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TER PENA DE SI MESMO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Em tempos de crise econômica, parece que o número de pessoas com autopiedade cresce exponencialmente. Ter pena de si mesmo às vezes é até confortante. Mas há um perigo por trás disso. 

O que, de fato, é a autopiedade? 

É um consolo disfarçado. Chega devagar, nos coloca como vítimas de uma situação, agrada o nosso ego, exalta as nossas qualidades, estampa os defeitos dos outros e camufla os nossos próprios.

Será isso bom?

A autopiedade é prima-irmã da autodestruição. E sabe de que modo ela fala com a pessoa?  

- “Você é assim. Olhe como tudo vai mal. Você está pior do que qualquer outro no mundo.  Tudo está tão ruim para você que é impossível mudar. E como não há nada a fazer, você está livre da responsabilidade de limpar ou arrumar a situação. Ninguém poderá culpá-lo por nada”.

Isso é o que a autopiedade faz. Ela mente, porque todo ser humano tem o poder de “arrumar sua própria bagunça”, desde que tente e se esforce. E além de tudo, ela rouba os dias que você poderia viver com plenitude e alegria.

Vá para longe deste sentimento. Mude a sua situação. Não tenha pena de si.   Se não conseguir sozinho, busque ajuda, mas prospere. Melhore cada dia mais.

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AGIR PELA PRÓPRIA DECISÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Jean Henri Fabre foi um pesquisador  francês que estudou uma espécie de lagarta que se move em fileira, com a cabeça de uma colada  à extremidade da outra. Por isso elas se chamam “lagartas processionárias”.

Fabre induziu um grupo dessas lagartas a se movimentar em torno de um grande círculo. 

Colocou uma porção de comida ao lado desse círculo de movimento, de modo que, para que pudessem comer,  elas precisariam sair do círculo.

Ele imaginava que depois de algum tempo elas perceberiam o percurso vicioso, ficariam cansadas da marcha inútil e sairiam da rota para uma nova direção. Mas não é o que aconteceu. 

Por instinto ou por hábito, elas continuaram andando noite e dia. Passou uma semana inteira, e por fim elas morreram. 

Mais que uma descoberta científica, a experiência de Fabre tem um significado importante.  Vivências passadas têm domínio poderoso sobre o homem. Podem gerar impulso  e bravura, ou medo e paralisia:  sentimentos de vitória ou derrota. 

Quantos seres humanos estarão agindo como lagartas processionárias neste momento? Seguem outros por simples desistência de dar a volta por cima e vencer suas fraquezas, erros ou insuficiências. Determinam sua vida e decisões desde experiências passadas e pressupostos que nunca foram questionados.

Feliz de quem questiona o que acredita e se renova. Estes ao menos dão a si mesmos a oportunidade permanente de agir por razão e lógica, e nunca por instinto. São verdadeiros seres humanos e não lagartas processionárias disfarçadas de gente. 

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O LEÃO OU A HIENA?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


O profissionalismo de qualquer pessoa está em cheque-mate quando, diante de um problema, ela diz:  “Não tem jeito!”

Eu cresci ouvindo que “só não há jeito para a morte”. Esta não é uma frase de para-choque de caminhão, mas um pensamento que expressa disposição para lutar. O sujeito que, de cara, conclui não ter solução para uma questão, enquadra-se em uma de quatro possíveis alternativas:  preguiça,  falta de interesse, incompetência ou as três combinadas.

Você se lembra do desenho animado “O Leão da Montanha” na tevê? Aquilo era uma verdadeira lição de comportamento em meio à rebeldia do rock-em-roll e da efervescência cultural da década de 1960.

Lippy, o leão, e Hardy, a hiena, viajam pelo mundo em busca de vida fácil, sucesso e fortuna. Lippy é um otimista nato. Acredita que tudo vai dar certo e que o vento sempre sopra a favor. Hardy é um pessimista que espera o fracasso e a tragédia.  Ele diz o tempo todo:  “Oh vida! Oh céus! isso não vai dar certo!”. Talvez ele sofra de depressão crônica. Seu nome, Hardy, significa ‘pesado’. E pesado é todo indivíduo negativo, que acha que nada tem jeito.

Sabe com qual dos dois eu fico? Com a sua licença, tomo a liberdade de dizer: nem Lippy e nem Hardy. Excesso de otimismo não é bom. E negativismo permanente é mau. Bom é ser realista com autoconfiança, fé em Deus e coragem para enfrentar os desafios – mesmo sem garantias de vencer.

Se você concorda com esta visão, esforce-se para convertê-la em prática. Eu comecei há muito tempo. Prossigo insistindo,  ainda que não mereça nota 10  em desempenho.

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SOMOS O QUE ACREDITAMOS SER

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Nós somos o que acreditamos ser.

Os sucessos da minha vida se devem àquilo em que eu acredito. 

Se creio ser capaz de treinar um esporte e eu o fizer com instrução correta e assiduidade, vou alcançar resultados.

Se acredito numa dieta para perder peso,  e eu me dedicar  a ela com disciplina e conformidade às regras o tempo todo, eu consigo emagrecer.

Se eu acreditar ser um fraco ou inútil,  um zero à esquerda, decerto eu não chegarei a bons resultados nunca. A menos que a sorte seja uma fatalidade irrefutável. 

Imagine uma criança cujos pais dizem ser ela inteligente  e que seu futuro será brilhante. 

Pense agora noutra que cresce ouvindo ser burra, incompetente e feia. 

Qual das duas terá maiores chances de vencer na vida?

Então: o que fazer a respeito? 

Questione-se. Não tome as suas crenças como definitivas para si. Pergunte-se sobre cada uma delas: “de onde veio?”,  “o que faz por você?”, “ela ajuda ou atrapalha a viver a vida com alegria e entusiasmo?”   

Descubra quais são as suas crenças mais sólidas.  Analise-as  desde outros pontos de vista.  

Conheça as razões profundas das suas convicções e se for preciso, mude-as. Eu lhe garanto que muitas coisas serão diferentes a partir daí... para melhor!


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SÓ OS GRANDES PERMITEM QUE OUTROS PENSEM DIFERENTE

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


Há uma história narrada por um professor que, certa vez, foi convocado para resolver uma disputa entre um colega e um aluno. O pupilo, nada ortodoxo em relação aos métodos educacionais que mais prevalecem nas escolas de hoje, põe em cheque uma atitude orgulhosa, nem sempre percebida por quem a possui.

Algum tempo atrás, recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova de Meteorologia Física. Tratava-se de avaliar uma questão de Física na qual um aluno recebera nota zero.

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma conspiração do sistema contra ele. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.

Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostrar como se pode determinar a altura de um edifício bem alto com o auxílio de um barômetro”.

A resposta do estudante foi a seguinte:

“Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda a ele; baixe o barômetro até a calçada e, em seguida, levante-o, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício”.

Sem dúvida era uma resposta interessante e, de alguma forma, correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes, vacilei quanto ao veredicto.

Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido à questão completa e corretamente.

Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma classificação para um curso de Física, mas a resposta não confi rmaria isso. Sugeri, então, que fizesse uma outra tentativa para responder à questão. Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas, sim, quando o estudante resolveu encarar aquela situação que eu imaginei ser um bom desafi o a ele. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão; isso após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de Física.

Passados cinco minutos, ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativo para o teto da sala. Perguntei-lhe, então, se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade, tinha muitas respostas e estava justamente escolhendo a melhor delas. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte, ele escreveu esta resposta:

“Vá ao alto do edifício, incline-se em uma ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo de queda desde a largada até o toque no solo. Depois, empregando a fórmula:

h=(1/2).g.t

calcule a altura do edifício”. 

Perguntei, então, ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez de inconformismo...

Ao sair da sala, lembrei-me de que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e lhe perguntei quais seriam essas respostas.

“Ah, sim” – disse ele –, “há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro”. Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações: 

“Por exemplo, em um belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando uma simples regra de três, determina-se a altura do edifício. Outro método básico de medida, aliás, bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas espaçadas na parede, da altura do barômetro. Contando o número de marcas, ter-se-á a altura do edifício em unidades barométricas”.

“Um método mais sofisticado seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permitiria a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação no nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença”.

“Finalmente”, concluiu,“se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer, diz-se: ‘Caro senhor síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o senhor me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente’”.

A essa altura, perguntei ao rapaz se ele não sabia qual era a resposta esperada para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto das tentativas dos professores de controlar seu raciocínio e de cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas que resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.

Ser , pensar e agir de modo diferente quase sempre é mais fácil do que aceitar a diferença do outro - seja qual for. Esta, porém, é a maior prova de tolerância e respeito que se pode dar ao próximo. Mais que isso. A meu ver, é o caminho que conduz à paz perene!

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AMPLIE O TAMANHO DO SEU QUADRADO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Pofissão Atitude

Era uma vez, a diretora de uma empresa que conseguia ser o máximo da incompetência. Todos sabiam que ela só estava lá por ser herdeira da empresa de sua família e nada mais.  Porém, ela adorava sentir-se no topo do poder e, por isso, repetia chavões como se a voz da sabedoria fosse. Um dos que ele gritava nos corredores era: “Saiam do chiqueiro, pessoal! Pensem fora do quadrado”.

Deixemos a nossa personagem de lado e pensemos na inútil sabedoria contida em seu pensamento, até porque ela já fez muito como argumento deste breve texto.

Você acredita que alguém nesse mundo sabe, de fato, ‘pensar fora do quadrado’?  Eu mal sei o que isso significa.

Eu nunca dei trela para ideias prontas.  Tenho o hábito de dialogar e discutir a respeito. Adoro ouvir e tratar  grandes propostas porque acredito que sem isso não há avanço. 

Para mim é essencial questionar.  Perguntas fomentam a  busca de soluções melhores, o que acaba sendo um ganho para todos.

Dizem que Einstein certa vez afirmou: “Se eu tivesse uma hora para resolver o problema do mundo, passaria 59 minutos definindo o problema e 1 minuto procurando a solução.”

E quanto a nós, mortais comuns? Quantos não querem resolver seus problemas sem sequer saber “quais  são” ou “o que são”. Pior são aqueles que gastam os 60 minutos de sua hora definitiva procurando a resposta para questões sem nenhuma importância ou que talvez nem existas.

Desafios bem definidos orientam os esforços, diminuem as limitações e, no fim das contas, ampliam a capacidade de pensar. 

Creio que aumentar o quadrado é bem melhor do que pensar fora dele.


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CARO OU BARATO? ISSO É RELATIVO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Dinheiro é relativo. 

Uma pessoa de classe média verá um rico achar barato um objeto caro, e um pobre julgar caro algo reles.

Um cliente meu sentou-se junto ao diretor de uma empresa para falar de negócios da ordem de 500 mil reais. De repente, o diretor rompeu a conversa e solicitou que desocupassem a sala porque deviam dar lugar a outra reunião.  

Foi um choque! 

O meu desapontado cliente pensava estar fazendo um negócio imenso, já que sua empresa dificilmente fatura este montante. Mas viu que para o homem do outro lado da mesa, quinhentos mil eram irrisórios.

Sempre há uma dose de irracionalidade nas decisões financeiras. Por isso, só conseguimos medir o valor de uma coisa quando a comparamos com outra.

Imagine um grupo de indivíduos numa fila para comprar ingressos do jogo da decisão de um campeonato de futebol. Alguns conseguem, e pagam R$ 100,00.  Outros não encontram mais lugar.

Quando se pergunta aos que não conseguiram quanto estariam dispostos a pagar por um ingresso, eles respondem: “R$ 100!”.  Mas a mesma pergunta feita aos que conseguiram o bilhete, eles decerto responderão: “R$ 2000!” Sabe por quê? Eles estão simplesmente apaixonados por aquilo que conseguiram. 

Depois que sentimos o gostinho de possuir algo, dificilmente abrimos mão de tê-lo.

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O MUNDO ESTÁ ALÉM DAS APARÊNCIAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Nós estamos habituados a perceber somente a aparência. De tudo. Focamos sobre aquilo que os nossos sentidos captam e confiamos em que isto seja tudo. 

Começa já no ensino fundamental.  

Somos condicionados a pensar sem questionar. Quem não se lembra daquele clássico problema de matemática: “Joãozinho comprou 6 maçãs. Chegou em casa com duas. Quantas maçãs ele perdeu?”. O objetivo era ensinar que 6 menos 2 é 4.  No entanto, não aprendemos a questionar a informação de que Joãozinho pode não ter perdido maçã alguma. Ele pode tê-las comido, vendido, trocado por outro objeto, etc. Isso teria desenvolvido a nossa capacidade de pensar além do literal, além da aparente. 

Fixar-se na aparência é um ato de redução. E “reduzir” nos empurra a pensar que o que vemos é o que é. Mentira! A vida – em todas suas facetas – mostra que existe muito além do óbvio e da aparência, a cada instante.  E sempre há bem mais do que enxergamos. A ciência o comprova.

Ocorre que, por mais absurdo que pareça, só aqueles que incrementam esta competência é que alcançam a excelência na criatividade e no propósito de tudo o que faz e vive. Talvez dizer que “o essencial é invisível” aos olhos seja muito pouco. Não só o essencial é invisível aos olhos de quem não se esforça para ver além, como tudo o mais se torna invisível a ele. Porém, com toda certeza, só os olhos não bastam para ver por completo o que quer que seja. 

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UMA PALAVRA INTERESSANTE E QUE MERECE CUIDADO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Uma palavra interessante: criticismo. Qualquer forma de crítica ou julgamento leva este nome.

Eu conheço pessoas que em seu estado natural não conseguem olhar para nada sem tecer alguma crítica. E geralmente negativa. Isto carece de cuidado. 

O fato é que, principalmente no ambiente das empresas, saber olhar para as situações, identificar e depois reconhecer sua faceta positiva não é só importante, mas fundamental. Críticas severas desanimam e, com o tempo, envenenam o clima.

Alguém me disse certa vez que, quando o gerente maltrata seus subordinados, eles o tratam falsamente bem para assegurar seus empregos, mas se vingam sobre osclientes.  O que poderia ser pior?

É preciso, sim, levantar pontos fracos. Isto faz parte de qualquer modelo de gestão de pessoas. Porém, viver a vida sem nunca reconhecer os pontos positivos e o valor delas quanto ao esforço  que dedicam na busca dos objetivos da empresa é desumano.

Pare por um momento e pense. Se você se sente condicionado a criticar negativamente mais do que a ver o que há de bom, recomendo a leitura urgente e o estudo do grande livro de Dale Carneghie “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”. 

Aprendendo e cumprindo as regras desta obra com foco e desejo de mudança, não tenho dúvida alguma de que a sua passagem na vida das pessoas será fantástica e memorável. 

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COMO LIDAR COM AS DIFERENÇAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Olhe detidamente para qualquer assunto. Busque tudo quanto já se falou a respeito dele. Quando você se convencer de que nada mais pode-se acrescentar a ele, aparecerá alguém que o avalia sob outra ótica. E agora tudo poderá mudar!

As pessoas são diferentes entre si. Elas agem diferente, pensam diferente umas das outras, variam em produtividade, habilidade, talento e muito mais. 

Bons relacionamentos só nascem quando existe a compreensão mútua das condições e das limitações, porque todos têm defeitos e qualidades. Isso é o que nos faz únicos. O mundo só é bom devido à diversidade. As diferenças são a garantia de criatividade e inovação.

O problema começa quando eu desejo que os outros sejam iguais a mim, e os que não forem são piores ou inferiores.

Um sujeito colocava flores no túmulo de um parente, quando viu um oriental colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele dá uma risada, vira-se para o oriental e pergunta:

- Você acha mesmo que o seu defunto virá comer esse arroz?

O oriental pensa um pouco, e responde:

- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.

Sem nenhuma dúvida, respeitar o ser e as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das mais elevadas virtudes que qualquer ser humano pode ter.

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COMO ADQUIRIR UMA ATITUDE POSITIVA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Um sábio disse: "Aprenda primeiro o que é mau para evitá-lo, e depois o que é bom para fazê-lo". 

A pergunta mais óbvia que se faz é: “por que é necessário primeiro aprender o que é mau"?

Toda boa atitude de um indivíduo é vulnerável e sensível a influências negativas com poder de destruí-la. 

Por exemplo: imagine uma pessoa esforçando-se para se comunicar com paciência e que não tenha refletido antes sobre como controlar sua ansiedade. Quando posta à prova, suas emoções negativas provavelmente irão abalar todo o trabalho que ela tiver feito para ser mais paciente. 

Vendo de outro ângulo, se primeiro ela conhecer e dominar suas emoções e tendências negativas, será mais fácil agir com calma, equilíbrio e, assim, com paciência. 

De modo geral, sempre que você conhecer as características negativas que prejudicam a sua boa conduta, saberá como evitá-las.

Por isso, saiba e mentalize que o segredo do sucesso em melhorar  qualquer uma das nossas características tem como primeiro passo a intenção resoluta de melhorar e depois, com humildade, conhecer e assumir a fraqueza que desejamos retificar na nossa personalidade. É um trabalho. É um esforço sério, mas que sempre produz como resultado um indivíduo melhor. 

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EU QUERO ME DESENVOLVER

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Crescer ou desenvolver? O que é melhor? 

Parece pergunta sem sentido, já que as duas  palavras são próximas no uso comum,  inclusive no dicionário. Mas na prática, crescimento e desenvolvimento são coisas diferentes. 

Olhe para os lixões. Olhe para os aterros sanitários. Eles estão crescendo. Os cemitérios também. No entanto, Einstein, Beethoven e Leonardo da Vinci são exemplos de pessoas que se desenvolveram e continuaram a se desenvolver muito, mesmo depois que pararam de crescer. 

Crescer é aumentar o tamanho, o número. É quantitativo. 

Desenvolver é diferente. É qualitativo. É, por exemplo, aumentar a capacidade, melhorar a habilidade e o conteúdo, corrigir a rota para alcançar um alvo superior. De outro modo: desenvolver é aumentar o potencial do futuro, otimizar a  visão, e consequentemente, as realizações. 

Uma empresa cheia de dinheiro pode tornar-se mais rica do que já é, porém, não mais desenvolvida. Outra empresa, passando por dificuldades, não necessariamente é ou será menos desenvolvida. 

Um ser humano pode crescer demais. Uma empresa também pode. Mesmo assim, desenvolver é superior a crescer. 

Desenvolver é maior, é mais elevado e, por isso, mais saudável para a pessoa, para a empresa, para os colaboradores e para toda a sociedade.

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DEIXE O MEDO FORA DA EQUAÇÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

“Na hora da decisão, ter medo equivale a falhar”. Ouvi isso de um empresário grande o bastante para não deixar dúvida do que diz. Conheço vários que têm este mesmo mérito.

Um gestor competente toma “n” decisões por hora. Se tiver medo, ele certamente não decidirá e os problemas se acumularão sem solução. Ou, se decidir o que quer que seja, não será firme e nem consistente.

Por isso, ao promover um colaborador a um cargo de gestão, não o faça se ele tiver medo, ainda que medo, em certo nível, seja um atributo natural no ser humano.

Toda promoção requer um levantamento do perfil e das principais competências dos candidatos envolvidos. O medo é fator importante nesta investigação psicológica.

Quando o medo provém do fato da pessoa não se achar habilitada o suficiente, isto é contornável.  Resolve-se com sucesso.

Mas medo sem motivo é fraqueza de personalidade. O fato do indivíduo não saber controlá-lo mostra ser ingovernável para ele. Neste caso, trata-se de ponto fraco e pode indicar que seu desempenho será tanto mais fraco quanto maior for o risco envolvido na decisão.

A verdade é que só erra quem faz. Mas, as pessoas que fazem são aquelas que não têm medo de errar. 

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AUTODOMÍNIO: O QUE SE GANHA COM ISSO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O que fazer na hora do desespero. Como agir quando tudo parece perdido aos nossos olhos? 

A psicologia daria uma resposta. A religião, outra. A tática militar, uma terceira. E daí por diante. 

O bom senso, entretanto, diz: “Não perca a calma. E use o seu autocontrole ao máximo.”

Será possível ter algum autocontrole em condições extremas, perigosas ou de alto risco pessoal?

Bem, eu francamente não sou um mestre nisso. Sou apenas um humilde aprendiz. As notas que eu mereceria nas provas a que já fui submetido não seriam altas. Mas eu estou lutando e prosseguindo.

Há uma história que certa vez ouvi cuja reflexão me ajuda muito a compreender a base deste princípio.  

Havia um pobre homem que ganhava a vida extraindo argila de escavações do solo e a vendia para construtores de casas.

Um dia, enquanto escavava, encontrou uma pedra preciosa de rara beleza. Era muito grande e brilhante, parecia de valor incalculável. Como ignorava seu real valor, foi a uma joalheria para avaliá-la. O joalheiro declarou que naquele país não havia ninguém capacitado a fazer uma avaliação à altura do preço provável da pedra, muito menos a pagar por ela. Somente em Londres seria possível.

O homem era pobre. Não podia pagar uma viagem dessas. Decidiu vender tudo o que possuía, mendigou de porta em porta, mas tudo o que conseguiu foi reunir dinheiro para chegar até o porto de seu país. Precisava embarcar em um navio, porém, não tinha recursos para o bilhete.

Dirigiu-se ao capitão e mostrou a ele sua pedra preciosa. Este ficou atônito com a beleza daquela gema e convidou-o a subir a bordo: “O senhor é um homem digno de confiança”, disse o capitão ao homem a quem conferiu todas as honras. Ofereceu a ele uma cabine de primeira classe com conforto de milionário. A cabine tinha uma escotilha que dava para o mar. Nosso herói passava longo tempo deleitando-se e regozijando-se com o seu diamante enquanto absorvia a brisa fresca do mar que penetrava em sua cabine.

Durante as refeições, seu coração enchia-se de alegria em pensar no diamante e todos sabem que um coração alegre é garantia de boa digestão. Tanto que, certo dia, adormeceu profundamente após o almoço tendo deixado sobre a mesa de sua cabine a fantástica gema.

Nesse ínterim, o marinheiro que limpava as cabines entrou, recolheu a toalha de sobre a mesa e sacudiu-a afora da escotilha para jogar as migalhas e não percebeu o diamante. Tudo foi lançado ao mar.

Quando nosso herói despertou e compreendeu o que tinha ocorrido, aborreceu-se tanto que quase enlouqueceu.

O que fazer? O capitão era um interesseiro. Poderia matá-lo pelo preço do seu bilhete.

Foi neste momento que ele resolveu não perder a calma, parecer contente, como se nada tivesse acontecido. Manteve a mesma postura satisfeita e tranqüila que adotara até que acontecesse sua pessoal tragédia.

Naquele dia, subiu ao convés para a costumeira conversa que tinha durante horas com o capitão. Fez tudo como nos dias anteriores. Fingiu tão bem, que o capitão não observou nenhuma diferença.

“Eu sei muito bem” – disse o capitão – “que o senhor é um homem honesto e sensato. Meu navio leva uma grande carga de trigo que comprei especialmente para revendê-lo em Londres. Posso ganhar muito dinheiro com isso, mas temo ser acusado de ter desviado a reserva real. Portanto, façamos a compra em seu nome. Eu posso pagar-lhe muito bem por este serviço e favor”. O homem aceitou a proposta e eles fecharam o negócio.

Na chegada a Londres, o capitão teve um mal-estar e faleceu repentinamente. Nosso homem herdou todos os seus bens, pois, aceitara assinar com ele um contrato de propriedade sobre o navio e sua carga. Isso valia duas ou três vezes o valor do diamante.

Vamos às conclusões. 

Primeira: o diamante não pertencia ao homem. A prova é que ele o perdeu. O trigo, sim, era para ser dele. A prova? Ficou com ele.

A segunda – e mais importante.  Ele manteve o domínio de si próprio a tal ponto que conseguiu dominar o desespero que naturalmente sentiu após constatar a perda de seu tesouro. Isto lhe possibilitou raciocinar de modo claro e lhe  permitiu atingir sua grande meta.

O desespero causa confusão e turbulência mental. Com o cérebro agitado não conseguimos ser lógicos. Portanto, algo crucial a ser trabalhado a fim de atingirmos maturidade é o autodomínio.

Finalizo lembrando uma belíssima máxima: "Quem é forte? Aquele que consegue controlar suas paixões". 

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LIVRE-SE DAS INUTILIDADES

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Há pessoas apegadas a coisas das quais não conseguem se desfazer de modo algum. Juntam, guardam e acumulam a ponto de não perceberem. Os efeitos são negativos, com reflexos em muitas áreas da vida e do trabalho.

Lembro-me de uma conversa entre um funcionário e seu gerente:

- Chefe, os nossos arquivos estão superlotados. Posso me desfazer dos que têm mais de 10 anos?

- Sim –  responde o chefe. Mas não se esqueça de fazer cópia de todos eles!

Juntar coisas inúteis freia o desenvolvimento pessoal. Geralmente estas pessoas o fazem porque os objetos as ligam a lembranças e pessoas. Estão presas a um passado que muito lhes vale. 

O sentimento de gratidão por tudo o que estes objetos proporcionaram de bom e às pessoas a eles ligadas pode ser o princípio da cura.  Guardar uma peça de lembrança significativa de cada pessoa ou momento importante seria um passo importante.  O restante pode ser doado. 

Livre-se de coisas inúteis e sem propósito. Abra espaço para o novo. Talvez  esta seja a condição para acesso a um novo futuro na vida. 

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ONDE ESTÁ A SUA MOTIVAÇÃO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Um velho sábio e pobre vivia numa cidade. Certa noite, ele sonhou que havia um maravilhoso tesouro enterrado debaixo da ponte do castelo do príncipe de sua cidade. Após sonhar o mesmo sonho pela terceira vez, assumiu tratar-se de um sinal dos céus para melhorar suas condições de sustento e de sua família.

Pegou uma pá, uma picareta e dirigiu-se até o lugar que lhe aparecera nitidamente nas imagens noturnas.

Ao chegar, viu que o castelo era fortemente guardado. Sentou-se à sombra de uma árvore e ali permaneceu até que tivesse uma chance de escavar.

O chefe da guarda, percebendo a presença do estranho, chegou a ele e perguntou:

– Posso ajudá-lo? Vejo que o senhor está aqui há várias horas.

O velho respondeu:

– Perdoe-me, senhor. Mas não o pouparei de revelar-lhe a verdade. Tive um sonho no qual me foi mostrado haver um tesouro enterrado bem ali, debaixo da ponte.

O oficial começou a rir e, de súbito, respondeu:

– Que enorme coincidência. Eu tenho sonhado já por três noites seguidas que na casa de um velho muito parecido com o senhor, embaixo de sua cama, há uma caixa com um tesouro enterrada.

O velho agradeceu e retornou para casa. Ele entendeu exatamente o que se passara naquele contato com o ofi cial da guarda. Chegando, afastou sua cama do lugar e escavou. A caixa com as preciosidades estava lá.

As lições: o sonho do velho sábio não estava completo. Carecia da “outra parte”, que fora dada ao ofi cial. Sem consciência e sabedoria para enxergar na descrição do oficial o complemento do seu próprio sonho, teria fi cado na dúvida e talvez sem acessar o que havia a ele – ao velho – sido reservado.

Conselho prático: Sob domínio de quem está a nossa motivação? Depois de muita dificuldade e perda de tempo descobrimos que é impossível que ela esteja com qualquer outra pessoa. A capacidade de um indivíduo efetivamente motivar outro é muito pequena, pois sempre dependerá das crenças e premissas sobre as quais este outro se fundamenta.

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FÉ E TRABALHO: UMA RELAÇÃO INTENSA E DELICADA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Carlos e Marcelo se entusiasmaram com a bolsa de valores. Procuraram Alexandre, dono de uma corretora e membro de sua igreja. Confiaram a ele todas suas economias para a compra de ações.

Com o sobe e desce do pregão, os dois conseguiam um interessante saldo mensal positivo. 

Certo dia, os dois se encontram e Carlos está assustado. Soube que Alexandre faliu  – perdeu seu patrimônio pessoal e o dinheiro de todos investidores. Visivelmente nervoso, Carlos dispara:

- “Estamos perdidos”. 

Marcelo responde: 

- “Não. Eu não estou. Saquei todo o meu dinheiro há dez dias”.

- “Como é possível?” – diz Carlos. “Informação privilegiada?”

- “Nada disso” – Marcelo responde. “Eu observei que Alexandre começou ir mais à igreja. E rezava muito. Entendi que seus negócios iam mal. Resolvi me prevenir e saquei todo o meu capital”.

Esse episódio revela algo muito importante. Fazer nada e só rezar quando tudo vai mal funciona tanto e tão bem quanto tentar apagar um incêndio com vento. 

Neste mundo tudo requer esforço para que aconteça. É preciso fazer algo com as nossas próprias mãos, dando o máximo que podemos para que, depois, recebamos alguma bênção.

“Deus ajuda a quem cedo madruga”. Esta é uma máxima verdadeira para quem trabalha duro. 

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O PARADOXO MARAVILHOSO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Já ouviu falar no Paradoxo Maravilhoso?  Consiste na seguinte ideia: 

“Eu me divirto mais e tenho mais sucesso financeiro quando deixo de tentar conseguir o que eu quero
e começo a ajudar as pessoas a conseguirem o que elas querem”.

Isso é, de fato, sensacional. Pense bem. 

Pense, por exemplo, em aplicar esta regra às vendas, aos relacionamentos, a tudo o que você e eu fazemos para viver. 

Este princípio funciona como um preparo mental ou gatilho para o autodesenvolvimento e a prosperidade. 

Todos nós somos vendedores. Vendemos coisas, serviços, ideias, projetos e muito mais. Expôr uma ideia, um produto ou um serviço verbalmente é uma tarefa sempre muito pessoal. Cada um fala com seu estilo próprio – com ou sem técnica. A técnica de apresentação pode até diferenciar este vendedor falador daquele mais eficiente. 

No entanto, é inegável que qualquer indivíduo preenchido e movido por um propósito terá desempenho superior ao falar o que pensa sobre outro que só atue pela técnica. 

Portanto, uma boa técnica somada a um propósito interior claro e objetivo motiva aquele que ouve porque ele capta o sentido e o brilho às palavras. Faz pensar. 

O Paradoxo Maravilhoso postula: “Deixo de tentar conseguir o que eu quero, e começo a ajudar as pessoas a conseguirem o que elas querem”.

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O MAIS PARALISANTE E EMBURRECEDOR DE TODOS OS MEDOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

Muitos de nós fazemos as coisas não para ter sucesso, mas para não errar e obtermos a aprovação de alguém. Estudiosos chamam a isso “Síndrome dos Elementos Reguladores”. Eles afirmam que, a crítica destrutiva na primeira infância e a visão negativa das falhas na juventude e fase adulta, impõem o medo de errar às pessoas. Isso, entre outras coisas, compromete a capacidade de assumir riscos, o bom ânimo e o desenvolvimento intelectual – mesmo frente a excelentes oportunidades.

Caçadores profissionais lançam um facho de luz contra os olhos das feras do campo, pois elas “se congelam” sob o efeito da luminosidade intensa durante a noite. Assim é o medo de errar nos seres humanos. Eles se paralisam e como justificativa para não agir, lançam mão de desculpas como: falta de tempo, escassez de recursos, preguiça, falsa humildade e muitos mais.

O mecanismo funciona aproximadamente assim: o medo de errar gera a necessidade de aprovação. Não existindo, surge uma carência. A carência submete o indivíduo a pensar de modo convencional, e quase nunca acima da média. Seu autodesenvolvimento e suas habilidades tendem a permanecer em níveis baixos ou, no máximo, medianos – por maior que seja sua capacidade ou potencial.

No outro prato desta balança estão aqueles que percorrem seu caminho com coragem e total desprezo à opinião dos demais.

Um exemplo histórico é como se formou grande parte das fortunas dos Estados Unidos. Homens e mulheres ousados, sem dinheiro, mas com alta consciência de sua capacidade de trabalhar duro, conseguiram oportunidades que só se multiplicavam ao longo do tempo. Isto alimentava sua disposição para adquirir novas habilidades e se tornarem mais valiosos, ignorando a influência de possíveis erros ou falhas. Isso se constata em inúmeras biografias, entre elas, a de Thomas Edison, considerado imbecil por seus professores por estar constantemente distraído. Isto, no entanto, jamais o impediu de ser um dos inventores que mais contribuíram para o progresso da humanidade. Sabemos também que seu destemor o fez dar conotação publicamente positiva a suas falhas técnicas e pessoais.

Trate-se, caso necessite superar o medo de errar que há em você. Desligue-se da necessidade de aprovação social. Programe a sua mente para acertar e prosperar. Mas saiba o tempo todo que errar é parte intrínseca deste algoritmo. 

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A FORÇA DAS ILUSÕES

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O sistema psicológico humano estrutura-se sobre valores pessoais, imaginação e fantasias. 

O que é fumar cigarro, por exemplo? Apenas engolir a fumaça produzida por um canudo recheado de tabaco. Mas muitos fumantes veem-se como “cowboys” ou como charmosos galãs de filmes, movidos pela sensação de serem livres.

Isto é só um exemplo bem simples do poder da imaginação! 

As agências de propaganda não existiriam sem isso. Os anúncios falariam somente dos atributos reais dos produtos, e jamais do sonho ou das ilusões que ele proporciona. As vendas talvez fossem infinitamente menores vez que a fantasia é que instiga a mente dos expectadores e a venda massiva. 

Assim, beber vinho associa-se à imagem de cultura e bom gosto. Carro novo e casa em condomínio fechado à posse de alto posicionamento social. E assim por diante.  

Tudo depende destes ‘efeitos especiais’  que só a ilusão gera. E depois se transforma em dependência ou vício!

Esta é a vunerabilidade humana ao bem e ao mal da ilusão. Emoções acionadas com interesse específico faz a gente acreditar que tudo é bom e que nada agride – nem álcool, nem drogas, nem fumo etc - e que pode até resolver todos os problemas. 

Como isso pode ser diferente? É só dedicar a devida dose de questionamento em busca de discernimento,  julgamento e raciocínio antes de saltar adentro do oceano das ilusões.    Ainda que poucos tenham coragem e ousadia de agir assim e pareça mais fácil e simples entregar-se ao poder da fantasia. 

Onus e bônus convivem lado a lado em cada coisa ou situação. Mas enxergar é um esforço reservadosó aos que se esforçam por querer ver. 

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