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NINGUÉM PENSA EM VOCÊ... ENTÃO VIVA!

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Acabo de ler um livro que clareou muitas dificuldades pessoais e de clientes com as quais me defronto como consultor. 

O livro diz: 

“O que quer que aconteça com você, não tome como pessoal. Se eu o vir na rua e disser: ‘Você é um estúpido’ sem conhecê-lo, não estarei falando de você. Na verdade estou falando de mim mesmo. Se você levar para o lado pessoal, talvez acredite ser estúpido e diga a si mesmo: ‘Como ele sabe? Será que todos percebem que sou estúpido?’.

Quando você concorda com o que lhe dizem, você o confirma. 

Saiba de uma coisa definitivamente: nada do que os outros fazem é motivado por você, e sim por causa deles mesmos. Todas as pessoas vivem em seu próprio mundo, em sua nuvem mental pessoal. Elas estão num universo completamente diferente daquele no qual você e eu vivemos. Quando leva algo para o lado pessoal, você presume que os outros sabem o que se passa no seu universo e tenta impor o seu universo ao deles.

Mesmo quando uma situação parece pessoal ou que os outros o insultem diretamente, não tem nada a ver com você. O que eles dizem, o que fazem e as opiniões que emitem, estão de acordo com os pensamentos e desejos deles.”

O livro se chama: Os Quatro Acordos, e o autor é Miguel Ruiz.

Se me permite, vou concluir: levar as coisas para o lado pessoal é tomar o lixo emocional de outrem para si. Não se permita intoxicar-se.  

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QUER QUE TODOS ENTENDAM? ABRA CAMINHO NA FLORESTA MENTAL

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Há poucos dias participei de uma reunião na qual o diretor comunicou a todos os presentes que certo gerente apresentaria um plano. O tal gerente chegou, sentou-se à mesa, e para surpresa geral não tinha conhecimento algum da incumbência mencionada.  Estava completamente por fora. 

Quantas vezes isso acontece em muitas empresas!

Eu me sentiria desconfortável se tivesse de ensinar a um diretor os passos recomendados para a transmissão de uma ideia a seu staff. Isso é coisa muito básica que ele devia saber com maestria. Mas desgraçadamente não é assim. O fato de ser um diretor muitas vezes nada diz sobre competência.

É infeliz e triste constatar que o sujeito pensa, e no instante seguinte, imagina que suas ideias foram transmitidas por telepatia aos demais, como em bons filmes de ficção. Não é assim. Nunca foi. 

Por favor, conheça a seguir uma sabedoria maravilhosa, e você jamais incorrerá nessa tola ilusão. A sua mente, assim como a da maioria dos seres humanos, é uma nuvem de pensamentos onde mais de mil vozes falam ao mesmo tempo. Imagine, então, como será com indivíduos que não têm objetividade, nem interesse e nem foco!  

Se você deseja ser ouvido em qualquer ocasião, antes de tudo abra caminho na densa floresta mental do seu interlocutor.  A ferramenta ideal para isso chama-se clareza. E depois prepare-se para talvez ter que repetir mais uma ou duas vezes absolutamente tudo o que tiver dito. 

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VAIAS OU APLAUSOS? COMO DECIDIR?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Na entrada, todo mundo aplaude. E ao final? (Isso é o que ineressa.)

Foi ministrado um treinamento na empresa. Todos os funcionários adoraram. Mas depois, nada mudou. 

Deixemos claro um detalhe. O objetivo de um treinamento é “mudar o comportamento de quem será treinado”.  Sem mudança de atitude, nada foi abstraído ou aprendido. Logo, este treinamento foi nulo. O que vale é o resultado. E mensurável!

Existem palestras que realmente injetam energia, alegria e entusiasmo na audiência. Todavia, logo depois todos estes efeitos passam, evaporam ou saem no suor.  Melhor seria assistir a um filme.  Há tantos que ajudam a mudar pontos de vista e deixam as pessoas alegres. E custam bem mais barato.

Treinamentos devem ser formulados de acordo com a necessidade e a realidade das pessoas que deles carecem a fim de ser melhores. As mudanças que eles deverão promover são seu propósito –   seja uma simples prática de atendimento ao telefone ou balcão até o pilotar de uma nave espacial.  Se após o treino não houver essas mudanças, tudo não passou de mais uma inútil sessão de bla bla bla.

O que importa não são os aplausos na entrada - isso é comum e gentil da parte de todos.   De meus vinte anos em consultoria, raros foram os palestrantes e treinadores que mereceram, de fato, aplausos por efetivamente mudar comportamentos. A grande e massacrante maioria deles devia, sim, ter sido vaiada ao final.  

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EPIFANIA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


O que você sabe sobre um termo bastante em uso ultimamente? Você o ouvirá em filmes, séries de tevê, textos de filosofia de negócios e outras situações. Estou falando de ‘epifania’.

Não entrarei no sentido religioso da palavra, mas em sua utilidade para o dia a dia, especialmente para pessoas que se interessam por falar a coisa certa no momento certo – que é o seu e o meu caso, não?

Epifania é uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo. Indica que alguém encontrou finalmente ‘a última peça do quebra-cabeça’ e agora pode ver a imagem no todo. De um modo simples: é quando um pensamento inspirador e iluminante acontece.

Na língua inglesa, você ouvirá alguém dizer: "I just had an epiphany", ou: “Eu acabo de ter uma epifania”, indicando que nesse instante ocorreu à pessoa um pensamento considerado único, de uma natureza quase sobrenatural.

E se você deseja aumentar as suas chances de viver não uma, mas várias epifanias, compartilho a experiência pessoal.

Eu aprendi com os meus acertos e erros – que são muitos – que nós somos o que pensamos. Desde então, mudei a mensagem interior da minha mente por algo constantemente energizante e inspirador. Abandonei a tendência ao negativo.  Foi difícil no começo, mas consegui.  

Um excelente começo consiste em  apreciar as coisas boas e positivas que tivemos ao longo da vida. Nem tudo foi bom, eu sei. Porém, os melhores momentos não servem só para deixar saudades, mas são grandes mestres para o tempo presente.

Adicione a isso a leitura de livros inspiradores, palestras –  há tantas excelentes no Youtube –, bons programas de tevê, rezar, conversar com pessoas sábias, tudo isso são engrenagens de um mesmo sistema que, juntas, produzirão uma pessoa melhor em cada um de nós – se fizermos disso um hábito. Em resumo, pare de sofrer com ideias negativas.

Pois bem. Agora que você já sabe o que é epifania, resta-me apenas  desejar que ela não falte a cada decisão que você desejar ou precisar tomar – seja na vida ou nos negócios.

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A RELATIVIDADE ESTÁ EM TUDO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Tudo, realmente, é relativo. Mas frequentemente nós não consideramos  a relatividade das situações e julgamos de acordo com o nosso ponto de vista particular, como se fôssemos absolutos.

Um mecânico está desmontando o cabeçote do motor de uma moto, quando chega à oficina um famoso cirurgião cardiologista para tratar de um serviço em sua própria moto. 

Curioso pelo trabalho do mecânico, o médico o observa atento, quando o rapaz lhe diz:

- “Doutor? O senhor me permite fazer uma pergunta?" 

O cirurgião, surpreso, consente e lhe dá atenção. O mecânico então diz: 

- "Veja este motor. Eu o abro, tiro as válvulas, retifico as paredes, restauro, monto tudo, fecho e ele fica novinho. Porém, eu ganho bem menos do que o senhor consegue em uma única cirurgia. O nosso trabalho é praticamente o mesmo! Por que essa diferença?”

O cirurgião sorri, inclina-se e fala baixo para só o mecânico escutar: 

- "É fácil entender. Tente fazer tudo o que você disse com o motor funcionando!"

Conclusão: "Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a sabedoria da vida e muda todas as perguntas".

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NÃO É POSSÍVEL? OU IMPOSSÍVEL?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Nem todo sonho que se julga impossível  é impossível. Talvez ainda não seja possível, porém, eu não direi ser impossível.

Nesta situação aparentemente comum o conceito pode fazer toda a diferença.

Possível você sabe é aquilo que está ao alcance de ser feito. Mas confundir ‘o que não é possível’ com ‘impossível’ é um erro. 

Impossível, por exemplo, é ser eterno nesta vida. Impossível é uma pessoa voar batendo os braços.  Impossível é você se levantar do chão puxando os próprios cabelos.

Já, se você não tem os recursos para comprar o seu carro novo hoje, isto ainda não é possível. Mas poderá ser,  tão logo você junte o dinheiro necessário. Então, não é impossível.

Se você tem o sonho de ter uma empresa, já planejou, mas ainda falta o capital, está claro que não é possível implantá-la neste momento. Contudo, não é impossível.  Com esforço, visão de viabilidade e relacionamentos, você poderá fazer dos seus planos de empreendedor algo perfeitamente possível. 

Cuide do uso das palavras. Elas determinam o jeito como você pensa. Então, empregue-as de modo a facilitar a vida, e não a complicá-la além do que já é.

‘O que não é possível’ é bem diferente e distante de ‘impossível’. 

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UMA HISTÓRIA SOBRE A LIBERDADE DO AMOR

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Certa vez, o índio guerreiro Sioux 'Touro Valente' e a bela 'Nuvem Branca' chegaram à tenda do pajé da tribo e lhe pediram: 

- “Nós nos amamos e queremos nos casar. Buscamos o seu conselho para que sejamos felizes.”

O velho, emocionado, ao vê-los ansiosos por sua palavra, lhes diz: 

- “Há algo a ser feito, sim, em favor de vocês, ainda que difícil. Você, Nuvem Branca, suba  ao monte do norte e, no prazo de três dias, capture o falcão mais forte. Traga-o aqui, com vida. E você, Touro Valente, escale a montanha ao sul. No topo dela encontrará o ninho das águias. Apanhe uma delas e traga-a viva para mim também em três dias!”

Os jovens se abraçaram e partiram para sua missão. 

No dia estabelecido, os dois chegaram à tenda do pajé. 

- “Aqui estão as aves” – disseram eles. 

E o velho ordenou: 

- “Amarrem uma das patas de cada ave entre si com esta fita de couro e depois soltem-nas para que voem livres”. 

Eles fizeram o que foi ordenado. Porém, a águia e o falcão não conseguiam levantar voo. Irritadas, elas se bicavam como que pudindo a outra pelo insucesso de seu voo. 

Então o velho disse: 

- “Jamais esqueçam o que vocês viram agora. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão se arrastando, como culpando-se mutuamente por não voar.” 

Então o pajé cortou a fita de couro e liberou as aves:

- “Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, porém nunca amarrados. Libere a pessoa que você ama para que ela voe com as próprias asas”.

Moral da história: Respeitar o direito que todas as pessoas têm de voar rumo ao próprio sonho é a principal lição a ser aprendida quando se busca saber que somente livres elas são verdadeiramente capazes de amar. 

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VIRE ESPECIALISTA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Você gosta de ler? Busca conhecimentos na Internet, em jornais, revistas?

Que ótimo! 

Você me permite compartilhar uma experiência pessoal? Então pense nisso. Após ler tudo o que o(a)  atrai ou parece importante, não pare aí. Questione-se sobre algo fundamental: - Entendi bem?. - Como aplicar? - Como pôr em prática? 

A etapa mais difícil de qualquer estudo é entendimento e depois praticar. Sabe por quê? É aí que está o poder da transformação de conhecimento em desenvolvimento real e sólido, em transformação. 

Normalmente as pessoas acham que o fato de ler já é grande coisa. Não há dúvida de que, havendo compreensão, a leitura instrui e abre a mente; cria e amplia o acervo mental. Mas é o efeito prático disso que produz frutos. 

E para chegar à prática, qualquer um deve conscientizar-se de que converter conhecimento teórico em "utilidade" é o que promove mudança de hábitos, quebra modelos mentais viciados e aumenta a produtividade. Efetivamente!

Eu penso de verdade e me arrisco a dizer que o mais eficiente e rápido atalho para tornar-se um expert e ter valor profissional referenciado é: estude e pratique tudo o que o(a) atrair. 

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TENHA FORÇA E BOM ÂNIMO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

“É curioso”, disse um mestre a seus alunos, “quanto podemos aprender do comportamento dos animais.

"Certa vez, observei quando um mosquito acabou  preso numa teia de aranha. Ele se debatia e, desesperadamente, tentava se soltar. Enquanto isso a aranha pacientemente observava e aguardava sua vez. Foi só a partir do momento em que o mosquito se deu por vencido e parou que a aranha devagarzinho foi a seu encontro e o dominou." 

"Na vida", prosseguiu o mestre, “enquanto estamos com força, vitalidade e principalmente alegria, o negativismo não nos ataca. O perigo começa no momento em que desistimos de lutar e nos damos por vencidos!”

E como você se sente na sua vida? Tem sido forte para vencer as adversidades e os problemas que lhe sobrevêm? 

Onde está a sua fé? E a sua confiança? 

Tenha força. Tenha ânimo bom, fé, esperança, confiança e autoconfiança. E então, esforce-se. Você verá maravilhas acontecerem.

 

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NÃO SE DESVIE DO OBJETIVO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Esta semana, o Haroldo,  diretor de uma empresa comercial, me contava a conversa que teve com uma funcionária na tentativa de resolver o conflito que ela causava em sua área de trabalho. Ele me dizia:

-  “Então ela começou a chorar, e disse que estava com um problema pessoal difícil de resolver.”

Nesse ponto, eu o interrompi:

- “E você soube, afinal, que problema era esse que ela tinha?”

- “Não. Eu nem perguntei!” – respondeu. “Se eu perguntasse, é claro que ela me contaria.  Mas no momento seguinte eu estaria automaticamente envolvido, mesmo que eu não quisesse. Isso funciona que nem uma carta lacrada: enquanto mantiver o envelope fechado, você nunca saberá o conteúdo. Mas se o abrir, o conteúdo se revela.  Eu estava consciente de que só tinha de resolver o problema que a moça estava causando na empresa, e não sua vida pessoal.”

Uau! Eu aprendi uma lição.

Quantos gestores se envolvem com coisas que nada têm a ver com a empresa por pura e desnecessária curiosidade! Isso é tolice!

A regra é: concentre-se no ponto; tenha foco.

O objetivo do Haroldo era resolver um problema que comprometia o clima da firma. Logo, não fazia sentido algum tratar de uma questão pessoal da funcionária. Seria inútil.

Permita-me repetir: “concentre-se no objetivo”. Não jogue palavras fora e evite falatório. Lembre-se: “Quem fala demais, dá bom dia a cavalo”. Se você quer falar com o cavalo, o problema é seu. Só não o faça quando tiver que pagar por isso, pois a conta poderá ser cara demais.

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CONHECIMENTO NÃO É TUDO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Conta a fábula que um burro mandou seu filhote aprender com cavalos a arte de trotar e caminhar de cabeça erguida. Não queria que o filho acabasse mero puxador de cargas, como ocorre aos burros.

Anos se passaram e o jovem burro retornou ao pai que, orgulhoso, o exibia aos demais de sua raça.

Certo dia, um incêndio pôs em risco todo o alimento de um celeiro onde estavam os suprimentos para o inverno. Os burros se apresentaram para o transporte que salvaria os grãos e a palha daquele depósito, só não o jovem burro que se achava qualificado demais para uma tarefa tão desprezível.

Foi quando um velho burro dirigiu-se a ele, dizendo:

- Erguer a cabeça e galopar como nobre pode ser bom e bonito em muitas ocasiões. Mas o que isto fará por você quando não tiver o que comer?

A moral da história é evidente: conhecimento e estudo nada são sem prática. 

Todos nós necessitamos de sabedoria. Mas a sabedoria resulta do cruzamento incessante do conhecimento que se adquire com a prática que se executa, observando falhas e superando-as sistematicamente. É um processo contínuo de aperfeiçoamento.

Prática e teoria com reflexão são, juntas, o poder que libera a transformação de qualquer tolo em sábio. 

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O QUE SE FAZ COM CONHECIMENTO ESTÁTICO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

“Você não sabe absolutamente nada se os seus conhecimentos são isolados ou esparsos”. 

Enquanto você não for capaz de juntar os conhecimentos adquiridos e formar uma estrutura organizada de “causa e efeito” e de “correlação” entre eles, tudo o que eventualmente você aprendeu não se encontra no modo “útil” ou  utilizável.  

Vou explicar de outro modo. Para que os conhecimentos e as experiências que  você e eu adquirimos ao longo da vida tornem-se úteis é preciso combiná-los como os fios de uma trama de tecido. O saber exclusivamente teórico quase nunca gera prática. É por isso que grande parte do que se aprende na escola cai no esquecimento. Isso também explica as pessoas que sabem muito, mas não conseguem pôr em prática o que sabem. 

A aprendizagem genuína envolve teoria e prática. E depois requer aprofundamento e especialização para que cresça, diferencie-se e se transforme numa habilidade. É o que fazem os instrumentistas, artistas, artesãos, atletas, cirurgiões etc.

O segredo, portanto, é não fazer da aprendizagem algo semelhante a uma loja de departamentos, com áreas separadas e independentes, mas um “mar de conhecimentos conjugados e interligados” de que se lance mão frente a cada necessidade e demanda.

Daí o fato de um bom engenheiro tornar-se conselheiro comportamental, um médico sair-se bem como administrador, e um indivíduo sem qualquer formação universitária gerir uma fazenda com lavoura e gado com excelência. Estes são exemplos de pessoas que uniram seus conhecimentos específicos e pontuais  de modo organizada, e como resultado conseguem desempenhar suas atividades empregando-os simultaneamente. 

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UMA LIÇÃO DE SUCESSO PROFISSIONAL DE CHARLIE MUNGER

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Warren Buffet é um dos homens mais ricos do mundo. Ele tem um sócio chamado Charlie Munger. Alguém perguntou a Munger: “Como devemos dedicar o nosso limitado tempo de vida a ter o maior sucesso possível?”

E a resposta: 

- “Comece descobrindo quais são os seus talentos. 

Quando você joga um jogo em que os adversários têm as aptidões necessárias e você não, a sua derrota é certa.  Isto, aliás, é perfeitamente previsível. Tudo na vida é assim. Descubra em que área possui vantagem competitiva e jogue dentro dela. 

Se quiser se tornar um astro do tênis mundial, você pode começar experimentando.  Tão logo descubra que não leva jeito, saberá que ninguém vai prestar atenção em você. Entretanto, se quiser ser o melhor encanador da cidade, isto já é atingível por provavelmente dois terços de você: a sua vontade e a sua inteligência. Nesse momento, estará faltando a habilidade - que você ainda não tem. 

Após um tempo de estudo e dedicação à técnica, você estará a caminho de conhecer tudo sobre este ramo de negócios e dominá-lo. É lógico que vai requerer disciplina e dedicação. Assim, você e todas as outras pessoas que jamais ganhariam um torneio de tênis podem subir muito na vida quando desenvolverem, aos poucos suas competências em alguma área. 

Comece com as qualidades que nasceram com você e prossiga com o desenvolvimento de tudo o que você ainda não sabe, mas pode aprender com dedicação.”

Eu adorei este posicionamento. Ele me faz lembrar a frase que diz: "Para conseguir algo que você nunca conseguiu antes, você deve aprender e praticar algo que você nunca fez antes."

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SÓ INTELIGENTES FAZEM PERGUNTAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

“Uma pergunta ruim vale mais do que uma resposta boa.” – Provérbio Judaico.

Fazer perguntas é superior a responder. 

Questões dão continuidade ao pensamento. Respostas geralmente o interrompem.

Precisamos fazer perguntas e estimular os outros a isto. Muitos fracassos advêm da ausência delas.

A nossa sociedade não incentiva o questionamento. 

O aluno é mal visto pelos colegas quando questiona o professor. 

Fazer perguntas chega a ser um incômodo social. Daí fingir conhecimento torna-se uma opção, quase um hábito. Só os corajosos dirão: "Desculpe. O que isso quer dizer?"

Algumas religiões não encorajam o questionamento – talvez por medo de que os fiéis descubram as mentiras que se escondem por trás dos dogmas. Porém, a vida e os relacionamentos exigem perguntas.

Questionar problemas leva a suas causas. E é por elas que se chega à solução.

Questionar atalhos evita que se caia em armadilhas. 

Nos negócios há razões de sobra para esta prática. Antigamente os executivos administravam hierarquias organizadas, os mercados eram lentos, os funcionários seguiam um plano garantido de carreira. Hoje, nada mais é assim. E quem pode afirmar que se adaptou totalmente a este modelo? Por isso, este cenário solicita perguntas.

Nunca o sucesso dependeu tanto de questionamentos como agora. 

“Como me sinto com respeito a Deus?” 

“Qual é o significado da minha existência?”

“O que a humanidade significa para mim?”

“Como se define ‘resultado’ na minha profissão?”

Passar pela vida supondo sobre ‘o que sou’, ‘quem sou’ e o ‘meu propósito’ é um risco fatal. 

Quantos se casam ou escolhem uma profissão sem jamais ter buscado o conceito do que pretendem com quem já trilhou o caminho antes? E depois reclamam! Será que têm o direito?

A sabedoria diz: “Tome cuidado quando estiver diante de um bode, atrás de uma mula, ou a qualquer lado de um tolo que tudo aceita sem nada perguntar.”

A aqui vai um caso curioso para ilustrar a nossa ideia:

Isidor Rabi foi um físico Judeu-americano, ganhador do Nobel de Física de 1944 por ter descoberto a Ressonância Magnética. Há uma passagem em sua história de vida que pode ser de grande inspiração para muitas situações do trabalho.

Um repórter quis saber porque o Dr Rabi tornou-se cientista em vez de médico, advogado ou homem de negócios, já que estas são as profissões mais procuradas pelos Judeus. Rabi Respondeu:

- “Minha mãe me fez cientista sem saber. Qualquer mãe Judia do Brooklyn perguntaria ao filho que chegasse da escola: ‘E então? O que você aprendeu de novo hoje?'  Não a minha mãe. Ela me questionava: 'Você fez uma boa pergunta hoje?' Eu tenho certeza de que esta preocupação dela em que eu buscasse fazer sempre boas perguntas é que fez de mim um cientista."

 

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O HOMEM É A ÁRVORE DO CAMPO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Na última vez que estive em visita aos meus filhos, em Jerusalém, Israel, trouxe de lá um punhado de sementes de uma fruta.

Coloquei-as em água e logo soltaram um pequeno broto. Eu as plantei em copos plásticos, com terra orgânica e comecei a aguá-las a cada doze horas. Dias passaram e eu percebi que não progrediam. Fui pesquisar e descobri que não gostam de muita umidade. Diminuí a dose de água e em pouco tempo ficaram viçosas.

Há muitos anos, eu tive uma horta no quintal da nossa casa. Lembro-me de que  tínhamos de molhá-la bem duas vezes ao dia. Isso é que garantia verduras viçosas e legumes saborosos, de qualidade.

A planta israelense cresce em terreno seco e com sol abundante. Água demais pode matá-la. A outra precisa de muita água. Se dermos a metade do que requer, produzirá menos, e o fruto não terá sabor.

As pessoas também são assim. Exatamente. Existem as que necessitam, por exemplo, de alto nível de reconhecimento para que se sintam bem e façam resultados no trabalho, e também há outras, que não precisam de nada disso.

A arte de fazer gente frutificar consiste em conhecer sua natureza e dar-lhe  o que solicita: se reconhecimento, que seja na proporção de sua necessidade. Cada um é um. Não é em vão que uma das passagens mais intrigantes da Bíblia diz: “Pois o homem é a árvore do campo”.  

Trata-se de um segredo. Perscrutá-lo e empregá-lo bem é uma das chaves da liderança.  

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O DINHEIRO QUE VOCÊ REALMENTE GANHA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Um amigo de Minas Gerais costuma dizer: “Você ganha o dinheiro que não gasta!” O que ele diz, traduz-se como: “Saber economizar é o segredo do comportamento financeiro de sucesso – em casa, na vida pessoal ou na empresa.” 

Inexplicavelmente as pessoas por aqui agem como se a entrada de dinheiro no caixa fosse uma garantia permanente. Se as vendas estão altas, a produção em dia, o caixa suprido e o saldo na conta positivo, elas se comportam como se tudo fosse permanecer bem. Não poupam, não se importam com o investimento dos recursos e se encantam com a sensação falsa de que a vida toda será um "festival de vacas gordas”. No entanto, as crises são cíclicas – como as estações do ano –, elas se vão, mas voltam. 

Este modo de agir impõe ao sujeito a triste e desnecessária obrigação de apertar o cinto e de superar a ilusão.  E como sempre, quando isto acontece é tarde demais. 

Um empresário verdadeiramente sólido adotará o modelo administrativo do grande e sábio José do Egito –  o jovem Judeu que se tornou governador das terras do Faraó, há quase 4 mil anos, como se lê na Bíblia.  O segredo de sua sabedoria em uma palavra é: provisionamento –  guardar uma parte do lucro de hoje para quando o futuro não for próspero.

Eu sei que você deseja fazer o seu negócio produzir todo o dinheiro que é possível e, caso consiga, parabéns! Então trabalhe com esforço e inteligência, sistematicamente. Guarde dinheiro quando tudo vai bem. Dê duro nos dias bons e produtivos para ter continuidade e suprimento quando chegarem os dias rigorosos de crise, que sempre chegam, até porque só se conserta o telhado quando não está chovendo.

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PRAZER SEM DOR E SEM PROBLEMAS: SERÁ ESTE O CONCEITO DE FELICIDADE?

Abraham Shapiro - para o blog Profissão Atitude 

 

Por que não conseguimos manter um sentimento de alegria depois de finalmente atingirmos alguma meta material? 

Eu conheci uma pessoa que tinha uma profissão curiosa. Mel Fisher era seu nome. Ele foi um dos mais famosos caçadores de tesouros submersos da história e passou quatorze anos de sua vida procurando riquezas no fundo do mar. Encontrou muitas mesmo. Ele contava que depois da alegria que o invadia a cada descoberta, sentia-se deprimido e por isso tinha de sair imediatamente para uma nova caçada. 

As pessoas que atingem o topo do pico mais alto do Planeta sentem uma alegria efusiva ao chegar lá. Fincam a bandeira de seu país, gravam um vídeo com sua vibração incontida e após alguns minutos de contemplação já são obrigadas a descer para não morrerem. 

Por que nos esforçamos para conseguir mais e mais coisas na vida e quando as conseguimos  acabamos por achar que não nos satisfazem o suficiente?


LIVRES DE PROBLEMAS

A Cultura Ocidental parece considerar a felicidade como meta final da vida e define “ser feliz” como estar livre de qualquer dor, aflição ou problema e curtir todos os prazeres que aparecerem pela frente. 

Contudo, a vida humana tem um objetivo, uma missão. Cada ser humano sobre a face da Terra tem uma razão para sua existência e possui ferramentas específicas para desempenhar seu papel.

Se ‘ficar contente’ e ‘curtir prazeres contínuos’ fossem as únicas coisas a se buscar na vida, uma pessoa dotada de inteligência e inúmeras capacidades seria contraprodutiva, já que vacas num pasto ou ratos num celeiro de cereais são, com certeza, mais contentes do que seres humanos sofisticados. É exatamente por isso que procurar sentido em meramente ‘estar contente’ ou ‘curtir todos os prazeres que aparecerem pela frente’ dificilmente beneficia um ser que pensa com inteligência.

Talvez você não saiba que a autoestima está diretamente relacionada com o senso de valor próprio. Para que uma pessoa tenha autoestima e senso de valor, sua vida precisa ter um significado. De fato, significado e valor são atributos inseparáveis porque a palavra ‘estima’ vem do latim e se traduz como  avaliar, medir o valor de algo ou alguém. 

Então qual é a base da autoestima? Ou melhor, quais são os critérios com que nós atribuímos valor às coisas?


AUTOAVALIAÇÃO

Se olharmos à nossa volta para todos os objetos de casa, veremos que, com exceção de alguns que têm valor sentimental, todos os outros nós escolhemos ter por uma de duas razões. A primeira razão é  estética. E a segunda: funcionalidade ou utilidade. 

Você pode ter, por exemplo, um bonito relógio de parede que foi dos seus avós mesmo que seu mecanismo esteja quebrado há muito tempo e não dê para consertar. Você o mantém ali por ser uma peça de mobília atraente e que embeleza a sua casa.

Contudo, se o abridor de latas quebrar, sem dúvida você se livrará dele imediatamente. Ele não tem nenhum valor estético e, como não funciona mais, tornou-se inútil, sem propósito. Perdeu seu valor funcional.

Apliquemos agora este critério a nós mesmos. 

Talvez existam algumas pessoas que sejam tão atraentes a ponto de ser consideradas ‘ornamentais’, mas a grande maioria de nós não pode realmente pensar em si mesmos como tendo um grande valor estético. Assim, isto nos deixa apenas com a alternativa da ‘funcionalidade’ como base para a  nossa avaliação. 

Então: “Qual é a nossa função?”, “Para quê finalidade servimos?”


O HEDONISMO

O modo de vida que determina o prazer como bem supremo ou finalidade e fundamento da vida chama-se “hedonismo”.  Enquanto um hedonista pode, ao menos temporariamente, gratificar seus desejos físicos, será que ele conseguirá encontrar um sentido que o mantenha contente por toda a vida? 

O que pode esse hedonista fazer quando a questão de encontrar um propósito na vida intrometer-se em sua consciência? Seu único recurso será tentar se esquivar desse pensamento, talvez entorpecendo sua mente com muitas modalidades de abuso para apagar o incômodo da insignificância.

Agora que já sabemos que o conforto e o prazer não são o sentido intrínseco da vida, como podemos então preenchê-la com um significado verdadeiro? 

Seria difícil para você responder: “Pelo quê vale a pena morrer?”. Pare um instante e veja se consegue encarar esta questão de frente e com toda a seriedade que ela requer. Assim que você tiver uma resposta para “pelo quê vale a pena morrer”, você saberá automaticamente “pelo quê vale a pena viver”. E eu aposto tudo como será uma meta ou objetivo de caráter espiritual, uma meta elevada, um propósito diferente de possuir coisas ou livrar-se de problemas e dores. 

Parabéns! Você chegou ao ponto. Agora já pode dar o seu primeiro passo para a verdadeira e ininterrupta felicidade!

 

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COMO SABER SE VOCÊ É FELIZ?

Abraham Shapiro

Por que não conseguimos manter um sentimento de alegria depois de finalmente atingirmos alguma meta material? 

Mel Fisher, um dos mais famosos caçadores de tesouros submersos do mundo, passou quatorze anos de sua vida procurando tesouros no fundo do mar e encontrou muitos. Ele contava que depois da alegria que o invadia após cada descoberta, ele sentia-se deprimido e por lançava-se imediatamente a uma nova ‘caçada’. 

Por que nos esforçamos para conseguir mais e mais coisas na vida e mesmo quando as conseguimos  acabamos por achar que não são satisfatórias ou suficientes?

A Cultura Ocidental parece considerar a felicidade como a meta final da vida, e define felicidade como ‘estar livre de qualquer aflição ou problema’ e ‘curtir todos os prazeres que aparecerem pela frente’. 

Mas a vida humana tem um objetivo, uma missão. Cada indivíduo sobre a face da Terra tem uma razão para sua existência e possui ferramentas específicas para desempenhar seu papel no mundo.

Se ‘ficar contente’ fosse a única coisa a se buscar na vida, uma pessoa dotada de inteligência e inúmeras potencialidades seria contraprodutiva, já que vacas num pasto são, com certeza, mais contentes do que seres humanos sofisticados. Assim, procurar sentido em meramente ‘estar contente’ dificilmente beneficia um ser que pensa com inteligência.

Para que uma pessoa tenha autoestima e senso de valor, a vida precisa ter um significado. De fato, significado e valor são características inseparáveis.  A palavra ‘estima’ vem do latim e significa avaliar ou ‘medir o valor’. 

Qual é a base da autoestima? Como atribuímos valor às coisas?

Se olharmos em volta para todos os objetos de casa, veremos que, com exceção de alguns com valor sentimental, nós avaliamos as coisas por uma de duas razões: 

- Estética ou 

- Funcionalidade. 

É por isso que podemos ter um belo relógio de parede que foi dos nossos avós, mesmo que seu mecanismo esteja quebrado há muito tempo e não dá para ser consertado. Nós o mantemos ali porque é uma peça de mobília atraente e embeleza a casa.

Contudo, se o abridor de latas quebrar, sem dúvida nos livraremos dele imediatamente; não tem nenhum valor estético e, como não serve para seu propósito funcional, não tem mais valor algum para nós.

Apliquemos agora este critério a nós mesmos. 

Talvez existam algumas poucas pessoas que sejam tão atraentes a ponto de ser consideradas ‘ornamentais’. Mas a maioria de nós não pode realmente pensar em si próprios como tendo um grande valor estético. Isto nos deixa apenas com a ‘funcionalidade’ como base para a nossa avaliação. 

Então: “Qual é a nossa função?”, “Para que servimos?”

Hedonismo é o modo de vida que determina o prazer como bem supremo ou finalidade e fundamento da vida.  Assim, enquanto um hedonista pode, ao menos temporariamente, gratificar seus desejos físicos, será que ele conseguirá encontrar um sentido que o mantenha contente por toda sua vida? O que pode um hedonista fazer quando a questão de encontrar um propósito na vida intrometer-se em sua consciência? Seu único recurso será tentar se esquivar destes pensamentos talvez entorpecendo sua mente com várias modalidades de abuso em vista de esquecer este incômodo sentimento de insignificância.

Portanto, se não existe um significado ou sentido intrínseco no conforto, como podemos preencher a nossa vida com um verdadeiro significado? 

Uma das respostas é: se nos perguntarmos “pelo que vale a pena morrer?” teremos um melhor entendimento de “pelo que vale a pena viver”. 

E tenho certeza absoluta que a resposta será uma meta espiritual.

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O PARADOXO DA FELICIDADE

Blog Profissão Atitude - Abraham Shapiro

Por que não conseguimos manter um sentimento de alegria depois de finalmente atingirmos alguma meta material? 

Mel Fisher, um dos mais famosos caçadores de tesouros submersos do mundo, passou quatorze anos de sua vida procurando tesouros no fundo do mar e encontrou muitos. Ele contava que depois da alegria que o invadia após cada descoberta, ele sentia-se deprimido e por lançava-se imediatamente a uma nova ‘caçada’. 

Por que nos esforçamos para conseguir mais e mais coisas na vida e mesmo quando as conseguimos  acabamos por achar que não são satisfatórias ou suficientes?

A Cultura Ocidental parece considerar a felicidade como a meta final da vida, e define felicidade como ‘estar livre de qualquer aflição ou problema’ e ‘curtir todos os prazeres que aparecerem pela frente’. 

Mas a vida humana tem um objetivo, uma missão. Cada indivíduo sobre a face da Terra tem uma razão para sua existência e possui ferramentas específicas para desempenhar seu papel no mundo.

Se ‘ficar contente’ fosse a única coisa a se buscar na vida, uma pessoa dotada de inteligência e inúmeras potencialidades seria contraprodutiva, já que vacas num pasto são, com certeza, mais contentes do que seres humanos sofisticados. Assim, procurar sentido em meramente ‘estar contente’ dificilmente beneficia um ser que pensa com inteligência.

Para que uma pessoa tenha autoestima e senso de valor, a vida precisa ter um significado. De fato, significado e valor são características inseparáveis.  A palavra ‘estima’ vem do latim e significa avaliar ou ‘medir o valor’. 

Qual é a base da autoestima? Como atribuímos valor às coisas?

Se olharmos em volta para todos os objetos de casa, veremos que, com exceção de alguns com valor sentimental, nós avaliamos as coisas por uma de duas razões: 

- Estética ou 

- Funcionalidade. 

É por isso que podemos ter um belo relógio de parede que foi dos nossos avós, mesmo que seu mecanismo esteja quebrado há muito tempo e não dá para ser consertado. Nós o mantemos ali porque é uma peça de mobília atraente e embeleza a casa.

Contudo, se o abridor de latas quebrar, sem dúvida nos livraremos dele imediatamente; não tem nenhum valor estético e, como não serve para seu propósito funcional, não tem mais valor algum para nós.

Apliquemos agora este critério a nós mesmos. 

Talvez existam algumas poucas pessoas que sejam tão atraentes a ponto de ser consideradas ‘ornamentais’. Mas a maioria de nós não pode realmente pensar em si próprios como tendo um grande valor estético. Isto nos deixa apenas com a ‘funcionalidade’ como base para a nossa avaliação. 

Então: “Qual é a nossa função?”, “Para que servimos?”

Hedonismo é o modo de vida que determina o prazer como bem supremo ou finalidade e fundamento da vida.  Assim, enquanto um hedonista pode, ao menos temporariamente, gratificar seus desejos físicos, será que ele conseguirá encontrar um sentido que o mantenha contente por toda sua vida? O que pode um hedonista fazer quando a questão de encontrar um propósito na vida intrometer-se em sua consciência? Seu único recurso será tentar se esquivar destes pensamentos talvez entorpecendo sua mente com várias modalidades de abuso em vista de esquecer este incômodo sentimento de insignificância.

Portanto, se não existe um significado ou sentido intrínseco no conforto, como podemos preencher a nossa vida com um verdadeiro significado? 

Uma das respostas é: se nos perguntarmos “pelo que vale a pena morrer?” teremos um melhor entendimento de “pelo que vale a pena viver”. 

E tenho certeza absoluta que a resposta será uma meta espiritual.

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FAZER É MUITO MAIS DO QUE PLANEJAR

Abraham Shapiro

O mundo em que vivemos foi chamado Planeta Terra. Mas o nome ideal seria:  “Mundo das Ações”. Isso nada tem a ver com a Bolsa de Valores, mas só com o fato de ser um lugar onde tudo acontece através do “agir”. 

Nada se concretiza sem ação: nem pensamentos, nem  idéias e nem inspirações.

Quem pensa que tudo vem pronto, como um pacote de sopa instantânea,  vive debaixo de uma ilusão fatal.

Entender isso é o que possibilita resolver  “n” problemas.

Sem prática nada acontece. Isto é o que importa. Há pessoas que se encantam com uma boa ideia ou com um projeto bonito e viável. É claro que isto é importante. Planejar é a fase que antecede a ação. Um plano é o que evita que se atue aleatoriamente. Mas o produto, o efeito, o resultado só aparece quando se sai do papel e põe-se o plano em atividade. 

A ação é definitiva.  Pôr a mão na massa é o que faz o pão. 

Talvez tenhamos nos acostumado demais a esperar que o governo faça e nós fiquemos na condição de críticos ou reclamantes. Mas pense em quanto é possível fazer e resolver sem a interferência  de governo algum, só por simples iniciativa e liderança de pessoas com alguma visão e a cabeça no lugar.

E sabe por que eu insisto em dizer isso? É que eu acredito ser você alguém assim: com poder e muita vontade de fazer.  Então faça. Tome iniciativa. Nós precisamos. Este país precisa. 

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