RESPEITO E FONE CELULAR

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ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

A falta de discrição ligada ao uso abusivo do fone celular é crescente na sociedade. Uma história verídica ilustra isso.
O funeral terminou e os amigos e parentes que participaram da cerimônia estavam prestes a partir. Então, de dentro do túmulo recém-fechado, ouviu-se o som de um telefone tocando. Depois de um breve momento de choque, ao pensar que o Dia da Ressurreição havia chegado, um dos membros da família mete a mão no bolso e percebe que havia deixado seu aparelho cair no túmulo.
Situações como esta levam cada vez mais templos religiosos, locais de reuniões e encontros públicos a alertar os que adentram suas instalações a desligarem seus celulares.
Mesmo em lugares públicos, sem restrição ao uso de fones, como ônibus, trens e outros, as pessoas precisam de alguma privacidade para suas conversas. Falar ao telefone em voz alta perturba quem nada tem a ver. 
A questão central é: o que está acontecendo com o respeito? 
Será preciso que todos saibam o que cada um faz da vida? 
Eu penso que não. Mas há um mundo de gente que não está nem aí com isso. E para eles, o celular é apenas mais uma maneira de se mostrarem aos demais. 

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