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CARO OU BARATO? ISSO É RELATIVO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Dinheiro é relativo. 

Uma pessoa de classe média verá um rico achar barato um objeto caro, e um pobre julgar caro algo reles.

Um cliente meu sentou-se junto ao diretor de uma empresa para falar de negócios da ordem de 500 mil reais. De repente, o diretor rompeu a conversa e solicitou que desocupassem a sala porque deviam dar lugar a outra reunião.  

Foi um choque! 

O meu desapontado cliente pensava estar fazendo um negócio imenso, já que sua empresa dificilmente fatura este montante. Mas viu que para o homem do outro lado da mesa, quinhentos mil eram irrisórios.

Sempre há uma dose de irracionalidade nas decisões financeiras. Por isso, só conseguimos medir o valor de uma coisa quando a comparamos com outra.

Imagine um grupo de indivíduos numa fila para comprar ingressos do jogo da decisão de um campeonato de futebol. Alguns conseguem, e pagam R$ 100,00.  Outros não encontram mais lugar.

Quando se pergunta aos que não conseguiram quanto estariam dispostos a pagar por um ingresso, eles respondem: “R$ 100!”.  Mas a mesma pergunta feita aos que conseguiram o bilhete, eles decerto responderão: “R$ 2000!” Sabe por quê? Eles estão simplesmente apaixonados por aquilo que conseguiram. 

Depois que sentimos o gostinho de possuir algo, dificilmente abrimos mão de tê-lo.

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O MUNDO ESTÁ ALÉM DAS APARÊNCIAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Nós estamos habituados a perceber somente a aparência. De tudo. Focamos sobre aquilo que os nossos sentidos captam e confiamos em que isto seja tudo. 

Começa já no ensino fundamental.  

Somos condicionados a pensar sem questionar. Quem não se lembra daquele clássico problema de matemática: “Joãozinho comprou 6 maçãs. Chegou em casa com duas. Quantas maçãs ele perdeu?”. O objetivo era ensinar que 6 menos 2 é 4.  No entanto, não aprendemos a questionar a informação de que Joãozinho pode não ter perdido maçã alguma. Ele pode tê-las comido, vendido, trocado por outro objeto, etc. Isso teria desenvolvido a nossa capacidade de pensar além do literal, além da aparente. 

Fixar-se na aparência é um ato de redução. E “reduzir” nos empurra a pensar que o que vemos é o que é. Mentira! A vida – em todas suas facetas – mostra que existe muito além do óbvio e da aparência, a cada instante.  E sempre há bem mais do que enxergamos. A ciência o comprova.

Ocorre que, por mais absurdo que pareça, só aqueles que incrementam esta competência é que alcançam a excelência na criatividade e no propósito de tudo o que faz e vive. Talvez dizer que “o essencial é invisível” aos olhos seja muito pouco. Não só o essencial é invisível aos olhos de quem não se esforça para ver além, como tudo o mais se torna invisível a ele. Porém, com toda certeza, só os olhos não bastam para ver por completo o que quer que seja. 

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UMA PALAVRA INTERESSANTE E QUE MERECE CUIDADO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Uma palavra interessante: criticismo. Qualquer forma de crítica ou julgamento leva este nome.

Eu conheço pessoas que em seu estado natural não conseguem olhar para nada sem tecer alguma crítica. E geralmente negativa. Isto carece de cuidado. 

O fato é que, principalmente no ambiente das empresas, saber olhar para as situações, identificar e depois reconhecer sua faceta positiva não é só importante, mas fundamental. Críticas severas desanimam e, com o tempo, envenenam o clima.

Alguém me disse certa vez que, quando o gerente maltrata seus subordinados, eles o tratam falsamente bem para assegurar seus empregos, mas se vingam sobre osclientes.  O que poderia ser pior?

É preciso, sim, levantar pontos fracos. Isto faz parte de qualquer modelo de gestão de pessoas. Porém, viver a vida sem nunca reconhecer os pontos positivos e o valor delas quanto ao esforço  que dedicam na busca dos objetivos da empresa é desumano.

Pare por um momento e pense. Se você se sente condicionado a criticar negativamente mais do que a ver o que há de bom, recomendo a leitura urgente e o estudo do grande livro de Dale Carneghie “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”. 

Aprendendo e cumprindo as regras desta obra com foco e desejo de mudança, não tenho dúvida alguma de que a sua passagem na vida das pessoas será fantástica e memorável. 

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COMO LIDAR COM AS DIFERENÇAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Olhe detidamente para qualquer assunto. Busque tudo quanto já se falou a respeito dele. Quando você se convencer de que nada mais pode-se acrescentar a ele, aparecerá alguém que o avalia sob outra ótica. E agora tudo poderá mudar!

As pessoas são diferentes entre si. Elas agem diferente, pensam diferente umas das outras, variam em produtividade, habilidade, talento e muito mais. 

Bons relacionamentos só nascem quando existe a compreensão mútua das condições e das limitações, porque todos têm defeitos e qualidades. Isso é o que nos faz únicos. O mundo só é bom devido à diversidade. As diferenças são a garantia de criatividade e inovação.

O problema começa quando eu desejo que os outros sejam iguais a mim, e os que não forem são piores ou inferiores.

Um sujeito colocava flores no túmulo de um parente, quando viu um oriental colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele dá uma risada, vira-se para o oriental e pergunta:

- Você acha mesmo que o seu defunto virá comer esse arroz?

O oriental pensa um pouco, e responde:

- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.

Sem nenhuma dúvida, respeitar o ser e as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das mais elevadas virtudes que qualquer ser humano pode ter.

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COMO ADQUIRIR UMA ATITUDE POSITIVA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Um sábio disse: "Aprenda primeiro o que é mau para evitá-lo, e depois o que é bom para fazê-lo". 

A pergunta mais óbvia que se faz é: “por que é necessário primeiro aprender o que é mau"?

Toda boa atitude de um indivíduo é vulnerável e sensível a influências negativas com poder de destruí-la. 

Por exemplo: imagine uma pessoa esforçando-se para se comunicar com paciência e que não tenha refletido antes sobre como controlar sua ansiedade. Quando posta à prova, suas emoções negativas provavelmente irão abalar todo o trabalho que ela tiver feito para ser mais paciente. 

Vendo de outro ângulo, se primeiro ela conhecer e dominar suas emoções e tendências negativas, será mais fácil agir com calma, equilíbrio e, assim, com paciência. 

De modo geral, sempre que você conhecer as características negativas que prejudicam a sua boa conduta, saberá como evitá-las.

Por isso, saiba e mentalize que o segredo do sucesso em melhorar  qualquer uma das nossas características tem como primeiro passo a intenção resoluta de melhorar e depois, com humildade, conhecer e assumir a fraqueza que desejamos retificar na nossa personalidade. É um trabalho. É um esforço sério, mas que sempre produz como resultado um indivíduo melhor. 

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EU QUERO ME DESENVOLVER

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Crescer ou desenvolver? O que é melhor? 

Parece pergunta sem sentido, já que as duas  palavras são próximas no uso comum,  inclusive no dicionário. Mas na prática, crescimento e desenvolvimento são coisas diferentes. 

Olhe para os lixões. Olhe para os aterros sanitários. Eles estão crescendo. Os cemitérios também. No entanto, Einstein, Beethoven e Leonardo da Vinci são exemplos de pessoas que se desenvolveram e continuaram a se desenvolver muito, mesmo depois que pararam de crescer. 

Crescer é aumentar o tamanho, o número. É quantitativo. 

Desenvolver é diferente. É qualitativo. É, por exemplo, aumentar a capacidade, melhorar a habilidade e o conteúdo, corrigir a rota para alcançar um alvo superior. De outro modo: desenvolver é aumentar o potencial do futuro, otimizar a  visão, e consequentemente, as realizações. 

Uma empresa cheia de dinheiro pode tornar-se mais rica do que já é, porém, não mais desenvolvida. Outra empresa, passando por dificuldades, não necessariamente é ou será menos desenvolvida. 

Um ser humano pode crescer demais. Uma empresa também pode. Mesmo assim, desenvolver é superior a crescer. 

Desenvolver é maior, é mais elevado e, por isso, mais saudável para a pessoa, para a empresa, para os colaboradores e para toda a sociedade.

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DEIXE O MEDO FORA DA EQUAÇÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

“Na hora da decisão, ter medo equivale a falhar”. Ouvi isso de um empresário grande o bastante para não deixar dúvida do que diz. Conheço vários que têm este mesmo mérito.

Um gestor competente toma “n” decisões por hora. Se tiver medo, ele certamente não decidirá e os problemas se acumularão sem solução. Ou, se decidir o que quer que seja, não será firme e nem consistente.

Por isso, ao promover um colaborador a um cargo de gestão, não o faça se ele tiver medo, ainda que medo, em certo nível, seja um atributo natural no ser humano.

Toda promoção requer um levantamento do perfil e das principais competências dos candidatos envolvidos. O medo é fator importante nesta investigação psicológica.

Quando o medo provém do fato da pessoa não se achar habilitada o suficiente, isto é contornável.  Resolve-se com sucesso.

Mas medo sem motivo é fraqueza de personalidade. O fato do indivíduo não saber controlá-lo mostra ser ingovernável para ele. Neste caso, trata-se de ponto fraco e pode indicar que seu desempenho será tanto mais fraco quanto maior for o risco envolvido na decisão.

A verdade é que só erra quem faz. Mas, as pessoas que fazem são aquelas que não têm medo de errar. 

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AUTODOMÍNIO: O QUE SE GANHA COM ISSO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O que fazer na hora do desespero. Como agir quando tudo parece perdido aos nossos olhos? 

A psicologia daria uma resposta. A religião, outra. A tática militar, uma terceira. E daí por diante. 

O bom senso, entretanto, diz: “Não perca a calma. E use o seu autocontrole ao máximo.”

Será possível ter algum autocontrole em condições extremas, perigosas ou de alto risco pessoal?

Bem, eu francamente não sou um mestre nisso. Sou apenas um humilde aprendiz. As notas que eu mereceria nas provas a que já fui submetido não seriam altas. Mas eu estou lutando e prosseguindo.

Há uma história que certa vez ouvi cuja reflexão me ajuda muito a compreender a base deste princípio.  

Havia um pobre homem que ganhava a vida extraindo argila de escavações do solo e a vendia para construtores de casas.

Um dia, enquanto escavava, encontrou uma pedra preciosa de rara beleza. Era muito grande e brilhante, parecia de valor incalculável. Como ignorava seu real valor, foi a uma joalheria para avaliá-la. O joalheiro declarou que naquele país não havia ninguém capacitado a fazer uma avaliação à altura do preço provável da pedra, muito menos a pagar por ela. Somente em Londres seria possível.

O homem era pobre. Não podia pagar uma viagem dessas. Decidiu vender tudo o que possuía, mendigou de porta em porta, mas tudo o que conseguiu foi reunir dinheiro para chegar até o porto de seu país. Precisava embarcar em um navio, porém, não tinha recursos para o bilhete.

Dirigiu-se ao capitão e mostrou a ele sua pedra preciosa. Este ficou atônito com a beleza daquela gema e convidou-o a subir a bordo: “O senhor é um homem digno de confiança”, disse o capitão ao homem a quem conferiu todas as honras. Ofereceu a ele uma cabine de primeira classe com conforto de milionário. A cabine tinha uma escotilha que dava para o mar. Nosso herói passava longo tempo deleitando-se e regozijando-se com o seu diamante enquanto absorvia a brisa fresca do mar que penetrava em sua cabine.

Durante as refeições, seu coração enchia-se de alegria em pensar no diamante e todos sabem que um coração alegre é garantia de boa digestão. Tanto que, certo dia, adormeceu profundamente após o almoço tendo deixado sobre a mesa de sua cabine a fantástica gema.

Nesse ínterim, o marinheiro que limpava as cabines entrou, recolheu a toalha de sobre a mesa e sacudiu-a afora da escotilha para jogar as migalhas e não percebeu o diamante. Tudo foi lançado ao mar.

Quando nosso herói despertou e compreendeu o que tinha ocorrido, aborreceu-se tanto que quase enlouqueceu.

O que fazer? O capitão era um interesseiro. Poderia matá-lo pelo preço do seu bilhete.

Foi neste momento que ele resolveu não perder a calma, parecer contente, como se nada tivesse acontecido. Manteve a mesma postura satisfeita e tranqüila que adotara até que acontecesse sua pessoal tragédia.

Naquele dia, subiu ao convés para a costumeira conversa que tinha durante horas com o capitão. Fez tudo como nos dias anteriores. Fingiu tão bem, que o capitão não observou nenhuma diferença.

“Eu sei muito bem” – disse o capitão – “que o senhor é um homem honesto e sensato. Meu navio leva uma grande carga de trigo que comprei especialmente para revendê-lo em Londres. Posso ganhar muito dinheiro com isso, mas temo ser acusado de ter desviado a reserva real. Portanto, façamos a compra em seu nome. Eu posso pagar-lhe muito bem por este serviço e favor”. O homem aceitou a proposta e eles fecharam o negócio.

Na chegada a Londres, o capitão teve um mal-estar e faleceu repentinamente. Nosso homem herdou todos os seus bens, pois, aceitara assinar com ele um contrato de propriedade sobre o navio e sua carga. Isso valia duas ou três vezes o valor do diamante.

Vamos às conclusões. 

Primeira: o diamante não pertencia ao homem. A prova é que ele o perdeu. O trigo, sim, era para ser dele. A prova? Ficou com ele.

A segunda – e mais importante.  Ele manteve o domínio de si próprio a tal ponto que conseguiu dominar o desespero que naturalmente sentiu após constatar a perda de seu tesouro. Isto lhe possibilitou raciocinar de modo claro e lhe  permitiu atingir sua grande meta.

O desespero causa confusão e turbulência mental. Com o cérebro agitado não conseguimos ser lógicos. Portanto, algo crucial a ser trabalhado a fim de atingirmos maturidade é o autodomínio.

Finalizo lembrando uma belíssima máxima: "Quem é forte? Aquele que consegue controlar suas paixões". 

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LIVRE-SE DAS INUTILIDADES

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Há pessoas apegadas a coisas das quais não conseguem se desfazer de modo algum. Juntam, guardam e acumulam a ponto de não perceberem. Os efeitos são negativos, com reflexos em muitas áreas da vida e do trabalho.

Lembro-me de uma conversa entre um funcionário e seu gerente:

- Chefe, os nossos arquivos estão superlotados. Posso me desfazer dos que têm mais de 10 anos?

- Sim –  responde o chefe. Mas não se esqueça de fazer cópia de todos eles!

Juntar coisas inúteis freia o desenvolvimento pessoal. Geralmente estas pessoas o fazem porque os objetos as ligam a lembranças e pessoas. Estão presas a um passado que muito lhes vale. 

O sentimento de gratidão por tudo o que estes objetos proporcionaram de bom e às pessoas a eles ligadas pode ser o princípio da cura.  Guardar uma peça de lembrança significativa de cada pessoa ou momento importante seria um passo importante.  O restante pode ser doado. 

Livre-se de coisas inúteis e sem propósito. Abra espaço para o novo. Talvez  esta seja a condição para acesso a um novo futuro na vida. 

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ONDE ESTÁ A SUA MOTIVAÇÃO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Um velho sábio e pobre vivia numa cidade. Certa noite, ele sonhou que havia um maravilhoso tesouro enterrado debaixo da ponte do castelo do príncipe de sua cidade. Após sonhar o mesmo sonho pela terceira vez, assumiu tratar-se de um sinal dos céus para melhorar suas condições de sustento e de sua família.

Pegou uma pá, uma picareta e dirigiu-se até o lugar que lhe aparecera nitidamente nas imagens noturnas.

Ao chegar, viu que o castelo era fortemente guardado. Sentou-se à sombra de uma árvore e ali permaneceu até que tivesse uma chance de escavar.

O chefe da guarda, percebendo a presença do estranho, chegou a ele e perguntou:

– Posso ajudá-lo? Vejo que o senhor está aqui há várias horas.

O velho respondeu:

– Perdoe-me, senhor. Mas não o pouparei de revelar-lhe a verdade. Tive um sonho no qual me foi mostrado haver um tesouro enterrado bem ali, debaixo da ponte.

O oficial começou a rir e, de súbito, respondeu:

– Que enorme coincidência. Eu tenho sonhado já por três noites seguidas que na casa de um velho muito parecido com o senhor, embaixo de sua cama, há uma caixa com um tesouro enterrada.

O velho agradeceu e retornou para casa. Ele entendeu exatamente o que se passara naquele contato com o ofi cial da guarda. Chegando, afastou sua cama do lugar e escavou. A caixa com as preciosidades estava lá.

As lições: o sonho do velho sábio não estava completo. Carecia da “outra parte”, que fora dada ao ofi cial. Sem consciência e sabedoria para enxergar na descrição do oficial o complemento do seu próprio sonho, teria fi cado na dúvida e talvez sem acessar o que havia a ele – ao velho – sido reservado.

Conselho prático: Sob domínio de quem está a nossa motivação? Depois de muita dificuldade e perda de tempo descobrimos que é impossível que ela esteja com qualquer outra pessoa. A capacidade de um indivíduo efetivamente motivar outro é muito pequena, pois sempre dependerá das crenças e premissas sobre as quais este outro se fundamenta.

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FÉ E TRABALHO: UMA RELAÇÃO INTENSA E DELICADA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Carlos e Marcelo se entusiasmaram com a bolsa de valores. Procuraram Alexandre, dono de uma corretora e membro de sua igreja. Confiaram a ele todas suas economias para a compra de ações.

Com o sobe e desce do pregão, os dois conseguiam um interessante saldo mensal positivo. 

Certo dia, os dois se encontram e Carlos está assustado. Soube que Alexandre faliu  – perdeu seu patrimônio pessoal e o dinheiro de todos investidores. Visivelmente nervoso, Carlos dispara:

- “Estamos perdidos”. 

Marcelo responde: 

- “Não. Eu não estou. Saquei todo o meu dinheiro há dez dias”.

- “Como é possível?” – diz Carlos. “Informação privilegiada?”

- “Nada disso” – Marcelo responde. “Eu observei que Alexandre começou ir mais à igreja. E rezava muito. Entendi que seus negócios iam mal. Resolvi me prevenir e saquei todo o meu capital”.

Esse episódio revela algo muito importante. Fazer nada e só rezar quando tudo vai mal funciona tanto e tão bem quanto tentar apagar um incêndio com vento. 

Neste mundo tudo requer esforço para que aconteça. É preciso fazer algo com as nossas próprias mãos, dando o máximo que podemos para que, depois, recebamos alguma bênção.

“Deus ajuda a quem cedo madruga”. Esta é uma máxima verdadeira para quem trabalha duro. 

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O PARADOXO MARAVILHOSO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Já ouviu falar no Paradoxo Maravilhoso?  Consiste na seguinte ideia: 

“Eu me divirto mais e tenho mais sucesso financeiro quando deixo de tentar conseguir o que eu quero
e começo a ajudar as pessoas a conseguirem o que elas querem”.

Isso é, de fato, sensacional. Pense bem. 

Pense, por exemplo, em aplicar esta regra às vendas, aos relacionamentos, a tudo o que você e eu fazemos para viver. 

Este princípio funciona como um preparo mental ou gatilho para o autodesenvolvimento e a prosperidade. 

Todos nós somos vendedores. Vendemos coisas, serviços, ideias, projetos e muito mais. Expôr uma ideia, um produto ou um serviço verbalmente é uma tarefa sempre muito pessoal. Cada um fala com seu estilo próprio – com ou sem técnica. A técnica de apresentação pode até diferenciar este vendedor falador daquele mais eficiente. 

No entanto, é inegável que qualquer indivíduo preenchido e movido por um propósito terá desempenho superior ao falar o que pensa sobre outro que só atue pela técnica. 

Portanto, uma boa técnica somada a um propósito interior claro e objetivo motiva aquele que ouve porque ele capta o sentido e o brilho às palavras. Faz pensar. 

O Paradoxo Maravilhoso postula: “Deixo de tentar conseguir o que eu quero, e começo a ajudar as pessoas a conseguirem o que elas querem”.

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O MAIS PARALISANTE E EMBURRECEDOR DE TODOS OS MEDOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Muitos de nós fazemos as coisas não para ter sucesso, mas para não errar e obtermos a aprovação de alguém. Estudiosos chamam a isso “Síndrome dos Elementos Reguladores”. Eles afirmam que, a crítica destrutiva na primeira infância e a visão negativa das falhas na juventude e fase adulta, impõem o medo de errar às pessoas. Isso, entre outras coisas, compromete a capacidade de assumir riscos, o bom ânimo e o desenvolvimento intelectual – mesmo frente a excelentes oportunidades.

Caçadores profissionais lançam um facho de luz contra os olhos das feras do campo, pois elas “se congelam” sob o efeito da luminosidade intensa durante a noite. Assim é o medo de errar nos seres humanos. Eles se paralisam e como justificativa para não agir, lançam mão de desculpas como: falta de tempo, escassez de recursos, preguiça, falsa humildade e muitos mais.

O mecanismo funciona aproximadamente assim: o medo de errar gera a necessidade de aprovação. Não existindo, surge uma carência. A carência submete o indivíduo a pensar de modo convencional, e quase nunca acima da média. Seu autodesenvolvimento e suas habilidades tendem a permanecer em níveis baixos ou, no máximo, medianos – por maior que seja sua capacidade ou potencial.

No outro prato desta balança estão aqueles que percorrem seu caminho com coragem e total desprezo à opinião dos demais.

Um exemplo histórico é como se formou grande parte das fortunas dos Estados Unidos. Homens e mulheres ousados, sem dinheiro, mas com alta consciência de sua capacidade de trabalhar duro, conseguiram oportunidades que só se multiplicavam ao longo do tempo. Isto alimentava sua disposição para adquirir novas habilidades e se tornarem mais valiosos, ignorando a influência de possíveis erros ou falhas. Isso se constata em inúmeras biografias, entre elas, a de Thomas Edison, considerado imbecil por seus professores por estar constantemente distraído. Isto, no entanto, jamais o impediu de ser um dos inventores que mais contribuíram para o progresso da humanidade. Sabemos também que seu destemor o fez dar conotação publicamente positiva a suas falhas técnicas e pessoais.

Trate-se, caso necessite superar o medo de errar que há em você. Desligue-se da necessidade de aprovação social. Programe a sua mente para acertar e prosperar. Mas saiba o tempo todo que errar é parte intrínseca deste algoritmo. 

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A FORÇA DAS ILUSÕES

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O sistema psicológico humano estrutura-se sobre valores pessoais, imaginação e fantasias. 

O que é fumar cigarro, por exemplo? Apenas engolir a fumaça produzida por um canudo recheado de tabaco. Mas muitos fumantes veem-se como “cowboys” ou como charmosos galãs de filmes, movidos pela sensação de serem livres.

Isto é só um exemplo bem simples do poder da imaginação! 

As agências de propaganda não existiriam sem isso. Os anúncios falariam somente dos atributos reais dos produtos, e jamais do sonho ou das ilusões que ele proporciona. As vendas talvez fossem infinitamente menores vez que a fantasia é que instiga a mente dos expectadores e a venda massiva. 

Assim, beber vinho associa-se à imagem de cultura e bom gosto. Carro novo e casa em condomínio fechado à posse de alto posicionamento social. E assim por diante.  

Tudo depende destes ‘efeitos especiais’  que só a ilusão gera. E depois se transforma em dependência ou vício!

Esta é a vunerabilidade humana ao bem e ao mal da ilusão. Emoções acionadas com interesse específico faz a gente acreditar que tudo é bom e que nada agride – nem álcool, nem drogas, nem fumo etc - e que pode até resolver todos os problemas. 

Como isso pode ser diferente? É só dedicar a devida dose de questionamento em busca de discernimento,  julgamento e raciocínio antes de saltar adentro do oceano das ilusões.    Ainda que poucos tenham coragem e ousadia de agir assim e pareça mais fácil e simples entregar-se ao poder da fantasia. 

Onus e bônus convivem lado a lado em cada coisa ou situação. Mas enxergar é um esforço reservadosó aos que se esforçam por querer ver. 

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ENFRENTAR AS BARREIRAS E SUPERÁ-LAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Você confia em si mesmo? Tem boa autoconfiança? Se sim, você é dono de um bem admirável e desejado praticamente por todo mundo. 

A autoconfiança é um dos maiores valores da vida. Ela é a certeza de que você irá enfrentar os seus desafios e fará tudo para vencê-los.

Mas é preciso que você se eduque sobre isso. Eu sugiro um processo diário de preparação para aprender como empregar bem a sua autoconfiança e evitar que ela se transforme em arrogância.

As pessoas que não têm a necessária confiança em si mesmas sentem algum medo,  sentimento esse que se assemelha a uma desconfortante sensação de insegurança. Isso se propaga a tudo o que elas fazem. Elas devem procurem orientação psicológica por ser proável que isto se origine de algum desequilíbrio emocional. Pode  prejudicar suavisão de valor próprio. Isso tem cura.

A autoconfiança nasce do exercício contínuo de valorizar-se mais, evitando depreciar-se diante das falhas e buscando entender e dar às pessoas o trato que elas merecem. Isto afasta o complexo de inferioridade. 

Outra coisa importantíssima é livrar-se da necessidade da opinião alheia. Ter e manter valores próprios é sempre a melhor opção. Com determinação e personalidade forte, você terá a atenção e admiração geral mais facilmente, até porque será respeitado. 

Mas quando você emprega esforço para agradar os demais, torna-se mais difícil atingir os seus objetivos. A consequência disso é negativa – tanto aos seus próprios olhos como aos dos outros.

Pense mais nisso. E guarde-se contra tudo o que possa rebaixar o seu valor próprio. 

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O ENTUSIASMO

Abraham Shapiro

Quantas boas ideias você já teve na vida? Pare um instante e conte quantas foram. E não se esqueça de incluir os insights captados em palestras, em treinamentos, ao ler uma matéria no jornal ou vendo televisão. O pensamento brilhou na sua mente e o encantou pelo desejo de realizá-lo.

Mas o que houve depois? Você acordou do sonho? A explicação mais provável é que o seu entusiasmo esfriou.

Entusiasmo é o que mantém o calor dos nossos planos e da própria vida. É o alimento que fortifica a autoconfiança e nos ajuda a superar obstáculos.

Você é capaz de se entusiasmar? Ou acaba cedendo aos "conselhos" dos seus "mui amigos" quando dizem: "Vá com calma! Não dê tudo de si!”?

Eu sugiro que você feche os ouvidos para qualquer pessoa que deseje esfriar o seu entusiasmo. Recue se for preciso. Não permita morrer a sua força interior e a fé, pois sem isto você estará definitivamente vencido.

Imagine que você plantasse uma vinha, cuidasse de seus primeiros brotos se abrindo em folhas e a aguasse na medida certa. E depois, você construísse uma parreira na qual ela lançasse suas gavinhas, até produzir os primeiros frutos. Se alguém se aproximasse dizendo: “Por que tanta dedicação? São simples uvas”. Você concordaria com ele? Se sim, estaria transformando em nada todo o seu trabalho. Seria uma genuína tolice.

Você – e só você – sabe quanto fez para protegerê-la dos insetos, do sol excessivo, das pragas e do frio. Desde o plantio você suou para cuidar dela. Estas uvas que acabam de nascer não são iguais às que se veem na feira ou no mercado. Elas são o prêmio pela sua devoção e esforço. E esta pessoa não faz a menor ideia disso.

Jamais assuma a visão displicente de quem não sabe avaliar o seu esforço. Não o ouça – por nada neste mundo!

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NÃO É MELHOR SER VOCÊ MESMO?

Abraham Shapiro

A Ana é uma garota de classe média cujos costumes familiares envolvem as mais rigorosas regras de higiene doméstica e asseio pessoal.

Desde criança, com seus cabelos curtos, até hoje, aos 28 anos e lindos cabelos compridos, Ana mantém o hábito de lavar e secá-los todos os dias, como uma conduta de saúde.

Recentemente, Ana começou a trabalhar numa empresa onde há várias mulheres de sua idade. São bonitas, formadas e vestem-se bem. Entre todas, Ana aproximou-se de Teresa, a quem ela julga bela, rica e atraente.

Certo dia, numa roda de bate-papo no cafezinho, Tereza menciona que lava seus cabelos três vezes por semana. As colegas aprovam o costume justificando que o tratamento diário é uma rotina difícil e pouco prática. Ana discorda, revelando que lava e seca os seus todas as manhãs.

Os dias passam. A admiração de Ana por Tereza cresce e as duas estão cada vez mais próximas. Ana percebe na amiga sinais de uma reputação dinâmica e bem-sucedida.

Numa bela manhã de domingo, Ana acorda, vai ao banho e decide não lavar seus cabelos. 

- “É domingo”, ela diz para si. “Não sairei de casa, meus cabelos estão limpos e, apesar do verão, ontem não foi um dia agitado”. 

Aos poucos, ela adere ao comportamento de Teresa. Em algumas semanas, ela aderiu à mesma prática da amiga.

O que explica o comportamento de Ana? Influência.

Quando você toma por modelo alguém cujas qualidades pessoais ou competências são um padrão de virtude, esta influência pode ser positiva e elevar a qualidade das suas atitudes. 

Mas tratando-se de aspectos subjetivos, como beleza, modo de vestir-se, aparência física e outros, os resultados podem conflitar com valores pessoais, religiosos, heranças da criação e personalidade.  Pode representar uma queda no conjunto de traços individuais e na autenticidade. O que se consegue com isso é ser uma cópia ou imitação.

Pense com calma e responda: “Quem são os seus heróis pessoais?”.  “Quem são aqueles a quem você imita a fim de reduzir a dor pessoal causada pelo inconformismo em ser como você é?”.  

Sejam quem forem,  eles são ‘gente’ como você. Eles tiveram as mesmas oportunidades e riscos e  devem ter se esforçado para chegar aonde chegaram. O importante é notar que eles foram “eles mesmos”. 

A minha sugestão é simples, ainda que um tanto difícil. Em vez de imitar, por que não fortalecer os seus pontos positivos pessoais e trabalhar sobre os negativos a fim de ser um excelente “você mesmo”?

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POR ONDE COMEÇAR UMA GRANDE MUDANÇA NA VIDA?

Abraham Shapiro

Sempre que você define ou decide qualquer situação, ela passa a se realizar pouco a pouco. 

Leia a frase acima novamente, por favor. Ela é muito séria.

As definições da sua vida influenciaram e influenciam gradualmente a sua personalidade. 

Isto não é mais uma das tantas besteiras encontradas em livros de autoajuda.  Foi objeto de estudo de dois grandes sociólogos americanos do século XX – William e Dorothy Thomas –  e ficou conhecido como “O Teorema de Thomas”.  

Vaja o que eles disseram:  “Se as pessoas definem uma situação como real para si, ela se torna real em suas consequências.” 

Graças à tendência natural que o ser humano tem de interpretar tudo de modo subjetivo, as nossas atitudes acabam sempre afetadas por essa interpretação.  Seria diferente se fôssemos mais objetivos frente aos fatos e ocorrências.

Sabe o que acontece com pessoas doentes que recebem um comprimido de açúcar ou farinha em lugar de remédio e são informadas que aquilo é importante para seu tratamento? Muitas delas apresentam curas espetaculares. Isto, aliás,  faz  parte do método de pesquisa de produtos farmacêuticos e chama-se “Efeito Placebo”.

Outro exemplo vem da crise do petróleo de 1973, chamado "Pânico do Papel Higiênico". O boato de uma súbita escassez de papel higiênico devido à queda na importação de petróleo levou as pessoas a estocarem este produto em suas casas. A corrida logicamente causou sua escassez. E a escassez levou todo mundo a validar o boato.

Em última análise, o que perturba e alarma as pessoas não são os fatos em si, mas as opiniões e as fantasias que elas mesmas criam ao interpretá-los. 

Não é o que as coisas objetivamente são que nos faz felizes ou infelizes,  e sim a maneira como as olhamos. Tudo o mais é consequência disso.

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MUDANÇAS

Abraham Shapiro

Mudança é um termo que causa palpitação cardíaca em muita gente, quando não algo bem próximo de um infarto. Mas é puro preconceito. Mudança é prova da vida. Mudança, melhor dizendo, é um atributo inerente à vida.

Nada se desenvolve sem mudar.

Observe o feto no ventre da mãe. Só mudanças a cada dia, a cada hora, a cada minuto durante os nove meses. E curiosamente depois prossegue. Até a morte.

Mudar de opinião quando se adquire mais conhecimento devia ser a coisa mais natural do mundo. Mas não é. Sabe por quê? Um tolo anônimo, certo dia, disse: palavra de rei não volta atrás.

- “Espere aí!!! De que rei estamos falando?”

Num mundo como o de hoje, quem não muda de opinião não muda nada. E deve estar morto, pois não é possível viver assim.  Thomas Watson, o fundador da IBM, disse certa vez que existia mercado para somente cinco computadores em todo o mundo. Onde estaria a IBM atualmente caso seu fundador não estivesse disposto a mudar de opinião. Ele mudou! Esse é o típico caso de que mudar de idéia conscientemente significa correção de rumo, aperfeiçoamento, visão mais clara e profunda.

Há pessoas que lutam o tempo todo para manter tudo firme e fixo. Isso indica baixíssima autoconfiança e péssima autoestima. Aderir à mudança indica rompimento com modelos mentais e pressuposições erradas. A seguir temos oportunidades.

Todo progresso se dá por ação daqueles que não se satisfazem com tudo do modo como está. Então  mudança não é inimiga. Ela é ajuda

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DESAPEGUE-SE

Abraham Shapiro

Há pessoas que, de tão apegadas, não conseguem se desfazer de estranhos objetos ou de papéis acumulados. E isto é problema. 

Elas guardam, acumulam coisas inúteis e, seus olhos já nem vêem mais estantes desordenadas e gavetas entupidas de bobagens. Talvez nem estejam conscientes de que é uma séria sobrecarga não só de espaço, mas psicológica pois seus efeitos negativos se refletem em muitas áreas da vida e do trabalho.

Lembro-me da conversa entre o empregado e seu gerente:

- Chefe, nossos arquivos estão superlotados, posso jogar fora os que têm mais de 10 anos?

- Sim –  responde o chefe. Mas não se esqueça de fazer cópia de todos eles!

Juntar coisas sem utilidade freia o desenvolvimento pessoal. Geralmente as pessoas que as guardam, o fazem  porque eles estão ligados a lembranças. É uma prisão ao passado. 

Se isto é algo presente na sua vida, o que fazer?

A coisa mais importante é sentir gratidão por tudo o que estes objetos lhe proporcionaram de bom e às pessoas ligadas a eles. Para cada uma delas, guarde uma peça de lembrança significativa. Desfaça-se ou doe o resto para os outros. 

Livre-se do excesso de coisas sem sentido e abra espaço para objetos novos, você estará trazendo para si condições de receber o futuro na sua vida.

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