AS ÚNICAS PESSOAS NORMAIS

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ABRAHAM SHAPIRO para o Blog Profissão Atitude
 

Alfred Adler, psicólogo Judeu-austríaco do Século XX, disse uma frase que roda a Internet mundo afora: “As únicas pessoas normais são aquelas que você não conhece bem”.

Isto se aplica  a inúmeras situações. Exemplo?

O empresário tem pessoas competentes em sua própria empresa. Elas têm conhecimento amplo, prática e versatilidade. Mas ele se esquece disso e vai procurar fora.   E sabe o que ele encontra? Obviedades vestidas de bela aparência - drasticamente inferiores em qualidade e conhecimento àqueles profissionais da casa.

Isto é uma infelicidade. Inda mais quando as pessoas ‘de dentro’ percebem, e se ressentem disso.  Então elas se fecham e cai seu rendimento individual.

Eu vejo frequentemente enormes talentos ignorados, substituídos por consultorias dispensáveis ou suprimidos por falta de ambiente interno para que se expressem e colaborem com a missão!

Recentemente perguntei a um executivo por que age deste modo e gasta uma fortuna com soluções externas. A resposta foi:

- “O pessoal da empresa eu já conheço bem.”

Aí é que entra Adler.  Aquele executivo acredita que as únicas pessoas que podem mudar a empresa são as que prometem coisas fantásticas e cobram caro. Sabe por quê? Ele não as conhece. O que, de fato, ele quer dizer é que normais, bons, competentes, eficientes e bonitos são as pessoas que você não conhece bem.

Por isso, eu lhe respondi:

- “Ah é? Vá acompanhar de perto essa gente que lhe envia folders bem produzidos, e websites incríveis. Vá medir sua eficiência. Veja de perto sua coerência, consistência, eficácia e outras competências. Observe como são eles em família,  como se desempenham em seus negócios próprios e relacionamentos.  Talvez então, e só então, você constate serem eles apenas bons vendedores de si mesmos, e você um provável trouxa.” 

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