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DICAS FANTÁSTICAS DE USO DAS PALAVRAS

Abraham Shapiro

O nosso pensamento orienta a nossa comunicação.  A comunicação, por sua vez,  modela as nossas ações e ajuda a criar a realidade de cada momento da nossa vida. 

E se obervarmos bem, saberemos que o nosso modo de comunicar evidencia os nossos pontos fortes ou fracos. Daí ser possível entender a personalidade de uma pessoa pelo modo como ela se comunica, além de vários aspectos de seu caráter. 

A habilidade de se comunicar é essencial para o relacionamento interpessoal.

Vou dar algumas dicas sobre o uso de palavras que poderão ajudar o seu posicionamento pessoal. 

1.   Cuidado com a palavra não. Uma frase que contém a palavra ‘não’ traz à mente o que está junto com ela, ou melhor, o ‘não’ só existe na linguagem e inexiste no pensamento. Ninguém é capaz de pensar ‘não. Por exemplo: “Não pense na cor vermelha”. Eu pedi para você não pensar. Mas é bem provável que tenha pensado. Portanto, procure falar somente o que você quer, e não o que não quer.

2.   Tenha cautela ao usar as conjunções ‘mas’, ‘no entato’, todavia e todas as adversativas. Elas negam tudo que veio antes delas na frase.  Por exemplo: "O Pedro é um rapaz inteligente e esforçado, mas...". Percebeu? Nesta frase o ‘mas’ anulou a inteligência e o esforço do Pedro. O que fazer então? Substitua ‘mas’ por ‘e’. “Carlinhos, você é um ótimo funcionário e eu gostaria de lhe dar uma dica poderosa para aumentar a sua eficiência: escute mais o cliente!” 

Viu só? Simples e fácil. Mas tem de praticar. Caso você pratique lições como estas e as ponha em prática no seu dia a dia, eu lhe garanto um desempenho pessoal muito superior à média.

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EU LHE DIREI COMO SER REALMENTE GRANDE

Abraham Shapiro

Sabe que você tem infinitas potencialidades internas? Se ainda não, devia saber. 

Quase todo mundo sabe disso. Mas ficam só no saber e nunca agem a respeito.  Este, aliás, é um dos grandes problemas da nossa época, responsável inclusive pela carênciade talentos. 

E para piorar, além de não termos aprendido como usar as nossas potencialidades, damos abertura a que as pessoas interfiram negativamente no nosso modo de ser. Não devíamos. Porque nos distancia da grandeza que podíamos acessar naturalmente ou por esforço. 

É empolgante ver, por exemplo, como um vendedor vai do fracasso ao sucesso em vendas quando deixa de crer numa besteira que um ex-chefe  lhe tenha incutido no pensamento em algum momento do passado. 

Dar ouvidos a palavras que diminuem ou desvalorizam é um péssimo feito contra si próprio. É um autoflagelo sem nenhum propósito que só nos põe no total prejuízo. 

Um rapaz, certa vez, procurou um sábio e lhe disse:

- Sei que sou um tolo, mestre, mas não imagino o que fazer a respeito. O que o senhor me aconselha?

- Meu  filho – respondeu o sábio – se você sabe que é um tolo, isto, com toda certeza, é a prova de que você não é.

Mas o rapaz prosseguiu:

- Então por que é que todo mundo diz que eu o sou?

O mestre o olhou profundamente, e respondeu:

- Bem. Até que você pense ser um tolo, nada há de errado.  Mas quando passa a dar ouvidos aos outros quando lhe chamam de tolo, então também eu não o negarei. Realmente você é um tolo!

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MUDE O RECHEIO E COMA O SEU SANDUÍCHE COM SATISFAÇÃO

Abraham Shapiro

Numa visita de rotina, o presidente da companhia chega ao setor de produção e pergunta para o encarregado: 

- Quantos funcionários estão trabalhando neste setor? 

Depois de pensar por alguns segundos, o encarregado responde: 

- Ah! Mais ou menos a metade do pessoal que o senhor vê aqui.

Isto parece piada. Mas é a realidade de muitas, muitas empresas. 

Uns são comprometidos e engajados. Outros são estáticos e só expressam descaso. 

Nem todo mundo trabalha com foco. E com whatsapp, viber, facebook etc... a coisa tende a ser bem pior. O que não falta são elementos que dispersam a atenção. 

Um dos maiores inimigos do foco no trabalho é a reclamação. Reclamar constantemente e de tudo converte-se em vício, além de ser a principal justificativa para a baixa produtividade. 

Há um caso curioso a esse respeito. 

Um pedreiro em seu primeiro dia numa nova obra, abre a lancheira à hora do almoço e tira de dentro um sanduíche. Antes de comê-lo, resmunga em voz alta: 

- “Sanduíche de mortadela? Detesto mortadela”. 

No dia seguinte a mesma coisa. 

Quando, no terceiro dia, ele repete a ladainha, um colega o interpela: 

- “Por que você não pede à sua mulher que faça um sanduíche diferente?” 

Ao que o rapaz responde: 

- “Impossível, amigo. Porque sou eu quem prepara os meus sanduíches todos os dias”.

É sempre assim. Reclamar é fácil. Mas quase sempre somos nós que criamos as situações de que reclamamos. Nós é que preparamos o sanduíche. Portanto, mudar o recheio está sob o nosso poder... e nunca na conta da reclamação!

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A DECISÃO NOBEL DE MUDANÇA DE VALOR

Abraham Shapiro

Alfred Nobel foi um químico sueco que fez fortuna ao inventar explosivos mais poderosos do que os que existiam então. Ele vendeu sua fórmula a países interessados em fabricar armas. 

Um dia, seu irmão morreu e por engano um jornal publicou o obituário de Alfred identificando-o como o homem que fizera fortuna possibilitando que os exércitos alcançassem novos níveis de capacidade de destruição em massa. 

Nobel teve a oportunidade única de ler a notícia de sua própria morte e constatar as razões pelas quais seria lembrado por todos.

Ele ficou chocado ao pensar que sua vida se resumiria em ser o mercador da morte e da destruição. Decidiu então usar sua fortuna para criar o prêmio que distinguiria as conquistas em vários campos de atividade benéficos à humanidade – e é por isto, não por seus explosivos, que hoje as pessoas o conhecem. Estou falando do Prêmio Nobel da Medicina, da Química, da Física etc.  

No auge do ‘sucesso’, Nobel trabalhava contra a vida e contra a união dos homens.  Quando descobriu que isto é o que ele deixaria para o mundo, dedicou a última parte de sua vida a uma causa que desse outro sentido à sua existência.

Você já parou para pensar que os seus negócios e a sua carreira também podem ser conduzidos com um propósito que não seja só o de ganhar dinheiro e fazer fortuna?

Sim, isto é possível, sem comprometer a eficiência do seu negócio e dos seus resultados. Depende de uma decisão... e de compartilhar isso com as pessoas.

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COERÊNCIA - UM ATRIBUTO EXTRAORDINÁRIO

Quer ouvir? Clique aqui: https://soundcloud.com/profissaoatitude/coerencia-um-atributo-extraordinario

 

Abraham Shapiro

Uma raposa era perseguida por caçadores, quando viu um lenhador e suplicou-lhe que a escondesse. O homem permitiu que ela entrasse em sua cabana.

Logo chegaram os caçadores e perguntaram ao lenhador se havia visto a raposa.

Com a voz ele disse que não, mas com sua mão, disfarçadamente, ele apontava aonde ela havia se escondido.

Sem compreender os sinais do lenhador, os caçadores confiaram apenas no que ele dissera e se foram.

Assim que a raposa os viu ir embora, saiu da casa, sem nada dizer. 

O lenhador a reprovou por ter saído sem agradecer, já que ele a salvara. Ao que a raposa respondeu: 

— Eu te seria eternamente grata se as tuas mãos e a tua boca tivessem dito o mesmo.

Esta é uma fábula sobre a coerência.

No dicionário, coerência significa: “harmonia entre o que se fala e faz; uniformidade no proceder”.

Ser coerente é uma necessidade absoluta – tanto na carreira profissional quanto na vida empresarial.

O que é preciso para ser coerente? Caráter firme, educação e disciplina. 

O incoerente carece de educar-se e ser rigoroso para não trair-se para não fazer coisas que não correspondam a seus princípios e valores. 

Evite parecer-se com aquele lenhador da fábula da raposa.

Mais do que vender, comprar, ganhar dinheiro ou ter uma grande empresa,  preocupe-se antes em ser coerente, pois, do contrário, as pessoas farão negócio uma vez só com você. E cliente, por definição, é aquele que volta.

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VOCÊ ACHA QUE TERÁ UM ANO NOVO FELIZ?

Abraham Shapiro

Como é fácil falar coisas sem pensar. Um exemplo? Todos nós desejamos a felicidade. Mas quase ninguém sabe defini-la.  Veja o que acontece na virada de cada ano. Um diz ao outro:  "Feliz Ano Novo" sem que mal saibamos o que é felicidade.

Felicidade não é ter coisas. Nossa sociedade ensina que quanto mais se tem, e quanto mais caro é o que se tem, melhor. Mas a felicidade não acontece por se viver numa mansão de luxo, ter os melhores carros, jóias e roupas finas. Quem aumenta suas posses, multiplica suas preocupações.

Felicidade não é diversão. Quem está infeliz e vai viajar a fim de “se resolver” irá se decepcionar. Ao chegar lá, encontrará na bagagem tudo o que o fazia infeliz. E na volta? Os mesmos motivos estarão entre os souvenirs, compras e contas a pagar.

Felicidade não é produto do prestígio, do sucesso ou da fama. Quantos milionários ou famosos disputados por paparazzis foram infelizes a ponto de se entregar aos vícios e levar vida abjeta? Muitos se suicidaram.

Será a felicidade ausência de sofrimento e de problemas?

Ao que me consta só os mortos não têm problemas.

Viver machuca de algum modo – perdas, mágoas, fracassos etc. Ausência de dor não é felicidade. Feliz não é quem nunca levou um tombo, mas aquele que consegue levantar-se e prosseguir depois da queda. Este, aliás, tem de si uma boa imagem e curiosamente sente-se feliz por tê-lo conseguido.

Bem, já sabemos o que a felicidade não é. Mas haverá algo que possamos fazer a fim de que 2017 seja feliz? Eu penso que sim.

A minha primeira sugestão é parar de correr atrás da felicidade. Ela é estranha. Quanto mais a buscamos, mais ela foge. Buscá-la, portanto, parece inútil.

Não há nada errado em querer ser feliz. O problema começa na idéia fixa de que temos de ser felizes a qualquer custo. Temos, sim, o direito à felicidade. Mas creio que o nosso modelo de vida nos empurra a criar um desenho para descrevê-la que não passa de um sonho mirabolante e surreal.

Outra sugestão para um ano novo feliz é parar de se perguntar: "será que eu sou feliz?".  Em vez disso, é melhor ter uma ocupação – na loja,  no escritório, na cozinha, na comunidade –  e ver-se fazendo algo útil. Sabe-se que o sentimento de realização traz felicidade. Quando você se esforça por uma causa significativa, a sensação decorrente é a autorrealização, independente do resultado. Só o esforço investido já faz muito.

Certa vez, um jornal de Londres ofereceu um prêmio às três pessoas mais felizes da cidade. Os vencedores foram: um artesão que trabalhava assobiando, uma jovem mãe que cantarolava à noite, depois de dar banho em seu bebê, e um cirurgião que ria enquanto relaxava após uma operação bem-sucedida. Curiosamente, os três não tinham preocupação em ser feliz. Eles estavam absortos em suas tarefas e as fazia com amor. Talvez isso é o que abre uma fresta na porta para a felicidade entrar de mansinho. Ela gosta de  se mover sem ser notada, sem alarde.

Por que não tornar a vida útil para as outras pessoas em vez de buscar  obsessivamente a felicidade para si próprio?  Este seria o mais benéfico e efetivo meio de começar um ano que vale a pena. E ao atingirmos esta meta a cada dia, faríamos de cada dia um item de riqueza real.

Eu não vejo coerência em desejar  “Feliz Ano Novo”!  Ainda prefiro “Um Ano Bom e Doce”. A felicidade é uma construção de “tijolo por tijolo”, de pedra sobre pedra. Ela provém do esforço em ter uma vida valorosa e de doação pessoal ao que supera as nossas necessidades particulares. E prêmio é a contaminação dos indivíduos à nossa volta com este ideal.

Então deixo aqui os meus votos mais sinceros: “Que 2017 seja um ano bom e doce para você e todos os seus!”

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COMO FAZER UM BOM ANO EM 2017?

Abraham Shapiro

Como é fácil falar coisas sem pensar. Um exemplo? Todos nós desejamos a felicidade. Mas quase ninguém sabe defini-la.  Veja o que acontece na virada de cada ano. Um diz ao outro:  "Feliz Ano Novo" sem que mal saibamos o que é felicidade.

Felicidade não é ter coisas. Nossa sociedade ensina que quanto mais se tem, e quanto mais caro é o que se tem, melhor. Mas a felicidade não acontece por se viver numa mansão de luxo, ter os melhores carros, jóias e roupas finas. Quem aumenta suas posses, multiplica suas preocupações.

Felicidade não é diversão. Quem está infeliz e vai viajar a fim de “se resolver” irá se decepcionar. Ao chegar lá, encontrará na bagagem tudo o que o fazia infeliz. E na volta? Os mesmos motivos estarão entre os souvenirs, compras e contas a pagar.

Felicidade não é produto do prestígio, do sucesso ou da fama. Quantos milionários ou famosos disputados por paparazzis foram infelizes a ponto de se entregar aos vícios e levar vida abjeta? Muitos se suicidaram.

Será a felicidade ausência de sofrimento e de problemas?

Ao que me consta só os mortos não têm problemas.

Viver machuca de algum modo – perdas, mágoas, fracassos etc. Ausência de dor não é felicidade. Feliz não é quem nunca levou um tombo, mas aquele que consegue levantar-se e prosseguir depois da queda. Este, aliás, tem de si uma boa imagem e curiosamente sente-se feliz por tê-lo conseguido.

Bem, já sabemos o que a felicidade não é. Mas haverá algo que possamos fazer a fim de que 2017 seja feliz? Eu penso que sim.

A minha primeira sugestão é parar de correr atrás da felicidade. Ela é estranha. Quanto mais a buscamos, mais ela foge. Buscá-la, portanto, parece inútil.

Não há nada errado em querer ser feliz. O problema começa na idéia fixa de que temos de ser felizes a qualquer custo. Temos, sim, o direito à felicidade. Mas creio que o nosso modelo de vida nos empurra a criar um desenho para descrevê-la que não passa de um sonho mirabolante e surreal.

Outra sugestão para um ano novo feliz é parar de se perguntar: "será que eu sou feliz?".  Em vez disso, é melhor ter uma ocupação – na loja,  no escritório, na cozinha, na comunidade –  e ver-se fazendo algo útil. Sabe-se que o sentimento de realização traz felicidade. Quando você se esforça por uma causa significativa, a sensação decorrente é a autorrealização, independente do resultado. Só o esforço investido já faz muito.

Certa vez, um jornal de Londres ofereceu um prêmio às três pessoas mais felizes da cidade. Os vencedores foram: um artesão que trabalhava assobiando, uma jovem mãe que cantarolava à noite, depois de dar banho em seu bebê, e um cirurgião que ria enquanto relaxava após uma operação bem-sucedida. Curiosamente, os três não tinham preocupação em ser feliz. Eles estavam absortos em suas tarefas e as fazia com amor. Talvez isso é o que abre uma fresta na porta para a felicidade entrar de mansinho. Ela gosta de  se mover sem ser notada, sem alarde.

Por que não tornar a vida útil para as outras pessoas em vez de buscar  obsessivamente a felicidade para si próprio?  Este seria o mais benéfico e efetivo meio de começar um ano que vale a pena. E ao atingirmos esta meta a cada dia, faríamos de cada dia um item de riqueza real.

Eu não vejo coerência em desejar  “Feliz Ano Novo”!  Ainda prefiro “Um Ano Bom e Doce”. A felicidade é uma construção de “tijolo por tijolo”, de pedra sobre pedra. Ela provém do esforço em ter uma vida valorosa e de doação pessoal ao que supera as nossas necessidades particulares. E prêmio é a contaminação dos indivíduos à nossa volta com este ideal.

Então deixo aqui os meus votos mais sinceros: “Que 2017 seja um ano bom e doce para você e todos os seus!”

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PODE NÃO SER UMA MONTANHA

Abraham Shapiro

Uma das histórias mais curiosas que ouvi, conta de um jovem saía da Europa para viver na América em busca de oportunidades. Antes de partir, no entanto, movido pelo desejo de levar consigo um pensamento significativo, encontrou-se com seu professor e perguntou-lhe:

- “Mestre, o que é a vida?”

O professor convictamente respondeu:

- “A vida é como uma montanha, meu filho!”.

O rapaz partiu, e pelos dez anos seguintes, dia após dia, esforçou-se para entender aquelas palavras.  

Já rico pelo sucesso de seu trabalho, não conteve sua inquietação. Comprou uma passagem e, com o fim de entender aquela definição indecifrável, buscou seu mestre na cidadezinha de onde saíra. 

- “Mestre, por todos os dez anos passados, tudo o que fiz foi refletir sobre as suas palavras.  Isso me perturbou. Receio não estar à altura de entender o significado de: ‘A vida é como uma montanha’!

Vendo a ansiedade do jovem, o professor pensou em silêncio, calculou, e, após alisar suas longas barbas, voltou-se a ele e respondeu:

- “Bem, meu filho, talvez a vida não seja como uma montanha!”

Não sei o que você está pensando neste momento. Mas a mensagem que eu identifico nessa história remete-me a romper com as minhas suposições.

Toda suposição que imaginamos ser verdadeira sem que seja provada, tem em seu interior o risco de não ser. Portanto, se as utilizarmos nas nossas decisões, talvez venhamos colher resultados terríveis.

“Talvez a vida não seja como uma montanha” é uma possibilidade que não deve ser desprezada. Repensar as crenças, avaliá-las e, se preciso for, mudar o rumo, não é opcional, mas imperativo.

Quando o que pensamos de nada serve, por que não mudar? Aí poderá estar a nossa libertação!

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O VALOR DO SEU TEMPO

Abraham Shapiro

Um homem foi injustamente condenado à morte por um príncipe. Ele propôs ao nobre que, se lhe desse um ano de tolerância, ele ensinaria o cachorro da corte a falar. Caso  conseguisse, estaria livre. Se fracassasse, seria morto como o julgamento determinava. 

Curioso diante da proposta, o nobre aceitou. 

Quando os amigos do condenado vieram visitá-lo, acharam que estivesse louco em negociar dessa forma. Como seria possível ensinar um cachorro a falar?

O homem, então, lhes revelou sua estratégia: 

- “Amigos, pensem comigo.  Um ano é muito tempo. O príncipe pode morrer. Eu posso morrer de morte natural. O cachorro pode morrer. E se nada disso acontecer, vai que eu consiga fazer o cachorro falar!”.

Eu adoro essa história. Ela ensina muito, principalmente que tempo é um bem preciosíssimo; é fortuna real, é riqueza!

Quanto vale um dia? Pergunte a uma diarista e talvez você a ouça dizer: “Eu tenho três crianças. Um dia é o sustento dos meus filhos.”

Em apenas um segundo quantos acidentes graves acontecem e vidas se perdem?

Décimos de segundo para um atleta nas Olimpíadas é o tempo que separa a prata do ouro.

Aquele homem que foi injustamente condenado, na nossa história, mostra que, em um ano, qualquer cenário pode mudar e trazer  grandes e importantes transformações.

No entanto, o sucesso na relação com o tempo consiste em encurtar a visão da realização dos compromissos de médio ou longo prazo assumidos.  Você sempre errará menos quando for capaz de antecipar mentalmente uma agenda assumida para o próximo mês  para daqui dois ou três dias.  Esta redução da distância temporal tem o poder de lhe fazer sentir desde já potenciais adversidades que só apareceriam às vésperas de colocá-lo em prática.   

Valorize o seu tempo, porque a um momento desses ele vai acaba sem que você sequer possa fazer conta. 

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OS DEZ MANDAMENTOS DE LIBERTAÇÃO DA POBREZA E DA DESGRAÇA

Abraham Shapiro

Mandamento 1.    Corte o contato de Whatsapp de quem só rouba o seu tempo. Saia de grupos que não respeitam horário. Nada de visitar Facebook durante o horário de trabalho. Desligue esse aplicativo do seu celular para não ser tentado porque é sempre um caminho sem volta. Basta começar... e o seu tempo vai todo embora.

Mandamento 2.    Seja assertivo. Faça o caminho direto ao alvo, à meta, sem rodeios, sem desculpas, sem conversas, sem explicações desnecessárias, com lógica e disciplina inquestionáveis.

Mandamento 3.    Seja objetivo. Saiba com clareza ‘o que fazer’, ‘como fazer’, ‘quando’, ‘o nível de expectativa de qualidade na entrega’. Agora vá e faça. Se o resultado não for bom, refaça o plano  e implemente nova tentativa. Só não perca o seu objetivo.

Mandamento 4.    Se não é possível, diga NÃO. Se vai lhe tirar da rota, diga NÃO. Se vai consumir recursos que já estão destinados para o cumprimento das suas metas, diga NÃO. 

Mandamento 5.    Ao almoçar e em horários não comerciais, não atenda ao telefone. Tenha disciplina e autogerenciamento. Combine com o chefe e colegas critérios de necssidade para que esta regra seja quebrada. 

Mandamento 6.    Família e religião são prioridades intocáveis. 

Mandamento 7.    Não queira agir para agradar pessoas e fazer que todos o vejam como bonzinho ou ‘boa praça’. Faça o que tem de ser feito com dedicação e esforço. Não exceda e nem queira abraçar o mundo em busca da apreciação das pessoas,  pois elas não lhe darão nada por isso.  Os seus objetivos e metas estão acima de querer ficar bem com os demais. 

Mandamento 8.    Promova uma seleção nos seus relacionamentos atuais. Todos os “amigos” e “colegas” que não somam, subtraem. Livre-se deles antes de constatar isso, pois é só questão de tempo para que você saiba que eu estou certo e lhe diga: “Eu não disse? E avisei, não avisei?” 

Mandamento 9.    Saia definitivamente do futuro. Venha para o presente e construa uma morada sólida nele.  Pare de querer começar tudo na segunda-feira. Isso é desculpa de vagabundo. Esforce-se para fazer o máximo hoje. Escreva um cartaz e cole em frente à sua cama: “A minha oportunidade é agora! Amanhã ela terá ido embora!”

Mandamento 10.    Desligue o modo "piloto automático" da sua existência e acione definitivamente a consciência. Mostre o seu caráter com coerência, e  no momento seguinte você saberá, enfim, o que é viver. 

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SOCIEDADE: CUIDADOS E RISCOS

Abraham Shapiro – de Jerusalém, Israel

Jamais se associe a alguém mais poderoso do que você. Uma sociedade é algo que exige, de cara, uma lista prévia bastante grande de cuidados especiais. Se, além disso, as diferenças entre os parceiros forem muito distantes, a aliança estará exposta a riscos e distorções ainda maiores, e o produto final poderá ser crise e conflito insolúveis.

É um filósofo que há mais de 2.500 anos contou uma fábula que, após uma pequena adaptação que eu fiz, ilustra perfeitamente este tema. O filósofo a que me refiro é o sábio Esopo.

Uma novilha, uma cabra e uma ovelha se aliaram ao rei leão a fim de aumentarem o abastecimento de madeiras na área onde viviam. 

Implantaram o negócio e conseguiram grande lucro. 

Chegou o dia da partilha. Os lucros foram divididos em quatro porções iguais, como rezava o contrato da sociedade.

Chegou o leão diante dos sócios e pô-se a considerar: 

- “A primeira parte dos lucros cabe-me por direito, pois sou o rei da floresta e todas as primícias a mim pertencem. A segunda também é minha, pois sou um bravo e corajoso animal, capaz de fazer tremer grandes feras apenas com o meu rugido. A terceira, eu não hesitarei tomar, porque entre vocês sou o mais forte e poderoso. E com respeito à quarta parte, ai daquele que nela tocar.”

Em latim, a moral é apresentada como: “Societas cum potente numquam est fidelis”, ou: “A sociedade com o poderoso nunca é confiável”.

Você pretende entrar numa sociedade? A sabedoria diz: “Conheça o caráter do candidato ou candidatos a sócios.” Lembre-se do ensinamento de Esopo e garanta com isso não só a sua paz futura, como também o bom funcionamento do seu fígado hoje.

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ESQUENTA OU ESFRIA? DEPENDE DO PONTO DE VISTA

Abraham Shapiro

Imagine a seguinte cena. 

Um índio da Floresta Amazônica, que passou toda a vida em sua tribo, é subitamente tirado de lá e trazido à Avenida Paulista, em São Paulo. 

Ele se assusta com todo o movimento e quando olha para uma janela próxima, vê uma caixa retangular de metal ou um tubo por onde sai ar quente. Ele ouve o barulho. Levanta os olhos e se depara com centenas de prédios de concreto até os céus. São muitos. Em todas as janelas há uma caixa ou um tubo parecido com aquele. Todos estão cuspindo ar quente em pleno verão tórrido paulistano. 

O que ele pensa? Talvez:

- "Que gente louca! Um dia tão  quente como este e eles colocam essas coisas em na janela para aquecer mais a rua?" 

Os nossos maiores obstáculos para entenderde qualquer situação são as nossas suposições. 

Nós criamos pensamentos, concluímos coisas por nós mesmos e depois passamos a acreditar que aquilo está cem por cento certo.  

Todas as coisas que solicitam o nosso julgamento exigem a nossa máxima busca pelo conhecimento antes que cheguemos a uma conclusão. O que não for possível saber, não pode ser julgado. 

Veja como algumas pessoas parecem tão modestas. Interiormente elas podem não ser nada disso. E o contrário também é válido. Muitas e muitas vezes as coisas não são como nos dão impressão de serem. 

Um ar-condicionado muito eficiente e que proporciona ar fresco e conforto a um ambiente, visto do lado de dentro, pode parecer um aquecedor que cospe ar quente,  quando visto do lado de fora. Só após conhecer o funcionamento em seus detalhes é que tona-se possível fazer qualquer consideração a respeito. Antes disso, são apenas suposições.

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NÃO BASTA SIMPLESMENTE FAZER...

Abraham Shapiro

O cachorro e o cavalo eram os animais mais próximos à casa do fazendeiro. O cachorro, é claro, o melhor amigo do dono. O cavalo era também querido, mas a seu modo e natureza.

Com o tempo, no entanto, nasceu uma pontinha de inveja no cavalo, pois, o cachorro ganhava mais carinho, mais comida e brincadeiras. O cavalo, por sua vez, só era procurado para montaria e transporte, e de sobra, levava alguns golpes no lombo. Certo dia tomou coragem, e, num momento de descontração, perguntou ao cão:

- “O que é que você faz para ser o mais querido entre todos os animais pelo nosso dono?”

Humilde e companheiro como só o cachorro é, discordou do amigo cavalo. Mas diante de tanta insistência, abriu o coração para o que imaginava ser seu segredo.

- “É muito simples” – disse o cãozinho. “Sempre que o nosso dono chega à casa, eu pulo sobre ele e o cubro com as minhas lambidas”.

O cavalo gostou disso, e achando-se capaz, naquele mesmo dia e sem cerimônias, ao fazendeiro chegar de uma ida à cidade, disparou em sua direção, saltou sobre  ele e começou a lambê-lo com toda dedicação.

O homem, atônito, julgou que o cavalo tivesse enlouquecido e reagiu de pronto: pegou seu chicote e o enquadrou.

Quando o cavalo encontrou o cachorro, pôs-se a reclamar:

- “Que negócio é esse? Você é meu amigo ou ‘amigo da onça’? Eu saltei sobre o nosso dono, comecei a lambê-lo, e ele pegou seu chicote e me surrou tanto que nem consigo deitar-me direito. Meu corpo todo dói”.

Ao que piedosamente o cachorro lhe respondeu:

- “Querido amigo, eu fiz o que pude. Mas ouça uma lição que eu demorei-me a aprender. Nesta vida, fazer não é tudo. O que faz diferença é saber fazer”.

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ÉTICA

Abraham Shapiro

A raça humana tem aprendido muito no decorrer dos últimos sessenta séculos. Mas estranhamente ainda não sabemos como viver a vida.

Coloque vinte pessoas numa sala. É muito provável que haverá uma concordância unânime sobre temas como padrões de saúde, direitos humanos, igualdade, livre arbítrio, paz mundial e outros. Então deixe-as sair dalí para lidarem com seu dia-a-dia.  Agora você terá vinte opiniões diferentes sobre como todas aquelas coisas devam ser aplicadas e sobre seu significado prático.

As opções diárias que a vida apresenta, e até muitos princípios com que concordamos, viram opiniões conflitantes quando tentamos aplicá-los. Exemplos? Aborto,  pena de morte, suicídio assistido etc. A confusão vai desde perfil racial e alimentação até religião nas escolas, passando sobre política de gênero e muito mais. 

Acontece que ideias e princípios definem apenas o quadro geral. E isto não  é suficiente, até porque poucos conflitos são sobre o quadro geral. A maior parte deles é sobre ‘como’, ‘quando’ e ‘onde’.

Assim, um dos temas mais discutidos no exercício de qualquer carreira profissional é a ética. Mas na hora experiência, vê-se que não basta saber o que é. É preciso ter conhecimento profundo e depois entender suas variações e sutilezas. 

A diferença é como ter a foto de uma pessoa e ser casado com ela por vinte anos. A foto mostra um rosto que tem um nome. Se eu encontrá-la na rua, eu saberia ser ela. Mas não teria a menor ideia de como ela gosta de seu café; do tamanho de seus sapatos; de seu sorriso ao ser elogiada, ou de sua reação quando ofendida.

Da mesma forma, não basta saber que isto é uma atitude é ética e aquilo  é antiética. Precisamos viver a ética intensamente e bem de perto – perto o bastante para discernir, conhecer, “casar” com a ética, senti-la nos nossos ossos e por fim na mente. Isto é o que habilita “ser ético”, e não só falar a respeito!

 

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TROQUE MIL REGRAS POR UMA HISTÓRIA

Abraham Shapiro

As empresas querem comunicar valor a seus clientes e funcionários. E então lidam com uma dificuldade: “Qual o melhor modo de fazer isso?” Eu direi em uma palavra: exemplo! 

Pare de escrever coisas bonitas na parede da recepção, nos seus folders ou no website da empresa e dedique-se a fazer essas coisas acontecerem, de fato. Será fantástico e passará a convencer o mundo todo daquilo que vocês são.

A segunda melhor maneira de comunicar valor é através de uma história. Uma boa história. Não qualquer uma, mas aquela que ajude as pessoas a pensarem por si mesmas, e depois concluir uma moral. 

Sair dizendo que “temos de ser éticos” não é nada, e não vale nada.  Porém, contar sobre um ex-empregado que, escondendo um erro, causou prejuízo à empresa, ou um vendedor que, admitindo sua falha, ganhou a confiança do cliente e duplicou seus pedidos, isto sim ensina “o que é” atitude ética e também “o que não é”. 

Os fatos concretos devem ser contados para o bem.

Na Era da Informação, o que está enjoando quase todo mundo é o excesso de dados que chegam de todas as direções. O engano está em achar que basta dizer, ou escrever, ou gravar um vídeo e todos verão. Talvez “curtam”. Mas não verão. Portanto, comunica mais e melhor quem o faz com poucas palavras, rápida e efitivamente, isto é, com clareza e pragmatismo. 

*Pragmatismo é a consideração das coisas desde um ponto de vista prático, sem rodeio ou blá-blá-blá.

Você deseja ser ouvido?  Ajude as pessoas a terem fé em você e na sua empresa –  nos serviços e em tudo o que ela faz ou vende. A fé move montanhas. E fé resulta também de inspiração. Uma boa história tem poder de liberar este efeito.

Já se disse que uma imagem vale mais que mil palavras. Eu, direi que uma história vale mais que mil regras. E sendo boa o bastante, fará as pessoas entenderem que você é confiável e seguirão a mensagem. Poderia ser melhor?


 

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VAMOS FALAR SOBRE RESULTADO

Abraham Shapiro

Há um modo de definir resultado no trabalho e na vida do qual eu gosto muito. 

“Resultado é a resposta que resolve ou supera um desafio.”

Vamos esclarecer. 

Digamos que você viva numa cidade grande e tenha um compromisso às nove da manhã de um dia de semana. O desafio é o trânsito neste horário.  Para alcançar o resultado de chegar à hora marcada, você deve se programar para sair bem cedo de casa – o suficiente para superar este desafio imposto pelo trânsito.

Sempre que o desafio é maior do que a habilidade de dar resposta, o resultado não será satisfatório. Pode acontecer até de não haver resultado algum. 

E aqui vem o nosso primeiro insight. Habilidade tem tudo a ver com resultados porque só quem desenvolve habilidade consegue superar desafios. O que seria preciso para vencer uma corrida de cinco mil metros de bicicleta que um amigo lhe propôs? Resposta: treinar, treinar e treinar. Isso desenvolveria a sua habilidade e lhe poria em condições de competitividade. Por este exemplo você deve concluir que “habilidade é uma capacidade desenvolvida”, ou “o conhecimento que se adquire através de estudo, treinamento, teoria e prática”.

Você tem uma meta de venda para entregar à empresa? Se tiver habilidade para criar um plano de ação e pô-lo em prática, as suas chances são amplas de superar este desafio e alcançar o resultado.  A alternativa para o “não” seria: diminuir a sua meta, o que corresponde a reduzir o desafio.  Poderia até ser conveniente para você, mas com certeza, o seu gerente iria detestar. 

Então estamos diante de dois caminhos. Primeiro: vontade, motivação, fé e pensamento positivo sozinhos não produz resultado algum. Resultado real advém de um bom aparato psicológico somado a condições técnicas adequadas – habilidade. O segundo caminho é: ao tentar reduzir a meta ou o desafio possivelmente você será demitido. 

Que tal pensar em buscar mais treinamento e capacitação?

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POR QUE VOCÊ ACORDOU HOJE?

Abraham Shapiro

Se você lê este texto significa que D-us acredita em você. Significa que E-le confia e tem fé em você. Sim, E-le tem fé em você. Por isso E-le lhe deu vida novamente acreditando em que você irá realizar o que ainda não efetivou, e prosseguir fazendo o bem que você tem feito. 

Já pensou nisso antes? Provavelmente não. 

Você dormiu na noite passada. Ao acordar hoje,  simplesmente pulou da cama, escovou os dentes, tomou o café e prosseguiu esta rotina de trabalho e buscas pessoais. 

Normal!

Mas há algo a que lhe convido ver além disso. 

Existe outra razão de você ter acordado hoje. D-us conta com você. 

Você faz ideia por que você nasceu? Ainda que não saiba e jamais tenha pensado nisso, aquele mesmo motivo foi renovado hoje. Há alguns anos – 20, 30, 40 anos ou mais –  E-le mandou a sua alma ao mundo para que você O ajudasse a  fazer o mundo ser melhor. Calma! Não se trata de promover revolução nenhuma. Apenas de fazer o que você faz com um sentido diferente e melhor.

Ser menos egoísta. Menos dinheirista. Compartilhar um pouco do seu tempo com as pessoas sem segundas e terceiras intenções. Dar alguma atenção a quem necessita a ajudá-lo. Usar o dinheiro que você ganha com cuidado e inteligência. Valorizar o seu tempo e não usá-lo de modo fútil. Mais atenção ao abrir a sua boca e não jogar palavras ao vento. Não participar de fofocas e maledicências contra nenhuma pessoa.  Ter foco no seu trabalho. Ter gratidão. Ter coragem. Esforçar-se. Conquistar pelo trabalho. Praticar a caridade do modo que for possível.  Ser obediente aos seus superiores. Pensar. Aprender. Ter humildade. Ter coração bom. 

O que falta para você conseguir isso? Talvez um ou mais itens da lista abaixo:

1.Falta você acreditar em si e associar-se a E-le, D-us.

2.Falta planejar e AGIR com mais esforço e energia. 

3.Falta coragem para romper com a sua fraqueza e com a visão de que é vítima de outras pessoas, ou do mundo, ou do pouco dinheiro, ou de não ter coisas. 

4.Falta reduzir o materialismo que regula os seus interesses. 

5.Falta levar a sério uma vida com justiça e efeito como resultado das causas que você provoca.

6.Falta mais disciplina e organização pessoal.

7.Falta mais bravura para não ficar esperando que aconteça, mas fazer acontecer.

Conscientize-se disso não para desanimar, mas para dar um passo e prover o que quer que lhe falte. Comece. 

Este não é um discurso de motivação, D-us me livre! Estou tentando explicar apenas o porque de você ter acordado hoje. Só isso!

Pare de sofrer agora mesmo e faça a sua vida valiosa. Saia da inércia. Traga mais desconforto para si. Incomode-se. Provoque-se. E tenha uma nova razão para agir. Atitude!

D-us tem fé em você. Agora é a sua ver de ter fé em si! 

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O PRAZER DE TRABALHAR

Abraham Shapiro

O Rafael é um vendedor e tanto. Não perde chance alguma de fazer negócio.

Dia desses, numa viagem curta em visita a clientes, ele viu algo na beira da estrada. Era uma lamparina, dessas que lembram a da história do Aladim. Parou o carro, desceu, pegou o objeto e, não resistindo à tentação, esfregou-o com a manga do paletó. Levou um susto quando, do nada, apareceu um gênio dizendo:

- “Você tem direito a três pedidos”.

O Rafa ficou doido:

- “Direito a três pedidos? – ele disse. Eu entendi bem? Então, por favor, dê-me só um minutinho”.

Entrou no carro, mexeu na maleta e voltou ao gênio:

- “Em nome de quem eu devo tirar os três pedidos? Eu anoto o grosso agora, o senhor assina  e o cadastro ficam pra depois”.

Todos os dias, há profissionais no mundo todo chorando pela má sorte ou pelos problemas que no trabalho.

Eu gostaria de perguntar a cada um: “Você tem aproveitado as oportunidades que passam por você? Gerente de banco, corretor de imóveis, garçom, advogado, empresário, enfim...  diga-me como anda o seu esforço para levar boas coisas aos seus clientes. Você prioriza isso? Ou fica esperando a sorte bater à porta?

Pois saiba agora e não esqueça de que há uma relação direta e poderosa entre “não perder chances de fazer o bem pelos outros” e “obter prazer no trabalho e na vida”.

A alegria de uma profissão – de qualquer uma – está contida no ato de servir. Servir bem é a atitude que sempre produz satisfação. Quanto a lucros, ganhos, recompensas, isto são consequências. E qualquer consequência tem muito mais sabor quando surpreende!

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OUTRA FÁBULA DO ZÉ FLÁVIO COM FINAL SURPREENDENTE

Abraham Shapiro

O José Flávio Garcia me traz uma nova história cada vez que nos encontramos no Café. Desta vez, uma mulher tinha um papagaio e um gato. Seu desejo era ver o gato falar. Ela lhe pedia insistentemente que aprendesse com o papagaio. Mas é claro que nada acontecia, até o dia em que teve uma ideia: matar a ave e dá-la como almoço ao gato. Ela imaginava que o dom da fala seria transmitido ao felino. De nada adiantou. 

O tempo passou até que, certo dia, surpreendentemente o bichano chega a ela e diz nervosamente: 

- “Senhora, saia daqui o mais rápido possível, pois a sua casa vai desmoronar.” 

A mulher, encantada com a realização de seu grande sonho, começa a gritar efusivamente. E o gato insiste:

- “A sua casa vai ruir.... saia já daqui!” 

De  nada adiantou. A casa desaba, a mulher morre e horas depois, via-se o gato caminhando com um amigo seu, dizendo: 

- “Pois é. E quando, enfim, eu abri a minha boca e resolvi falar, ela não me deu a mínima atenção!”

Moral da história: Quase sempre as pessoas se maravilham com seus desejos e sonhos, mas acabam se esquecendo daquilo que é mais importante.

Na vida e no trabalho é preciso sabedoria para discernir e definir as prioridades. Sem isso, perde-se tempo, energia e, D-us nos livre, a própria vida em admirar coisas fúteis, enquanto se deixa escapar o que tem valor real. 

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MURPHY TINHA OU NÃO RAZÃO?

Abraham Shapiro

Você acha que a Lei de Murphy está certa? 

Diante do fato de que “se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará”, penso que Murphy tinha razão. E além do mais, é bom de vez em quando rir de irreverências como esta, ainda que elas nos façam chorar de raiva em outros momentos da vida.

Existem ideias semelhantes às de Murphy. E elas também nos fazem pensar.

Veja esta:

- Se você não perde a cabeça quando todos ao redor já perderam, talvez você não esteja entendendo a situação.

Outra:

- Para cada problema na humanidade existe uma solução simples e clara, e esta será sempre a solução errada.

Mais uma

- Depois do último dos 16 parafusos ser retirado de uma tampa, você irá descobrir que removeu a tampa errada.

- Não importa quanto você pesquise antes de comprar um produto. Depois que comprá-lo você descobrirá que ele está à venda em outro lugar, por preço menor.

- Quando o avião em que você está se atrasa, a aeronave com o qual você faria conexão estará no horário.

- Todo objeto cai de modo a causar o maior prejuízo possível. A chance de uma torrada cair com o lado besuntado de manteiga para baixo é diretamente proporcional ao valor do tapete.

E para finalizar, leia e pense nisso:

“Não force. Use um martelo maior. E lembre-se que funciona melhor quando você liga na tomada”.

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