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A GRANDE MENTIRA DOS CURSOS DE LIDERANÇA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude


Hoje cedo, alguém me ofereceu um folder sobre um curso de liderança que um ‘picareta’ qualquer dará na cidade.

Eu tenho vinte anos como consultor e a maior balela que já se criou, o maior engano contra qualquer empresa, foi a introdução do conceito de liderança na ‘cabecinha fraca’ de muitos funcionários e gerentes. Quando os pobres sonhadores ouvem falar na tal da liderança, imaginam algo que nem eles mesmos sabem o que é. Mas correm como formigas em busca de açúcar quando "marreteiros" chegam com com seus cursos caça-níqueis.

Empresa nenhuma precisa de líderes, e sim de gestores eficientes. 

Depois que o gerente acumula resultados a tal ponto que transforme seu ‘grupo de trabalho’ numa equipe cooperativa e que cumpra sua missão, então ele começou a dar os primeiros passos rumo à liderança. Primeiro ele se faz gestor pleno, e depois, o que vem depois, seja ou não liderança.

Ninguém é obrigado a chegar à líder no real sentido da palavra.

Curso de liderança é mentira. É falácia. Indivíduo algum se torna líder indo a um cursinho de fim de semana ou mesmo de um mês. Você conhece quem tenha conseguido? 

Liderança autêntica é resultado  mensurado e superação de fraquezas da personalidade. É vivência intensa, coerência, consistência, eficiência, eficácia e condução de pessoas com talento e maturidade. É um processo profundo e significativo de autoaperfeiçoamento com benefícios, primeiro, à organização, depois às pessoas, e por fim, e não necessariamente, ao próprio líder.

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NINGUÉM VENCE UMA EQUIPE DE VERDADE

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

A palavra concorrência, em negócios, tem muitos significados. Pode ser a disputa declarada ou não de empresas de um mesmo segmento em função de Preço, Praça de atuação, Propaganda ou mesmo Produtos. Eu tenho visto que concorrer nesses 4 P´s é relativamente fácil. Vai sempre depender de uma boa estratégia e de recursos financeiros para investimento. Veja, por exemplo, a guerra entre a Coca-Cola  e a Pepsi, que dura várias décadas.

Mas há um fator de que normalmente muitas empresas se esquecem de considerar. Um  poderoso diferencial competitivo. As pessoas. 

No que concerne a gente atuando na empresa nada se comporta como 2+2=4. 

Pessoas sozinhas são sempre limitadas. Já em grupo, tendem a produzir resultados maiores do que isoladas. Mas se, em vez de grupos, elas se sentirem parte de uma equipe, o produto da sinergia delas com os demais tende ao infinito – tanto na qualtidade quanto na qualidade.

Com uma equipe poderosa não há dinheiro que compita.

Portanto, o  desafio da competitividade encontra-se em fazer um grupo tornar-se uma equipe.

Isso é o que um gerente de verdade saberá fazer como ninguém mais. Por isso ele é digno de ser chamado: gerente.

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MISSÃO: CRIAR ESTRELAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O diretor daquela indústria compareceu à reunião no cliente potencial acompanhado de todo seu staff operacional. O negócio em andamento seria um grande contrato para fornecimento de matéria prima. 

A gerente de compras iniciou a reunião fazendo perguntas sobre possíveis problemas que eventualmente aconteceriam no fornecimento. O diretor tomava a frente e respondia cada uma. 

A certa altura, a mulher teve a ousadia de fazer-lhe um questionamento direto: 

- “Como seria se algo acontecesse ao senhor?”

Esta pergunta sutil seria facilmente respondida se aquele diretor fosse “uma equipe” com seus funcionários. Mas ele  não era. Por isso  ficou calado e perdeu a chance de exaltar as qualidades daqueles profissionais que o acompanhavam. Seu silêncio evidenciou que ele era o centro da operação.

O resultado desse encontro? O negócio não aconteceu. E dias depois a empresa compradora fechou contrato com o concorrente daquele fornecedor.

Chefes centralizadores querem saber de tudo e decidir tudo. Não delegam responsabilidades a ninguém  porque não confiam nos demais ou em si mesmos. Por isso, o que conseguem, no máximo, é um grupo de puxa-sacos. Nunca uma equipe. Conheci um desses que vistava até notas fiscais de papel higiênico da empresa. 

Se você é centralizador, a sua empresa está em apuros. Busque ajuda. 

Os americanos dizem uma frase interessante a esse respeito: “O verdadeiro objetivo de um ótimo gerente é criar estrelas, e não ser uma”.

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FALTA DE ENTENDIMENTO E CONFUSÃO

Abraham Shapiro

Quem nunca esteve ao vivo diante de um canguru, talvez tenha visto num filme ou numa foto. 

Quando o famoso explorador inglês James Cook desembarcou na Austrália, em 1770, ele ficou admirado ao se deparar com esse estranho animal jamais visto em outros lugares. 

Então buscou um nativo da região e lhe perguntou qual era o nome do bicho. O nativo ficou em silêncio. Então James Cook fez mímica.  O nativo olhou-o firmemente e depois de alguns segundos disse: 

- “Canguru”.

O britânico ficou feliz e satisfeito com o que ouviu e proclamou a todos seus subordinados que, em respeito à cultura daquele continente, o nome do animal seria  mantido na língua original de seus habitantes, a saber: Canguru. 

Foi somente anos depois, quando o dialeto dos indígenas foi traduzido para o inglês, que se descobriu que a palavra “canguru” significa: "Não entendo o que você está dizendo!". 

E era exatamente isso que o pobre índio australiano tentava dizer ao capitão britânico.

Moral da história: Bom desempenho e entendimento têm como obstáculo a pressa de interpretar as coisas. Nem mesmo a boa sorte tem o poder de consertar aquilo que se avalia sem compreensão.

Na falta entendimento, o dito fica por “não dito” e o resultado quase sempre é horroroso. É o pior dos mundos dentro da realidade já conturbada em que vivemos!

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A FORÇA DAS ÁGUAS E A SUA CARREIRA PROFISSIONAL

Abraham Shapiro

Água represada tem poder mais que suficiente para romper, derrubar e carregar o que estiver em seu caminho. Tsunamis e enchentes são a prova disso. No entanto, uma das sabedorias mais coerentes sobre a água o que diz? “Todos os rios fluem para o mar”.  

Parece haver uma contradição aí. Embora tenha poder medonho, a água não põe sua força à prova. Você nunca viu um rio subir montanhas por aí. Fluir em direção ao mar é o caminho das águas. É sua natureza.

Qual relação isso tem com a gestão de carreira profissional? 

A natureza lhe deu talentos. Ela fez isso com cada um de nós. Eu quero crer que você esteja explorando os seus através de estudos, leitura, reciclagem e se autodesenvolvendo, porque só assim você poderá contribuir com o mundo à sua volta e capitalizar o seu trabalho, transformando-o em sustento. De fato, esta é a sua riqueza, o seu poder pessoal.

Todos nós usamos os nossos talentos individuais para conseguir autorrealização.  Assim, é certo que dediquemos nosso esforço para superar obstáculos no dia a dia. Esforço, sim. Orgulho, não. 

Com a soberba, com a arrogância e a vaidade, qualquer satisfação que se obtérm jamais poderá chamar-se “realização”. Ela é a contradição da conquista verdadeira do sucesso. 

Aplicar o seu talento de modo útil, com um propósito de superar desafios e conquistar metas, isto sim é desempenhar um papel tal como as águas “fluem em direção ao mar”. 

Pisar sobre outros, trair e, por opções como estas, alcançar um status – seja qual for –, não é digno.  Lembre-se disso. 

Sem água não há vida. Assim também uma carreira de sucesso só se constrói com dignidade, e consciência de que o lugar em que se está e as pessoas que aí vivem precisam de você. Torne-se,  assim, indispensável e insubstituível pelo valor e pelo bem que você desempenha em tudo o que faz. 

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CURSO, TOLICE OU PERDA DE TEMPO?

Abraham Shapiro

Você está mesmo interessado em tornar-se um líder na sua empresa? Sonha com isso? Já leu a respeito? pensa que isso fará de você um profissional melhor?

Que bom. É verdade.

Mas pergunte à sua mãe o que ela lhe deu como alimento antes que você comesse carne. Quer a resposta? Primeiro leite.... e depois papinha. Se ela tivesse invertido essa ordem, você estaria morto antes mesmo de dizer “gugu dadá”.

A liderança é assim. 

Liderança é consequência. É efeito. É resultado de um processo. A causa? É a gestão, é a gerência, é o autogerenciamento, é a organização pessoal e a fabulosa experiência de viver a transformação de um grupo em equipe. 

Um líder hoje, foi um gestor excelente ontem. Ele atingiu resultados, alvos. Ele aprendeu a fazer. Ele entendeu muito bem o negócio em que atua e também como as pessoas funcionam na busca das metas de sobrevivência ou desafiadoras.

Hoje em dia, vê-se por todo lado as tais palestras e cursos relâmpagos de liderança. 

Vira e mexe aparecem uns aventureiros aí anunciando a mágica de formar líderes a troco de um bom dinheiro. Outdoors, propaganda, mala-direta e tudo mais. E os empresários e funcionários mal informados – muitos deles tontos ou crentes em mágica – creem que indo a um cursinho de dois ou três dias, verão todos seus problemas resolvidos. 

Você conhece alguém que tenha se tornado líder apenas participando de cursos? Se sim, consiga um pouco de seu sangue, porque ele contém um DNA especialíssimo.

Liderar é bater metas junto de uma equipe, com consistência e fazendo a coisa certa.  É aprendizado sem fim e contínuo. Um líder autêntico está em desenvolvimento até a morte.

O melhor curso de liderança está aí onde você trabalha, onde você vive, nos seus relacionamentos, nos livros que você comprou e nunca leu... ou nos que você nunca adquiriu, mas devia.

Palestrante nenhum, venha de onde vier, tem o poder de fazer de você um líder. Só você mesmo.

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EPIDEMIA EMPRESARIAL

Abraham Shapiro

As empresas vivem um sério problema epidêmico hoje em dia. 

Nas minhas consultorias tenho observado um mal que se alastra há anos, e as pessoas não percebem ser ele a raiz que as impede de se desenvolver como profissionais e, consequentemente, não entregar o que suas empresas esperam de seu trabalho. 

Eu encontro cem mil colaboradores iludidos e desejosos de se tornarem líderes, e quase nenhum gerente apto a apresentar um Plano de Ação que solucione problemas pela causa – seja para si mesmo , junto de sua equipe ou para sua área. 

Aqueles “aspirantes a líderes de coisa nenhuma” sequer sabem efetuar uma análise básica das situações mais corriqueiras, e o que os vemos fazer é atirar em todas as direções ou apenas “apagar incêndios” a toda hora.  Assim,  eles são senhores incompetentes para alcançar o que qualquer organização busca,  em duas palvras: resultado financeiro! Aliás, esta é a razão de tê-los contratado.

Este é o diagnóstico de 99% das empresas atuais e o porquê das dificuldades  que  raramente são solucionadas mesmo nos casos de atuarem em excelentes segmentos de negócios com mercado consumidor farto à sua volta. 

O que todo colaborador deve almejar para sua carreira não é liderança, mas capacitação em gerenciamento que se traduz em: conhecimento do método para alcançar as metas de seu trabalho e os de sua área ou equipe. 

Aqui fica a minha advertência. O problema das empresas – o problema da sua empresa, hoje –, não será resolvido por líderes sonhadores em ser heróis na vida dos subordinados ou protegendo-os contra o que chamam de “metas ousadas demais”, mas por gerentes – bons e eficientes gerentes de área e excelentes gerentes de si mesmos. Isso é o que supera impasses internos e deficiências de atuação no mercado.

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O MODELO BÍBLICO DE LIDERANÇA

Abraham Shapiro

A Bíblia exerce influência real sobre o pensamento de toda a humanidade, mesmo sobre  quem não a adota como livro sagrado. O meu mestre costuma dizer que “tudo está na Bíblia”, e faz questão de demonstrar sua convicção nas situações menos prováveis, como: tecnologia, descobertas, eventos históricos etc. 

Se você nunca leu, vale tentar. E quando o fizer, talvez se depare com uma pergunta que eu mesmo fiz. “Por que tantos líderes hebreus foram pastores antes de exercer a liderança?”

David, o segundo rei de Israel, fala em seus Salmos sobre como cuidava de seu rebanho. Ele menciona compaixão e salvação.  Ele se preocupava com o bem-estar de cada ovelha.  Isto o fez apto a conduzir sua nação.

Moises cuidava do rebanho do sogro quando uma cabra fugiu – conta a tradição oral Judaica, chamada Guemará. Ele seguiu-a e a encontrou bebendo água numa fonte. Ao aproximar-se, disse a ela: “Tua sede te fez fugir? Estás cansada? Sacia-te e eu te carregarei de volta. E desde já cuidarei para que isso não ocorra mais”.

Dois pastores, dois exemplos, duas virtudes ímpares em liderança aprendidas junto a seus rebanhos. Penso que tudo se resuma a “sensibilidade”. Eles conheciam as necessidades de cada um dos animais no todo e em particular.

Encontrei numa obra de filosofia milenar as seguintes palavras: “Os atos do líder são os atos da nação. Se o líder é justo, a nação o será. Se o líder é injusto, a nação também é injusta e pagará pelas fraquezas do líder”. ‘Nação’ aqui se aplica também a empresas. O comportamento do grupo é autorizado pelas práticas de quem está no topo. 

Temos visto funcionários de muitas empresas pagando pelas fraquezas de seus chefes. Ficam sem seu trabalho, perdem as economias de toda a vida, enfrentam dores emocionais, morais, e físicas.  Há vários casos nos quais os clientes também pagam.  

Líderes verdadeiros são raros. Tão raros quantos pedras preciosas. E por que não dizer “raros como sábios e bons pastores de ovelhas”? 

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CHEGA DE FALAR EM LIDERANÇA! VAMOS TRABALHAR!

Abraham Shapiro

Julian Birkinshaw, é professor da London Business School.  Recentemente, ele publicou um artigo em que levanta uma questão importante. Após longos estudos estatísticos sobre a felicidade, ele levantou dados que o fizeram concluir que a maioria dos funcionários está infeliz com seus superiores nas empresas. Uma das perguntas era: “Quando você se sente feliz, com quem você está interagindo?”.  No topo da lista aparecem amigos e familiares. O chefe quase sempre vem por último. Ele conclui que, em geral,  as pessoas preferem ficar sozinhas a interagir com seu chefe.

Em 2.005, foi ao ar uma série de tevê chamada The Office. Ela foi sucesso na Europa e Estados Unidos.  Seus episódios retratam o cotidiano dos funcionários de um escritório em que  Michael Scott é o chefe.  Trata-se de um personagem mentecapto e egocêntrico, que não tem a menor consciência de si, e seus subordinados são muito mais espertos do que ele.

Quando figuras como esta são as que vêm à mente para traduzir o gerente e as pessoas vibram com isso, sinto que o problema dominante na vida corporativa de hoje é bastante delicado.

Eu, particularmente, nunca vi com bons olhos essa tendência de se substituir a palavra gerente ou gestor por líder. Parece mais um modismo do que uma necessidade. O que as empresas precisam mesmo é de gestores que saibam o que têm de fazer e que sejam capazes de decidir como fazer para alcançar resultados juntos de sua equipe. Talvez eles devam ser medíocres competentes para realizarem um trabalho competente com as pessoas de seu time. 

Isto é mais simples e mais factível do que “líder”. 

E como disse o saudoso Peter Drucker: “Entristece-me constatar que, encerrado o século 20, com líderes como Hitler, Stálin e Mao, as pessoas ainda estejam em busca de quem as comande, apesar de todo esse mau exemplo. Acho que tivemos carisma demais nos últimos 100 anos”.

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CONSCIÊNCIA E PROPÓSITO

Abraham Shapiro

Eu convivo com pessoas que, não poucas vezes, se envolvem a tal ponto em projetos em suas  empresas que, depois de algum tempo,  nem se lembram mais porque começaram e os objetivos a serem buscados.

Quase todo mundo tem metas a cumprir e uma lista de atividades que precisa realizar. Algumas dessas metas e tarefas podem parecer inatingíveis por várias razões:  talvez faltem recursos, talvez exijam demais esforço, ou falte tempo hábil.

Mas existe uma categoria de metas que não atingimos porque não temos visão focalizada. Exatamente. Elas são como uma foto desfocada.

Eu já me empolguei com ideias que, passado um tempo, nem sabia por qual motivo trabalhei nelas.  É horrível, mas acontece.

Você sabia que uma ótima foto depende mais do ângulo de captação do que da beleza da paisagem? O ângulo é que registra o impacto real da paisagem ou da cena. Mas para conseguir isso, os grandes fotógrafos fazem algo que pode parecer estranho. Eles param, olham bem e pensam no objetivo porque querem captar aquela imagem. Só depois é que se arriscam a clicar.  

Quando focalizamos as nossas visões, nós nos damos um direcionamento, um propósito.

Compreender o motivo da nossa meta para depois traçar um mapa de como atingi-la é fantasticamente superior a simplesmente sair fazendo – por mais boa vontade e motivação que se tenha. Aí está o mais genuíno “pulo do gato” para o sucesso na vida e no trabalho!

E então? Isso toca a sua sensibilidade? Vai querer? 

Então pratique!

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O TENENTE E O RECRUTA - VISÕES DE LIDERANÇA

Abraham Shapiro

História que li numa revista norte-americana. 

O tenente queria usar o telefone público, mas não tinha uma moeda de 25 centavos. Perguntou, então, a um recruta que esfregava o piso:

- Soldado, você pode trocar uma nota de um dólar por moedas?

- Com certeza, amizade – repondeu o recruta.

Encarando-o com reprovação, o tenente lhe diz:

- Isso são modos de se dirigir a um oficial? Vamos tentar de novo. Recruta, você pode trocar uma nota de um dólar por moedas?

E erguendo-se para a posição de sentido, o rapaz responde:

- Não, senhor!!!   

A psicologia mostra que a baixa autoestima leva as pessoas a buscarem autoafirmação pela exaltação de seu ego e pela humilhação dos que estão a sua volta.

Aquele executivo que extrai prazer pessoal em cancelar compromissos trinta minutos antes do horário combinado é um patético exemplo disso e também do que não se deve fazer em qualquer nível de relacionamento. 

Outro exemplo emblemático desta fraqueza de personalidade é o que se passa na anedota do tenente e o recruta. Até que o oficial não tivesse invocado sua autoridade e submetido o soldado à condição de inferior hierárquico, ele gozava o benefício da troca da nota por moedas. No entanto, o final surpreendente  mostra que o recruta revê sua decisão e nega ao superior o que antes lhe era fácil realizar. Tudo ocorre em resposta à arrogância do chefe confirmando a Terceira Lei de Isaac Newton, conhecida como “Lei da Ação e Reação”.

O orgulho e o excesso de rigor mudam o rumo das coisas para pior. Sempre.

A regra é simples. Faça as pessoas se sentirem importantes ao seu lado e em retorno elas o farão mais importante do que você jamais imaginou ser. O contrário é igualmente válido!

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