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NADA DE TEIMOSIA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Perseverante, por definição, é a pessoa que procura manter-se constante e firme sem mudar ou variar a intenção. Teimoso é o indivíduo que insiste a ponto de tornar-se birrento.

São diferentes. E a linha que separa um de outro é muito fina.

A pergunta útil é: “Quando deixamos de ser perseverantes e passamos a ser teimosos?”

Vai depender do resultado. O senso comum associa a perseverança a um propósito positivo e a teimosia ao negativo. Mas também pode-se dizer que repetir erros ou agir insistentemente com estupidez é teimosia.  Buscar benefícios mediante um planejamento racional é perseverar.

Uma história ilustra esta sabedoria.

Dois homens sentados em um morro, olhavam o pôr do sol no horizonte quando veem um animal a certa distância. Sem saberem exatamente que bicho era, um deles diz:

- “Veja só que urubu imponente!”

O outro, contrapondo-se, diz:

- "Isto não é um urubu. É um grande coelho".

Após longa discussão em que cada um defendia seu ponto de vista, os dois tiveram uma ideia para acabar com a discórdia: dar um tiro para o alto. Se o animal voasse, seria um urubu, se corresse, seria um coelho.

O primeiro toma iniciativa, dá o tiro e o bicho saiu voando. Sentindo-se vitorioso, volta-se para o amigo e pergunta:

- “Viu como eu tinha razão?”

E o outro, com olhar de surpresa, responde:

- “Que coisa incrível. É a primeira vez que vejo um coelho voar!”

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COMO EVITAR INTERRUPÇÕES DURANTE UMA REUNIÃO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Depois de uma longa espera para agendar uma reunião com o gerente tomador de decisões da sua área numa empresa, finalmente você teve a chance de apresentar a  sua proposta cara a cara.

Você se preparou muito bem. Assim que começa a sua apresentação, o telefone toca e ele se afasta completamente da conversa para atender.

Quem nunca passou por isso?

É desconcertante, concordo, especialmente quando a coisa se repete várias vezes ao  longo do encontro e perturba ou tira  o foco.

Como agir para resolver isso?

Bem. Este gerente é aparentemente um homem muito ocupado e você deve considerar que além de você há outras pessoas ansiosas para falar com ele durante o expediente.

Se realmente as chamadas atrapalham, você deve fazer um pedido educado no início do encontro a que ele instrua sua secretária a reter todas as chamadas por um curto espaço de tempo ou que desligue o aparelho. Repito: educadamente.

Isto não só eliminará as potenciais interrupções como também vai deixá-lo  impressionado com a seriedade da reunião com você.

Em acréscimo, vai mais umda dica comportamental importante. A nossa experiência mostra que uma pessoa que se recusa a atender um pedido simples e gentil como este não está particularmente interessada no que você tem a dizer.  Neste caso, por que desperdiçar o seu tempo? Agradeça e siga o seu caminho. 

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COMO CURAR DEFINITIVAMENTE O ESTRESSE DO TRABALHO

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Pessoas que trabalham sob pressão buscam tirar para si um tempo para relaxar e distanciar-se de tudo, já que acreditam ser este o procedimento padrão para aliviar os efeitos da tensão.

Uma pesquisa publicada no Wall Street Journal menciona clara e objetivamente que um ciclo de forte tensão seguido por uma relaxação absoluta não faz mais que prejudicar a saúde física e mental de quem sofre estresse crônico.

Relaxar, em si, não cura a tensão. A única receita que ajuda a resolver realmente o estresse do trabalho é tornar-se eficaz frente às situações que podem produzir tensão, e executá-las com total domínio. Em português simples e fácil: “treinar”, “superar as deficiências”, “desenvolver expertise”.

Além de tudo, melhorar o desempenho se traduz em qualidade de vida.

Esta é mais uma das grandes confusões no  pensamento das pessoas causada pela distância dos conceitos importantes. Isso ocorre em muitas áreas da vida.

Pensemos, por exemplo, na liberdade. O que é a liberdade? O senso comum diz: “é estar livre de preocupações, isento de dar atenção e das cargas normais do dia a dia”.  No entanto, liberdade, de fato, significa ter a capacidade de usar o livre-arbítrio para se desenvolver e ser melhor continuamente.

A confusão de conceitos sobre a liberdade – é só um exemplo – faz que exista uma multidão de pessoas escravizadas pelo interesse único de satisfazer a opinião da sociedade,  enquanto outras sabem viver sua liberdade de modo pleno, mesmo trabalhando em ritmo alucinante.

Voltando ao tema “estresse”, trabalhar não faz mal a ninguém.  Não ser eficiente, sim, faz muito mal.

O poder fantástico da vida em conformidade ao propósito de estarmos aqui e agora não se encontra em “o que fazemos”, mas em “como fazemos” e, depois, em produzir valor pelo bom desempenho. 

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"NÃO HÁ VAGAS"

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Um homem passou todo o dia na estrada dirigindo seu carro. Já era noite e ele havia feito tudo o que podia para não dormir ao volante, quando vê um neon brilhando a certa distância. Ele olha melhor. Trata-se de um hotel. 
- “Graças a Deus. Durmo aqui uma noite e prossigo amanhã!”, ele pensou. 
Chega mais perto e lê no letreiro a frase: “Não há vagas”. 
Mesmo assim, vai à recepção e diz que precisa de um quarto. 
A moça o trata com cortesia e diz: 
- “Não temos vagas, senhor.”
E ele: 
- “Sim, eu li o letreiro. Mas se o presidente da república estiver no carro comigo a senhora não vai nos hospedar?”
A moça responde:
- O presidente? Uau! Isso é um grande problema para nós num dia como hoje. Mas temos de dar um jeito. Penso em acordar um hóspede, juntá-lo num quarto com outro e fazer qualquer coisa para acomodar o presidente e o senhor.
Aí ele responde:
- Tenho boas notícias para a senhora. Hoje é o seu dia de sorte. O presidente não está comigo. Então, por favor, arrume um quarto para mim porque eu preciso descansar.
Pessoas que têm boa e equilibrada visão de si próprias não são orgulhosas e nem arrogantes. Mas elas não desistem de suas lutas por falta de cooperação. Elas persistem e conquistam o que é possível, pois acreditam em si e batalham por seus ideais.

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A LEI DO SILÊNCIO QUASE NUNCA RESOLVE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

O gerente de uma empresa me questionou, dia desses, sobre um colega de seu lado que o incomoda por ter um jeito expansivo de se relacionar com as pessoas que chegam a sua mesa. Ele perguntou se em vez de declarar seu incômodo não seria melhor parar de conversar com o tal colega até que ele “se tocasse” e mudasse seu comportamento.
Definitivamente não. 
Embora o desejo de evitar brigas seja nobre, o "tratamento silencioso" nunca foi e jamais será uma forma louvável ou eficaz de lidar com alguém que nos incomoda.
Quando uma pessoa faz algo contra outra, a vítima não deve se ressentir e usar meios que podem aumentar o ódio. Ficar em silêncio só criará ressentimentos e, sim, poderá virar ódio. Caminho improdutivo. Pelo contrário, ele deve chamar o fulano e abrir um diálogo, dizendo o que o incomoda. Isso é ter clareza. 
É claro que o tom deve ser respeitoso e calmo a fim de não incendiar a situação. O propósito é dar ao colega a oportunidade de se explicar. Ele pode estar completamente inconsciente de que  suas atitudes perturbam.  E se por acaso ele estiver agindo por desconsideração consciente, a sua repreensão poderá fazê-lo pedir desculpas por seu comportamento.
Isto vale tanto para o trabalho quanto para a relação entre vizinhos,  cônjuges, pais e filhos, sócios etc. Muitas relações tensas poderão ser evitadas desde que a parte lesada tenha coragem para enfrentar pelo bem em vez de deixar o silêncio provocar raiva e mais desacertos.

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DIREITO À PRIVACIDADE

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

O leitor Renato Oppenheim  enviou-me um email em que dizia: “Eu tenho uma agenda muito ocupada durante o dia e espero ter a noite tranquila em casa, quando posso ler um pouco e usufruir da minha família. Mas sempre chegam chamadas telefônicas comerciais ou sociais que não tenho interesse em responder. É certo pedir a um membro da família que atenda dizendo que não estou em casa?”
E aqui vai a minha resposta.
Caro Renato. A título de curiosidade apenas, certa vez ouvi a palestra de um mestre na Lei de Moisés sobre um mandamento Bíblico que diz: "Distancie-se da mentira".  Este comando, dizia ele, alerta contra faltar ao cumprimento do dever por interesse ou má-fé de qualquer modo, independentemente de quão justificável seja.
Portanto, o melhor é não mentir. E se você instruir o seu filho a dizer uma mentira por você,  estará cometendo o segundo erro: treinando um mentiroso.  Amanhã ele poderá ser um especialista nisso.
Pois bem. Vamos então ao que você pode fazer.
Uma atitude correta é desligar o celular durante o seu descanso. Caso não possa, solicite a alguém que o atenda e informe ao chamador que você não está disponível. Isto é verdade, não? Peça que a pessoa ligue de volta numa determinada hora do dia seguinte.
Cuidado com os maus hábitos cuja prática frequente os faz parecerem normais. São maus e, por isso, propagam o mal. Melhor e certo é enfrentar a realidade em favor de agir pelo bem, fortalecê-lo e multiplicá-lo. Esta é a atitude que resolve o seu problema e faz um mundo melhor.

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PROCURA-SE MARIDO RICO

Deu no Financial Times. Uma moça escreveu um email para o jornal pedindo dicas sobre “como arrumar um marido rico”. Contudo, mais inacreditável que o “pedido” da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada. Sensacional!

SEGUE O E-MAIL DA MOÇA:
“Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West. Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela?" 
Assinado: Raphaella S

RESPOSTA DO EDITOR DO JORNAL:
“Li a sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa… Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas : Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Mas tem um problema. Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta! Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco. Isto é, hoje você está em ‘alta’, na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como ‘trading position’ (posição para comercializar) e não como ‘buy and hold’ (compre e retenha), que é para o quê você se oferece… Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um ‘buy and hold’) com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.
Cogitar… mas, já cogitando, e para certificar-me do quão articulada, com classe e maravilhosamente linda’ seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa ‘máquina’, quero tão somente o que é de praxe: fazer um ‘test drive’ antes de fechar o negócio… podemos marcar?”
Assinado: Philip Stephens, Associate Editor of The Financial Times

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RESPEITO E FONE CELULAR

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

A falta de discrição ligada ao uso abusivo do fone celular é crescente na sociedade. Uma história verídica ilustra isso.
O funeral terminou e os amigos e parentes que participaram da cerimônia estavam prestes a partir. Então, de dentro do túmulo recém-fechado, ouviu-se o som de um telefone tocando. Depois de um breve momento de choque, ao pensar que o Dia da Ressurreição havia chegado, um dos membros da família mete a mão no bolso e percebe que havia deixado seu aparelho cair no túmulo.
Situações como esta levam cada vez mais templos religiosos, locais de reuniões e encontros públicos a alertar os que adentram suas instalações a desligarem seus celulares.
Mesmo em lugares públicos, sem restrição ao uso de fones, como ônibus, trens e outros, as pessoas precisam de alguma privacidade para suas conversas. Falar ao telefone em voz alta perturba quem nada tem a ver. 
A questão central é: o que está acontecendo com o respeito? 
Será preciso que todos saibam o que cada um faz da vida? 
Eu penso que não. Mas há um mundo de gente que não está nem aí com isso. E para eles, o celular é apenas mais uma maneira de se mostrarem aos demais. 

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TER INICIATIVA PRÁTICA

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Enquanto pintava, percebeu que a tinta aplicada vazava por um buraco no casco. Aproveitou e  decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu pagamento e se foi.
No dia seguinte, o dono do barco  o procurou e o presenteou  com um cheque de grande valor. O pintor ficou surpreso:
- “O senhor já me pagou pela pintura do barco" - disse ele ao senhor.
- “Isto não é pela pintura, mas por você ter consertado o vazamento”, – indagou o dono do barco
E o pintor:
- “Foi um serviço tão pequeno que eu não podia cobrar. O senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!”
E então, o proprietário explicou:
- “Você não entendeu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Assim que o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria enquanto eu não estava em casa. Quando voltei,  notei que haviam saído com o barco. Fiquei desesperado lembrando que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Fui examinar e constatei que você havia feito o conserto! Percebe agora o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro bastante para pagá-lo pela sua "pequena" boa ação.”
Essa história é um incentivo imenso para mim. 
Você tem iniciativa? Pois saiba que tomar uma iniciativa positiva frente a uma necessidade tem o poder de fazer muito mais do que imaginamos. Então vamos agir!

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FAÇA DE CONTA QUE NÃO OUVIU ANTES

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Todo mundo quer ter o prazer de ser o primeiro a dar uma notícia ou contar uma história interessante aos amigos.  E se você já tiver conhecimento anterior, o que faz? 

Desde que não seja uma fofoca ou calúnia – coisas que você deveria se proibir de dar ouvidos –, sacrifique alguns minutos a fim de fazer esta pessoa se sentir bem. Isto é muito importante para o relacionamento interpessoal. 

Comediantes profissionais do passado costumavam apresentar suas piadas seguindo a linha "pode me interromper se você já conhece esta". Mas é raro que um amigo seu lhe dê esta saída. Então, é cabível que você reflita sobre uma sabedoria que diz: “um sorriso é mais apreciado  do que água fresca num dia de verão”. Este princípio nos instrui sobre o valor de fazer os outros se sentirem bem, coisa que você irá conseguir fazendo o seu amigo acreditar que você nunca ouviu a notícia ou a história antes. A sua carreira profissional e os seus negócios dependem de você proporcionar relacionamento de bom nível às pessoas. 

E lembre-se de não fazer aos outros o que você não quer que seja feito com você. Pense, portanto, em como você se sentiria se alguém o interrompesse dizendo: "Pode parar porque estou careca de ter saber disso".

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ESQUECEU-SE DO NOME DO AMIGO QUE NÃO VIA HÁ TEMPOS?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O ouvinte Flávio Destro encaminhou-me um email com uma pergunta. Ouça:

“Alguém a quem não via há anos me encontrou outro dia e me saudou com um grande sorriso e um caloroso aperto de mão. Era um amigo perdido. Embora ele se lembrasse de mim, eu não conseguia lembrar seu nome e tinha receio de perguntar para não envergonhá-lo. Qual é a coisa certa a fazer nessa hora?”

Flávio. Quase todos nós já nos vimos nessa situação. Existem  “n” maneiras de resolvê-la, até porque seria perfeitamente possível manter uma conversa sem revelar que você não se lembra do nome deste amigo.

Talvez a melhor opção seja a franqueza.  Confesse que o tempo fez você esquecer quem ele é, apesar de lhe parecer familiar. É claro que isso normalmente desperta uma reação de orgulho pelo fato de que ele se lembrou, e você não. Mas saiba que as pessoas geralmente não esperam que você se lembre delas antes de se identificarem, até porque o tempo muda a aparência e enfraquece a memória. 

Uma vez que ele lhe diga seu nome, a sua lembrança trará fatos à sua mente e você poderá fazer perguntas que provem a sua reconexão com ele e com qualquer pessoa a quem não via há anos.

Vá em frente e desculpe-se por esquecer o nome do seu amigo. Mas mantenha o clima de alegria e aproveite o reencontro.

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A ARROGÂNCIA E SEUS EFEITOS

ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

- O gerente prejudicou o diretor.

- O vendedor recusou-se a fechar um pedido para que a meta do mês não seja atingida.

- O engenheiro concorreu com o encarregado da producão.

- O estagiário introduziu um vírus na rede de computadores para travar o Sistema de Gerenciamento.

- A recepcionista maltratou um visitante ou cliente ao telefone, após ter sido repreendida por seu chefe.

Descontada a falta de treinamento, pode apostar: a razão da maior parte destes desvios de comportamento deve-se à arrogância.

Veja como o Dicionário Houaiss define arrogância: “qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros. É orgulho ostensivo. Arrogância é altivez”.

A arrogância é uma importante causa de problemas e conflitos em empresas, famílias e outros meios. Não tenho  tempo aqui de indicar tratamento para este mal, mas posso lhe alertar, querido leitor, para que o evite, sim.

Cuide-se! Trabalhe sobre si e esforce-se para não se achar superior aos seus próprios olhos, em situação nenhuma. E saiba que, quando surge a arrogância, o que se segue a ela e´ uma crise, uma queda desastrosa ou mesmo a falência.

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FESTA EM FAMÍLIA: TRAGÉDIA POTENCIAL

ABRAHAM SHAPIRO, de Jerusalém, capital de Israel,  para o Blog Profissão Atitude
 

Tenho curiosidade de saber como é que as pessoas comemoram suas festas, especialmente as de cunho religioso. Escolhi o Natal deste ano como propício para isso. Perguntei a uma pessoa religiosa como é que ela celebra o nascimento do fundador de sua religião. Ela foi sincera e bem humorada em sua resposta:

- “Na véspera eu vou à igreja. Depois retorno para casa para a reunião da família. À meia-noite rezamos, comemos e bebemos. Em seguida, começamos a quebrar o pau. (Ela riu ao dizer isto). Sabe o que é? Esta é a ocasião do ano em que todos se encontram. A inveja e as diferenças sociais incitam os palpites na vida alheia. E isso é como fogo no capim seco. Lá pelas 4 da manhã todos já estão com raiva de alguém, um quer matar os outros. Por causa disso, no Ano Novo todos querem distância. Ninguém aguenta ver a cara dos parentes. No ano seguinte,  o espírito natalino, as propagandas da tv e a decoração  verde e vermelha nos fazem crer que será diferente. Todos esquecem de tudo o que passou e se reúnem de novo. Mas a verdade é que espírito nenhum faz alguma coisa. Nós é que temos de fazer”.

Não entendo de natal. Mas esta narrativa traz elementos importantes para o desenvolvimento profissional. Por isso, aproveito para listar abaixo algumas competências úteis para se evitar conflitos e atitudes negativas na vida, no trabalho e nos relacionamentos.

1. Seja assertivo. A assertividade é a habilidade social de fazer afirmação dos próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto. Ser assertivo é não violar o direito das outras pessoas. Esta postura é uma virtude, pois mantém o indivíduo no justo meio-termo entre dois extremos inadequados: um por excesso – agressão –, outro por falta – submissão. O assertivo diz "sim" e "não" quando é preciso.

2. Respeite a privacidade alheia. Por que mantemos o péssimo hábito de achar que as pessoas de quem gostamos têm de nos revelar todos seus pensamentos e segredos? Se elas não os revelam, nós nos sentimos insultados e feridos. Todo mundo tem direito e necessidade de ter uma cortina a qual não quer que os outros adentrem. Entrar nessa área sem permissão é o que se chama “invasão de privacidade”.

3. Faça as suas próprias opções e deixe que os demais façam as deles. Se uma pessoa escolheu ficar em vez de viajar, ótimo. Não cabe a você questionar.  Se ela escolheu permanecer solteira, não será afrontando-a e insinuando indiretas que ela mudará de ideia. Assuntos pessoais devem ser tratados em particular. Jamais publicamente. Cuide da sua vida!

4. Largue mão da competição, definitivamente. Não há nada pior na vida do que o desejo de ser mais que outros. É mau. O sucesso alheio nunca nos deve afligir. Desejar que os outros sejam ou obtenham menos que você, alegrar-se com seus erro ou quedas e apontar suas falhas são atitudes com o poder de atrair o pior dos males deste mundo: a doença da alma.

Aproveite o ano novo. Anexe em si um novo modo de se comportar. Fará bem a você, aos seus parentes, amigos, colegas e certamente alimentará o respeito por si próprio e a sua autoconfiança. Você vai precisar!

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GASTE OU POUPE DINHEIRO... MAS RACIONALMENTE!

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

“A cada pequena decisão que tomamos, como comprar um café na padaria, deveríamos pensar no que estamos abrindo mão no futuro com aquela compra." 

"Queremos café todo dia ou juntar dinheiro para comprar um carro?"

Parece simples, mas o nosso cérebro não foi feito para esse tipo de decisão, que na verdade é complexa. Quem explica isso é um dos maiores especialistas em Psicologia Econômica da atualidade, o israelense Dan Ariely. Ele diz que as decisões sobre dinheiro são irracionais.

Veja outras considerações de Ariely:

“O cartão de crédito no Brasil, diz Ariely, tem uma taxa de juro inimaginável. Caso seus usuários atrasem o pagamento, são obrigados a pagar muito mais caro por tudo que compraram, o que acaba acontecendo com muitas pessoas. Do ponto de vista econômico, aceitar este juro é irracional. Mas existem fatores no pensamento humano que não ponderam isso.

As férias ocorrem uma vez por ano e conseguimos ponderar a maior parte dos fatores envolvidos. O problema está nas decisões que acontecem com frequência, como as pequenas compras diárias e a escolha do que vamos comer. Não conseguimos calcular se vai faltar dinheiro para comprar um carro ou se determinada refeição vai influenciar na nossa dieta. Por isso há tantas pessoas endividadas.”

A tese de Ariely nos convida a pensar mais e melhor quando chega o fim do ano. Compre. Festeje. Mas pondere. Otimize os seus recursos. E esforce-se para que, depois do outubro rosa e do novembro azul, você não tenha um janeiro vermelho... criado pelo imenso e proibitivo rombo nas suas finanças durante o mês de dezembro.

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POUCO HOJE.... MAIS AMANHÃ

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Crianças são colocadas separadas em várias salas. Um pesquisador dá um doce a cada uma e diz: "Você pode comê-lo agora, se quiser. Mas se esperar um pouco, eu sairei por um momento e quando voltar, eu lhe darei outro doce, e você terá os dois pra você".

Algumas comem a primeira porção imediatamente. Outras esperam um pouco, e cedem à tentação. Há aquelas que fecham os olhos, cantam, brincam com o doce e até cochilam, mas resistem. 

O pesquisador retorna e dá a estas últimas o segundo doce que conquistaram.

Depois de anos de acompanhamento, o estudo comprova que as crianças que ganharam a segunda guloseima cresceram mais arrojadas e confiantes.

Poupar dinheiro para pagar à vista uma compra é um hábito comum na Alemanha. As únicas dívidas que muitos alemães têm são sua casa e carro. Eles preferem poupar e aguardar até conseguirem o que querem. Quando conseguem, recomeçam a poupar para o seu próximo item, ou para uma viagem de férias. Não têm interesse numa gratificação instantânea. 

Já nos Estados Unidos e Brasil, por exemplo, é comum o abuso do crédito para tudo. Pena que histórias tristes de endividamentos vêm em igual proporção.

Ter paciência para adiar uma gratificação atual em favor de um benefício maior no futuro é atrituto importante de quem tem sucesso. 

Como se consege poupar? É como levar a sério uma dieta alimentar: esforço e persistência. 

Sofra um pouco e não gaste. Poupando agora, a sua condição de investimento será, amanhã, melhor e maior do que hoje. 

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NÃO COMPITA COM GENTE BAIXA

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Minha amiga Carla chegou ao consultório médico, dirigiu-se ao balcão e identificou-se. A secretária não estava num bom dia e disponsou-lhe  um tratamento grosseiro e nada cortês.

Carla tem a personalidade expressiva. Ela não se conteve e respondeu num tom que julgou estar à altura do que a moça do atendimento merecia. 

A secretária engrossou ainda mais, e o resto da história você pode imaginar não ter sido nada agradável.

Todo comportamento agudo pode se transformar em conflito tão facilmente quanto incendiar capim seco.  Esse aumento progressivo da intensidade de um conflito ou uma crise se chama “comportamento de escalada” 

Eu preciso dar-lhe  uma dica prática sobre isso. Por experiência própria, quando você for  tratado com grosseria, contenha-se. Engula seco, pense por alguns segundos antes de se pronunciar, baixe o tom de voz e esqueça os seus direitos, porque nessa hora de nada adianta buscar defesa. Respire fundo  e mantenha o seu interesse à vista. Exponha a sua necessidade pessoal,  porque é melhor contar com a pouca vontade que a outra pessoa ainda tenha para fazer sua obrigação, do que criar um clima de desvantagens que se converterá em prejuízo para você.

Não compita com gente baixa. As perdas serão todas e exclusivamente suas. E você vai se arrepender muito depois.

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A FALSIDADE DAS PESSOAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Quanto vale uma joia falsa? E uma obra de arte falsa? Um homem falso quanto vale? Ou melhor: "o que" ele vale?

Um ser humano falso é alguém que expressa crítica, ponto de vista, opinião ou comentário intrigante sobre certa pessoa a outros, e oculta o que tenha dito de quem ele fala.

É o patrão que pontua defeitos do funcionário aos colegas dele.

É o marido que divulga as falhas da esposa na roda de amigos, e acha-se leal.

É o pai que fala mal do filho a seus irmãos.

É, enfim, o sujeito que faz fofoca ou mexerico.  

No coração e na mente de um ser humano desse tipo o que existe em maior quantidade e frequência é covardia, insegurança, conveniência, prazer com o mal, fraqueza de caráter e tantas outras péssimas características.

Realmente é difícil calcular o valor de alguém que semeia ou prolifera a maldade entre os indivíduos e acredita, apesar disso, estar fazendo a coisa certa. A sociedade atual está repleta de gente assim.

Se todas empresas que investem dinheiro em consultores para resolverem seu  clima organizacional promovessem um pacto com os funcionários a fim de eliminar a fofoca, a vida e o trabalho de cada um se transformaria de modo maravilhoso e perceptível no momento seguinte a todos o colocarem emprática. Então, e só então, estas pessoas prestariam o fabuloso tesouro que vale um ser humano original! 

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EU LHE DIREI QUEM É O CULPADO

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

O outro! Quem é ele? Sabe me dizer? E afinal, quem é você? 

Quando o outro não faz, é preguiçoso. Quando você não faz...  está muito ocupado.

Quando o outro fala, é intrigante. Quando você fala...  é crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto, é um cabeça-dura. Quando você decide... é genial.

Quando o outro não cumprimenta, é orgulho. Quando você não cumprimenta... é só uma distração.

Quando o outro fala de si mesmo, é egoísta. Quando você fala de si... é porque precisa desabafar.

Quando o outro quer ser agradável, tem segundas intenções. Quando você é agradável...  é pura gentileza.

Quando o outro faz algo inesperado, está “se exibindo”. Quando você faz... é atitude!

Quando o outro progride, é porque teve oportunidade. Quando você progride... é trabalho duro.

Quando o outro luta por seus direitos, é intransigência.  Quando você luta... é caráter.

Toda vez que você pensar em julgar o outro, olhe primeiro para dentro de si, porque  em muitos, senão em todos os julgamentos mesquinhos que  fazemos,  estamos na verdade  condenando a nós mesmos através desta figura que tanto nos autoriza, tanto nos justifica e até alivia todas as nossas dores: o outro!

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POR QUE POUCOS COMPETENTES REALIZAM MAIS QUE UM GRANDE NÚMERO DE PESSOAS

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude

O que um fato ocorrido há 3.600 anos pode ensinar sobre competências essenciais? Trinta e seis séculos parece tempo demais para um tema tão atual quanto “competência”.  

Vamos ver.

O povo midianita era um dos muitos inimigos dos Hebreus. Eles eram ladrões, truculentos e se aproveitavam da minúscula e aparentemente fraca nação de Israel. A Bíblia relata situações em que os Judeus, então governados por Juízes, eram atormentados por estes invasores sem nenhuma ética.

Certo dia, Gideão, um Juiz, organizou um exército de trinta e dois mil homens para acabar com isso.

O número de soldados inspirava tranquilidade numa guerra corpo a corpo. Mas a Bíblia diz que  Deus foi contrário a este contingente. Achou-o grande demais, já que vencer uma guerra assim faria o povo pensar ter sido seu próprio esforço que o fez. O diálogo entre Deus e Gideão chega a ser curioso e desesperador quando visto desde a ótica do Juiz:

- “Mande pra casa todos os que têm medo de guerrear”, diz D-us.  E vinte e dois mil foram embora.

O Todo-Poderoso prossegue:

- “Leve a tropa ao rio. Despeça todo homem que  deixar de lado sua arma ao beber. Mantenha consigo somente aquele que conservar uma mão sobre a arma, usando a outra para tomar água”.

Apenas trezentos homens restaram. Menos de 1% do total.

Mas aqueles trezentos Judeus eram prudentes, prontos e dispostos. Mostraram-se alertas o tempo todo.

O que os distinguia era a missão e estarem conectados a ela. Nem quando podiam relaxar – como no momento de matar a sede – eles perdiam a consciência da meta.  E além disso, eles combinaram habilidade, capacidade e aptidão à fé. Isso é o que, de fato, os fez mais poderosos do que trinta e dois mil homens confusos e perturbados por outros interesses.

A lição? Competência com fé é sempre muito mais do que só competência ou só fé.

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ONDE ESTÁ O TESOURO?

ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Eu  leio tudo o que é possível porque tenho necessidade de abrir a minha mente para outros pensamentos e ideias que ainda não formei e nem adquiri.  Pessoas que se julgam sábias ou prontas, nada mais têm a fazer neste mundo. 

Um dos textos que li recentemente dizia:  

“100% dos funcionários da sua empresa são pessoas.  100% dos seus clientes são pessoas, assim como 100% dos seus parceiros,
fornecedores e prestadores de serviços. Se você não entende de pessoas, você não sabe nada sobre negócios”.

Este pensamento vem totalmente ao encontro do que eu creio. Não tenho nenhuma dúvida de ser verdadeiro. 

Pessoas são o centro de tudo!  Logo,  mais do que conquistar qualquer outro conhecimento ou expertise técnica, é preciso buscar aprender como as pessoas são,  como funcionam e  o que elas buscam através do comportamento que adotam a cada instante. Isso, inclusive, parece-me  mais fácil e coerente do que tentar fazê-las ser como nós desejamos que sejam.

Se eu detiver este conhecimento, eu saberei vender, comprar, recomendar, contratar, orientar, etc.

Tudo, absolutamente tudo,  depende de pessoas. O seu negócio e você dependem de pessoas. Elas são a chave – a chave  que  dá acesso livre e pleno a todos os tesouros desta vida. 


ACESSE: http://www.profissaoatitude.com.br/blog

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