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ENERGIA É O QUE FAZ A IGNIÇÃO

Abraham Shapiro para o Blog Profissão Atitude

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Contam que durante uma entrevista, o repórter perguntou a Bill Gates, fundador da Microsoft, como ficou rico e importante. Ele respondeu que fez a coisa certa, no lugar certo e na hora certa. Mas depois de alguns segundos, refletiu sobre a resposta e a completou, dizendo:

- “Quando tive as minhas ideias e visões, havia centenas de pessoas em todo o mundo que pensavam e desejavam fazer o mesmo que eu. Mas a minha energia me impulsionou a tomar uma atitude rápida, e o meu entusiasmo tornou-a prática. Eu acredito ser esta a explicação mais real do meu sucesso”.

Energia elevada pode não ser tudo na solução dos problemas, mas somada ao entusiasmo, o resultado desta adição ajuda muito.

Observe como uma atmosfera familiar movida por entusiasmo é bem diferente daquela que apenas reage às demandas do dia a dia. É a diferença entre ter um lar ou uma casa.

E quanto ao trabalho? O sujeito que sai de manhã indisposto de casa passa todo o dia pensando no happy hour com os amigos. Olhe para ele a qualquer hora e você verá um indivíduo a quem falta energia positiva.

Um repórter entrevistava um fazendeiro cujas vacas leiteiras eram campeãs de produtividade em sua região, e perguntou:

- “Quantos litros de leite, em média, as suas vacas dão por dia?”

Ao que o produtor respondeu:

- “Elas não dão nem um litro. Eu é que tenho de ordenhá-las, senão a produção é zero”.

Creio, sem qualquer condição,  em que tudo na vida enquadra-se à resposta deste produtor.  Se você pensa que realização e sucesso serão um presente do destino, esqueça agora mesmo. É ilusão esperar por isso. Você é quem terá de extrair realizações e lutar por sucesso em tudo o que imaginar e fizer com as suas mãos. E o impulso para alcançá-los se consegue com energia e entusiasmo –  para suar, persistir, levantar depois de cada queda, acordar cedo, dormir tarde, planejar, refazer os planos etc. Não sendo assim, nada acontecerá. 

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VOCÊ ESTÁ NA PRISÃO... E NÃO SABE!

Abraham Shapiro

Reportagem em edição recente da revista Veja entrevistou um especialista em inovações digitais. Seu nome: Tristan Harris –  32 anos, da área de tecnologia nos Estados Unidos, atuou na Apple, no Google e outras gigantes. 

Há três anos ele se dedica a uma análise detalhada de como os produtos das empresas do Vale do Silício são desenvolvidos e descobriu que eles não têm como prioridade auxiliar as pessoas a ganharem mais tempo para si. Pelo contrário. Eles visam sequestrar o tempo dos usuários. 

Após ler a matéria, classifiquei o tema como de alta gravidade e importância por tratar-se de um alerta sobre os perigos destas inovações e, como mostrado na entrevista, há riscos comprometedores por trás de ferramentas como o Facebook e outras chamadas mídas sociais.

Isso explica a baixa produtividade e a má gestão idividual das pessoas e dos grupos de trabalho, a exemplo de um vendedor com quem convivi por todo um dia a fim de orientá-lo a estabelecer regras de planejamento de suas metas e o vi preocupado o tempo todo em dar respostas a mensagens que chegavam minuto a minuto. 

Conheço outros que, sob a desculpa de usarem o Whatsapp para a comunicação de baixo custo, gastam mais de 50% de seu tempo de trabalho dedicados a grupos de conversas fúteis, de humor, de situações aleatórias, quando não de promiscuidades e temas moralmente questionáveis.

E o pior de tudo isso é que, ao fechar o mês, eles se lamentam e choram por ganharem mal. 

Talvez esta seja a situação ideal em que se encaixe perfeitamente aquela célebre pergunta: “Qual é o problema verdadeiro a ser resolvido?”, ou talvez: “Por que, de fato, não se alcança resultados?”

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COMO SE FAZ TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO EM EMPRESAS

Abraham Shapiro

Atenção gerente de vendas: eu sei que você treina a sua equipe. Mas se você pensa que estão todos no mesmo nível, está enganado.

Pense numa criança aprendendo a andar de bicicleta. A princípio, as rodinhas reduzem a dificuldade porque diminuem a necessidade de equilíbrio. Isso ajuda a desenvolver as habilidades básicas. Mas depois que ela aprende estas habilidades fundamentais, as rodinhas atrapalham e interferem no desempenho. Então se constata estar havendo evolução real e prática, certo?

Do mesmo modo que aquela criança, um treinamento eficaz de vendas tem necessariamente de contemplar etapas modulares e crescentes.  

O gestor deve acompanhar o desenvolvimento da experiência e da capacidade de cada um, individualmente, para que chegue a uma equipe ao nível de “bem treinada” e “pronta a vencer desafios”. 

Isso é que produzirá consistência entre o trabalho a ser desempenhado e a resposta do pessoal. 

Trago esse tema à pauta de hoje porque tenho visto gerentes que assumem terem todos os membros de sua equipe absorvido igualmente o contexto do treinamento que eles proporcionam dentro ou fora da empresa. E não é verdade. 

Qualquer processo de capacitação solicita avaliação objetiva de duas diferentes métricas: A primeira – quanto foi realmente assimilado; e segunda –  como será a conversão prática daquilo que cada um aprendeu. É o acompanhamento em campo que permitirá medir este segundo parâmetro, o que significa “tirar o traseiro da cadeira” e acompanhar cada integrante da equipe em observação.

Assim é que se lucra com o investimento em treinamento e desenvolvimento de pessoas. 

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OS NOVOS HORIZONTES DA PRODUTIVIDADE

Abraham Shapiro

O conceito de produtividade tem desenvolvido muito ao longo das últimas décadas. 

Longe de conotações economicistas que alguns possam ter, ser produtivo consiste em conseguir mais com o que se tem.  Isto se aplica tanto a pessoas quanto a organizações. 

Há trinta anos, ensinava-se produtividade a um gerente por meio de técnicas de delegação, lições de como dizer “não” e de administração do tempo. Mas o objetivo não foi atingido.

Dez anos depois, começou-se a ensinar o mesmo gerente como estabelecer prioridades. Ele não melhorou sua produtividade.

Já, pelo ano 2010, o impacto das descobertas da neurociência pôs ênfase no fato de que tudo depende de como nós pensamos, e não de técnicas específicas. 

O foco então recaiu sobre “o que fazer” e “como fazer” para se aproveitar os recursos pessoais disponíveis e os recursos que a empresa disponibiliza a cada um para que alcance o máximo possível. E quando este marco é atingido, então é possível melhorar. E depois mais. 

No entanto, isso depende da vontade de cada um, das visões que somos capazes de desenvolver e de quanto esforço estamos dispostos a investir nesse processo. 

A conclusão? Vai, volta, gira, sobe e desce.... e a situação recai sempre sobre o mesmo. Ser produtivo – como tudo na vida – depende do indivíduo ter objetivos claros e um propósito pessoal significativo. Sem isto, ferramenta alguma e método nenhum irão melhorar a produtividade de ninguém. Nem a sua. Esteja certo!

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PROFISSIONAL INSENSÍVEL

Abraham Shapiro

Eu esperava que em tempos de crise econômica nacional as pessoas se tornassem mais tolerantes e pacientes. Mas não é o que vejo. 

Em muitos lugares que frequento existe gente reclamando do patrão, de treinamentos na empresa, dos processos, dos relatórios, dos colegas, do salário e até, sem exagero, dos clientes. Você acredita?

A culpa é sempre de alguém. Ou de algo. Esta é a naturza humana. 

Ao mesmo tempo,  quase nunca encontro pessoas que dizem de si mesmas: “Preciso ser mais produtivo!”; “Quero fazer um curso para aumentar a minha eficiência” ou “Tenho sido egoísta e preciso melhorar”.

Não! A culpa do insucesso é sempre do outro.

Sabe. Um pouco de autocrítica é bom em qualquer situação. Não culpar-se ou condenar-se – jamais! Porém, conhecer os nossos pontos fortes a fim de reforçá-los e os fracos para melhorá-los é um dever profissional. Mais que isso,  deve ser uma exigência da vida. 

Por favor, você que me lê, atente-se para este alerta e me desculpe se eu não for delicado.  Aqui vai: “Não deixe que o seu tempo na empresa lhe faça tão insensível a ponto de esquecer-se do seu tempo sem empresa.” 

Invista em avançar, melhorar, progredir e desenvolver.  O homem é como a terra. Quando não produz bons frutos, produz mato e ervas daninhas. 

Faça a sua escolha e decida como você deseja prosseguir. 

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A REAL CHAVE DO LUCRO

Abraham Shapiro

Quando os economistas falam de produtividade, eles se referem a uma relação entre o que se usa na produção de alguma coisa e o que se obtém ao final do processo. 

Já a produtividade da mão de obra mostra quantas horas de trabalho são demandadas para produzir qualquer bem. 

Então me permita perguntar: 

- Qual é a sua produtividade pessoal? Você sabe definir com as suas palavras?

As possibilidades de resposta são amplas. Uma delas pode abordar quanto você consegue realizar no tempo a que se dedica ao seu trabalho.

Um trabalhador norte-americano produz o mesmo que cinco trabalhadores brasileiros em tempo equivalente. Isto é oficial. Aquele é cinco vezes mais produtivo do que estes, inclusive em situações corriqueiras ou domésticas. 

A questão é: quanto vale o trabalho de um americano? E o de um brasileiro?

Depende. 

Se o produto que ambos produzirem for igual e vendido pelo mesmo preço, o operário brasileiro ganhará um quinto do que o americano vai ganhar. Neste caso, o brasileiro sempre será mais pobre do que o americano. 

Mas se o brasileiro ganhar o mesmo que o americano, o produto que ele produzir custará cinco vezes mais. E aí, o país deixa de ser competitivo porque os custos são altos demais.

Como se vê,  produtividade é o fator que determina tanto as perspectivas reais de ganho de um profissional quanto de um país. E isto me faz pensar que qualquer empresário que se preocupasse realmente com a produtividade de seu pessoal ganharia muito, mas muito mais dinheiro do que gastando sua energia nos pontos em que quase todos investem acreditando ser a coisa certa, porém sem retorno algum. 

Produtividade! Esta é a senha de acesso a um mundo real de lucros e de mercados!  

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