SER DIFERENTE É QUASE NADA

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ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

O finado Jerry Garcia, da banda Grateful Dead, disse: 

“Não queremos simplesmente ser os melhores dos melhores, queremos ser os únicos que fazem o que fazemos”.

Eu abomino a imaginação embotada dos que não conseguem entender isso. E também abomino as empresas que só fazem imitar, que procuram apenas fazer um pouco mais do que normalmente se faz, com uma ou duas ‘mudancinhas’ mesquinhas. 

No livro “A Estratégia do Oceano Azul”, os autores Chan Kim e René Mauborgne postulam a seguinte ideia: 

“Para crescer, as empresas precisam romper um círculo vicioso de benchmarking e imitação, porque isso as mantém concentradas na concorrência”. 

E sabe de mais uma coisa que direi mesmo que lhe deixe preocupado ou preocupada? Sabe como as empresas dominantes perdem sua posição? 

70% das vezes, elas escolhem o concorrente errado com que se preocupar. Foi o que aconteceu à  Nokia, que quis copiar a Microsoft oferecendo em seu celular um ‘zilhão’ de recursos complicados pelos quais os clientes simplesmente não tinham o menor interesse.

É. Muitos dirão que talvez o padrão estabelecido por Jerry Garcia – de não querer ser o melhor dos melhores, mas único –, seja realmente elevado demais, e até difícil. Mas eu penso comigo mesmo: será que existe outro padrão neste mundo por que valha a pena lutar?

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