O FUTURO DA PROFISSÃO DE ADVOGADO

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ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Eu  estou convencido de que a maioria dos advogados opta pelo exercício da advocacia com o mais nobre dos ideais, com amor pela justiça e pelo estado de direito, com desejo de prosperar financeiramente e proporcionar uma vida plena de oportunidades para si mesmos e suas famílias, além de um desejo sincero de servir à humanidade.

Muitos obtêm sucesso ao trabalhar ancorados nesses ideais e desfrutam de carreiras notáveis. Muitos socorrem e apresentm soluções criativas para os clientes.

No entanto, à medida que jovens advogados são sugados pelas turbulências do escritório, da sociedade e das disputas com a parte adversária, muitos se desconectam destes ideais. Eles separam sua vida profissional de sua vida privada e, muitas vezes, se sentem emocional, mental e espiritualmente vazios.

Eu acredito na transformação destas e outras situações negativas da profissão do advogado pela “resolução alternativa de litígios” em que pessoas se reúnem com um mediador ou um árbitro, em vez de irem aos tribunais.

Estes mediadores estão mais interessados em como resolver o problema do que em quem ganha ou quem perde. Eles também trabalham para preservar o relacionamento entre as partes.

Um mediador habilidoso pode transformar um divórcio difícil em um arranjo possível, a partir do qual as partes possam seguir com suas vidas e cooperar quanto à guarda dos filhos, à partilha de bens e assim por diante.

Minha sugestão aos interessados neste tema é que leiam sobre os trabalhos de Mahatma Ganhi, um dos maiores mediadores em grandes causas da História.

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