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FAÇA DE CONTA QUE NÃO OUVIU ANTES

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Todo mundo quer ter o prazer de ser o primeiro a dar uma notícia ou contar uma história interessante aos amigos.  E se você já tiver conhecimento anterior, o que faz? 

Desde que não seja uma fofoca ou calúnia – coisas que você deveria se proibir de dar ouvidos –, sacrifique alguns minutos a fim de fazer esta pessoa se sentir bem. Isto é muito importante para o relacionamento interpessoal. 

Comediantes profissionais do passado costumavam apresentar suas piadas seguindo a linha "pode me interromper se você já conhece esta". Mas é raro que um amigo seu lhe dê esta saída. Então, é cabível que você reflita sobre uma sabedoria que diz: “um sorriso é mais apreciado  do que água fresca num dia de verão”. Este princípio nos instrui sobre o valor de fazer os outros se sentirem bem, coisa que você irá conseguir fazendo o seu amigo acreditar que você nunca ouviu a notícia ou a história antes. A sua carreira profissional e os seus negócios dependem de você proporcionar relacionamento de bom nível às pessoas. 

E lembre-se de não fazer aos outros o que você não quer que seja feito com você. Pense, portanto, em como você se sentiria se alguém o interrompesse dizendo: "Pode parar porque estou careca de ter saber disso".

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ESQUECEU-SE DO NOME DO AMIGO QUE NÃO VIA HÁ TEMPOS?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O ouvinte Flávio Destro encaminhou-me um email com uma pergunta. Ouça:

“Alguém a quem não via há anos me encontrou outro dia e me saudou com um grande sorriso e um caloroso aperto de mão. Era um amigo perdido. Embora ele se lembrasse de mim, eu não conseguia lembrar seu nome e tinha receio de perguntar para não envergonhá-lo. Qual é a coisa certa a fazer nessa hora?”

Flávio. Quase todos nós já nos vimos nessa situação. Existem  “n” maneiras de resolvê-la, até porque seria perfeitamente possível manter uma conversa sem revelar que você não se lembra do nome deste amigo.

Talvez a melhor opção seja a franqueza.  Confesse que o tempo fez você esquecer quem ele é, apesar de lhe parecer familiar. É claro que isso normalmente desperta uma reação de orgulho pelo fato de que ele se lembrou, e você não. Mas saiba que as pessoas geralmente não esperam que você se lembre delas antes de se identificarem, até porque o tempo muda a aparência e enfraquece a memória. 

Uma vez que ele lhe diga seu nome, a sua lembrança trará fatos à sua mente e você poderá fazer perguntas que provem a sua reconexão com ele e com qualquer pessoa a quem não via há anos.

Vá em frente e desculpe-se por esquecer o nome do seu amigo. Mas mantenha o clima de alegria e aproveite o reencontro.

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A ARROGÂNCIA E SEUS EFEITOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

- O gerente prejudicou o diretor.

- O vendedor recusou-se a fechar um pedido para que a meta do mês não seja atingida.

- O engenheiro concorreu com o encarregado da producão.

- O estagiário introduziu um vírus na rede de computadores para travar o Sistema de Gerenciamento.

- A recepcionista maltratou um visitante ou cliente ao telefone, após ter sido repreendida por seu chefe.

Descontada a falta de treinamento, pode apostar: a razão da maior parte destes desvios de comportamento deve-se à arrogância.

Veja como o Dicionário Houaiss define arrogância: “qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros. É orgulho ostensivo. Arrogância é altivez”.

A arrogância é uma importante causa de problemas e conflitos em empresas, famílias e outros meios. Não tenho  tempo aqui de indicar tratamento para este mal, mas posso lhe alertar, querido leitor, para que o evite, sim.

Cuide-se! Trabalhe sobre si e esforce-se para não se achar superior aos seus próprios olhos, em situação nenhuma. E saiba que, quando surge a arrogância, o que se segue a ela e´ uma crise, uma queda desastrosa ou mesmo a falência.

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FESTA EM FAMÍLIA: TRAGÉDIA POTENCIAL

ABRAHAM SHAPIRO, de Jerusalém, capital de Israel,  para o Blog Profissão Atitude
 

Tenho curiosidade de saber como é que as pessoas comemoram suas festas, especialmente as de cunho religioso. Escolhi o Natal deste ano como propício para isso. Perguntei a uma pessoa religiosa como é que ela celebra o nascimento do fundador de sua religião. Ela foi sincera e bem humorada em sua resposta:

- “Na véspera eu vou à igreja. Depois retorno para casa para a reunião da família. À meia-noite rezamos, comemos e bebemos. Em seguida, começamos a quebrar o pau. (Ela riu ao dizer isto). Sabe o que é? Esta é a ocasião do ano em que todos se encontram. A inveja e as diferenças sociais incitam os palpites na vida alheia. E isso é como fogo no capim seco. Lá pelas 4 da manhã todos já estão com raiva de alguém, um quer matar os outros. Por causa disso, no Ano Novo todos querem distância. Ninguém aguenta ver a cara dos parentes. No ano seguinte,  o espírito natalino, as propagandas da tv e a decoração  verde e vermelha nos fazem crer que será diferente. Todos esquecem de tudo o que passou e se reúnem de novo. Mas a verdade é que espírito nenhum faz alguma coisa. Nós é que temos de fazer”.

Não entendo de natal. Mas esta narrativa traz elementos importantes para o desenvolvimento profissional. Por isso, aproveito para listar abaixo algumas competências úteis para se evitar conflitos e atitudes negativas na vida, no trabalho e nos relacionamentos.

1. Seja assertivo. A assertividade é a habilidade social de fazer afirmação dos próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto. Ser assertivo é não violar o direito das outras pessoas. Esta postura é uma virtude, pois mantém o indivíduo no justo meio-termo entre dois extremos inadequados: um por excesso – agressão –, outro por falta – submissão. O assertivo diz "sim" e "não" quando é preciso.

2. Respeite a privacidade alheia. Por que mantemos o péssimo hábito de achar que as pessoas de quem gostamos têm de nos revelar todos seus pensamentos e segredos? Se elas não os revelam, nós nos sentimos insultados e feridos. Todo mundo tem direito e necessidade de ter uma cortina a qual não quer que os outros adentrem. Entrar nessa área sem permissão é o que se chama “invasão de privacidade”.

3. Faça as suas próprias opções e deixe que os demais façam as deles. Se uma pessoa escolheu ficar em vez de viajar, ótimo. Não cabe a você questionar.  Se ela escolheu permanecer solteira, não será afrontando-a e insinuando indiretas que ela mudará de ideia. Assuntos pessoais devem ser tratados em particular. Jamais publicamente. Cuide da sua vida!

4. Largue mão da competição, definitivamente. Não há nada pior na vida do que o desejo de ser mais que outros. É mau. O sucesso alheio nunca nos deve afligir. Desejar que os outros sejam ou obtenham menos que você, alegrar-se com seus erro ou quedas e apontar suas falhas são atitudes com o poder de atrair o pior dos males deste mundo: a doença da alma.

Aproveite o ano novo. Anexe em si um novo modo de se comportar. Fará bem a você, aos seus parentes, amigos, colegas e certamente alimentará o respeito por si próprio e a sua autoconfiança. Você vai precisar!

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GASTE OU POUPE DINHEIRO... MAS RACIONALMENTE!

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

“A cada pequena decisão que tomamos, como comprar um café na padaria, deveríamos pensar no que estamos abrindo mão no futuro com aquela compra." 

"Queremos café todo dia ou juntar dinheiro para comprar um carro?"

Parece simples, mas o nosso cérebro não foi feito para esse tipo de decisão, que na verdade é complexa. Quem explica isso é um dos maiores especialistas em Psicologia Econômica da atualidade, o israelense Dan Ariely. Ele diz que as decisões sobre dinheiro são irracionais.

Veja outras considerações de Ariely:

“O cartão de crédito no Brasil, diz Ariely, tem uma taxa de juro inimaginável. Caso seus usuários atrasem o pagamento, são obrigados a pagar muito mais caro por tudo que compraram, o que acaba acontecendo com muitas pessoas. Do ponto de vista econômico, aceitar este juro é irracional. Mas existem fatores no pensamento humano que não ponderam isso.

As férias ocorrem uma vez por ano e conseguimos ponderar a maior parte dos fatores envolvidos. O problema está nas decisões que acontecem com frequência, como as pequenas compras diárias e a escolha do que vamos comer. Não conseguimos calcular se vai faltar dinheiro para comprar um carro ou se determinada refeição vai influenciar na nossa dieta. Por isso há tantas pessoas endividadas.”

A tese de Ariely nos convida a pensar mais e melhor quando chega o fim do ano. Compre. Festeje. Mas pondere. Otimize os seus recursos. E esforce-se para que, depois do outubro rosa e do novembro azul, você não tenha um janeiro vermelho... criado pelo imenso e proibitivo rombo nas suas finanças durante o mês de dezembro.

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POUCO HOJE.... MAIS AMANHÃ

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Crianças são colocadas separadas em várias salas. Um pesquisador dá um doce a cada uma e diz: "Você pode comê-lo agora, se quiser. Mas se esperar um pouco, eu sairei por um momento e quando voltar, eu lhe darei outro doce, e você terá os dois pra você".

Algumas comem a primeira porção imediatamente. Outras esperam um pouco, e cedem à tentação. Há aquelas que fecham os olhos, cantam, brincam com o doce e até cochilam, mas resistem. 

O pesquisador retorna e dá a estas últimas o segundo doce que conquistaram.

Depois de anos de acompanhamento, o estudo comprova que as crianças que ganharam a segunda guloseima cresceram mais arrojadas e confiantes.

Poupar dinheiro para pagar à vista uma compra é um hábito comum na Alemanha. As únicas dívidas que muitos alemães têm são sua casa e carro. Eles preferem poupar e aguardar até conseguirem o que querem. Quando conseguem, recomeçam a poupar para o seu próximo item, ou para uma viagem de férias. Não têm interesse numa gratificação instantânea. 

Já nos Estados Unidos e Brasil, por exemplo, é comum o abuso do crédito para tudo. Pena que histórias tristes de endividamentos vêm em igual proporção.

Ter paciência para adiar uma gratificação atual em favor de um benefício maior no futuro é atrituto importante de quem tem sucesso. 

Como se consege poupar? É como levar a sério uma dieta alimentar: esforço e persistência. 

Sofra um pouco e não gaste. Poupando agora, a sua condição de investimento será, amanhã, melhor e maior do que hoje. 

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NÃO COMPITA COM GENTE BAIXA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Minha amiga Carla chegou ao consultório médico, dirigiu-se ao balcão e identificou-se. A secretária não estava num bom dia e disponsou-lhe  um tratamento grosseiro e nada cortês.

Carla tem a personalidade expressiva. Ela não se conteve e respondeu num tom que julgou estar à altura do que a moça do atendimento merecia. 

A secretária engrossou ainda mais, e o resto da história você pode imaginar não ter sido nada agradável.

Todo comportamento agudo pode se transformar em conflito tão facilmente quanto incendiar capim seco.  Esse aumento progressivo da intensidade de um conflito ou uma crise se chama “comportamento de escalada” 

Eu preciso dar-lhe  uma dica prática sobre isso. Por experiência própria, quando você for  tratado com grosseria, contenha-se. Engula seco, pense por alguns segundos antes de se pronunciar, baixe o tom de voz e esqueça os seus direitos, porque nessa hora de nada adianta buscar defesa. Respire fundo  e mantenha o seu interesse à vista. Exponha a sua necessidade pessoal,  porque é melhor contar com a pouca vontade que a outra pessoa ainda tenha para fazer sua obrigação, do que criar um clima de desvantagens que se converterá em prejuízo para você.

Não compita com gente baixa. As perdas serão todas e exclusivamente suas. E você vai se arrepender muito depois.

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A FALSIDADE DAS PESSOAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Quanto vale uma joia falsa? E uma obra de arte falsa? Um homem falso quanto vale? Ou melhor: "o que" ele vale?

Um ser humano falso é alguém que expressa crítica, ponto de vista, opinião ou comentário intrigante sobre certa pessoa a outros, e oculta o que tenha dito de quem ele fala.

É o patrão que pontua defeitos do funcionário aos colegas dele.

É o marido que divulga as falhas da esposa na roda de amigos, e acha-se leal.

É o pai que fala mal do filho a seus irmãos.

É, enfim, o sujeito que faz fofoca ou mexerico.  

No coração e na mente de um ser humano desse tipo o que existe em maior quantidade e frequência é covardia, insegurança, conveniência, prazer com o mal, fraqueza de caráter e tantas outras péssimas características.

Realmente é difícil calcular o valor de alguém que semeia ou prolifera a maldade entre os indivíduos e acredita, apesar disso, estar fazendo a coisa certa. A sociedade atual está repleta de gente assim.

Se todas empresas que investem dinheiro em consultores para resolverem seu  clima organizacional promovessem um pacto com os funcionários a fim de eliminar a fofoca, a vida e o trabalho de cada um se transformaria de modo maravilhoso e perceptível no momento seguinte a todos o colocarem emprática. Então, e só então, estas pessoas prestariam o fabuloso tesouro que vale um ser humano original! 

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EU LHE DIREI QUEM É O CULPADO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

O outro! Quem é ele? Sabe me dizer? E afinal, quem é você? 

Quando o outro não faz, é preguiçoso. Quando você não faz...  está muito ocupado.

Quando o outro fala, é intrigante. Quando você fala...  é crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto, é um cabeça-dura. Quando você decide... é genial.

Quando o outro não cumprimenta, é orgulho. Quando você não cumprimenta... é só uma distração.

Quando o outro fala de si mesmo, é egoísta. Quando você fala de si... é porque precisa desabafar.

Quando o outro quer ser agradável, tem segundas intenções. Quando você é agradável...  é pura gentileza.

Quando o outro faz algo inesperado, está “se exibindo”. Quando você faz... é atitude!

Quando o outro progride, é porque teve oportunidade. Quando você progride... é trabalho duro.

Quando o outro luta por seus direitos, é intransigência.  Quando você luta... é caráter.

Toda vez que você pensar em julgar o outro, olhe primeiro para dentro de si, porque  em muitos, senão em todos os julgamentos mesquinhos que  fazemos,  estamos na verdade  condenando a nós mesmos através desta figura que tanto nos autoriza, tanto nos justifica e até alivia todas as nossas dores: o outro!

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POR QUE POUCOS COMPETENTES REALIZAM MAIS QUE UM GRANDE NÚMERO DE PESSOAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O que um fato ocorrido há 3.600 anos pode ensinar sobre competências essenciais? Trinta e seis séculos parece tempo demais para um tema tão atual quanto “competência”.  

Vamos ver.

O povo midianita era um dos muitos inimigos dos Hebreus. Eles eram ladrões, truculentos e se aproveitavam da minúscula e aparentemente fraca nação de Israel. A Bíblia relata situações em que os Judeus, então governados por Juízes, eram atormentados por estes invasores sem nenhuma ética.

Certo dia, Gideão, um Juiz, organizou um exército de trinta e dois mil homens para acabar com isso.

O número de soldados inspirava tranquilidade numa guerra corpo a corpo. Mas a Bíblia diz que  Deus foi contrário a este contingente. Achou-o grande demais, já que vencer uma guerra assim faria o povo pensar ter sido seu próprio esforço que o fez. O diálogo entre Deus e Gideão chega a ser curioso e desesperador quando visto desde a ótica do Juiz:

- “Mande pra casa todos os que têm medo de guerrear”, diz D-us.  E vinte e dois mil foram embora.

O Todo-Poderoso prossegue:

- “Leve a tropa ao rio. Despeça todo homem que  deixar de lado sua arma ao beber. Mantenha consigo somente aquele que conservar uma mão sobre a arma, usando a outra para tomar água”.

Apenas trezentos homens restaram. Menos de 1% do total.

Mas aqueles trezentos Judeus eram prudentes, prontos e dispostos. Mostraram-se alertas o tempo todo.

O que os distinguia era a missão e estarem conectados a ela. Nem quando podiam relaxar – como no momento de matar a sede – eles perdiam a consciência da meta.  E além disso, eles combinaram habilidade, capacidade e aptidão à fé. Isso é o que, de fato, os fez mais poderosos do que trinta e dois mil homens confusos e perturbados por outros interesses.

A lição? Competência com fé é sempre muito mais do que só competência ou só fé.

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ONDE ESTÁ O TESOURO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Eu  leio tudo o que é possível porque tenho necessidade de abrir a minha mente para outros pensamentos e ideias que ainda não formei e nem adquiri.  Pessoas que se julgam sábias ou prontas, nada mais têm a fazer neste mundo. 

Um dos textos que li recentemente dizia:  

“100% dos funcionários da sua empresa são pessoas.  100% dos seus clientes são pessoas, assim como 100% dos seus parceiros,
fornecedores e prestadores de serviços. Se você não entende de pessoas, você não sabe nada sobre negócios”.

Este pensamento vem totalmente ao encontro do que eu creio. Não tenho nenhuma dúvida de ser verdadeiro. 

Pessoas são o centro de tudo!  Logo,  mais do que conquistar qualquer outro conhecimento ou expertise técnica, é preciso buscar aprender como as pessoas são,  como funcionam e  o que elas buscam através do comportamento que adotam a cada instante. Isso, inclusive, parece-me  mais fácil e coerente do que tentar fazê-las ser como nós desejamos que sejam.

Se eu detiver este conhecimento, eu saberei vender, comprar, recomendar, contratar, orientar, etc.

Tudo, absolutamente tudo,  depende de pessoas. O seu negócio e você dependem de pessoas. Elas são a chave – a chave  que  dá acesso livre e pleno a todos os tesouros desta vida. 


ACESSE: http://www.profissaoatitude.com.br/blog

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DAR CARONA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O conceito da carona surgiu com o objetivo de fazer com que duas ou mais pessoas que percorrAm trajetos iguais usem o mesmo veículo, dividindo os custos.  

Nesta relação existem dois personagens: o caronista – que usufrui da carona –, e o caroneiro: que faz a gentileza de compartilhar o carro. 

Dividir o espaço no carro para ir trabalhar ou estudar tem vantagens. Nas grandes cidades, os motoristas economizam gastos e reduzem o tráfego caótico. A solução oferece também ampla gama de benefícios. 

Assim sendo, por que muitas pessoas resistem à solidariedade da carona? 

Uma das respostas é a falta de educação dos caronistas. 

Eu mesmo pouquíssimas vezes vi caronistas educados. Quase sempre eles invertem os poderes e,  ao longo do tempo, o dono do veículo é quem se obriga a ser e a estar disponível, tornando-se quase um tipo de motorista particular.

Imagine, portanto, quantos outros problemas – ambientais, sociais, morais e de outras naturezas – advêm do baixo nível de educação das pessoas. De fato, é possível acreditar que o mundo seria um lugar muito melhor com ou pouco mais de humildade e gratidão.

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FALE BEM! SEMPRE

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Eu estava no café. Havia um grupo de homens na mesa ao lado. Eles eram cinco, e conversavam sobre imóveis.

Após várias falas de cada um, pareceu-me terem chegado a um acordo. Então, um deles pediu licença, levantou-se, despediu-se e foi-se embora. Mal ele saiu, um dos quatro disse aos demais:

- “Ele é um bom sujeito. Mas é um homem complicado. Se a gente não for firme, ele vai passar a gente pra trás!”

Eu fiquei pensando: “Uma frase tão curta, mas poderosa para denegrir a imagem do homem que saiu e que, por isso, não poderá se defender.”

E agora eu apresento o velho e diabólico modelo da maledicência ou da difamação: 

- “O fulano é bom, é honesto, maaaaaas.....”. 

... e  tudo o que for dito após este “MAS” é o que ganha destaque e brilho aos ouvidos de todos. Trata-se da mais terrível e falsa bondade: fazer considerações positivas antes de detratar alguém.  

Alí, naquela cena no café, estava claro não haver intenção alguma de bondade, e sim de despertar nos demais o sentimento de atenção redobrada sobre o caráter do senhor a respeito de quem se falava.

Para a sua informação, atente-se a isto: as conjunções “mas”, “porém”, “no entanto” etc  têm o poder de anular o que se fala antes delas.  Quero dizer que elogio algum ameniza  a maldade das palavras que nascem da intenção de falar mal - mesmo quando são verdadeiras.

O que fazer? Seja corajoso. Acerte-se com aqueles a quem você julga negativamente. Esclareça tudo e resolva.  Evite falar deles. Isso é típicamente a prova de um caráter fraco. 

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OS FRACASSADOS E SUAS DESCULPAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Juntei as sete desculpas clássicas dos fracassados. 

Gerentes, diretores e funcionários de empresas a caminho da derrota as usam com frequência. 

Vamos a elas:

1. Nunca fizemos isto deste modo. (E nem querem tentar!)

2. Nossa empresa ainda não está pronta para isso. (Na verdade, esta empresa nunca está pronta para nada!)

3. Estamos indo muito bem sem isto. Por que investir agora? (Eles gastam fortunas em negócios inúteis e sem retorno. Mas hoje, querem parecer profissionais. Em breve vão se arrepender de cada centavo gasto em furadas.)

4. Já tentamos uma vez, e não funcionou. (Será que fizeram certo? O que explica a situação em que se encontram agora?)

5. Custa muito caro.  (O que é caro? Eles não sabem nem a diferença entre despesas e custos.)

6. Isto não é da nossa responsabilidade. (Todo irresponsável diz que o necessário a ser feito não é de sua responsabilidade!)

7. Já vi que isto não irá funcionar. (Este aí mal vê seu próprio nariz, mas se julga um visionário!)

Esforce-se para jamais usar nenhum item dessa lista. Mas caso queira refletir, um bom começo é pensar na  frase: “Quando o fulano não sabe dançar, diz que o chão está torto!”.

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VOCÊ TEM BOA EDUCAÇÃO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Conta-se a história de um sargento durão a quem seu tenente ordenou informar o soldado Francisco que sua mãe falecera. Este sargento, que não era o melhor exemplo de fino trato, convocou seus homens a se apresentar imediatamente próximo ao alojamento e, quando todos estavam em forma, anunciou:

- “Soldado Francisco, a sua mãe morreu. Pelotão... dispensar!”

Quando o tenente ouviu o relato do que acontecera, ficou horrorizado, e mandou o sargento participar de um treinamento intensivo numa escola de boas maneiras.

Seis semanas após, o sargento voltou à ativa e, por ironia do destino, coube a ele novamente a triste missão de informar ao mesmo soldado Francisco que agora seu pai falecera.

Ele convocou o pelotão, colocou-o em forma e mudou sua tática. Desta vez disse:

- “Todos aqueles cujos pais estão vivos, deem um passo para trás... exceto o soldado Francisco!”

Sempre há no mínimo duas maneiras de se fazer qualquer coisa. Uma com boa educação e a outra de qualquer modo. Eu lhe peço: escolha a primeira. 

Faça todo o possível para agir com educaçãoe respeito em qualquer circunstância. 

E se você nunca aprendeu boas maneiras, faça uma pesquisa. Comece pelo Google. Ao digitar “regras de boa educação”, por exemplo, o retorno é de 1milhão e 40 mil verbetes. Um bom suprimento para começar. 

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O PROBLEMA DO VERBO TER

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

O rei de um país distante ficou muito doente. Seu médico concluiu que o único tratamento consistia em que o monarca vestisse o casaco de uma pessoa que jamais tivesse tido problemas na vida.

Os soldados se espalharam por todo o  território em busca da pessoa sem problemas. Num bairro distante encontraram um homem que nunca tivera um e, por isso, enquadrava-se nas exigências dos médicos.

– “Eu realmente não tenho problemas” – disse ele aos soldados. “Mas infelizmente não poderei ajudar o nosso amado rei”.

– “Como não?” – perguntou o chefe da guarda. “Qual é o impedimento?”.

Então ele respondeu:

– “É que eu não tenho um casaco”.

E completou:

– “Acredito que se eu tivesse um, isso já seria um problema para mim”.

Fabulosa história. Eu sempre acreditei que ela ensina que o grande problema de quase todos os seres humanos resume-se ao verbo ter.  

Provavelmente “ter” seja a fonte de todos os problemas. Quem sabe por isso ele seja a maior fonte de sabedoria disponível a todos. 

No instante em que eu conseguir me alegrar com o que tenho – não importa o que e nem quanto –, a minha vida se transforma num paraíso verdadeiro. E estou certo de que nada me faltará a partir de então, porque eu serei verdadeiramente rico.

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NINGUÉM PRECISA DA INVEJA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Ciúme é querer manter o que você tem.

Cobiça é querer o que você não tem.

Inveja é querer que o outro não tenha.

Qual a origem da inveja? 

Ela nasce da insatisfação com o que temos e o que somos. É a crença absurda de que os outros estão mais felizes do que nós com o que têm.

Luis e Claudio usam óculos. Luis tem meio grau de astigmatismo, e sua armação é de ouro. Claudio tem seis graus de miopia e usa uma armação de massa. Você acha que Claudio deseja trocar seus óculos pelos de Luis? Eu tenho certeza que não! Os óculos de Luis seriam terríveis para Claudio, pois não lhe permitiriam enxergar nada!

A inveja é uma das coisas mais terríveis deste mundo, pois, ninguém pode obter qualquer vantagem a partir dela. Cada pessoa vive a vida com exatamente o que precisa para cumprir sua missão. Ou seja: todos têm seu próprio “pacotinho” para carregar. 

Se eu tomasse o pacote do meu vizinho, eu teria os utensílios errados para cumprir o meu propósito de vida. Portanto, não há razão alguma para invejar os "óculos do outro", até porque eles não me ajudariam a ver!

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EM BUSCA DO TESOURO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Um rico e já idoso fazendeiro, vendo que não lhe restava tempo de vida pela frente, chamou seus filhos à beira do seu leito, e lhes disse:

- "Meus filhos, ouçam com atenção. Não partilhem esta fazenda que por gerações pertenceu à nossa família. Em algum lugar dela, no campo, há um valioso tesouro enterrado. Não sei o local exato, mas está lá. Com certeza vocês o encontrarão. Esforcem-se, e não deixem nenhum ponto deste terreno intocado."

Após a morte do pai, os filhos começaram a busca. Cavaram com vontade e força, revirando cada metro de terra com suas pás e braços. Removeram e reviraram tudo o que encontraram pela frente e depois de feito o trabalho, repetiram mais e mais. Nenhum tesouro foi encontrado. 

Veio a época do plantio da lavoura e eles resolveram plantar trigo. Ao final da colheita, quando se sentaram para conferir os ganhos, descobriram que haviam lucrado muito mais do que todos seus vizinhos. Entenderam, então, que isso só foi possível por terem virado e revirado a terra. O terreno tornou-se mais fértil, e por conseguinte, produziu generosa safra.

Finalmente, eles compreenderam que a fortuna de que seu pai lhes falara eram as colheitas abundantes que obteriam sempre que trabalhassem a terra com o mesmo interesse daqueles que buscam encontrar tesouros. 

Assim é também com todo aquele que trabalha com dedicação. 

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A FÁBULA DA RATOEIRA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Um fazendeiro foi às compras na cidade. Chegando à casa, o rato, que o espreitava para saber o que ele trouxera de gostoso, surpreendeu-se ao ver uma enorme ratoeira em um dos pacotes. Aflito, correu avisar os outros bichos. 

À galinha, ele disse:

– Há uma ratoeira em casa, dona galinha.

A ave, indiferente, respondeu:

– Uma ratoeira? Por favor, não me incomode. Isto é problema seu.  

Perturbado, o rato foi ao porco:

– Seu porco, seu porco, há uma ratoeira em casa!

– Desculpe-me, amigo rato, –  disse o porco –, não há nada que eu possa fazer senão rezar por você esta noite.

Então, o rato foi à vaca, e fez o mesmo discurso. Ao que ela lhe diz:

– O que? Uma ratoeira? Você realmente está em apuros, meu caro!

Desnorteado, o rato retorna a seu buraco e não se atreve a sair por medo da armadilha. 

Naquela noite, todos ouviram um barulho. A ratoeira pegou sua primeira vítima.

A dona da casa correu para ver. No escuro, não observou tratar-se de uma cobra que a picou. Um médico foi chamado, avaliou a situação, fez o que pôde e prescreveu que ela se alimentasse de canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo matou a galinha e preparou a sopa. 

Quando parentes de longe vieram visitá-la, o fazendeiro matou o porco. E pela mulher infelizmente ter falecido,  parentes e amigos vieram ao funeral. O fazendeiro mandou sacrificar a vaca para dar de comer a todos.

Moral da história. Quando alguém lhe procurar com um problema e você achar que não lhe diz respeito, lembre-se de que “uma ratoeira na casa, pode pôr em risco não só a a vida do rato”. 

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SEJA E MANTENHA-SE SIMPLES

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Sempre me deixei atrair pela simplicidade. E até que demorei em me deixar levar por ela. Custou caro. 

Eu já vi pessoas demais complicadas! E também vi que elas acabam mal compreendidas ou deixadas de lado.

Fico pensando em quem perde bons negócios apenas por ser vítima de seu próprio raciocínio complicado. Uma pena.  Se fossem simples, conseguiriam.

Os norteamericanos usam uma expressão que se tornou comum por lá. Eles dizem: “Keep it simple, stupid”, traduzindo: “Mantenha isto simples, seu burro”. De fato, analisando bem, fazer as coisas de um jeito complicado é a forma mais estúpida de executá-las. 

Vá por mim. Você e eu devemos buscar a simplicidade, sempre. Refiro-me a pensar: “qual a maneira mais simples de se fazer tal coisa?” antes de sair fazendo.

No entanto, é perigoso confundir simplicidade com indiferença ou desatenção.

Ao contrário. Ser simples por opção exige atenção aos detalhes e aos critérios de qualidade. Acima de tudo, reduzindo as pressuposições.  

Guarde bem: trabalho excelente tem como regra a simplicidade, porque o complicado pesa, perturba e custa caro. O simples produz tranquilidade e paz.

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