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As aparências enganam. Mas ninguém está nem aí...

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Se você fosse a um grande espetáculo de boxe e quisesse apostar, decerto optaria pelo pugilista com cara de mau. O senso comum lhe faria acreditar que ele irá combater sem piedade até vencer.

De maneira geral, a sociedade estabeleceu uma correspondência direta entre ‘ser’ e ‘parecer’. Eu vejo mesmo pessoas de altos princípios cederem a esta inversão.

Então, eu lhe pergunto:

- “O que realmente vale? Ser ou parecer?”

Quando Albert Einstein foi surpreendido por um fotógrafo que lhe solicitou uma pose, pôs a língua para fora. Desde então aquela foto tornou-se o estereótipo do gênio. Certo dia, o próprio Einstein expressou sua indignação com isso: “Não sei por que todos me adoram se ninguém entende as minhas idéias”. 

E se naquela luta o pugilista com cara de bonzinho vencer? O que será do senso comum?

O executivo de terno e gravata, sapatos de cromo e relógio de R$ 20 mil pode não ser eficiente como parece. Ao final, talvez o que melhor ele faz é aproveitar-se do desempenho de outros e fingir bem.  Mas, as pessoas que o julgam pela roupa dificilmente saberão disso porque apegam-se ao que parece, e não ao que é.

Voltemos à pergunta original:

- “O que realmente vale? Ser ou parecer?”

A resposta está no livro O Pequeno Príncipe. "O essencial é invisível aos olhos". Essencial é o conteúdo. A roupa e a pose de nada servem quando o que vale, de fato, é o ser.

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A SOLUÇÃO DEFINITIVA PARA AS DISCUSSÕES ENTRE MARIDO E MULHER

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Alguma vez você entrou numa discussão com alguém e acabou questionando-se por que se transformou em um campo de batalha emocional? Eu sim. Várias vezes, infelizmente.

Um amigo veio pedir-me conselhos. Disse que precisava de uma conversa com sua esposa e que tinha tudo para virar um tsunami. Pedia dicas para garantir boa comunicação e evitar explosões.

Eu lhe fiz saber que não sou a pessoa certa para isto. Aliás não tenho  lá grandes resultados nesta área. Mas persigo algumas diretrizes que potencialmente seriam úteis para ele. São pensamentos óbvios e simples que, talvez por estas razões, sejam facilmente esquecidos. Eu os colecionei ao longo de anos e anos de insucessos na comunicação em várias áreas da vida, não só no relacionamento conjugal.

Atualmente, a minha premissa básica para que estas diretrizes funcionem é:

“Não busque jamais vencer uma discussão com a sua mulher/marido. Um casamento é a união de duas pessoas em uma nova e única entidade. Se parte dela atuar causando uma ferida, ambos acabarão sofrendo.”

Certa vez, alguém mencionou que a razão dele ter mudado sua maneira de comunicar-se com a esposa foi ter ouvido alguém declarar: “Se você entrar numa discussão com ela e vencer, então estará casado com uma derrotada. É isso o que você quer?”

 

COMO TER UMA CONVERSA PRODUTIVA E AGRADÁVEL COM O SEU CÔNJUGE

 

1. Ouça. Muitas vezes as pessoas só precisam ser ouvidas e saber que nós nos preocupamos com o que elas sentem e pensam. Quanto mais ouvirmos e menos falarmos, melhor será o resultado.

2. Não interrompa. Deixe a outra pessoa terminar seu pensamento até a conclusão. Não tome uma pausa como uma oportunidade de entrar e responder.

3. Não levante a voz. Mantenha o tom suave. Vozes elevadas é gasolina na fogueira. O Rei Salomão disse: "Uma resposta suave desvia a fúria, mas uma palavra infeliz provoca a ira" (Provérbios 15:1). Sugiro um sistema de sinais entre os dois. Se um dos dois se esquecer e começar a gritar, o outro irá colocar a mão sobre a testa ou no topo de sua própria cabeça como um lembrete suave e gentil de que ambos concordaram em não levantar a voz.

4. Se você quiser demonstrar o seu ponto de vista, faça-o com uma pergunta e não como uma afirmação. Por exemplo, se você quer que o seu cônjuge pare de gritar com você, pergunte: "Como você se sente quando eu grito com você?" Após ele/ela responder, pergunte: "E como você acha que eu me sinto quando você grita comigo? Existe alguma maneira com que possamos nos comunicar sem gritar?"

5. Não acuse. Nós todos nos protegemos. E achamos que o que fazemos é e está certo. Acusações são desconfortáveis, irritantes e “inflamáveis”. Você não gosta de ser acusado. Nem o seu cônjuge.

6. Saiba que a questão em discussão nem sempre é a mais fundamental. Seu cônjuge pode estar irritado porque você não colocou a tampa de volta na pasta de dentes. Mas a verdadeira questão que está 'cozinhando' é que você disse que ligaria três dias atrás e se esqueceu.

7. Repita o que o seu cônjuge disse para ter certeza de que entendeu. "Eu ouvi você dizer que..."

8. Peça sugestões para resolver o problema. "Quais são os seus pensamentos sobre o que podemos fazer para consertar isso?" Nós todos queremos ser ouvidos e levados a sério. Não queremos ouvir um ‘discurso de horário político gratuito’ ou ter gente exigindo o tempo todo que mudemos o nosso modo de ser. Já temos problemas suficientes para mudar a nós mesmos. Será que realmente pensamos de modo tão arrogante de que iremos mudar os outros até que sejam como queremos?

9. Lembre-se sempre: dentre os bilhões de pessoas deste planeta, você escolheu esta pessoa para ser o seu cônjuge. Há uma razão. Ela tem qualidades maravilhosas. Foque-se sobre elas e você verá o amor e o apreço crescerem. Amor é o prazer que se tem em descobrir o lado positivo do outro. Felicidade é focar no que temos. A fórmula para a miséria, por outro lado, é tão simples quanto. Sabe qual? Olhe para o lado negativo e para o que você não tem.

Temos o livre arbítrio para fazer escolhas de como nos comportamos ou em que nos concentramos. Qual poderia ser a área mais importante a colocar o seu foco do que em ter um relacionamento amoroso e pacífico com seu cônjuge?

Mas você e eu podemos ir muito mais longe.

Se você vir as falhas de alguém dependuradas como uma etiqueta de tamanho grande em seu pescoço, e realmente quiser ajudá-lo – seja um amigo, o seu cônjuge, filho, ou mesmo a sua nêmesis – não diga uma só palavra sobre o que você viu de errado.

Encontre algo maravilhoso sobre ele/ela, algo que talvez nunca alguém tenha mencionado. Fale sobre isso para si mesmo e depois para aqueles que, ao ouvir, sentirão simpatia por ele/ela. Em muito pouco tempo, você verá nele/nela uma pessoa nova. E sabe o que? Você passará a acreditar que é um fabricante de maravilhas. Eu, porém, lhe digo: - “Não há nada de mais! Porque na verdade, todos nós somos isso mesmo: fabricantes de maravilhas... basta querer!”

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Já sabe o que falar? Ainda falta o principal.

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Comportamento é tudo! Comportamento ergue ou derruba; humilha ou exalta; faz viver ou mata.

Alguém certa vez me disse que as crises entre pessoas nunca dizem respeito a “o que se fala”, mas a “como se fala”.

Por exemplo. É óbvio que o gestor deve corrigir seus subordinados. É indispensável e importante.  O problema é que o clima de paz ou guerra que se seguirá à correção depende de como ele fará a correção.

Corrige-se com cautela, com respeito e consideração.  Ataca-se a atitude errada –  jamais a pessoa. Não é fácil. Nem simples.  Requer o desenvolvimento desta habilidade, autodomínio e, sobretudo, conhecimento pleo por parte do gestor – a fim de que corrija com sabedoria.  E lembre-se: isto se desenvolve.

Numa reunião, um funcionário apresenta um dado.  O chefe suspeita de que não esteja correto. Uma situação seria dizer:

- “Ei? De onde você tirou isso? Está totalmente furado!”

Outra seria:

- "Desculpe-me. Você tem certeza deste dado? Não está claro pra mim. Você se incomoda de averiguarmos juntos após a reunião?"

Compare os dois cenários e diga qual tem maior chance de produzir benefícios – para o funcionário, para o gestor, para empresa, para o universo...

Um sábio disse: “Expor alguém à vergonha é semelhante a derramar seu sangue.”

Não se trata de liderança e nem de busca por admiração, mas de respeito e amor à paz. Porque a paz é tudo de bom! E promovê-la não tem preço.

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UMA METÁFORA SOBRE VOCÊ

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Alcançar o último andar daquele edifício valia um prêmio espetacular. Mas tinha de ser feito pelas escadas. Cem andares.

Dois amigos começaram juntos. Dez andares foram fáceis. No quinquagésimo, estavam ofegantes.

Quando chegaram ao octagésimo, ambos já não andavam. Engatinhavam.

No andar 89, um deles desistiu. O outro disse:

- "Eu estou quase morto, mas vou prosseguir!"

Ele continuou mais um andar. Olhou e viu uma placa à sua frente em que se lia: "Andar 90. Se você chegou até aqui, ganhou o direito de usar o elevador. Parabéns!"

O elevador estava à sua frente, de portas abertas. Cansado, mas feliz, ele entrou e apertou o botão. Chegou ao topo e conseguiu a recompensa pelo esforço.

Esta é a metáfora da vida. Da sua vida! e também da minha!

Alguns interpretam “chegar ao topo” como:  fama, riqueza ou posição social evidente.  Outros se perguntam: "Por que se esforçar para subir?". E outros, ainda: "Por que não permanecer onde estou?"

Ocorre que a possibilidade de ficar parado ou  estacionar não existe, absolutamente.

Somos como a terra. Todos nós, seres humanos. Ou produzimos frutos e verduras ou, se nenhum trabalho sobre nós mesmos for feito,  ervas daninhas, mato e pragas tomarão conta.

Viver é aprender de tudo e com tudo. É obrigatoriamente adquirir sabedoria e desenvolver-se: como ser humano, como membro de uma família, como profissional e em tudo o mais. O esforço por isso é, em si mesmo, o grande prêmio.  

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NÃO SOFRA EM VÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Dois amigos estavam hospedados num mesmo quarto de hotel.  Já deitados para dormir, um deles falou desde sua cama:

- “Uau, está quente aqui. Preciso de mais ar para pegar no sono”.

Levantou-se, e abriu a janela.

Minutos depois, o outro disse sentir frio. Foi e fechou-a.

Isso continuou durante algum tempo: um abria a janela e o outro fechava.

De repente, o homem que queria mais ar ficou nervoso e, no escuro,  simplesmente atirou um pé de sapato na direção da janela. O som de vidro quebrado indicou que a janela estava definitivamente aberta, e assim continuaria pelo resto da noite.  Ele logo adormeceu, satisfeito, enquanto o outro se virava de um lado para outro na cama preocupado com o frio que sentiria e amargurado pela derrota na questão, calculando que, a essa altura, nada mais podia fazer. Passou a noite acordado, frustrado e raivoso.

Quando amanheceu, ambos se surpreenderam. Não era a janela que estava quebrada,  mas o espelho que ficava ao lado. Os dois se decepcionaram.

Agora pare um instante e reflita neste caso.

Quantas situações da vida nada mais são que frutos do nosso pensamento!?! Não seria mais inteligente conhecer os fatos antes de reagir sobre eles?

Saia fora de sentir-se vítima das circunstâncias. Conheça, mensure, certifique-se de tudo o que for possível e só depois defina a sua opinião.

Sofrer é, em si mesmo, algo indesejável e muitas vezes inútil. Sofrer por mero efeito da imaginação é muito pior.

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NÃO SE PERMITA "EMBURRECER"

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Pense no ato de dirigir um carro.  O que você espera acontecer ao pisar no pedal da direita? Se o carro frear, você vai se surpreender. Este pedal devia ser o acelerador.  Você pensa assim por causa do modelo mental de carros que está gravado no seu cérebro.

Modelo mental é o que aprendemos de como as coisas são no mundo real e como funcionam.

O seu cérebro forma modelos mentais automaticamente ao observar e vivenciar padrões em todas as experiências do dia a dia.

Com frequência os modelos mentais que você e eu formamos sozinhos não são completamente precisos. É fácil entender. Somos seres humano, isto é, limitados tanto no conhecimento quanto na experiência.

A educação é uma das formas de elevar o nível dos nossos modelos mentais. Por este meio, internalizamos conhecimento e experiências que outras pessoas coletaram ao longo de suas vidas. Daí, ao ler um livro e praticá-lo, você e eu passamos a ver o mundo de um modo novo.

Um exemplo interessante. Muitos recém-formados numa faculdade, por exemplo, acreditam em ideias falsas, como: “a minha profissão não tem nada a ver com venda”.

Assim que entram no exercício prático profissional, com toda certeza são obrigados a corrigir este modelo mental, pois, venda está presente em absolutamente tudo: do amor a uma viagem espacial.

Onde quero chegar? À necessidade de se questionar. Quando questionamos os nossos modelos mentais alcançamos grande benefício. Eu aprendi a vantagem que há em fazer boas perguntas com os meus mestres. Ultimamente, não por coincidência, deparei-me com o filósofo Bertrand Russell e tudo se confirmou. É dele a frase: “Uma das coisas mais saudáveis da vida é, de vez em quando, colocar um ponto de interrogação naquilo que você naturalmente aceita como verdadeiro.”

Experimente!

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CUIDADOS EM UMA SOCIEDADE FRAUDULENTA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Esta semana eu vi um vídeo com a entrevista de um especialista em fraudes. Ele explicava que hoje em dia não há como clonar um cartão de crédito. Todos possuem um chip com informações e isso não é fácil falsificar.

Mas ele alertava que os golpes com cartões ocorrem quando o funcionário de má índole de estabelecimentos comerciais tem acesso visual e memoriza os três algarismos do código de segurança do cartão. Ele pode copiar as informações que ficaram registradas no recibo da empresa e, de posse destes dados e do código de segurança, passar a alguém que realiza “n” transações sem necessidade alguma da senha pela Internet.

Muita gente não acredita que isso possa ocorrer. Talvez você mesmo.

É da natureza humana achar improvável que seja enganado em determinada transação, pelo menos até que tenha algum motivo para acreditar no contrário. Ponderamos o risco e, em seguida, na maior parte das vezes, damos às pessoas o ‘benefício da dúvida’ acreditando que elas são boas. Muito bom! Assim são as pessoas civilizadas... pelo menos as pessoas civilizadas que nunca foram enganadas, manipuladas ou trapaceadas numa soma grande em dinheiro.

Quando éramos crianças, os nossos pais nos ensinaram a não confiar em estranhos. Talvez todos devêssemos adotar este princípio hoje, especialmente num país onde a maior parte das notícias falam de bandidos gentilmente libertados da prisão por altos tribunais, sem que restituam as fortunas roubadas e com reputação de inocentes perante toda a sociedade.

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COMO MUITOS CONFLITOS NASCEM

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Conflito é um defeito de muitas empresas. Principalmente na familiares.

Uma das maiores fontes de conflito é o ataque à pessoa em vez da opinião que ela está dando, com a intenção de desviar a discussão e desacreditar sua proposta.

Por exemplo.

- “Você não é executivo. Por que não dá atenção aos assuntos da sua área?”

O fato de alguém não ser executivo não tem qualquer impacto no mérito de seu argumento – a não ser num caso em que somente executivos possam estar corretos sobre o assunto. Portanto, isso não reforça em nada a posição do atacante.

Certa vez, ouvi um vereador fazer considerações sobre índices de criminalidade de seu município. Ele foi cinicamente cortado por alguém que lhe disse:

- “Você não está nem um pouco preocupado em reduzir o crime na cidade. Você só quer votos.”

Mesmo que uma pessoa se beneficie – neste caso, com votos – com seu argumento, isso não significa que a ideia seja ruim ou incorreta.

Outra situação: O Carlos diz: “O Alfredo está errado porque não tem integridade; pergunte a ele por que foi demitido de seu último emprego”. Ao que Alfredo retruca: “Que tal falarmos do bônus polpudo que você recebeu ano passado, apesar dos cortes de metade do pessoal na sua empresa?”

Percebe que, em todos estes casos a discussão foi completamente desviada?

Vou resumir a conclusão. Esse tipo de saída é golpe baixo. O sujeito que lançou mão deste recurso acaba de demonstrar que não tem condições de prosseguir na lógica, por isso, apela para a grosseria como tábua desalvação!

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REJEITE AS SEMENTES DA MALDADE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Imagine que você acordou certa manhã e sente-se tão bem que passou um longo tempo se arrumando frente ao espelho. Ao chegar ao trabalho, uma colega lhe diz: “Como você está feia! E este vestido estranho?”

Estas palavras bastaram para enviá-la ao fundo do poço emocional? Então eu tenho algumas considerações a fazer. 

Se esta pessoa agiu apenas com a intenção de lhe ferir, ela já conseguiu.  Mas você devia pensar que se trata apenas de um palpite. E tudo depende de você acolhê-lo ou não. Então desfaça-se dele assim que você ouvir.

Esta pessoa tenta semear uma mentira na sua mente. Rejeite que ela germine. Rompa com esta e qualquer outra forma de maldade. E pense em quantas vezes você talvez tenha feito o mesmo com outras pessoas – até sem perceber.

Opiniões livres e impensadas sobre outros são como setas venenosas.  São fofocas.

Aprendemos a fofocar quando crianças. Escutávamos os adultos expressarem abertamente sua opinião sobre outras pessoas e até sobre quem nem conheciam. Eles espalhavam seu veneno emocional e nós acabamos aprendendo que isto é normal ou comum.

Foi por este caminho que a fofoca converteu-se hoje na principal forma de comunicação da sociedade humana. Ela é a ferramenta que muitos usam para se sentirem próximos dos outros, muitas vezes sem nenhuma consciência e sem noção básica de quanta destruição e desgraça ela prolifera.

Saia da fofoca. Jamais comente sobre quem não está presente. Mesmo o que for verdade. Aja assim, e você verá o seu ambiente tornar-se bom e puro.

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UMA DAS MAIS SUBLIMES COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Eu lia um Provérbio do Rei Salomão, na Bíblia,  e me deparei com a palavra “diligência”. Pensei que naquele contexto seu significado fosse “zelo, interesse ou cuidado quando se executa uma tarefa”. É o que está no dicionário.

Vou dar uma ideia prática. Imagine que você quisesse cavar um túnel subterrâneo de alguns metros de comprimento utilizando uma colher de sopa. Isto consumiria dias, semanas ou meses. Empregando uma pá ou uma escavadeira, o trabalho seria  mais diligente, reduzindo o tempo e o seu cansaço.  Este é o sentido comum.

Fui pesquisar os comentaristas da exegese Judaica e entendi que ‘diligência’ na linguagem de Salomão tem sentido especial e maravilhoso.

É da nossa natureza desejar seguir sempre o caminho que oferece menores resistências. Na prática, contudo, vemo-nos inevitavelmente obrigados a trilhar vias em que os obstáculos não são poucos. Assim, quando os Provérbios falam da diligência, comunicam um sentido ‘não natural’ no ser humano. Na linguagem profissional, ser diligente, portanto, é uma competência rara entre os traços gerais de personalidade.

Para conquistar ou desenvolver a diligência, precisamos investir esforço, pois ela envolve correção e pureza - refiro-me à pureza similar à que se obtém no tratamento do ouro.

Ser diligente,  portanto, na visão do mais sábio dos homens,  traduz-se como “investir esforço e tempo em uma tarefa, com pureza e correção, em busca do resultado.”

Isto equivale a superar o zelo e o cuidado, agregando honestidade, competência, prontidão e eficácia.

Não é mesmo maravilhoso?

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CONQUISTE UM MUNDO NOVO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Eu presenciei uma cena recentemente. Um funcionário propôs a seu chefe um modo diferente de fazer uma abordagem de venda. A resposta foi:

- “Você está lendo ficção demais. Isso não funciona no mundo real!”

Ao sair dali, pensei na proposta do rapaz e identifiquei nela inovação bastante para funcionar e produzir ótimos resultados. Mas o gerente nem quis pensar nela.

- “Isso nunca daria certo no mundo real”, ele disse.

O que será esse “mundo real”?

Parece-me um lugar chato demais, onde ideias novas, conceitos diferentes ou pouco conhecidos nunca têm vez. As únicas coisas aceitas lá são aquelas que as pessoas já conhecem, já sabem e já fazem –  mesmo que sejam viciadas e ineficientes.

Eu lhe faço um convite. Vá além da superfície. Perceba que os habitantes do “mundo real” são  pessimistas e estressados. Eles pressupõem que pensamentos novos não podem dar certo e que a sociedade não irá aceitar mudanças.

Eles vivem no fundo do poço e querem arrastar todos nós para lá. Se você tem ambições e esperanças, eles tentarão convencê-lo de que isto é impraticável.  Dirão ser perda de tempo.

Não dê ouvidos. O mundo pode ser real para eles, mas isso não significa que você precise viver nele.

Eu já vi empresas demais que nunca passariam no teste do mundo real. Imagine se Steve Job ou Bill Gates pensassem deste modo.

O mundo real não é a verdade absoluta. É uma desculpa. É uma justificativa para não se tentar. Não permita que ele dite as suas escolhas.

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COMO CUMPRIR O NOSSO PROPÓSITO NO MUNDO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Tenho uma querida amiga e cliente cuja mãe foi acometida pelo Mal de Alzheimer. Após tempo em que seus irmãos não souberam decidir como lidar com a situação, ela a trouxe para viver em sua casa.

Dia desses perguntei a ela como tem encarado um fato  que na vida de muitos seria um problema. Leia o que ela respondeu:

- “Mamãe nos fez um favor vindo morar conosco. Fomos nós os beneficiados.”

Esta pessoa tem posses bastantes para enviar sua pobre mãe a uma instituição de repouso onde, talvez, usufruísse de mais atendimento médico e cuidados. Mas ela teria se privado de algo que transformou sua vida para o bem.

Nesta busca desenfreada por dinheiro e status social, todos nós estamos expostos ao risco de perder totalmente os prazeres do sucesso no amor, na confiança e na gratidão daqueles a quem servimos.

Eu creio em que estamos neste mundo para servir, e que o nosso propósito na vida é cumprido com plenitude quando auxiliamos os nossos semelhantes. Já pensou que você e eu podemos ser a resposta para as orações e necessidade de muitas pessoas?

Alguns, como computador, seguem suas rotinas maçantes diárias  sem qualquer noção destes valores.

Outros,  fogem e só querem de divertir até seu último suspiro, alheios à existência de quem quer que seja.

Mas há aqueles que escolhem uma terceira vida e se esforçam, enquanto estiverem vivos, para cooperar mais e melhor para a felicidade de seus semelhantes.

Com a sua licença eu lhe declaro: este é o verdadeiro “trabalho” a ser feito nesta vida!

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VOCÊ DEVE "GERENCIAR" OS SEUS RELACIONAMENTOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Quando entramos em contato com outro ser humano, estamos estabelecendo uma relação. Um “bom dia”, um “muito obrigado”, as formas de tratamento que utilizamos –  como:  você, o senhor, a senhora – são ações que gerenciam estas relações com os que participam do nosso mundo.

Todo relacionamento tem um poder particular e útil. A capacidade de iniciar uma conversa é importante, ainda que muitos não a valorizem. Diálogos aparentemente comuns, como aquilo que se fala num elevador, fazem diferença.

Apesar da aviação a jato, da internet e das mídias sociais terem diminuido muito as distâncias que nos separavam no passado,  temos a tendência de querer fazer a vida cada vez mais rápida e prática, o que faz nascer o paradoxo de não querermos mostrar aos demais como realmente somos.

No entanto, é bom lembrar que a tecnologia não mudou uma verdade absoluta: “ninguém é feliz sozinho”.  Então, criar relacionamentos e mantê-los,  foi, é e será  um dos itens mais valiosos da vida e do trabalho. Falamos sobre futebol, política, economia, comida, mas é preciso vencer o temor de revelar um pouco sobre os nossos pensamentos.

Para que uma relação prospere para o bem comum é indispensável vermos cada pessoa como um novo mundo a ser explorado. Temos de arriscar!

Resta um ponto importantíssimo. Lembre-se: nós nunca estamos diante de pessoas completas. Nós mesmos não estamos prontos. Ao contrário. Todos estamos em construção. E é no relacionamento com o outro que nós descobrimos e conquistamos sempre novas condições de desenvolvimento.

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"ENTENDER" É A CHAVE PARA O SUCESSO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Quem nunca esteve ao vivo diante de um canguru talvez tenha visto num filme ou numa foto. 

Quando o famoso explorador inglês James Cook desembarcou na Austrália, em 1770, ele ficou admirado ao se deparar com esse estranho animal, jamais visto em outros lugares. 

Buscou um nativo da região e lhe perguntou qual era o nome do bicho. O nativo ficou em silêncio. Então James Cook fez mímica.  O nativo olhou-o firmemente e depois de alguns segundos disse: 

- “Canguru”.

O britânico ficou feliz e satisfeito com o que ouviu e proclamou a todos seus subordinados que, em respeito à cultura daquele continente, o nome do animal seria  mantido na língua original de seus habitantes, isto é: Canguru. 

Foi somente anos depois, quando o dialeto dos indígenas foi traduzido para o inglês, que se descobriu que a palavra “canguru” significa: "Não entendo o que você está dizendo!".  E era exatamente isso que o índio australiano tentava dizer ao capitão britânico.

Moral da história: Bom desempenho e entendimento têm como obstáculo a pressa de interpretar as coisas. Nem mesmo a boa sorte tem o poder de consertar aquilo que se avalia sem compreensão. Na falta entendimento, o dito fica por 'não dito',  e o resultado quase sempre é horroroso. É o pior dos mundos dentro da realidade já conturbada em que vivemos!

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DESAFIOS: COMO ALCANÇAR MELHORES RESULTADOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Quantas vezes você já ouviu a palavra “resultado”? Remuneração por resultados, gestão por resultados, resultado financeiro, resultado das vendas etc.

Agora pense: "O que, de fato,  é 'resultado'?"

Resultado é a resposta a um desafio.

Imagine qualquer desafio imposto sobre si. A resposta a ele - boa ou não - irá produz um resultado.  Qualquer um: bom ou não. 

Se este desafio for maior do que a sua habilidade de resposta, o resultado produzido negativo.

Por outro lado,  se a sua resposta for maior que o desafio, o resultado será positivo.

Não havendo resposta, é óbvio, o resultado será nenhum.

Uma meta de crescimento nas vendas de 50% sobre o mês anterior em meio a uma economia em recessão é, sem dúvida, um desafio normalmente maior do que a capacidade de resposta dos vendedores. Provavelmente o resultado será negativo – a menos que algo seja feito para alinhar a capacidade de resposta ao desafio, por exemplo, reduzir o preço do produto ou aumentar o prazo de pagamento.

Todas as pessoas mentalmente normais desejam produzir resultados positivos. É da natureza humana almejar o sucesso. Para que isso seja possível só há duas possibilidades.  Ou se reduzem os desafios, ou se aumenta a habilidade de dar resposta.

Suponha que você  tenha um compromisso marcado para as 9 hs e deseje chegar a tempo.  O seu desafio poderá ser o trânsito caótico por volta das oito e meia. Portanto, responder à altura deste desafio consiste em sair mais cedo de casa. Outra posssibilidade bem mais cara seria alugar um helicóptero.

A melhor resposta aos grandes desafios da vida e do trabalho é a nossa capacitação. Quanto mais nos dedicarmos a melhorar as nossas competências individuais, mas prontos estaremos a dar respostas à altura ou superiores aos problemas e adversidades que nos sobrevierem. Isto é o que nos fará, enfim, realizar e acumular os melhores resultados.

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LIVRAI-ME DA TOLICE E DA ESTUPIDEZ!

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Olho para as pessoas e sinto muito por ver tolices demais. Muitas agem sem pensar nas consequências de seus atos. Agem – sem causa, nem ideia.

Com um mínimo de raciocínio e análise, dores e estragos poderiam ser evitados.  Humildade e prudência ajudariam também. Mas existe algo mais poderoso que isso: é aconselhar-se com pessoas mais velhas e confiáveis.  Quem buscou este recurso, aprendeu a superar uma montanha de tendências à estupidez na vida e tornou-se líder em sua geração ou, na pior das hipóteses, um ser humano melhor.

Hoje em dia, quem se interessa por tomar conselhos?  Acham que tiraria a liberdade de viver as próprias experiências. Acontece que nem tudo pode ou deve ser aprendido pela experiência. E há exemplos definitivos. Eu me contento em seguir o conselho dos médicos e estudiosos a não viver a experiência da Aids ou do câncer no pulmão causado pelo tabagismo.

Igualmente, evito dores e trevas quando observo, quando me informo,  quando estudo ou pesquiso. Mas nada disso supera a eficácia de uma conversa sincera e aberta com quem já viveu antes de mim e conhece coisas que eu não precisaria repetir na minha própria pele – só se eu optasse em ser um tolo.

Por que apostar todas as fichas nas minhas crenças e vieses pessoais? Eu desejo me autoaprimorar,  vencer o meu egoísmo e todas as minhas imperfeições naturais. Por isso eu me aconselho e ouço os mais velhos.

Dê você também crédito às palavras de quem está anos, ou talvez anos-luz,  à sua frente. 

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A VERGONHA DE FALAR COISAS SEM SABER

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Certa vez, um diretor chegou até mim e solicitou-me que lhe desse um feedback de 360 graus a seu respeito. Eu me surpreendi com o pedido porque demonstrava que ele não fazia ideia alguma do que me pedia.

Aliás, isso é típico na nossa sociedade, especialmente em empresas. O pessoal não estuda, mas quer parecer bem informado; ouve um fulano qualquer citando, por exemplo, feedback de 360 graus, gosta da expressão, e sai por aí cometendo dois grandes pecados –  o primeiro:  não perguntar a fim de  saber; e o segundo: não pesquisar.

Ele/ela acha que sabe, e em seguida sai por aí falando como se dominasse o tema. Um dia, cai do cavalo e passa vergonha desnecssariamente.

Em rápidas palavras, feedback de 360 graus não advém de um só personagem, mas de todos aqueles com quem a pessoa se relaciona na empesa - ou em qualquer sistema de que faça parte. Ele é a soma dos feedbacks emitidos em todos os níveis do organograma - acima, abaixo e "dos lados"  do colaborador em referência. Há empresas que acrescentam, até, fornecedores, parceiros e outras instituições externas com alguma relação com o fulano.

Agora que você já sabe, por favor, use o conhecimento mínimo corretamente. Por isso, agora e sempre será prudente pesquisar um pouco para saber mais.

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FAÇA A SORTE SORRIR PARA VOCÊ

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Como está o seu desempenho no trabalho? Não consegue deslanchar na sua função e produzir resultados?

Isto lhe faz pensar que mudar de posição, de área ou mesmo de empresa resolveria?

Eu lhe direi francamente: - Está errado!

Se este é o cenário em que você se vê, hoje, muito cuidado. Mudar de lugar ou de ambiente não resolverá! Mude, sim, de ideia, de pensamento... e depois, de comportamento.

Sinto dizer que, por ora, você “está incompetente”.

Calma! Incompetência não mata. Mas requer tratamento para que tenha cura.

Mudar de lugar ou de função só fará você  constatar que a sua incompetência irá junto, como que grudada em você.

Só se resolve  incompetência com estudo, dedicação, trabalho duro, aprimoramento,  boas práticas e todos os sinônimo destas expressões. Com palavras simples:  treinamento, capacitação e mudança de atitude.

Caso você insista em achar que  não produz resultados por falta de sorte ou pelo fato do seu chefe não gostar de você, reflita  numa máxima do grande Thomas Jefferson, importante personagem da História dos Estados Unidos: “Eu acredito muito na sorte. E quanto mais duro trabalho, mais sorte eu tenho”.

Amplie a sua competência e você verá que, enfim, a sorte lhe sorrirá, porque a incompetência é como um incêndio – quanto mais se demora a agir, mais ela destrói.

 

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CIRURGIÃO ATRAVÉS DE LIVROS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Ouvi um empresário dizer a um de seus funcionários:

- “Eu não preciso de formação alguma. Aprendo e faço qualquer coisa que eu desejar ou precisar. Se tiver de fazer uma cirurgia cardíaca, por exemplo, eu vou descobrir quais são os dez melhores livros do mundo desta área, estudá-los e  farei a tal cirurgia!”.

Eu não suportei tamanha petulância. E mesmo convicto de que nunca devo permanecer diante de um bode, atrás de um jumento, ou a qualquer lado de um tolo, dei o meu palpite:

- “Creio que, mesmo lendo todos os livros já escritos nesse planeta sobre como tocar piano, você jamais interpretaria uma sonata de Beethoven ou uma Fuga  de Bach. Nem  a mais simples delas!”

Eu acredito no autodidata – pessoa que tem a capacidade de aprender algo sem um professor ou mestre lhe ensinando ou ministrando aulas. O próprio indivíduo, com seu esforço particular intui, busca e pesquisa o material necessário para sua aprendizagem.

O autodidatismo é alvo de estudos acadêmicos devido especialmente à expansão dos sistemas educacionais online. Tais estudos visam a compreensão das práticas pedagógicas, a relação entre o uso de tecnologia e a concepção de conhecimento e educação envolvidas no processo.

Dentre autodidatas famosos, podem ser citados o 16º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, os escritores Ray Bradbury, Machado de Assis e o polímata Leonardo da Vinci.

Gosto muito de ler e fui criado no meio de montanhas  de livros. Mas já vivi bastante para saber que tudo o que se faz neste mundo requer teoria, prática, sensibilidade e uma boa dose de repetição, de modo a levar os resultados desde o nível medíocre até ao da máxima expertise. É assim com o cirurgião, com o músico instrumentista, com o lapidador de diamantes, com o designer, o pedreiro, o marceneiro ou o mecânico.

E por estes comentários, acabo de declarar a razão por que não vejo com bons olhos jovens recém-formados ocuparem a posição de professores universitários. Se eles realmente forem bons, só o serão na teoria. E teoria nas áreas profissionais, como todos sabem,  é, na melhor hipótese, a terça parte de tudo o que se deve saber.

 

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DEPOIS DE GANHAR TUDO, O QUE REALMENTE IMPORTA?

TEXTO DE ABERTURA DA SÉRIE ZEITGEIST, O FILME*

Minha avó era uma pessoa maravilhosa. Ela me ensinou a jogar banco imobiliário.

Ela percebeu que o objetivo do jogo é adquirir.

Acumulava tudo o que conseguia até se tornar dona do tabuleiro. E então me dizia sempre a mesma coisa:

- “Um dia você vai aprender a jogar...”

Certo verão, joguei Banco Imobiliário quase todos os dias, o dia inteiro. E naquele verão aprendi a jogar. Percebi que só podemos ganhar se nos dedicarmos totalmente à aquisição. Percebi que o dinheiro e a propriedade são a única forma de marcar pontos. E no final daquele verão já era mais impiedoso do que a minha avó. Estava pronto para ganhar o jogo de qualquer um.

No outono, sentei-me com ela para jogar. Fiquei com tudo o que ela tinha.  Eu a vi dar-me, para o meu maior prazer, seu último dólar e desistir, totalmente derrotada.

E então ela tinha mais uma coisa para me ensinar. Ela disse:

- "Agora tudo vai voltar para caixa: todas essas casas e hotéis; todas as ferrovias e empresas públicas; todas essas propriedades e todo esse maravilhoso dinheiro vai tudo voltar pra caixa. Nada disso foi realmente seu. Você ficou todo orgulhoso por causa disso. Mas o jogo já estava aqui muito antes de você decidir jogar. E vai estar aqui depois de você partir. Jogadores vão e vêm. Casas e carros, títulos e roupas, até mesmo o seu corpo. Porque o fato é que tudo o que consigo, consumo e acumulo vai voltar para caixa e eu vou perder tudo. Por isso você tem que perguntar para si próprio quando finalmente conseguir a maior das promoções, quando comprar o maior dos bens, quando comprar a maior das casas, quando tiver acumulado segurança financeira e subido a escada do sucesso até o mais alto degrau a que lhe é possível chegar, e a emoção se acabar – e vai acabar – ...e depois? Até onde você precisa ir para perceber aonde esse caminho leva? Com certeza você compreende que nunca terá o suficiente. Por isso, terá que perguntar-se a si mesmo: o que realmente importa?”

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Filme de 2007 produzido por Peter Joseph que aborda temas como cristianismo, os ataques de 11 de setembro e a fundação do Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve).  Foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007. 

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