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EU LHE DIREI QUEM É O CULPADO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

O outro! Quem é ele? Sabe me dizer? E afinal, quem é você? 

Quando o outro não faz, é preguiçoso. Quando você não faz...  está muito ocupado.

Quando o outro fala, é intrigante. Quando você fala...  é crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto, é um cabeça-dura. Quando você decide... é genial.

Quando o outro não cumprimenta, é orgulho. Quando você não cumprimenta... é só uma distração.

Quando o outro fala de si mesmo, é egoísta. Quando você fala de si... é porque precisa desabafar.

Quando o outro quer ser agradável, tem segundas intenções. Quando você é agradável...  é pura gentileza.

Quando o outro faz algo inesperado, está “se exibindo”. Quando você faz... é atitude!

Quando o outro progride, é porque teve oportunidade. Quando você progride... é trabalho duro.

Quando o outro luta por seus direitos, é intransigência.  Quando você luta... é caráter.

Toda vez que você pensar em julgar o outro, olhe primeiro para dentro de si, porque  em muitos, senão em todos os julgamentos mesquinhos que  fazemos,  estamos na verdade  condenando a nós mesmos através desta figura que tanto nos autoriza, tanto nos justifica e até alivia todas as nossas dores: o outro!

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O AMBIENTE DE NEGÓCIOS E A CULTURA EMPRESARIAL

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O ambiente dos negócios mudou drasticamente nos últimos vinte anos –  tanto para  empresas quanto para clientes.  Conceitos como: e-commerce, velocidade de comunicação, tipo de  concorrência e pressão de preços perturbam empresas de todo tamanho.

Mas há quem ainda resista a admitir o óbvio e prossiga na busca de resultados diferentes atuando do modo como sempre atuou duas ou três décadas atrás. Isto é perigoso. Chama-se teimosia... ou loucura! 

Se a empresa não voltar sua face completamente para o cliente, será difícil entender o que se passa a dois ou três metros além de seu endereço. É questão de vida ou morte.  E depois que souber “o que” e “como” seu cliente ou público-alvo pensa,  terá de incorporar estes pensamentos , interesses e opiniões a seus processos – da produção até o ponto de venda.

Empresas sintonizadas estão adotando exatamente essas medidas.  Estão aumentando a produtividade e reduzindo custos  para conseguirem competir. Estão  acelerando as inovações, aperfeiçoando sistemas de gestão, acentuando a presença em regiões de crescimento de demanda,  mas principalmente  transformando a cultura empresarial.  

Todos sabem e dizem que o cliente está mais exigente. No entanto,  assegurar posicionamento e fatia de mercado são  questões muito mais vitais e dependem diretamente da gestão de Recursos Humanos e de processos internos. Portanto, não se iluda com tecnologia ou recursos que sirvirão só para mostrar uma cara mais moderna. 

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MARKETING É MAIS DO QUE MUITOS PENSAM

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Você já tem na sua empresa aquele rapaz ou moça que faz os seus banners e demais artes para as mídias  sociais, e-mails e eventos? Que bom.  Espero que ele seja qualificado.

O que eu devo lhe informar é que isso não dá a você o menor direito de pensar que tem um departamento de Marketing. Este personagem seria, sim, parte desta área na sua empresa.

Contudo, Marketing é muito, muito mais que isso. E também é bem mais (bem mais meeesmo!) que ter uma agência de propaganda e comunicação contratada – como tantas que existem por aí e até filiadas a associações “fofas”, eu diria.

Marketing não é só propaganda e comunicação. Não é só ação no ponto-de-venda. Não é só merchandising e nem só o modo de organizar uma vitrine ou coletar dados especializados de 'trade'. Não é só promoção e nem as muitas situações do preço e condições de negociação.

Marketing é ciência! Marketing é conhecimento, análise e interpretação correta de mercado, de público-alvo, de comportamento de consumo, é análise de fatos, de dados, de números etc, etc, etc.

Como fazer? Busque profissional referenciada. Invista. Mas tenha alguém que execute o Marketing verdadeiro. Aliás,  esta é a condição essencial para os negócios irem bem de verdade.

Uma prova? Como você explicaria a eleição de um presidente afrodescendente, com um nome que lembra o mentor do maior atentado terrorista da história, em um país enraizado no preconceito racial desde sua descoberta? Assim foi a eleição de Barack Obama, nos Estados Unidos.  Isto é Marketing. Do jeito certo!

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ESTACIONAMENTO COMO PARTE IMPORTANTE DOS NEGÓCIOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Se a sua loja ou comércio varejista tem área para estacionamento de clientes, você tem uma ótima vantagem competitiva. 

Mas com a sua permissão: isso deve ser bem entendido para que produza os devidos benefícios em favor do negócio. 

Deixe-me esclarecer. 

Com o imenso volume de carros e motos vendido nos últimos anos,  muitos funcionários vêm à empresa com veículo próprio. Se eles ocuparem o estacionamento de clientes, vocês estarão em apuros. 

Tecnicamente, estacionamento voltado para atendimento é um atributo que gera preferência de potenciais clientes, especialmente em farmácias, clínicas, padarias, supermercados, academias de ginástica, lojas de conveniências e, logicamente os shoppings centers. 

Partindo desse princípio, eu não encontro explicação lógica porque alguns shoppings, além de  cobrarem caro demais pelo estacionamento, fazem questão de privilegiar seus lojistas com as melhores vagas,  deixando as piores para clientes. E o mais fenomenal disso é o fato dos lojistas aceitarem e usufruir deste estranho direito.

O conceito de atendimento envolve agilidade, objetividade, conhecer a necessidade do cliente, e sobretudo: simpatia, cortesia e oferecer máxima comodidade ao cliente. Quero dizer: tudo pelo cliente!

Então  treine os seus funcionários nisso. Mas se você não tiver aprendido a lição, comece já, pois se o exemplo não partir de você, nem por decreto eles farão o que é preciso. 

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OS COMPLEXOS DETALHES DE COMPORTAMENTO DA GERAÇÃO Y

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Para os que ainda não conhecem a terminologia, chama-se  Geração Y ou “Geração Millennial” os jovens nascidos entre 1980 e 1996, cujo comportamento tem recebido estudos de toda ordem devido a um padrão nada similar a todas as demais gerações que passaram por este Planeta, desde os dias de Adão e Eva.

Símbolos importantes desta geração? O Uber...  o Airbnb...  as séries do Netflix...  e tantos aplicativos que estão mudando de modo drástico a face do capitalismo.

Os estudiosos dizem que eles não são fiéis à empresa onde trabalham.  E se eles sentem não estar crescendo e se desenvolvendo, renunciam ao cargo e saem em busca de outro local de trabalho. Este é o modelo mental dos atuais trintões  quando diante de um desafio.

Estes pesquisadores dizem que empresas devem gerenciar os funcionários mais jovens de modo coerente a seu jeito de ser. É preciso proporcionar-lhes trabalho com um propósito genuíno, com uma razão. O ambiente deve oferecer condições para aprender, crescer e evoluir na carreira. 

Também aconselham as empresas investirem no treinamento de seus gerentes mais velhos para conhecer os principais traços desta geração e aprender a se comunicar com eficiência. 

O futuro dos negócios depende de adaptação. Sempre foi assim. Mas os “tempos líquidos” de hoje exigem que todos (todos, repito!)  se coloquem na condição de aprendizes ... e semeiem cooperação mútua muito mais do que sempre se buscou conseguir.

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AGIR PELA PRÓPRIA DECISÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Jean Henri Fabre foi um pesquisador  francês que estudou uma espécie de lagarta que se move em fileira, com a cabeça de uma colada  à extremidade da outra. Por isso elas se chamam “lagartas processionárias”.

Fabre induziu um grupo dessas lagartas a se movimentar em torno de um grande círculo. 

Colocou uma porção de comida ao lado desse círculo de movimento, de modo que, para que pudessem comer,  elas precisariam sair do círculo.

Ele imaginava que depois de algum tempo elas perceberiam o percurso vicioso, ficariam cansadas da marcha inútil e sairiam da rota para uma nova direção. Mas não é o que aconteceu. 

Por instinto ou por hábito, elas continuaram andando noite e dia. Passou uma semana inteira, e por fim elas morreram. 

Mais que uma descoberta científica, a experiência de Fabre tem um significado importante.  Vivências passadas têm domínio poderoso sobre o homem. Podem gerar impulso  e bravura, ou medo e paralisia:  sentimentos de vitória ou derrota. 

Quantos seres humanos estarão agindo como lagartas processionárias neste momento? Seguem outros por simples desistência de dar a volta por cima e vencer suas fraquezas, erros ou insuficiências. Determinam sua vida e decisões desde experiências passadas e pressupostos que nunca foram questionados.

Feliz de quem questiona o que acredita e se renova. Estes ao menos dão a si mesmos a oportunidade permanente de agir por razão e lógica, e nunca por instinto. São verdadeiros seres humanos e não lagartas processionárias disfarçadas de gente. 

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A MAGIA E OS EFEITOS DE UMA ESTRATÉGIA BEM ELABORADA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

IBM é o nome de uma grande empresa mundial. O nome vem do inglês  IBM - International Business Machines -  cuja tradução ao português seria Máquinas Internacionais de Negócio. 

Em 2002, Lou Gerstner se aposentou como CEO da IBM. A empresa cresceu cerca de 20 bilhões de dólares durante sua gestão de nove anos. Não preciso dizer quanto ele é invejado até hoje. 

Quer saber quanto desse montante espetacular deveu-se ao “M” da IBM.... – que vendia computadores? Não se assuste. A resposta é: NADA. Zero. Ze-ro! Todo o crescimento da IBM veio de serviços. 

De fato, foi durante  a gestão de Lou Gerstner que  a IBM tornou-se uma SOLUCIONADORA DE PROBLEMAS DE SISTEMAS. Eles identificavam dificuldades em sistemas e propunham soluções...  que funcionavam. E funcionam até hoje! 

A estratégia adotada por Gerstner foi regida por uma única inspiração ou pensamento. Ele dizia: 

“Se você está voltado para commoditties, você não tem serviço”. 

O significado simples desta filosofia é: fuja de ser commodity, de fazer commodity e de agir do modo óbvio.  Isso não vale nada! Não teime em fazer o que todos  já fazem. Faça diferente, de um jeito diferente, mas que resolva algum problema.  

Descubra como ser ÚNICO e você, enfim,  terá aberto um campo de oportunidades totalmente novo e inexplorado pela inteligência humana.  

A recompensa por isso será, primeiro, a sua realização pessoal, e depois, um mérito reconhecido da sua empresa, produto ou solução. Não é tudo com que você sonha? 

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O LEÃO OU A HIENA?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


O profissionalismo de qualquer pessoa está em cheque-mate quando, diante de um problema, ela diz:  “Não tem jeito!”

Eu cresci ouvindo que “só não há jeito para a morte”. Esta não é uma frase de para-choque de caminhão, mas um pensamento que expressa disposição para lutar. O sujeito que, de cara, conclui não ter solução para uma questão, enquadra-se em uma de quatro possíveis alternativas:  preguiça,  falta de interesse, incompetência ou as três combinadas.

Você se lembra do desenho animado “O Leão da Montanha” na tevê? Aquilo era uma verdadeira lição de comportamento em meio à rebeldia do rock-em-roll e da efervescência cultural da década de 1960.

Lippy, o leão, e Hardy, a hiena, viajam pelo mundo em busca de vida fácil, sucesso e fortuna. Lippy é um otimista nato. Acredita que tudo vai dar certo e que o vento sempre sopra a favor. Hardy é um pessimista que espera o fracasso e a tragédia.  Ele diz o tempo todo:  “Oh vida! Oh céus! isso não vai dar certo!”. Talvez ele sofra de depressão crônica. Seu nome, Hardy, significa ‘pesado’. E pesado é todo indivíduo negativo, que acha que nada tem jeito.

Sabe com qual dos dois eu fico? Com a sua licença, tomo a liberdade de dizer: nem Lippy e nem Hardy. Excesso de otimismo não é bom. E negativismo permanente é mau. Bom é ser realista com autoconfiança, fé em Deus e coragem para enfrentar os desafios – mesmo sem garantias de vencer.

Se você concorda com esta visão, esforce-se para convertê-la em prática. Eu comecei há muito tempo. Prossigo insistindo,  ainda que não mereça nota 10  em desempenho.

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A MÁQUINA DE CAFÉ DO AEROPORTO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


Eu cheguei à nova sala de embarque do aeroporto de Londrina às 5h30m da manhã. Olhei para o bar: fechado. Restava uma alternativa meio duvidosa para o meu café com leite matinal: uma máquina. Pensei comigo mesmo: 

- “Dá pra confiar?”

Fui conferir. 

Li as regras, inseri uma nota de 10 reais na fresta indicada e optei pelo ‘café pingado’. A máquina expeliu o troco e, numa pequena tela digital solicitou  a quantidade de açúcar que eu desejava.  Determinei a mínima massa de doce e cliquei em OK. Então ouvi ruído.

Em 8 segundos, aparece um copo de isopor na cavidade de acesso com o meu pedido e, para a minha surpresa, havia até uma pazinha de plástico para misturar a composição.

Mexi o líquido quente e, ainda desconfiado, provei seu sabor. 

- “Uau! Delicioso.”

Isso é que é serviço!

Não havia ser humano algum ali....  nem simpatia, nem antipatia, nem bom dia,  nem sorriso ou bla bla blá. Apenas e tão somente respostas exatas e precisas às minhas opções em produto e complementos.

Atendimento de qualidade é assim: necessidades satisfeitas com qualidade, acessibilidade,   funcionalidades objetivas e preço justo.  Tudo o mais é vantagem dispensável com risco de não dar certo, não agradar e muito menos satisfazer.

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O PROBLEMA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Trade-off  é  a expressão em inglês que define uma situação em que há conflito de escolha  visando à solução de um problema com o possível surgimento de outro.  O exemplo mais forte disso é custo x valor.

Preço é o aspecto mais relevante de muitos negócios, mesmo que nem sempre preço inferior seja a melhor alternativa para quem compra. 

Por isso é que se fala em benefícios. Fala-se, sim. E muito. Mas muita gente faltou a esta aula. 

Benefício não é papo furado. Benefício não é agradar o cliente com presentinhos para que ele escolha a sua empresa ou produto. Isto é suborno. 

Olhemos especificamente para os serviços. Se a experiência e os resultados proporcionados ao cliente não forem positivos, é óbvio que ele buscará outro fornecedor.  

Portanto, o ponto de partida da prestação de serviços é entender a necessidade do cliente potencial... e depois, ser apto para executar exatamente o que ele precisa. Se o realizado estiver em conformidade ao que ele deseja, ótimo.  Se não, promova ajustes até que esteja.

Não se trata de você decidir fazer menos ou mais, porém, de cumprir o combinado. É um alvo. Execute a máxima qualidade possível e mostre os resultados para o cliente. 

O valor de qualquer serviço se resume à qualidade da execução do prestador e à ausência de preocupação do contratante com o trabalho que ele adquiriu. Fora isso, só resta adulação e enganação!

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APOIAR! MELHOR DO QUE EMPURRAR!

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Eu conheço gerentes excepcionais. Um deles tinha um segredo. Ele encabeçava uma equipe de vendedores. Eu nunca o vi exigir vendas de seus subordinados.  Eu o ouvia dizer a cada um: 

- “Eu quero que você tenha sucesso e melhore. Eu vou lhe ajudar”. 

Ele me disse que ficava encantado em ver seu pessoal agir por si e não empurrá-los como fazem outros gerentes. Decidiu isso ao ver que ‘empurrar’ o grupo não funciona no médio e longo prazos.

- “Os meus resultados são medidos pelos deles”, ele completou.  

Contou-me que, com o aprofundamento da crise econômica, em 2015,  as vendas de um de seus funcionários caíram devido a clientes que fecharam as portas. Este vendedor começou a reclamar da má sorte, e seu desempenho piorou ainda mais.

O que o nosso gerente fez? Veja seu relato:

- “Eu o convidei para almoçar. Não dei ênfase a seu faturamento baixo e nem disse que seu emprego estava em perigo. Qualquer gerente falaria isso. Eu disse que ele tinha capacidade de produzir mais, que já tinha se posto à prova no passado e que era um dos melhores profissionais que eu jáconheci. Preferi que a reunião acontecesse num almoço e não no escritório para que o ambiente fosse confortável”.

O vendedor não se sentiu atacado. Nos dias seguintes reagiu. Os resultados foram imediatos.  Dois meses depois, teve o melhor desempenho em dois anos e meio, e firmou-se em suas novas visões.

O que se aprende daqui? A questão essencial nunca é  ‘o que fazer’,  mas ‘como fazer’. O modo de se executar qualquer ação faz, incrivelmente, uma gigantesca diferença. 

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COMO É A AUTORIDADE DE UM GERENTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Os melhores gestores sabem quando e como afirmar sua autoridade. Eles perceberam que ASSERTIVIDADE é a espinha dorsal da liderança.  

Gente pouco incisiva não se torna bom gerente. E jamais líder.  Quem não vive princípios elevados e não sabe defender objetivos não pode sequer esperar que alguém o siga. 

Há pouco tempo, tive de confrontar um gerente que não dedicava tempo suficiente a seus vendedores  subordinados. Ele vivia o drama de consciência de querer passar mais tempo com a família. O combinado com sua diretoria, no entanto, era que ele dedicaria 80% de sua jornada à sua equipe. Mas ele reduzia o combinado por conta própria.

A empresa entendia a importância da família, mas o lembrava de que o pouco tempo para a vida pessoal é parte da natureza do trabalho.  Assim, ele tinha duas opções: ir a campo com os vendedores para orientá-los a que tivessem sucesso ou assumir um cargo administrativo. 

Ele entendeu o recado e atualmente ele faz sem reclamar o que foi tratado no começo.

O que estou tentando dizer? É preciso ser firme quando a situação exige – não querer ‘dar jeito’ e nem agradar. E isso se consegue sendo direto na abordagem do que é importante. Sem rodeios. 

Enfrentar problemas de frente é o caminho  para a verdadeira autoridade. E autoridade não se consegue com baixo nível de educação ou grosseria, mas com gentileza e firmeza. Acontece que gentileza e firmeza são dois atributos que somente grandes seres humanos conseguem dosar.

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AS ÚNICAS PESSOAS NORMAIS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Alfred Adler, psicólogo Judeu-austríaco do Século XX, disse uma frase que roda a Internet mundo afora: “As únicas pessoas normais são aquelas que você não conhece bem”.

Isto se aplica  a inúmeras situações. Exemplo?

O empresário tem pessoas competentes em sua própria empresa. Elas têm conhecimento amplo, prática e versatilidade. Mas ele se esquece disso e vai procurar fora.   E sabe o que ele encontra? Obviedades vestidas de bela aparência - drasticamente inferiores em qualidade e conhecimento àqueles profissionais da casa.

Isto é uma infelicidade. Inda mais quando as pessoas ‘de dentro’ percebem, e se ressentem disso.  Então elas se fecham e cai seu rendimento individual.

Eu vejo frequentemente enormes talentos ignorados, substituídos por consultorias dispensáveis ou suprimidos por falta de ambiente interno para que se expressem e colaborem com a missão!

Recentemente perguntei a um executivo por que age deste modo e gasta uma fortuna com soluções externas. A resposta foi:

- “O pessoal da empresa eu já conheço bem.”

Aí é que entra Adler.  Aquele executivo acredita que as únicas pessoas que podem mudar a empresa são as que prometem coisas fantásticas e cobram caro. Sabe por quê? Ele não as conhece. O que, de fato, ele quer dizer é que normais, bons, competentes, eficientes e bonitos são as pessoas que você não conhece bem.

Por isso, eu lhe respondi:

- “Ah é? Vá acompanhar de perto essa gente que lhe envia folders bem produzidos, e websites incríveis. Vá medir sua eficiência. Veja de perto sua coerência, consistência, eficácia e outras competências. Observe como são eles em família,  como se desempenham em seus negócios próprios e relacionamentos.  Talvez então, e só então, você constate serem eles apenas bons vendedores de si mesmos, e você um provável trouxa.” 

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POR QUE POUCOS COMPETENTES REALIZAM MAIS QUE UM GRANDE NÚMERO DE PESSOAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O que um fato ocorrido há 3.600 anos pode ensinar sobre competências essenciais? Trinta e seis séculos parece tempo demais para um tema tão atual quanto “competência”.  

Vamos ver.

O povo midianita era um dos muitos inimigos dos Hebreus. Eles eram ladrões, truculentos e se aproveitavam da minúscula e aparentemente fraca nação de Israel. A Bíblia relata situações em que os Judeus, então governados por Juízes, eram atormentados por estes invasores sem nenhuma ética.

Certo dia, Gideão, um Juiz, organizou um exército de trinta e dois mil homens para acabar com isso.

O número de soldados inspirava tranquilidade numa guerra corpo a corpo. Mas a Bíblia diz que  Deus foi contrário a este contingente. Achou-o grande demais, já que vencer uma guerra assim faria o povo pensar ter sido seu próprio esforço que o fez. O diálogo entre Deus e Gideão chega a ser curioso e desesperador quando visto desde a ótica do Juiz:

- “Mande pra casa todos os que têm medo de guerrear”, diz D-us.  E vinte e dois mil foram embora.

O Todo-Poderoso prossegue:

- “Leve a tropa ao rio. Despeça todo homem que  deixar de lado sua arma ao beber. Mantenha consigo somente aquele que conservar uma mão sobre a arma, usando a outra para tomar água”.

Apenas trezentos homens restaram. Menos de 1% do total.

Mas aqueles trezentos Judeus eram prudentes, prontos e dispostos. Mostraram-se alertas o tempo todo.

O que os distinguia era a missão e estarem conectados a ela. Nem quando podiam relaxar – como no momento de matar a sede – eles perdiam a consciência da meta.  E além disso, eles combinaram habilidade, capacidade e aptidão à fé. Isso é o que, de fato, os fez mais poderosos do que trinta e dois mil homens confusos e perturbados por outros interesses.

A lição? Competência com fé é sempre muito mais do que só competência ou só fé.

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OS ATRIBUTOS DO VENDEDOR

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Recebi um banner pelo Whatsapp com uma mensagem que tentava resumir o papel do profissional de vendas: 

“Vender é como procurar um novo emprego todos os dias. É trabalho para malucos, corajosos e criativos”.

A frase aproxima-se  bastante do que é esta bela e indispensável profissão. Mas está incompleta.  Faltam elementos essenciais. 

Um vededor que não tenha a disciplina do trabalho sistemático, jamais alcançará resultados significativos. Será apenas mediano. E isso vai comprometer sua motivação e sua ambição.  

O mesmo acontece se ele não for pessoalmente organizado ao elaborar planos, estratégias, roteiros e informações sobre clientes.

Agora só falta o conhecimento. Refiro-me a conhecer ao máximo produtos, mercado, concorrentes e tudo o que se relaciona a isso.

Estes são os elementos aparentes. Os ocultos, que darão conta desta massa de atributos, são: 

- a mente em equilíbrio, 

- a alma com fé e 

- a saúde do corpo em ordem. 

Agora só me resta dizer que vender  não é para qualquer um, mas, de fato e peremptoriamente,  é tarefa para malucos, corajosos e criativos!


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E A LINHA DE FRENTE? SABE O QUE FAZER?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Quem gosta de futebol sabe que os melhores resultados somente são possíveis quando os jogadores  são uma equipe, e não apenas  um grupo. A diferença é imensa.  

Você pode juntar os melhores jogadores do mundo e não será suficiente para ganhar a partida. Foi o que aconteceu naquela decisão da Copa do Mundo em que o Brasil apanhou de 7 a 1 da Alemanha.

Na empresa é igual. 

Quando o diretor e seus gerentes decidem coisas – por melhores que sejam – sua execução sempre depende de que todos os demais – não presentes na sala do planejamento –  conheçam e tenham disposição para executá-las.

Eu conheço planos e estratégias realmente  fantásticos, verdadeiras obras de arte.  Mas lá no chão de fábrica, ou no balcão de atendimento, os funcionários nem imaginam quais sejam. E eles é que serão cobrados da execução.

Gerentes –  ou gestores, ou líderes, ou seja lá como você queira chamá-los –  só terão sucesso quando transformarem seu grupo de trabalho numa equipe. E a comunicação dos planos é a essência dessa fabulosa conquista. 

Este é o desafio, vez que equipe é sinônimo de  cooperação,  ajuda mútua, compartilhamento –  atitudes e posturas tão distantes do individualismo,  da competição  e do estrelato quanto o céu dista da terra.

Você quer resultados? Quem não quer? Envolva-se com todos os níveis de pessoas da empresa.  Fale com elas. Venda-lhes as ideias e convide-as a fazer parte de um projeto bacana. Até porque obrigados, ninguém fará nada. Nem elas!


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ONDE ESTÁ O TESOURO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Eu  leio tudo o que é possível porque tenho necessidade de abrir a minha mente para outros pensamentos e ideias que ainda não formei e nem adquiri.  Pessoas que se julgam sábias ou prontas, nada mais têm a fazer neste mundo. 

Um dos textos que li recentemente dizia:  

“100% dos funcionários da sua empresa são pessoas.  100% dos seus clientes são pessoas, assim como 100% dos seus parceiros,
fornecedores e prestadores de serviços. Se você não entende de pessoas, você não sabe nada sobre negócios”.

Este pensamento vem totalmente ao encontro do que eu creio. Não tenho nenhuma dúvida de ser verdadeiro. 

Pessoas são o centro de tudo!  Logo,  mais do que conquistar qualquer outro conhecimento ou expertise técnica, é preciso buscar aprender como as pessoas são,  como funcionam e  o que elas buscam através do comportamento que adotam a cada instante. Isso, inclusive, parece-me  mais fácil e coerente do que tentar fazê-las ser como nós desejamos que sejam.

Se eu detiver este conhecimento, eu saberei vender, comprar, recomendar, contratar, orientar, etc.

Tudo, absolutamente tudo,  depende de pessoas. O seu negócio e você dependem de pessoas. Elas são a chave – a chave  que  dá acesso livre e pleno a todos os tesouros desta vida. 


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SOMOS O QUE ACREDITAMOS SER

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Nós somos o que acreditamos ser.

Os sucessos da minha vida se devem àquilo em que eu acredito. 

Se creio ser capaz de treinar um esporte e eu o fizer com instrução correta e assiduidade, vou alcançar resultados.

Se acredito numa dieta para perder peso,  e eu me dedicar  a ela com disciplina e conformidade às regras o tempo todo, eu consigo emagrecer.

Se eu acreditar ser um fraco ou inútil,  um zero à esquerda, decerto eu não chegarei a bons resultados nunca. A menos que a sorte seja uma fatalidade irrefutável. 

Imagine uma criança cujos pais dizem ser ela inteligente  e que seu futuro será brilhante. 

Pense agora noutra que cresce ouvindo ser burra, incompetente e feia. 

Qual das duas terá maiores chances de vencer na vida?

Então: o que fazer a respeito? 

Questione-se. Não tome as suas crenças como definitivas para si. Pergunte-se sobre cada uma delas: “de onde veio?”,  “o que faz por você?”, “ela ajuda ou atrapalha a viver a vida com alegria e entusiasmo?”   

Descubra quais são as suas crenças mais sólidas.  Analise-as  desde outros pontos de vista.  

Conheça as razões profundas das suas convicções e se for preciso, mude-as. Eu lhe garanto que muitas coisas serão diferentes a partir daí... para melhor!


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VOCÊ SABE ENGAJAR PESSOAS A UMA CAUSA?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

A pergunta que eu mais ouvi em vinte anos de consultoria foi: “Como faço para engajar os meus funcionários?”

É terrível. Na empresa onde os empregados não se importam, não participam, e não vestem a camisa, até o mais eficiente dos gestores não subsiste e desiste.

Aqui vão três dicas que podem ajudar. São simples. Mas exigem esforço para que funcionem.

A primeira é: seja modesto.  Não se envaideça do seu próprio valor e êxitos pessoais. Quando as pessoas virem que você é tão “mortal” como elas, estarão dispostas a se aliar a você em busca dos mesmos objetivos.

A segunda dica é: mostre que você está ouvindo. Quando uma pessoa fala com você, ela observa todos os seus gestos. Cuide do que faz enquanto ela fala. Concentre-se e ela saberá que você está ligado.

A terceira dica: não pretenda ser dono de todas as repostas. O papel de um gestor é ajudar a encontrar a solução dos problemas. Ajudar,  e não ser o sabe-tudo. Admita que você não tem a resposta e coopere com a equipe até encontrar.

E agora direi um pouco sobre como penso. Não se assuste. Eu aprendo muito com os vilões das histórias. E o que mais me ensinam é sobre engajamento! Observe. Eles sempre têm um plano e um objetivo – não importa quão distorcido ou malvado seja –, e eles estão sempre motivados a atingi-los com a máxima eficiência.

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SÓ OS GRANDES PERMITEM QUE OUTROS PENSEM DIFERENTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


Há uma história narrada por um professor que, certa vez, foi convocado para resolver uma disputa entre um colega e um aluno. O pupilo, nada ortodoxo em relação aos métodos educacionais que mais prevalecem nas escolas de hoje, põe em cheque uma atitude orgulhosa, nem sempre percebida por quem a possui.

Algum tempo atrás, recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova de Meteorologia Física. Tratava-se de avaliar uma questão de Física na qual um aluno recebera nota zero.

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma conspiração do sistema contra ele. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.

Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostrar como se pode determinar a altura de um edifício bem alto com o auxílio de um barômetro”.

A resposta do estudante foi a seguinte:

“Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda a ele; baixe o barômetro até a calçada e, em seguida, levante-o, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício”.

Sem dúvida era uma resposta interessante e, de alguma forma, correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes, vacilei quanto ao veredicto.

Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido à questão completa e corretamente.

Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma classificação para um curso de Física, mas a resposta não confi rmaria isso. Sugeri, então, que fizesse uma outra tentativa para responder à questão. Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas, sim, quando o estudante resolveu encarar aquela situação que eu imaginei ser um bom desafi o a ele. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão; isso após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de Física.

Passados cinco minutos, ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativo para o teto da sala. Perguntei-lhe, então, se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade, tinha muitas respostas e estava justamente escolhendo a melhor delas. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte, ele escreveu esta resposta:

“Vá ao alto do edifício, incline-se em uma ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo de queda desde a largada até o toque no solo. Depois, empregando a fórmula:

h=(1/2).g.t

calcule a altura do edifício”. 

Perguntei, então, ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez de inconformismo...

Ao sair da sala, lembrei-me de que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e lhe perguntei quais seriam essas respostas.

“Ah, sim” – disse ele –, “há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro”. Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações: 

“Por exemplo, em um belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando uma simples regra de três, determina-se a altura do edifício. Outro método básico de medida, aliás, bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas espaçadas na parede, da altura do barômetro. Contando o número de marcas, ter-se-á a altura do edifício em unidades barométricas”.

“Um método mais sofisticado seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permitiria a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação no nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença”.

“Finalmente”, concluiu,“se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer, diz-se: ‘Caro senhor síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o senhor me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente’”.

A essa altura, perguntei ao rapaz se ele não sabia qual era a resposta esperada para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto das tentativas dos professores de controlar seu raciocínio e de cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas que resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.

Ser , pensar e agir de modo diferente quase sempre é mais fácil do que aceitar a diferença do outro - seja qual for. Esta, porém, é a maior prova de tolerância e respeito que se pode dar ao próximo. Mais que isso. A meu ver, é o caminho que conduz à paz perene!

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