COMO AZARAR A VIDA DO FUNCIONÁRIO COM UM FEEDBACK

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ABRAHAM SHAPIRO para o Portal Profissão Atitude

Se você ignora uma criança, ela chamará a sua atenção de leve.   Caso ela não consiga seu intento, então fará barulho, vai chorar ou gritar.

Com adultos também é assim. Um prisioneiro confinado na solitária é capaz de qualquer coisa para sair dali, incluindo melhorar seu comportamento por um tempo,  só para evitar a situação com pouca ou nenhuma interação com outros.

Na administração, um recurso importante no relacionamento construtivo chama-se “feedback”.  É a ferramenta que permite a uma pessoa conhecer como seus superiores avaliam seu desempenho e conduta com o objetivo de reorientar ou estimular comportamentos mais adequados dali em diante.

Dar feedback não é gentileza, é necessidade. Por isso algumas empresas instituem o feedback periódico do gestor a seus subordinados – o que requer acompanhamento e entendimento real de todas as situações que se passam com os membros de sua equipe, o que nem sempre acontece.

Chega a data do feedback. Lá vai este “gerentão banana” abrir  a boca para falar aleatoriedades e platitudes – coisas que acabam por prejudicar o desempenho do subordinado em vez de fortalecê-lo. E cá entre nós, é imenso o número de gerentes incompetentes e tolos que, por estarem a um passo de ser vistos como tais, fazem o que fazem somente para justificar seu cargo e salário.

Sim, os estragos que estes imbecis podem causar por falar besteiras em seus feedbacks são bem piores do que feedback nenhum.

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