CRIATIVIDADE E SIMPLICIDADE

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ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Em várias das minhas palestras, peço às pessoas que se consideram criativas que levantem a mão. Nunca o número de mãos levantadas corresponde a um quarto dos participantes.

Depois pergunto quantas, quando crianças, eram capazes de inventar coisas como: nomes para suas bonecas, uma brincadeira nova ou até uma boa história para os pais quando não tinham coragem de dizer a verdade.

E agora todas as mãos se levantam.

Isso me faz pensar. Qual é a diferença?

Como é que você “fazia de conta” quando era pequeno, mas não consegue ser um adulto criativo?

A resposta é que nós colocamos um peso gigantesco sobre a palavra “criativo”, como se fosse algo extraordinário e inatingível. “Picasso e John Lenon eram criativos.  Roberto Carlos é criativo. Mas eu?”

Uma das formas de começar a criar metas e planos de ação para a vida e para o trabalho é simplesmente inventá-los, do jeito como você fazia quando criança.

Pense no ato de criar como sendo simples, como algo que todos os seres humanos fazem com a maior facilidade por ser sua natureza. Siga a orientação do psicólogo francês Émile Coué: “Sempre considere fácil o que você precisa fazer, e assim será”, porque a nossa semelhança com D-us consiste exatamente nisso: em sermos criativos!

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