amigo meu ocorre com você, acorde. Liberte-se já deste torpor, do sono profundo que impede que você desfrute o que há de melhor em cada coisa que faz, especialmente do trabalho.

Baixa energia associada ao negativismo é um veneno que destruirá o seu negócio e levará junto a sua carreira, a sua história e, os Céus não permitam, a sua vida. É grave.

Pare de desejar os fins de semana. Isto é ilusão. Eles passam e você vê que nada foi como você imaginava.

Nutra alegria pela chegada da segunda-feira!

Dizem que se você der o mapa de um tesouro a uma pessoa negativa, é bem provável que ela o dobre e o utilize para calçar uma mesa manca. Que isto nunca aconteça a você.

Pense agora, por exemplo, que todas as grandes invenções e criações humanas vieram pelo entusiasmo. Busque isso para si e tenha força de vontade!?

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ESCOLHA QUEM TEM MAIS A PERDER

Abraham Shapiro

Propagandas muitas vezes confundem. Há empresas que abusam da passividade dos expectadores. Criam informações para causar impressões exageradamente positivas.  Ninguém confere mesmo!

Um repórter perguntou a um famoso matemático: 

- “Alguma vez o senhor já se deparou com um problema insolúvel na matemática?” 

- “Sim” – responde o entrevistado. “Quando acompanho os anúncios na televisão não entendo como 85% dos dentistas recomendam determinado creme dental, 92% recomendam outro e 95% recomendam um terceiro!”

Eu ministro consultoria a uma indústria do segmento alimentício. É uma média empresa. Está no mercado há sessenta anos. Seu principal concorrente tem dez ou doze anos. Ambas as empresas têm pontos positivos ao longo de sua história. Mas percebi que não muitos clientes optam pelo benefício de negociar  com uma indústria de sessenta anos porque tem sessenta anos. E deviam.

Quantas empresas brasileiras permanecem saudáveis ou vivas por tanto tempo? Quantas mantêm o foco em suas atividades? 

Sessenta anos no mercado, modernizando o processo produtivo, melhorando a qualidade dos produtos e tudo o que as tendências mais rigorosas de consumo exigem é, sem dúvida, um certificado de garantia “mais que perfeito” de força e sustentabilidade de marca.

O concorrente pode ser bom. Mas a empresa de 60 anos é melhor.

Não ceda a sua decisão a slogans e outros joguetes de quem nada tem a oferecer senão boas e bem-humoradas propagandas com efeitos especiais. Opte por quem é mais forte. Escolha o mais antigo e exercitado em honrar compromissos, até porque, além de tudo, ele tem mais a perder.

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O MEU AMIGO VENDEDOR WALTER LUZ

Abraham Shapiro

Tive um amigo chamado Walter Luz. Ele era vendedor. Na entrada do ano 2008, ele enviou-me um e-mail que, ao reler casualmente dia desses, achei oportuno trazê-lo a vocês. 
Aqui vai:

Amigo Shapiro,

Como profissional de vendas, sei que sou a pessoa mais importante do mundo dos negócios porque nada acontece em qualquer empresa até que alguém venda o que ela produz. Isto me deixa muito feliz. 

Sabe o que eu quero para o Ano Novo?

Quero manter meus atuais clientes pela vida toda. Sei que os concorrentes estão de olho neles. Então eu vou agir pra preservar essa fidelidade a toda prova.

Quero criar mais relacionamentos e conquistar novos clientes. Ajudá-los com ideias que eles possam usar para ter lucro. Eu tenho me esforçado pra ser melhor nisso. Sabe como? Eu não saio de casa sem me planejar, sem organizar todos os itens da maleta e sem inspiração.

Quero ficar conhecido pela minha boa reputação.

Vou ler mais e ver muito menos tv. 

Vou mudar tudo o que for comum em mim porque não quero ser e fazer o que todo mundo faz.

Vou agir com mais coragem e encarar qualquer rejeição ou contrariedade com criatividade.

Eu já levanto cedo, mas vou antecipar quinze minutos para bater a concorrência,  porque o meu sucesso depende de dedisposição.

Assumo e continuo assumindo todas as responsabilidades perante a empresa e perante os clientes sem tirar o corpo fora.

E quando alguém me perguntar: “Oi, Walter, como vai?”, eu responderei: "Prosperando!"

Que  lição maravilhosa.  Não preciso dizer que o Walter sempre foi um sucesso. Hoje todos vocês souberam por quê! 

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O MARKETING CERTO

Abraham Shapiro

“O bom marketing não é acidental. Ele resulta de planejamento e execução cuidadosos. Suas práticas são continuamente refinadas e reformuladas para aumentar as chances de sucesso. 

Pode-se considerar que sempre haverá a necessidade de vender. Mas o objetivo do marketing é tornar irrisório o esforço de venda. O objetivo do marketing é conhecer e entender o cliente tão bem que o produto ou serviço seja adequado a ele e se venda sozinho.”

Estas palavras saíram do livro ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING, de Phillip Kotler e Kevin Keller dois papas nesta área.

Muitos podem achar irreal a situação de um produto vender-se por si só. Mas basta olhar a Apple com o iPod, iPad, iPhone, etc. 

O Playstation da Sony é outro exemplo junto da  lâmina de barberar Mach III da Gillette. Eles venderam enxurradas de produtos. Por que? Eles projetaram o produto certo, com base numa cuidadosa lição de casa de marketing. 

Estas situações são reais e indiscutíveis.

É importante saber que, em negócios, a sorte pode até ajudar. Mas qualquer sucesso repentino, tem no mínimo dez ou quinze anos de planejamento, estudo e muito esforço.

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VENDAS E OUSADIA

Abraham Shapiro

Todos nós, de algum modo, somos vendedores e estamos em venda. Já, assumir  “ser vendedor” e encarar a venda como uma arte é o que fazem os profissionais.
Nenhum vendedor devia ter medo de gente. 

Vendas é uma arte que depende de entender como as pessoas “funcionam” a fim de atraí-las, iniciar e manter relacionamento com elas. Depende de saber usar as palavras, quando dizer e porque não dizê-las. 

Quem está em venda e não estuda  afim de se desenvolver mais e mais, a essas horas deve estar fracassado. 

Venda, hoje, exige constante reciclagem, participar de cursos e outros meios de melhoria e aperfeiçoamento. Falta apenas um detalhe para completar esta descrição qualitativa do vendedor a que chamo “extraordinário”.  Aqui vai. Ele deve ser ousado. 

Ousadia é algo próximo a “ter cara-de-pau”,  mas no sentido positivo. 

Uma antiga anedota ajuda a ter noção sobre o que estamos falando:

No tempo das locomotivas, um homem pobre regressava de uma cidade distante. Ele conta a um amigo que o fiscal do trem o encarava de modo especial cada vez que passava por seu assento. 

- “Como assim?” – pergunta o amigo. 

- “Ele me olhava como se eu estivesse viajando sem passagem” – diz o primeiro. 

- “E você, o que fez?” – voltou o amigo.

- “Ora, o que havia de fazer?” – responde o pobre – “Eu olhava para ele como se eu realmente tivesse a passagem”.

Está aí um exemplo curioso do que é ser cara-de-pau.

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Abraham Shapiro é consultor de empresas e Executive Coach com especialidade na sucessão em empresas familiares. Fone | Whatsapp: 43 8814 1473 Email: shapiro@shapiro.com.br   

 

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FEIRA LIVRE - UMA LIÇÃO DE VENDA

Abraham Shapiro

Osmar éo nome do dono da barraca onde eu compro os legumes e verduras na feira livre das manhãs de domingo, próximo à minha casa. 

Ele talvez não conheça regra formal alguma de marketing. Mas tem intuição, capta impressões dos clientes e demonstra visão prática de relacionamento muito mais aguçada do que grandes especialistas.

Eu não resisto à barraca arrumada com os legumes e as verduras de encher os olhos. A variedade  e as cores sempre causam vontade de comprar mais do que preciso.

Este negócio não é de hoje. A feira livre é o formato mais antigo de comércio que se conhece. No Oriente Médio elas existiam há 2.500 anos.

Os feirantes têm muito a ensinar sobre negócios. Mas acredito que a lição mais importante seja o bom humor. Mesmo não tendo vida fácil –  porque  começar a trabalhar às 3 ou 4 horas da manhã não é fácil pra ninguém – eles entendem que o clima de bom humor é o que impulsiona suas vendas. Por isso  mantêm o alto astral a todo custo. E com tantas barracas oferecendo produtos similares, ele sabe que só ganha aquele que se destacar na lembrança do cliente.

Enfim. Em tempos de dificuldades, incertezas e queda no consumo, buscar inspiração em situações simples é tão prudente quanto desejável. Além disso, fazer negócio é, e sempre será, algo cujo sucesso tem como base a honestidade, a simplicidade e especialmente a sabedoria. O que não for assim, é “meia boca” ... ou picaretagem.

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A EMPRESA MAIS ANTIGA DO MUNDO QUEBROU EM 2006

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A empresa mais antiga do mundo durou 1.428 anos. Encerrou suas atividades em 2006. Foi uma construtora japonesa de templos budistas. Chamava-se Kongo Gumi. Era familiar e foi administrada pelos descendentes dos fundadores.  

A Kongo Gumi ficou aberta por quatorze séculos e sobreviveu em momentos de sérios tumultos da história. 

Masakazu Kongo foi o 40º e último membro da família a comandar a empresa. Ele afirmou em entrevista à Revista Newsweek que a flexibilidade da construtora em selecionar seus líderes foi um dos principais motivos de sua longevidade. Em vez de entregar o comando para os filhos mais velhos, o antigo fundador adotou o critério de escolher sempre o filho que exibia melhor saúde, responsabilidade e talento para o trabalho. Ourea regra do fundador foi a prática de maridos e mulheres dos filhos receberem o nome da família ao entrar na empresa. Isso manteve a companhia sobre o mesmo nome.

Mas o que foi que levou a Gumi à falência?  Duas talvez sejam as principais causas. 

A primeira foi um grande empréstimo feito em 1972, num bom momento econômico do Japão para investir no mercado imobiliário. Vinte anos depois, a má gestão financeira fez a dívida crescer demais.  

A segunda causa foi comportamental. O povo japonês diminuiu a demanda de templos budistas.

Deste modo, em 2004, com uma queda de 35% de vendas, Masakazu Kongo demitiu trabalhadores e tentou controlar o orçamento. Mas em 2006, o fim chegou. A dívida da empresa estava em mais de US$ 340 milhões. O pagamento era impossível. Foi adquirida pela Takamatsu Co., uma gigante japonesa de construção. 

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A CIÊNCIA DA VENDA NOS DIAS DE HOJE

Abraham Shapiro

O que fazer para vender mais? A resposta é óbvia. Fazer um atendimento excelente. O cliente quer ser tratado como um ser único e exclusivo.

Foi-se o tempo em que bastava expor a mercadoria e as pessoas vinham comprar. O cliente é individual. E cada venda é “a venda”. Sabe o que isso significa? Temos de reaprender como fazer negócios; digo: reaprender como vender.

Todo consumidor compra os benefícios que os produtos proporcionam - não genericamente, mas especialmente para ele. Acontece que, hoje, além destes benefícios, ele deseja ser conhecido e, se possível, identificado. E, por favor, esqueça aquela pergunta risível e invasiva que fazem em algumas farmácias: "Qual é o seu nome?". Confesso que quando sou abordado desta forma, penso: "Será que são da polícia???"

Estou dizendo que o consumidor quer  sentir-se privilegiado.  Será tão difícil dar-lhe esta sensação? 

Há cerca de oito ou dez anos, uma rede de joalherias de S. Paulo lançou um par de brincos com fechos de brilhantes. Custava uma pequena fortuna. Os marqueteiros desta rede diziam que não venderiam nada. Mas o produto tornou-se um campeão de vendas. Até hoje.

Como explicar a venda de sapatos de 9.000 reais? Bolsas de 20 mil reais? Tem muita gente que compra. E não só ricos. Muitos são da classe média.

Não há mistério. Existe uma necessidade nova em cada motivo de compra. E ela conecta-se num novo modo de ser e de como ver o mundo. 

A pessoa pensa: “Eu sou única. Eu mereço esta jóia, este carro, um jantar naquele restaurante top 5 – custe o que custar”.

Então pense duas vezes antes de achar que preço baixo é o que atrai compradores, a menos que você esteja no negócio de grãos de soja ou milho. 

Vencer a concorrência, hoje em dia, é uma ciência. E ela tem com o prazer que o cliente sentirá no coração do que com a dor que ele sentiria no bolso.

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QUEM É O CLIENTE CHATO?

Abraham Shapiro

No passado ele era o CLIENTE CHATO e que reclamava de tudo. Hoje, ele é reconhecido carinhosamente como CLIENTE INSATISFEITO.

No passado ele era o CLIENTE DETALHISTA que exigia explicações para tudo. Hoje, ele é tratado carinhosamente como MINIMALISTA, que se liga em minúcias e faz muitas observações.

No passado ele era o que GRITAVA e queria partir para a briga. Hoje, ele é considerado apenas como alguém querendo DESABAFAR.

Tudo bem. Os negócios mudaram. A concorrência ampliou-se demais. Tudo tem de ser visto com outros olhos e nós precisamos melhorar cada vez mais os processos, a qualidade e o atendimento.

Mas vou dizer o que penso de tudo isso com toda a minha franqueza.

Sabe quem é o cliente CHATO de verdade? É aquele que não liga. É aquele que não reclama para ninguém sobre nada. É aquele que não briga, que não pede explicações e simplesmente muda de marca, de fornecedor, de prestador de serviço e não volta mais pra comprar de nós.  

Este, sim, é um CHATO.

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UM RECADO AOS LOJISTAS


Abraham Shapiro

O micro e o pequeno varejo brasileiro representam um potencial imenso de geração de riqueza. Então por que é tão difícil alcançar o sucesso numa loja?

Um dos problemas é o perfil dos investidores. Normalmente são pessoas que lançam mão de economias pessoais ou dispõem de bens familiares em busca de lucros. Abrem uma loja e, em pouco tempo, veem-se perdidos com a rotatividade de funcionários e sua própria carência de conhecimentos. Resultados não aparecem. Então, eles criam conceitos errados sobre a atividade.

Dia desses, um lojista de bijuterias apresentou-se como “um sofredor do comércio”. Desânimo é outro problema.

Quando o sonho do varejo não se realiza, o proprietário busca vender seu negócio. Conta com a sorte para encontrar um interessado. Invariavelmente ele precisará camuflar a realidade desfavorável interna de sua loja. Então, o novo investidor,  movido pela crença no potencial do mercado, a adquire. Esse último também confia em suas aptidões naturais, pois igualmente ao primeiro não tem boa base de conhecimento. Este é o moto perpétuo de ineficiência e amadorismo que consome um monte de dinheiro e, muitas vezes, o transforma em nada.

Ter uma loja requer saberes específicos. Buscar um ponto na praça, detectar público alvo, posicionar o negócio e o mix de produtos, organizar o layout e a decoração, descobrir e selecionar fornecedores, operacionalizar ações bancárias – estes são só alguns exemplos da lista de habilidades mínimas requeridas. E finanças? E contabilidade? E RH? E Marketing?

Quantos são os empresários que reúnem estas competências?

Vou falar no meu razoável Português: ou você se capacita, ou pensamentos positivos e orações não servirão para nada!

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